Trabalho Noturno

Cerca de 384 frases e pensamentos: Trabalho Noturno

Sou apaixonado pelo perfume da noite, me encanta, me fascina.Há algo nos olhos noturnos que hipnotiza minha alma, que me rouba o ar.A noite embala meu espirito, me deixa mais leve.Me sinto vivo novamente ao tocar seus lábios.Há uma magia inexplicável nela...

Em minha mente, ainda estou deitado naquela grama, ao seu lado, admirando o céu noturno enquanto rimos, brincamos e nos abraçamos.
Em minha mente, nunca deveríamos ter saído de lá.
Em minha mente, ainda estou lá.


O amor é lindo como as estrelas cintilantes no céu noturno 😍 Um amor que brilha com a mesma intensidade da sua boca encantadora 🤩🤩 A sua beleza é tão deslumbrante e única que se compara a uma melodia harmoniosa 💕💕 Esta música é um banquete de sentimentos, uma harmonia que toca a alma e desperta a paixão. Uma verdadeira delícia ao coração que sabe aparecida.

⁠A noite chegou trazendo-me para esse grande palco noturno onde sou um figurante desconhecido diante das estrelas. Sussurros incerto e triste me soam, as batidas repetidas de um relógio segundo por segundo marcando o tempo,nesse momento minha alma chamou por você. Delírios de uma noite mal dormida,a alma já deu certeza, o coração grita que sim Mas minha razão entra em sena e diz não de ouvidos a esse coração inconsequente pois nem mesmo ele está convicto sendo assim entenda que arrependimentos tardios não trazem a felicidade perdida .boa noite.

Quando a lembrança bater, olhe para o céu noturno sobre nossas cabeças, onde as estrelas brilham. Cada uma delas representa uma história que vivemos juntos, um pedacinho da nossa amizade. São sinais luminosos de toda a alegria, do carinho e das conversas que tornaram nossa relação tão especial. Mesmo que estejamos separados, nosso vínculo vai além da distância, e essas estrelas sempre nos unirão. 😊🌟🌌

⁠Desde que me lembro por gente, sou fascinado pelo céu noturno. O lar de mais de 200 bilhões, trilhões de estrelas. E, como o nosso universo, todos nascemos depois de uma explosão. E, como as estrelas, somos todos únicos do nosso jeito.

⁠Ó lua cheia, luminosa e serena,
Teu brilho prateado ilumina a cena.
No céu noturno, te ergues soberana,
Encantando a todos com tua luz arcana.

Teus raios suaves banham a terra,
Trazendo encanto e magia por onde erra.
Teus contornos perfeitos, teu brilho intenso,
Refletem um mistério, um enigma imenso.

A noite se veste com tua presença,
Enquanto em teus domínios, a melancolia dança.
Teus encantos despertam os amantes,
Inspirando paixões e suspiros constantes.

És símbolo de sonhos e romantismo,
E também de mistérios e pragmatismo.
Teu ciclo eterno, fases em transformação,
Nos faz refletir sobre a nossa própria ação.

Oh, lua cheia, testemunha silente,
Das histórias secretas, de amor latente.
Banha-nos com tua energia prateada,
E enche nossos corações de felicidade.

Que tua beleza continue a brilhar,
Iluminando nossas noites sem cessar.
E que em cada lua cheia que contemplarmos,
Encontremos a paz e os sonhos que almejamos.

Reflexão sobre a Lua

⁠A lua cheia brilha no céu noturno
Ela nos mostra o caminho na escuridão
Mas sua beleza não é apenas externa
Reflete em nós uma reflexão interna

Sua fase muda a cada dia
Assim como nós, em nossa vida
Ela nos ensina a mudar e evoluir
E seguir em frente, sem desistir

Olhando para a lua, vemos nosso reflexo
Ela nos lembra que somos apenas um pequeno elo
No grande universo em que vivemos
E que devemos apreciar cada momento que temos.

⁠Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos.

Ícaro à Meia-Noite


Como Ícaro, voo, mas noturno. Iludo-me, mais sagaz. Oculto na noite: espectro, vampiro, assombração. Evito a luz para sobreviver. Não almejo o brilho — é a altura.
Com asas de papel e sonhos colados em cera, enfim compreendo: o próprio voo já é queda.

Ó minha amada, que olhos os teus. São cais noturnos cheios de adeus. São docas mansas trilhando luzes que brilham longe, longe dos breus... Ó minha amada, que olhos os teus. Quanto mistério nos olhos teus. Quantos saveiros, quantos navios, quantos naufrágios nos olhos teus.

