Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende
O ROCK TÊM MUITO SENTIMENTALISMO, QUE SAI DA ALMA. A PEGADA É SEMPRE UMA LETRA REFLEXIVA E MELANCÓLICA, A ENERGIA É BAIXA. EU AMO ROCK. MAS, SEI DISSO!!! SE QUISER LEVANTAR A VIBE SÓ OUVIR UMA ELETROHOUSE OU CHARLIE BROWN JUNIOR. OS ROCKS QUE COSTUMAMOS OUVIR, SÃO REALMENTE DESABAFOS DA ALMA, O QUE SEMPRE TRAZ UMA ENERGIA BAIXA E REFLEXIVA.
Sábado 25 de julho/ 10:18 da manhã
Entre cicatrizes e recomeços: a história de uma mulher que aprendeu a sobreviver
Um relato de dor, fé e resiliência diante de uma tempestade que começou em 2022
Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.
Às vezes eu olho para a minha própria história e parece que estou lendo o capítulo de uma vida que outra pessoa escreveu. Foram tantos acontecimentos, tantas batalhas silenciosas, tantos dias em que precisei juntar os pedaços de mim mesma para continuar caminhando.
Tudo começou em 2022, quando eu ainda não imaginava que minha vida entraria em uma fase de tantas provações. Eu carregava dores que nem sempre eram visíveis, sinais que meu corpo tentava mostrar, mas que muitas vezes eram difíceis de compreender. Eu seguia vivendo, tentando cuidar da minha casa, dos meus sonhos, dos meus projetos e das pessoas que amo, enquanto dentro de mim existia uma guerra que ninguém conseguia enxergar completamente.
Eu aprendi uma das maiores lições da vida: nem toda batalha faz barulho. Algumas acontecem dentro do nosso próprio corpo, em consultas, exames, noites mal dormidas, preocupações escondidas atrás de um sorriso e lágrimas que caem quando ninguém está olhando.
Mas o ano de 2024 foi o grande divisor de águas da minha história.
Foi o momento em que a vida me colocou diante de um dos maiores desafios que eu já enfrentei. Meu corpo chegou ao limite. Eu vivi uma septicemia, uma infecção grave que abalou completamente a minha saúde, e enfrentei um choque séptico, uma situação extremamente delicada em que eu precisei lutar pela minha própria vida.
Foi um daqueles momentos em que percebemos que somos muito mais frágeis do que imaginamos, mas também descobrimos uma força que estava escondida dentro de nós.
Eu precisei passar por uma histerectomia de urgência. Meu corpo precisou enfrentar uma cirurgia grande, uma mudança que não era esperada, uma despedida de uma parte de mim que carregava histórias, dores e também memórias. Não foi apenas uma cirurgia física. Foi um processo emocional profundo.
Existe uma diferença entre sobreviver e realmente compreender que sobrevivemos.
Depois de tudo que aconteceu, eu precisei reaprender a confiar no meu próprio corpo. Cada dor gerava medo. Cada sintoma levantava perguntas. Cada exame carregava uma mistura de esperança e ansiedade.
Quando uma pessoa passa por algo assim, ela não volta a ser exatamente quem era antes. Ela carrega marcas. Algumas aparecem na pele, como cicatrizes. Outras ficam na alma, como lembranças de momentos em que ela precisou ser mais forte do que imaginava conseguir ser.
E a minha caminhada não terminou ali.
Em 2026, meu corpo passou por mais uma batalha: uma cirurgia para corrigir hérnias, incluindo hérnias inguinais bilaterais e uma hérnia umbilical. Mais uma vez eu precisei enfrentar recuperação, limitações, dores e a paciência de esperar o corpo se reconstruir.
Enquanto muitas pessoas seguem suas rotinas sem pensar sobre o funcionamento do próprio organismo, eu aprendi a prestar atenção em cada sinal. Aprendi que saúde é um presente que muitas vezes só valorizamos quando somos obrigados a lutar para recuperá-la.
No meio dessa caminhada, também descobri outros desafios. Veio o diagnóstico de colecistite alitiásica, uma inflamação na vesícula sem a presença de pedras, trazendo dores, desconfortos e mais uma investigação para entender o que meu corpo estava tentando comunicar.
Também descobri alterações no meu ovário esquerdo, com característica policística e a presença de um cisto que ainda precisa ser acompanhado. Mais uma preocupação para uma lista que já parecia grande demais.
