Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende
Somos a luxuria em uma apologia..
Somos servos do capitalismo...
Somos cegos por vaidade não sabemos o tamanho da floresta negra...
Tudo é um ultraje ate amanhã por convivência sempre haverá um percentual absurdo de realismo...
Somos escravos da coisificação...
Historicamente o questionadores são insensatos, cegos e turbulentos.
Os criadores são criados por suas criaturas ...
Escravos do conhecimento carregam o fardo da ignorância e a descriminalização...
Discursos são condenados pois o lup das verdades tem a base em mentiras coletivas... e sombras sao as sobras de ideais frustrado da corrupção moral...
No calor das ideias há uma brisa...
No complexo paradoxo há um rio de alegrias que expressa despreocupação...
No entanto as brumas reluzente são apenas olhares...
No refluxo constante nas nuvens da devastação.
Na púrpura da realidade
Se da escolha ou é escolhido
Se escolhe o que você é?
É uma forma que se cria?
Um desejo que se forma?
Ou que é pela sua compreensão e desejo...
Opção sexual?
Tabus da sociedade?
É aceito ou se torna mais um dentro de um dogma religioso...
Tudo ponto de vista pragmático sera?
Pois tantos preconceitos...
Julgamentos e perseguição...
Sois é nada mais que é...
Tudo que é compreendido é a ignorância.
Pois o que somos dentro deste mundo alucinante...
Estarei em o mundo do desconhecido....
Meros mortais nos tais deslumbre serei mais uma estrela no meio do universo...
Somos alucinantes seres que na escuridão, somos pássaros errantes...
Todavia o repente o seria o amanhecer.
Mas, antecede o bravo do alvorecer...
Para simples protagonista se afoga em lágrimas no esquecimento.
Essência do ser humano...
Um espírito em busca de um sentido por existir.
É uma alma que existe pela Essência.
E para essa conexão apenas um corpo.
Dentro da existência de 80 anos em média a vida resiste com espírito envelhecido.
Muitas vezes as experiências vividas são parte da existência e tornam-se a essência do ser humano.
No lucidez o cego vê formas numa fogueira imaginaria.
Sua cegueira não é mais uma muralha.
E sim uma oportunidade de vivência novas experiências embora sua limitação seja sombras.
Num mundo caótico tenha apenas dentro de um sonha a liberdade de viver,
Suas escolhas estão tão perto da realidade que as correntes da cegueira só sejam sombras da desconexão esses lapsos são exposição a fogueira.
A caverna escura se opressão política.
Seu sonho é envolto de dias melhores...
No dia a dia seja repleto de dificuldades.
A luz no final do túnel seja apenas luzes do farol.
A diferença social seja mais capítulo do dia a dia, a fome e cansaço seja um gole de vinho seco.
Paralisado num estado fumegante tenho certeza que atormenta a mente no final do mês as contas a pagar,
No instante que mente consciente faz pate da inteligência artificial será mesmo ser ou uma cópia de um ser humano?
O ser da inteligência artificial é um ser pensante ou é um conjunto de dados comparativos.
Sendo um fantoche científico ate comece a pensar e criar suas experiências.
O homem vive dentro de uma gaiola.
Essa gaiola sua mente,
Entre dilúvio de dúvidas suas ideias são crentes no conluio dos dogmas religiosos a mente doutrina,
O homem busca viver entre alienação do cotidiano.
Acerto momento o irônico é insanidade...
Por tanto o homem é envolto nos seus dilemas para os quais somos servos de uma conjuntura... de viver para morrer...
A apologia do ser falante para ser pensante...
No fardo unilateral temos o abismo de ideias...
A fisolofia da racionalidade da inovação para um mundo complexo.
As dimensões infinitamente politicamente correto somos jugados e condenados.
Pois ignora e o alimento da insensatez.
A raiz da derradeira voz da existência e consciência da verdade e da moralidade.
Homem vive dentro de uma condição de domínio mental por quarto anos.
As condições de alienação te c faz comer carne de burro a comer ossos ainda assim voto por cabresto é garantido.
A liberdade de escolha é um ilusão.
Carrega de si alegria de trabalhar sem descanso.
Tudo é seu será vendido por alguns trocados.
Inteligência artificial é uma criação do ser humano pode transcender o ser humano. Ultrapassando suas capacidade de processamento de dados assimilados.
