Tristeza por Amar Alguem
Quem amou de verdade não consegue encontrar a felicidade em outro alguém, mas aprende a viver sorrindo mesmo estando incompleto. Quem amou de verdade nunca esquece o toque, o olhar, o sorriso, e os momentos vividos com aquele que amou.
Meu amor, hoje é seu aniversário! E meu coração explode de gratidão mais uma vez por ter alguém incrível como você do meu lado. Sou tão grata por você me amar, me respeitar e apoiar meus sonhos! Obrigada por nunca desistir de nós! Parabéns! Eu te desejo muita saúde. O amor e a felicidade pode deixar que eu providencio. Te amo muito! ✨
Gostar de alguém é encontrar, na felicidade do outro, a própria felicidade. E quando eu estou com você, não paro de sorrir um minuto sequer.
"Sou alguém tímido, mas divertido... quem pensa mais sério são meus sentimentos, retraídos"!
Acredite nas suas emoções, e nunca duvide da sensibilidade delas, não vá aonde o teu sorriso não foi convidado... um riso preso serve como máscara que inibi a liberdade de expressão!
Não compartilhe tuas dores com alguém que o trata com condescendência, mas não o diminua, pois não se sabe, se em algum dia quem trabalhará para o teu crescimento!
Não seja arrogante com o teu desconhecimento, e nunca com alguém diferente de si... se é único, aja com convicção de aprender sem se sentir culpado!
Quando vemos alguém pela primeira vez, não sabemos a fundo sobre sua personalidade e caráter, porque é nos bastidores que fica evidênciado quem ela é de verdade.
A confiança em alguém tem se tornado algo tão sem valor, que a ética de um indivíduo é negociada a preço de banana. Neste contexto, chegará um tempo que o valor humano mais caro que você poderá oferecer ao próximo será a lealdade.
A Urna Veio?
Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?”
À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo, porém, é uma das perguntas mais metafísicas que a linguagem humana já forjou.
Quando alguém morre, algo inusitado sucede: o seu nome passa a ser insuficiente. Aquele que, há horas, era chamado pelo nome próprio — repleto de história, afectos, memórias e conflitos de legitimação — hoje é reduzido a um objeto. Ninguém ousa perguntar por ele ou por ela; pergunta-se pela urna. Pior ainda, pergunta-se se ela veio. O nome cede lugar à coisa.
A morte não sacrifica apenas a vida biológica; ela opera uma transmutação simbólica. O sujeito transforma-se em conteúdo da urna. A pessoa converte-se em recipiente prestes à decomposição. Aquilo que foi presença temida, respeitada, amada ou odiada torna-se restos mortais. A linguagem segue com fidelidade fria esse processo: deixa de nomear identidades de excitação e passa a rotular objetos de repulsa. São poucos os que se aproximam da urna, ainda mais quando ela contém restos mortais em avançado estado de decomposição. Até os perfumes teimam em desempenhar o seu papel com zelo.
Esse desvio de eixo gravitacional não é um acidente aristotélico. É a revelação do quanto nos é difícil lidar com a substância finita. Dizer “a urna veio” é mais consolador e aconchegante do que dizer o nome daquele que já se tornou autenticamente mudo. A urna veio — eis um termo técnico que nos protege do abismo existencial. É uma forma de anestesia simbólica. A sociedade precisa refinar a absurdidade da morte para continuar a funcionar; do contrário, ela se tornaria tão insuportável quanto a pedra de Sísifo.
Mas há algo de profundamente angustiante nisso. Durante toda a vida, lutamos para afirmar quem somos, para deixar marcas, para sermos reconhecidos como seres singulares. No fim, essa singularidade dissolve-se numa designação coletiva. A urna é sempre igual, apesar de conter restos mortais de seres irrepetíveis. A morte, nesse sentido, nivela desigualdades que nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos consegue suprimir: ela é radicalmente igualadora.
A pergunta “A urna veio?” diz mais do que se imagina. Ela diz que o corpo (matéria) derrotou o nome (ideia); que a ciência da vida (biologia) venceu a ciência das vivências (biografia); que a história pessoal foi brutalmente encerrada e substituída por um banho colectivo. O ser humano deixa de ser projecto — como diria Heidegger — e passa a ser coisa disponível, transportável, administrável.
No entanto, algo permanece. Mesmo quando dizemos “urna”, sabemos que ali está alguém. Só que é um alguém que já não responde. Há quem responda por ele lá fora. A linguagem tenta coisificá-lo, mas a memória insiste em humanizá-lo. Em surdina, o nome continua a ecoar na mente dos seus. É assim que nasce o luto: no intervalo entre o objeto dito (urna) e a pessoa lembrada (nome).