E como se tudo isso não fosse suficiente, continuo investigando alterações intestinais. Existem dias em que meu corpo parece uma caixa cheia de perguntas esperando respostas. Dores que aparecem e desaparecem, mudanças no funcionamento intestinal, desconfortos que me fazem observar cada detalhe da minha alimentação e da minha rotina.
Mas existe algo que todas essas dificuldades não conseguiram tirar de mim: a vontade de continuar.
Eu poderia olhar para tudo isso e enxergar apenas perdas. Poderia contar minha história apenas pelas cicatrizes, pelos diagnósticos e pelos momentos difíceis. Mas eu escolho contar também pela minha resistência.
Porque eu ainda estou aqui.
Depois de uma septicemia. Depois de um choque séptico. Depois de uma cirurgia de emergência. Depois de outra cirurgia. Depois de tantas incertezas e medos.
Eu ainda escrevo.
Eu ainda sonho.
Eu ainda acredito que existe uma nova página esperando para ser escrita.
Minha história não é apenas sobre doença. É sobre sobrevivência. É sobre uma mulher que descobriu que a fragilidade e a força podem morar no mesmo coração.
Existem dias em que eu me sinto cansada. Existem momentos em que eu questiono por que tantas coisas aconteceram comigo em tão pouco tempo. Eu sou humana. Eu sinto medo. Eu sinto tristeza. Eu sinto o peso dessa caminhada.
Mas também sinto orgulho da mulher que me tornei.
Porque a verdadeira resiliência não é nunca cair. A verdadeira resiliência é olhar para o chão depois da queda e encontrar coragem para levantar mais uma vez.
Minha vida mudou. Meu corpo mudou. Minha forma de enxergar o mundo mudou.
Hoje eu entendo que cada amanhecer é uma oportunidade. Cada pequeno avanço é uma vitória. Cada dia em que consigo fazer algo que antes parecia impossível é uma prova de que ainda existe força dentro de mim.
Eu não sei exatamente quais serão os próximos capítulos dessa história. Ainda existem exames, acompanhamentos e perguntas sem respostas. Mas existe algo que eu sei: eu não sou apenas aquilo que aconteceu comigo.
Eu sou tudo aquilo que fiz depois que aconteceu.
Sou minhas cicatrizes, mas também sou minha cura.
Sou minhas lágrimas, mas também sou minha esperança.
Sou os dias difíceis, mas também sou a mulher que continuou caminhando mesmo quando o caminho parecia pesado demais.
A minha história não terminou em 2024. Na verdade, talvez ali tenha começado uma nova versão de mim.
Uma versão mais consciente, mais forte, mais grata e mais determinada a aproveitar cada oportunidade que a vida ainda colocar diante de mim.
Porque depois de atravessar tantas tempestades, eu aprendi que algumas pessoas não sobrevivem apenas para continuar existindo. Elas sobrevivem para transformar a própria dor em mensagem, aprendizado e inspiração.
E eu sigo escrevendo minha história, um dia de cada vez.
A pergunta que fica para quem lê minha jornada é: quantas vezes a vida tentou me derrubar, e quantas vezes eu ainda escolhi levantar?
O amor só precisa de uma porta, e nós mulheres temos esse poder de abrir, no coração de qualquer homem.
O amor da sua vida pode estar a um passo das suas palavras.
Perder um blog com uma década de história, e ficar totalmente resiliente com isso, é uma forma de renascimento.
Eu encontrei o meu lugar, e estou feliz.
05/08/2025 - Vários sonhos em uma única noite
Sonhei com a vizinha servindo um banquete para amigos e ela estava zangada porque eu sempre subia na parede para fazer alguma coisa e incomodava ela, enquanto segurava um ferrinho que tinha em um buraco.
Eu desejava a comida que ela estava servindo, eram muito gostosas.
Sonhei com a minha mãe muito brava, saindo com meu irmão para algum lugar mais ela não me chamava.
Sonhei que eu tinha um irmãozinho ruivo muito bonito e inteligente, ele tinha 2 anos e era professor de matemática, já se achava independente.
A gente saiu para uma feira, mostrei muitas coisas pra ele, principalmente um pão gigante que tinha por lá, mas a gente não havia levado dinheiro, então ele voltou pra pegar, e nessa volta ele se perdeu de mim, porque já se achava independente.
