Tudo Oque eu Sentia Acabou
Pois quando eu morrer, eu morrerei com sorriso, pois agora sou livre de todo o mal que esse mundo vive.
Eu não acredito na crença professada pelas igrejas judaica, romana, grega, turca, protestante, nem por nenhuma Igreja que eu conheça. Minha própria mente é minha própria Igreja.
Jeremias 17:5 diz: "Maldito o homem que confia noutro homem... ", mas eu recomendo que você confie, pelo menos uma meia de dúzia de vezes até você ver por si só que não é só teoria, na prática também não vale a pena confiar, ao menos não cegamente.
Os números para mim, são como as pessoas. Dos que eu gosto, eu me aproximo, fico íntimo e tenho estreita amizade. Os que não me sinto muito confortável, ou acho meio complicado, eu respeito, não me aproximo muito e sei que são perfeitos, mas não são pra mim.
Se eu tiver sucesso e meus filhos não o tiverem, então eu não o tive.
Se meus filhos tiverem sucesso, então eu já terei tido todo sucesso que um dia sonhei.
Oração de um pai que não crê
Eu não acredito em Deus.
Não consigo. Não vejo necessidade, nem presença.
O mundo, pra mim, se explica por outros caminhos — razão, ciência, acaso talvez.
Mas mesmo sem fé, todas as noites, me ajoelho ao lado da cama dos meus filhos e oro.
Não oro por mim.
Não peço nada pra mim.
Minha oração é por eles.
É por amor — só amor.
Porque quando estou com eles, abraçado, sentindo o calor pequeno e infinito desses corpos que nasceram de mim e que hoje são meu mundo, eu percebo uma coisa estranha:
Não acredito em Deus, mas desejo que Ele exista…
Nem que seja só pra cuidar deles.
É contraditório? Talvez.
Mas o amor de um pai não precisa ser lógico.
Ele é visceral, instintivo, manso e feroz ao mesmo tempo.
E então eu falo com Deus.
Falo mesmo não crendo.
Peço: cuida deles.
Peço: livra-os do mal.
Peço: que eles cresçam fortes, felizes, bons.
Agradeço também — por cada risada, por cada abraço, por esse instante sagrado que é vê-los dormindo em paz.
Não faço isso escondido.
Não é um ritual meu.
Faço com eles, por eles.
Eles acreditam, a mãe deles também.
E eu não quero roubar deles esse mundo invisível que tantas vezes conforta.
Não oro por fé.
Oro por amor.
E talvez, só talvez, esse amor que sinto seja a coisa mais próxima de Deus que eu jamais vou tocar.
"Eu sou o silêncio entre o trovão e a flor. A memória da estrela e o útero do futuro."
Essa poesia de 2 linhas, nasceu da combinação poética-filosófica com minhas reflexões.
Carreguei-à de metáforas fortes:
"Silêncio entre o trovão e a flor" sugere o equilíbrio entre força e delicadeza — entre caos e beleza.
"Memória da estrela" evoca a origem cósmica da Terra, feita do pó de estrelas.
"Útero do futuro" simboliza a Terra como o ventre da vida, onde tudo nasce e renasce.
Assim, não vou esquecer o que pensei quando à ela dei a luz.
No passado eu esperava para o futuro um Brasil próspero, sem corrupção, seguro, sem pobreza, sem desemprego, com acesso de todos à educação de qualidade, ao lazer e a um ótimo atendimento no setor da saúde.
Agora, estão fazendo a mesma pergunta que me era feita no passado.
Continuo desejando o Brasil que esperava no passado para o presente e não apenas para o futuro.
"As certezas que eu tinha,
se foram todas,
quando todos os conselhos falharam.
Que mesmo levando tudo ali regrado,
deu errado, os planos frustraram."
Aaaah ele tem um olhar
Que me faz tremer
Eu nem sei bem explicar
Desperta-me tanto querer
Sua voz rouca
Me provoca
Me deixa louca
E eu dona de mim
Desejo a ele pertencer
E em seus braços, me perder!
Eu perdi o medo chuva
Perdi o medo da tempestade
Dos raios e trovões
Perdi o medo da escuridão
O frio já não me arrepia
Eu ja não evito a solidão
Aliás até gosto
Tenho medo mesmo
É da mentira
Da hipocrisia
Daqueles que finge ser oque não são
Vidas de aparências
Tenho medo é de que pra ter as pessoas
Eu me perca de mim mesma
Eu não me encontre mais,
Por ja estive enterrada
Em expectativas de outros
De muitos que me rodeavam
Que só me amavam,
Enquanto fizesse oque eles esperavam
Tenho medo é desse amor
Que se torna dominador
Perdi o medo da vida
Por que com medo
A gente estaguina
E se torna, como pedras
Que choram sozinhas
No mesmo lugar!
Eu no espelho
Minha pele amanheceu seca
Diante do espelho uma ruga que antes não tinha
Uma pinta que eu não conhecia
Os olhos caídos e cansados
Não são resultados de uma noitada
nem de uma jornada de trabalho
Acabei de acordar
E não me reconheço
Quem é essa no espelho?
Será que dormir por anos?
Ou me esqueci de viver?
A verdade é que vivi
para satisfazer a todos menos a mim
Será esse o meu fim?
Será Que ainda há tempo para mim?
O meu amanhã fica por conta de meu merecimento, mas hoje eu sei que tenho muito trabalho pela frente à fazer por merecer
A luz que me ilumina poderá perder seu brilho se eu deixar minha frequência cair na escuridão da amargura
Eu não sou seu Mestre, mas tenho a sabedoria em apontar um que muda a humanidade diariamente com exemplos de condutas
Eu comparo a verdadeira amizade com a minha sombra. Está sempre ao meu lado, calada, ela é sempre ouvidos e fiel companheira, não me abandona e não me trai.
A sua vida eu até posso te ajudar com meus conselhos, mas cabe a você escutar e saber filtrar as minhas palavras. Se forem boas, aproveite-as para se aprimorar, se não forem, delete e procure outra pessoa que possa ajudá-lo em sua caminhada de elevação
"Assim eu faço o meu dia. O meu sol interior vem iluminar meus caminhos e a chuva vem regar minha vida, fazendo assim, um dia melhor"
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