Por isso a pergunta incomoda tanto, talvez. Porque ela expõe, sem disfarces, o absurdo da condição humana: não é apenas o corpo que apodrece; é também a forma como o mundo nos nomeia quando já não temos possibilidade de responder. E quando o nome se revela insuficiente, resta a urna.
A morte, afinal, não é apenas o fim da vida. Nem é o início da briga pelo espólio.
É o começo do momento em que o humano deixa de ser chamado e passa a ser levado.
É bem assim
Tentar esquecer quem deu valor;
Imaginar outro alguém com o dom de fazer esquecer o que era bom;
Aprender com as novas escolhas imaginando que vai da certo;
No entanto, magoar outra pessoa, por falta de dedicação;
Se enganar, achando que se afastar da própria realidade vai resolver;
Passar por tudo isso e depois partir sem aviso prévio;
E depois, se esconder nas "lembranças", local considerado o melhor lugar do mundo, para o pós abandono de um grande amor.
Encontrei Alguém Especial!
Acho complexo, vá entender!
Encontrei em alguém, novos motivos para eu sair da cama, para eu da ritmo aos meus dias. Encontrei alguém especial! É aquele tipo de pessoa que recupera o nosso humor, que nos aproxima da sensação de paz e enriquece o nosso mundo, ela é o tipo de pessoa que não da para ficar mais longe, não da para perder de vista.
Encontrei naquela pessoa, segurança, luz, um lar, uma doce mudança de tempo, posso até ser exagerado ou ser inocente, quando digo que esta pessoa maravilhosa me abastece todos os dias com o poder do amor.
Aquele abraço...
Um dia eu abracei alguém e esse abraço durou por um longo período, chegou a ultrapassar algumas primaveras,
Viver dentro daquele abraço me fez gostar intensamente da vida, do viver,
Mas,
em um dado momento no cume de uma montanha o vento batia com uma brisa de entendimento e eu me vi entre a sombra de duas grandes árvores deitado,
ali esquecido por um tempo vi que o meu espelho não tinha mais o reflexo daquele abraço,
pensativo fiquei, triste por necessidade morri,
ao ressuscitar livre fiquei, liberdade senti, voar, voar, voei.
Coragem!
A cada vez que te via entrelaçada com outro alguém nas sombras dos prédios as lágrimas falavam mais que palavras,
Quantas horas foram guardadas dentro da caixinha de surpresas sobre nós que nunca chegaram a acontecer?
Prisioneiro da fonte dos desejos sem ação, abracei o pão amassado do faminto solitário,
Quando ouvia a tua voz pelos corredores do condomínio uma cura momentânea tomava conta de mim abatendo o duro golpe de um fugitivo da realidade,
Pegar nas tuas mãos e falar o que penso é o caminho a ser trilhado e mesmo que nada aconteça como imaginado amanhã voltarei a ser um adulto em liberdade pulsando em cima do vazio do esquecimento.
A Garota do Balcão
Passei dois anos tentando entender como é perder alguém.
Não perder por briga ou despedida, mas perder por dentro.
Perder a fé no sentimento, perder a crença no amor, perder a certeza de que algo assim pudesse acontecer de novo.
Durante esse tempo, eu realmente acreditei que não encontraria mais ninguém.
Que algumas pessoas atravessam a nossa vida levando consigo tudo o que havia para amar.
Que depois delas, o coração aprende a funcionar… mas não a sentir.
E então, sem qualquer aviso, eu entrei numa loja de acessórios de celular.
É curioso como a vida escolhe cenários simples para grandes recomeços.
Entre películas de vidro, suportes discretos e cabos organizados não por cor, mas por tipo —
como se até ali tudo precisasse fazer sentido —
havia uma garota atrás do balcão.
E o mais estranho de tudo é que a única coisa que realmente nos separa…
é o balcão.
Não foi só o sorriso que chamou atenção.
Foi o conjunto.
O jeito contido.
As tatuagens minimalistas, quase silenciosas, marcadas como pensamentos que não precisam ser explicados.
Detalhes pequenos, mas cheios de intenção — como quem diz muito sem dizer nada.
E então tem o olhar.
Um olhar tão misterioso que desconcerta.
Daqueles que, se sustentado por mais de três segundos,
faz a gente desviar não por timidez,
mas por sentir demais.
Ali eu entendi uma coisa importante:
o amor não avisa quando volta.
Ele reaparece… diferente.