Eu comecei a procurar ele por todos os lados e não conseguia encontrar, comecei a perguntar as pessoas e elas me diziam que haviam visto ele passando e me mostrava a direção.
Eu saí chorando em busca de encontrar ele, ele era muito característico, então todos tinham visto ele passando, ele atravessou a cidade de uma ponta a outra sozinho.
Entrei por um lugar, onde só havia plantações e rochas enormes e lisas para escalar e chegar até a estradinha de chão, onde ele havia entrado.
Havia umas meninas lá, eu tentava escalar as rochas e não conseguia, tinha medo de cair, embora fossem bem empilhadas, eram muito lisas e íngremes.
Havia uma garota lá que se pôs a me ajudar.
Ela me mostrou que havia um arame liso, onde pessoas costumavam passar por baixo.
Eu fiquei feliz, e resolvi me abaixar para passar, enquanto ela levantava o arame.
Era um espaço bem estreito, mal daria para passar a cabeça, mas ela garantia que era por ali que todos passavam para chegar ao outro lado. Eu estava tentando passar, quando chegou duas garotas conhecidas minhas, uma delas estava muito sorridente e a outra estava indiferente comigo por algum motivo.
Não me olhava de forma alguma.
Enquanto a Valdelice estava muito sorridente, a Karlene estava praticamente irreconhecível, cheia de tatuagem, cabelo curto Channel e vestia umas roupas curtas que ela não costuma usar. Uma mistura de mulher da vida, com mulher de bandido da pesada.
Eu olhava para ela e me perguntava o que havia acontecido, por que ela tinha se tornado aquilo e porque ela não me olhava nos olhos ou sorria como sempre.
Eu fiquei triste e confusa, com a situação, enquanto a observava profundamente.
Ao mesmo tempo em que olhava para a estradinha de terra que havia acima daquelas rochas enormes e lisas, mas após o arame havia um lugar onde parecia ser plano e tinha grama, se eu conseguisse passar, eu iria conseguir andar em terra plana.
Eu me perguntava o que o meu irmão havia ido fazer ali e se eu iria encontrar ele naquele lugar inóspito e isolado.
Eu temia por ele já está muito longe.
Então acordei e estou aqui escrevendo.
27 de abril de 2025 às 22:35
Sonhei com duas bolas de fogo caindo no teto de uma casa, de repente elas se tornaram bolas de cristais.
Outras duas, surgiram como fogo e começaram a flutuar e de repente caíram atrás da cadeira onde eu estava sentada.
Eu me assustei, mas quando olhei eram dois balões, brancos e eu os rasguei, quando os rasguei era como se fosse um tipo de lona, em forma retangular, onde havia um nome em inglês, eu só passei o olho sem ler, deu pra ler a última palavra "espacial" em inglês.
Era um objeto que havia caído do céu, do espaço, colocado por algum astronauta.
Então, eu abri e vi que havia diversos cartões de crédito, de praticamente quase todos os países do mundo. Muitas cores.
Eu observei e havia um chip e uma microcâmera lá, eu virei ela para baixo e fiquei com receio de estar sendo gravada.
Eu estava com muito medo de alguém ter me visto por aquela câmera.
Eu estava com medo de irem atrás de mim, simplesmente porque eu rasguei o que eu não devia.
Bom, eu poderia ter deixado intacto e contar com a sorte de receber uma enorme recompensa depois, mas não pensei nisso.
Então, acordei.
04:48 da manhã de 20 de setembro de 2024... Tive uma crise de ansiedade severa, após ter dois sonhos e acordar com dor no meu tórax...
Eu sonhei que estava passando por um terreno onde estava minha mãe, imóvel, olhando para o meu irmão Alcadones, ele estava fazendo alguma peripécia, e eu passei observando e ele veio ao meu encontro com uma foto, eu não lembro se a foto tinha eu e ele e outra pessoa ou era somente eu e ele, sei que indaguei do por que ela está parecendo que estava bem envelhecida e embaçada, era algo assim. Depois, ela se tornou como um pedaço de gesso, tanto que consegui quebrar a parte em que estava eu e ele, ela caiu das minhas mãos, e fez um barulho como de gesso quebrado.
Logo depois tive um outro sonho, onde eu estava abraçando minha amiga da adolescência, a Mayla! Eu estava muito feliz em estar perto dela e por ter dado um forte abraço nela, eu estava muito sorridente e plena.