O vaporizador me sopra com um hálito gelado. Um deleite de cachoeira noturno. Respiro saudades suas, entrementes...

Eu estava seguro de mim... até que uma noite acordei por causa de barulhos noturnos.. daqueles que nunca sabemos se são verdadeiros ou não. Aquele era.

"" Ares noturnos
Evaporem da alma
Alegria, todo dia
Sem fantasia
Ser feliz
Fases de outono
No trono do rei
Cansei
Não vou esperar
A hora é de seguir em frente
Pra sempre
Me acompanhar
Era tudo ou nada...""

Não posso sucumbir à melancolia — esse monstro noturno que nos vigia sem descanso, esperando o mínimo gesto de fraqueza para invadir o que ainda resta inteiro em nós. Sei que ele ronda. Sei que respira atrás de mim quando caminho pela casa silenciosa. Mas não lhe devo reverência. A melancolia exige joelhos; eu ofereço coluna.


E há dias em que o desespero se insinua no corpo como febre: o amanhã se esconde, o dia seguinte perde o rosto, a existência inteira parece um quarto escuro. Mas sigo. Não por esperança — essa palavra envernizada — mas por teimosia. Por força. Por desafio. O futuro não precisa prometer nada para que eu avance. Basta que exista.


Poeta ou homem comum, não importa: todos carregamos a mesma condenação. A consciência — essa lâmina autônoma que nos enfrenta sem pedido, sem permissão, sem dó. Ela não nos observa: nos disseca. E cobra de nós o sentido que nunca lhe devemos.


Ela pergunta, com insolência: por que continuar? Onde repousa a coragem humana? O que sustenta o passo no meio do caos?


E a resposta não está no conforto, nem na fé, nem em algum alicerce secreto. Está no movimento. Na recusa em tombar. No ato bruto e insubordinado de permanecer, mesmo quando nada, absolutamente nada, garante o chão.


O caos é vasto. A consciência é cruel.
Ainda assim, eu existo.
Isso basta. Isso é tudo.

Breu Noturno (poema sem o emprego da letra "A")
Juvenil Gonçalves


No breu escuro do monte
surdiu frio, eco vil.
Corvo rondou horizonte,
som sinistro surgiu.


Luz morreu, céu se nublou,
sino dobrou no terreiro.
Vento feroz ribombou,
tudo gemeu por inteiro.


Cemitério com rumor,
osso seco rolou no piso.
Olho turvo brilhou no torpor,
eco curto feriu o juízo.


No silêncio rito frio,
corpo morto tentou surgir.
Sopro bruto trouxe o estio,
ninguém vivo ousou sorrir.

O Almejo Do Céu Noturno.


"Do alpendre, contemplo o céu, seu belo resplendor e com uma vasta gama de cores. Sua imensidão me torna insignificante, pequeno, sem importância. Mas isso tudo acaba quando o Sol nasce, ofuscando a beleza que me abraçava há noite. Por culpa dele, só na próxima noite terei o céu que tanto almejo."

O seu sorriso é tão belo quanto a própria lua e estrelas no céu noturno.

Pensamentos noturnos


São três da manhã e ainda penso em você.
Penso no seu sorriso,
nos seus olhos castanhos,
no jeito que seu abraço me acalma.


Penso nos momentos ao seu lado,
nas palavras doces que você já me disse,
naquela música que você cantou só de brincadeira,
mas que ficou ecoando em mim.


Eu tento te esquecer,
mas deliro — começo a enlouquecer.
Tenho medo de te perder,
é como encarar um abismo sem fim.


Você ainda me tem nas mãos,
carrega meu coração sem saber.
Você me toca mesmo longe,
e eu amo esse delírio
sempre que se trata de você.



Autora: Deise Gomes

Um Canto na Aurora

⁠Um relâmpago no céu noturno
Ilumina o caminho inseguro,
Sob o tempo mais soturno
O pensamento teme o futuro.

A espera é pela manhã chegar
Para que tal apresente algum alívio,
A esperança está na tempestade cessar
E seguir sem nenhum sonívio.

O deleterio recôndito dispensado
Já não pode aludir e contagiar,
O pássaro da aurora despertado
Fez seu canto para o céu clarificar.

Todo pretérito acuou-se na soleira
Em resultado do interlúdio ambientado,
No tempo corrente não é coleira
Apesar de arquivo a ser consultado.

No lume abastecido de percepção
Uma presença é reconhecida,
É o pássaro auroral na recepção
Que canta dando boas vindas.

William Contraponto