Não veio com urgência, nem com exagero.
Veio como curiosidade.
Como vontade de permanecer um pouco mais.
Como aquela sensação estranha de querer voltar ao mesmo lugar sem precisar de motivo.
A Garota do Balcão não sabe,
mas ela desmentiu uma certeza que eu carreguei por dois anos.
Ela provou que a gente nunca perde a capacidade de se apaixonar —
a gente só esquece como é até alguém lembrar.
Hoje, confesso ao público:
já não tenho mais o que inventar para entrar naquela loja.
Já comprei o que precisava… e o que não precisava também.
Mas continuo voltando.
Talvez isso não seja uma história de amor.
Talvez seja só um capítulo breve.
Ou talvez seja o começo de algo que ainda não tem nome.
Mas uma coisa é certa:
depois de tanto tempo acreditando que o sentimento tinha ficado no passado,
eu me apaixonei de novo.
De um jeito novo.
Mais calmo.
Mais consciente.
Mais verdadeiro.
E tudo isso começou…
E tudo isso começou com um balcão no meio.
Não como obstáculo,
mas como prova de que às vezes o amor não está distante —
só separado por alguns centímetros
e pela coragem de atravessar.
Quando alguém gosta de verdade, mesmo que se afaste ou fique quieta, existe um desejo de ser notada, de mostrar que se importa. Quem não se importa de verdade simplesmente some ou se esconde sem querer ser visto.
CONFIANÇA e FIDELIDADE
Confiar em alguém é sempre um risco, mas também é um ato de coragem. A confiança não é cega, ela se constrói nos pequenos gestos, na constância, na coerência entre o que a pessoa fala e o que ela faz.
Quando ela se perde… é como se um cristal tivesse se quebrado: até pode ser colado, mas nunca volta a ser o mesmo. Nessa hora, cada um decide em que “prateleira” da estante da vida, pode colocar essa pessoa:
Alguns escolhem a da distância.. Deixa ali, guardado, mas sem acesso ao coração;
outros deixam na prateleira da desconfiança.. Ainda perto, mas nunca mais com os mesmos privilégios;
e há quem simplesmente tira da estante, porque não quer o peso de olhar sempre para a ferida.
Sobre fidelidade… ninguém pode garantir. Tem gente que é fiel ao sentimento, mesmo quando o mundo inteiro chama do outro lado. Tem gente que se perde fácil, buscando onde há aplausos e quantidade, não qualidade.
No fundo, a pergunta que fica é: Essa pessoa escolhe você mesmo quando o caminho é estreito, ou só enquanto é fácil e cheio de gente?
Machucar alguém e ainda ser tratado com carinho não é sorte, é vergonha. É a prova de que o outro venceu por caráter, e você perdeu por escolha.
Reconhecer o valor de alguém na sua vida é vulnerabilidade com dignidade, não fraqueza.
É coragem porque exige que você coloque o ego de lado e aceite a importância do outro no seu caminho. Não é humilhação.. É sabedoria emocional em ação.
Admitir que alguém te faz bem é um ato de bravura silenciosa. É coragem porque desfaz certezas,
derruba defesas e mostra que reconhecer valor não é fraqueza,
mas a forma mais pura de sabedoria: saber que crescer junto é mais forte do que caminhar sozinho
Me perguntaram se existe alguém que me conheça mais do que eu mesma,
Eu respondi: o Google, meu amigo de cabeça cheia e pressa.
Ele sabe que sou estrela e estilista, meme e poesia,
Que ajudo famosos de dia e que já fui até padaria.. Ah.. e que vendo batata frita à noite na esquina...
Pera🤔 .. batata..
Continuando..
Que já fui rua, já fui igreja, já fui festa e silêncio profundo,
Que já dancei com o caos e já fiz amizade com o mundo.
O Google sabe que sou diva do café, ninja da procrastinação,
Que sou poetisa de madrugada e CEO da confusão.
Que sou drama ambulante, risada em looping,
Que coleciono curiosidade, caos e alguns looks duvidosos no shopping.
No final, ele sabe de mim o que nem eu mesma sei,
E ainda me sugere coisas que eu juro que jamais farei. 😅
" Eu Não Incômodo... Eu Transbordo "
Sou rio que não se detém porque alguém fechou a represa.
Sou mar que não cabe em copo.
E aprendi que quando alguém não manda nem uma palavra, já disse tudo.
Eu sigo.
Não por desistência, mas por amor próprio.
Não por fraqueza, mas por força.
Porque flores não imploram por jardim: elas nascem onde sabem que podem florescer