O ser humano pode conviver com sua criação e sua interação levara ao hibridismo e a criação de novos indivíduos, igual maquina homem
Dando essa mais passo dentro da gaiola ou impulso sera final da gaiola
Dando outro patamar da evolução humana seremos parte ou não seremos o futuro!
Lembrando que essa evolução será entre várias IAs criadas para compreender o sistema e responde a cada aspecto da adversidade.
Sera obstáculo para democracia ou grades da gaiola ou outro poleiro para ser humano.
Sendo a sensatez a voz da consciência novos horizontes serão abertos novas possibilidades para termos novos valores éticos
Os buracos brancos seriam de uma beleza única, singulares no universo: entidades que obliteram a realidade e rasgam o ambiente. É notório que o vórtice do espírito seja o prólogo dos céus — ambientes surreais nas paralelas da existência. Tantas distinções em olhares que sequer piscam, pois, se piscarem, o tempo se torna a areia que devora a si mesma.
Nessas manchas vermelhas dos sóis, vemos a energia viajar através das eras; nas lágrimas reais, contemplamos o microcosmo — este que, despido de definições ou resquícios de dúvida, reporta a própria descoberta. Tudo se conecta, não como uma mera evolução linear de eventos, mas como a própria realidade em que habitamos, imersa nas propriedades da probabilidade.
A realidade dita "concreta" é uma evolução desconectada: a alienação gera convicções e certezas que distorcem o cosmos, reduzindo a razão a uma nota de rodapé sobre o fato. Seja o buraco branco ou o negro, ambos revelam nossa extrema fragilidade diante do tempo e de suas ondas massivas de continuidade. Fato lógico: cada segundo é a simplicidade de um piscar nessa realidade ambígua. Por isso, percorro pensamentos pelas galáxias do espaço — seja o exterior, seja o interior, lá no início de tudo.
A equação das palavras habita as estrelas que encantam a madrugada.
Uma voz ecoa no vale. Hordas de espíritos vagam polos labirintos de estrelas dilaceradas, observadas pelo telescópio onde resplandece o tempo. Nos calamos diante da calamidade do caos orbital.
Evocando o tempo que passou, olhamos dimensões entre quatro paredes. Simulações marcam o tempo e o espaço, transcendendo a localização da imaginação. Cálculos vistos como níveis de imagens e gráficos expõem a geometria e a luz polarizada em equações, dando forma a cenários iluminados: dados científicos e paradoxos contidos em planilhas.
O mosaico cubista traduz a tensão da visão contemporânea, mas restam ressalvas do estado temporal envolto pela distância até o fato real do paradoxo. Experimentos dão asas à especulação ambiental, criando bolsões com as formas do ambiente. Como será sua atmosfera, até que a visão planetária se torne um documentário da especulação científica?
Na solitude da madrugada serena, desenho parte dessas experiências, indagando o que realmente compreendemos diante dos experimentos. A tendência espacial é apenas parte de um esquema de estudo para o qual a crítica filosófica permeia todas as possibilidades e probabilidades.
Entre a suposição e o achismo, a competência de compreensão caminha por uma linha fina e transparente: por mais profundo que seja cada olhar, ele será raso sem os resquícios da consciência. Devemos observar cada resultado e compreender como se chegou a determinada ideia, pois ideias constroem universos — mas é preciso conhecer a ti mesmo dentro desse universo.
Os pensamentos voam e perguntas surgem a cada minuto diante de um resultado obtido. As possibilidades formam a base de variáveis infinitas dentro de múltiplas realidades; suas facetas se diferenciam, compondo novos caminhos e conclusões que deformam a realidade e dão palco a novas teorias e paradoxos, desdobrando-se nas virtudes mais profundas. Olhamos para dimensões e multiversos criados tanto pelo resultado quanto pelo caminho seguido.
Na evolução constituída pela representação do espaço exterior e do espaço interior, encontramos as bases do microcosmo. Parte disso passa pelo entendimento alienatório do estado bruto da matéria, moldado pelos protocolos científicos. É essa base acadêmica que confere valor e certificação ao trabalho exposto.
Por Celso Roberto Nadilo
Não muito tempo atrás olhavamos as estrelas viajam pelo ceus reluzente como deuses místicos mais profundo achamos sentido nos mistérios da escuridão buscando existência e compreender como questionar e ter perguntas e a sugerir respostas para mistérios da existência.