Então, acordei com uma dor aguda em meu tórax e minhas mãos começaram a gelar, ficar amarelada e sem vida.
Senti meus órgãos parar tudo!
Eu não sentia meu pulso e nem o coração, eu me sentei, orei o PAI NOSSO por várias vezes e resolvi acordar meu esposo, por sentir que estava morrendo.
Meus lábios começaram a tremer muito, junto ao meu corpo e vesti logo um vestido vermelho que tenho e coloquei o soutien, para que se caso eu viesse á morrer, estaria pelo menos decente, porque até então, eu estava com um vestidinho de alça bem velho, que a minha cunhada me deu para vestir, enquanto chegasse os meus, após a cirurgia.
Ele não é muito apresentável! (Risos)
Eu levantei e fiquei em pé, estava trêmula demais!
Peguei álcool e cheirei bastante, por um tempo de uns 15 minutos cheirando o álcool, orando e mantendo a fé, comecei a sentir o corpo esquentar e senti que tive vida novamente.
Agora, estou aqui escrevendo, após ter ido ao banheiro.
Ontem, sonhei que era casada com um padre barbudo e barrigudo, a gente era muito feliz!! Sonho mais aleatório (risos)
O passado é uma lição.
O presente é exatamente um presente.
O futuro é aquilo que sobrará do presente.
Então, trate com carinho o seu presente.
Errar até pode ser considerado humano.
Se alguém te traiu uma vez, a culpa é dele (a).
Mas se alguém te traiu duas vezes, a culpa é sua.
Uma pessoa que te ama de verdade nunca se permitirá a estar em uma situação que poderá te perder.
O medo de te perder fará com que ela evite estar em situações que farão comprometer sua união.
Às vezes você pensa em dizer algo, mas não diz. E por mais de uma vez você pensa em dizer..., mas não diz. E o tempo passa, e a oportunidade se vai — e às vezes, para sempre.
Se tem uma coisa que todos nós devemos admirar, elogiar e aprender a ter, é a simplicidade e a educação. Essas qualidades tornam as pessoas mais agradáveis, respeitadas e admiradas. Vamos nos esforçar para ser assim todos os dias.
Proteger uma criança hoje é salvar uma geração inteira amanhã.
Mulheres de impacto não só lutam, elas garantem o futuro.
Muitas mulheres cresceram ouvindo que o maior símbolo de sucesso é construir uma família perfeita.
Um marido provedor.
Uma casa bonita.
Fotos sorrindo.
A aparência de estabilidade.
E, na tentativa de sustentar esse sonho, muitas acabam silenciando dores, ignorando sinais e criando uma realidade que não existe de verdade.
Porque às vezes o “marido provedor” não provê amor, respeito, presença ou proteção emocional.
A “família feliz” existe apenas nas redes sociais, enquanto dentro de casa há solidão, humilhação, medo ou abandono afetivo.
A necessidade de manter a imagem perfeita faz muitas mulheres viverem personagens.
Sorriem em público e choram no banheiro.
Defendem relacionamentos que as adoecem só para não admitir que o conto de fadas nunca aconteceu.
Ter uma família é lindo.
Ser cuidada é importante.
Mas nenhuma mulher deveria precisar fingir felicidade para se sentir aceita pela sociedade.
Família não é cenário.
Provedor não é apenas quem paga contas.
E felicidade não se sustenta em aparência.
A verdade sempre pesa menos do que viver uma vida inteira sustentando uma mentira emocional.
Nem sempre o que as pessoas chamam de depressão é, de fato, depressão.
Às vezes, é uma mulher exausta por carregar responsabilidades que nunca foram divididas. É uma mãe que cuida de todos e se esqueceu de si mesma.
Às vezes, é alguém que entregou lealdade e recebeu ingratidão. Que confiou e foi traída. Que estendeu a mão, acolheu, permaneceu… mas, quando precisou, encontrou o vazio.
Há pessoas que não perderam a esperança. Apenas foram feridas tantas vezes que aprenderam a silenciar a própria dor.
Antes de julgar, ouça. Antes de rotular, acolha. Antes de tirar conclusões, lembre-se de que cada pessoa enfrenta batalhas que nem sempre são visíveis.
Há dores que remédio nenhum cura. Elas precisam de presença, respeito e amor.
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