Nas ondas gravitacionais emanadas, os quadros do alinhamento mental da gravidade surgem como uma tela em branco. Expõem-se seus poros e alinhamentos — tridimensionais ou bidimensionais —, que atentos observamos.
Nas zonas mais profundas, os buracos negros são expostos em dimensões infinitamente sobrepostas e programadas. Revelam hexágonos no interior de buracos de minhoca, num paradoxo circular retido em uma bolha gravitacional. Dois funis de energia convergente sobrepõem-se à singularidade.
A simetria da garganta, vista de ângulos distintos, dá a sensação do próprio espaço-tempo. E quando esse ar e esse tempo coexistem no ponto onde tudo se fragmenta, a realidade se rasga.
As ondas de gravidade ditam as regras sob as quais o tempo e o espaço se curvam, curvando-se, também, diante dos diferentes ângulos da luz.
Nas profundezas da consciência, criamos.
Criar objetivos claros dentro de uma realidade ambígua só acontece quando nos focalizamos: mesmo por uma fração de instante, avançamos pelo universo de maneiras distintas — pois somos o próprio universo se observando. Abrimo-nos como flores do conhecimento, uma reminiscência evolutiva no estado primordial da criação.
Nesse relacionamento expandido com a matéria, a conexão se alastra como se não houvesse o amanhã — afinal, o amanhã ainda não foi criado em sua plenitude. No foco de um milésimo de segundo, ouve-se o amanhecer: as ideias florescem no ardor da escuridão e, diante da batalha dos sonhos vividos, abraçamos a eternidade.
Nem mesmo o tempo, dilacerado por cada sopro de vida rara no universo, soa tão familiar quanto a guerra que travamos dentro de nossas próprias mentes. Chegar a mais um anoitecer seria mero ego da simplicidade. O egocentrismo, em seu centrismo absoluto, estabelece uma ordem mesmo na falha caótica da corrupção — um negacionismo que acende a fogueira alucinada dos nossos algozes.
Dentro da faísca da vida, tão pequena e ainda assim impregnada de resiliência, o querer se manifesta de formas inexplicáveis e inevitáveis. O desejar dissolve a estagnação de tal modo que o tempo se torna um brinquedo diante da nossa magnitude. A ideia se espalha em pequenas partes até se tornar massiva e dominante. Como o véu de uma noiva sobre a cidade, suas réstias tornam-se mortalhas na escuridão eterna: a interrogação que fica e a solução que abraçamos diante da percepção. Dependendo do arco de luz, o tempo e o espaço se curvam à gravidade.
O mar, sob essa mesma gravidade, se transforma pelas facetas dos astros que iluminam a noite e o dia. Calamo-nos no silêncio da noite; abraçamo-nos ao dia. Nada se revela fácil diante do microcosmo. Somos poeira que se arrastou nos rastros de um cometa — o astro errante que trouxe a vida e a sua destruição.
Um renascentista diria que a luz capturada pelo raio vindo dos céus são os deuses, finalmente, iluminando as nossas vidas.
Tudo parte de um destino quando não há gravidade; e o destino dita o fim diante do preceito do ego rumo ao precipício. Será mesmo o fim ou um novo começo? Pois o medo nos faz reféns de nossas próprias realizações. Nas hordas de onde emanam ares fortes, o início foi um sonho e alcançamos o ponto da glória. Percorro, então, os pensamentos e fragmentos esquecidos pelo tempo — ciente de que a mesma faísca de vida será creditada pela vitória, enquanto os ossos rangem diante do tempo implacável.
— Por Celso Roberto Nadilo
por uma geração onde as pessoas deixem claras as suas intenções. já não tenho mais tempo pra amores confusos. tem hora pra tudo, e tem momentos q cansa, será que simplesmente falar o que sente é tão difícil assim? qual a graça em brincar, iludir e atrasar o futuro dos outros? chega a ser impressionante como existem pessoas na sociedade e no mundo, que achem graça em fazer esses tipos de atitudes. o amor é tão bom quando se é de verdade, algo simples onde o pouco agrada, onde sem nem falar, tudo vira palavra, o vento se torna canção, e a companhia vira paz.
não precisamos enfrentar todos medos de uma só vez, num mesmo dia; escolha um e enfrente, a vida é cheia de etapas, ninguém assiste alguma coisa pulando para o final.
ninguém desce uma escada grande pulando do último degrau embaixo.
aceite seu tempo, imponha limites na sua própria vida, mas jamais deixe que seus próprios limites te afetem.
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