Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende

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Nuvem...


Meus pensamentos se iludem me fazendo criar uma fantasia, digo isto com a mesma certeza de que terra é terra, pois nuvem só conheço a composição e nunca a toquei, então não conheço nuvem, conheço terra e mesmo assim, me engasgo as vezes com ela.
O ser humano não é terra, em qualquer lugar do mundo ela será terra, a textura, a tonalidade, algumas nenos hidratadas, mas será terra.
O ser homem não! A estrutura onipotente é única, como a terra; geograficamente, mas homem ser, deixa de se comportar como homem- ser priorizando o homem- ter. Assim seja, e o choro vem, a mágoa insiste em dar espaço a vários questionamentos de porque o homem não é uma terra, uma água?
O homem é nuvem, que você sabe o que é, admira, vê de longe, mas quando entra nela, esta te confunde no tom completo sem cor, na solidão de um quarto branco, nuvem! e pode te tirar o nó, os pés, assim como faz o homem com seu amor, lhe tira do eixo, coloca em caixas a sua paz.....

Enquanto a vasta maioria pauta a vida pelo pavor da condenação, uma minoria estratégica faz da administração desse medo o seu negócio mais lucrativo

“Toda a crítica que não obedece a um princípio ético deixa de ser crítica e passa a ser uma ofensa à integridade do outro ser.” Furucuto, 2026

A Máquina do Tempo

Se existisse uma máquina do tempo, muita gente a usaria para voltar.
Voltar ao dia em que não falou.
Ao dia em que falou demais.
Ao dia em que ficou.
Ou ao dia em que foi embora cedo demais.

Mas a verdade é que ninguém quer mudar o passado por curiosidade histórica.
Quer mudar por dor.

A gente não sente falta do tempo.
Sente falta de quem éramos quando ainda acreditávamos mais, quando doía menos, quando não sabíamos tanto porque saber demais também pesa.

O passado costuma parecer mais bonito porque já passou.
Ele não discute mais com a gente.
Não exige decisões.
Não cobra coragem.

E o futuro… o futuro assusta.
Porque ainda não tem forma.
Ele pede escolha.
Pede risco.
Pede responsabilidade.

Talvez por isso tanta gente viva tentando apertar um botão invisível de “voltar”, enquanto a vida insiste em seguir para frente.

Mas e se eu te disser que a máquina do tempo existe?

Ela não tem alavanca.
Não faz barulho.
Não atravessa décadas em segundos.

Ela funciona em silêncio.

Toda vez que você aprende com um erro, você voltou ao passado sem precisar revivê-lo.
Toda vez que perdoa, você altera uma linha da sua história.
Toda vez que escolhe diferente, você reescreve o que parecia destino.

O nome disso não é viagem no tempo.
É consciência.

O ontem não pode ser mudado.
Mas pode ser compreendido.
E quando o passado perde o poder de doer, ele deixa de mandar no presente.

O amanhã também não está garantido.
Mas pode ser construído um gesto de cada vez, uma escolha de cada vez, um passo honesto de cada vez.

No fim das contas, a máquina do tempo mais poderosa que existe é esta:
o agora.

É nele que você decide quem não será mais.
É nele que você escolhe quem está disposto a se tornar.

O resto…
é só lembrança tentando ensinar
ou futuro pedindo coragem.

A máquina do tempo

Ainda não inventaram uma máquina do tempo.
Daquelas que fazem tudo voltar exatamente ao ponto antes da escolha errada.

Antes daquele caminho que você já sabia que daria errado, mas mesmo assim seguiu.
Não por ingenuidade.
Mas porque, às vezes, a gente precisa errar para encerrar.

A vida é cheia de bifurcações silenciosas.
Algumas oportunidades passam rápido demais.
Outras nos encaram de frente, exigindo decisão imediata.

Como aquela prova do concurso tão sonhado.
Horas de estudo, planos guardados, expectativas contidas.
E então surge ela: a questão que divide o destino em duas alternativas.

Você lê.
Relê.
Duvida.

Marca.

Dias depois, o gabarito revela o erro.
E junto com ele vem o pensamento cruel:
“Se eu pudesse voltar atrás…”

Mas não dá.

Diversas oportunidades surgem durante a nossa estada na vida.
Muitas deixamos passar. Outras até aproveitamos.
Mas é preciso atenção: a oportunidade de ouro quase sempre aparece uma única vez.
E o arrependimento de não tê-la agarrado não a trará de volta.
O tempo não devolve. Ele apenas substitui.
E alguém pode ter segurado o que soltamos.

É aí que mora o peso.
Não no erro em si,
mas na certeza de que estivemos perto.

Só que a máquina do tempo não existe.
E talvez isso seja um favor.

Porque se ela existisse, viveríamos presos corrigindo o passado
e nunca aprenderíamos a sustentar o presente.

O erro não veio para te punir.
Veio para te ensinar.
Talvez aquele caminho não fosse o seu.
Talvez aquela porta fechada estivesse apenas te protegendo de um lugar onde você não permaneceria inteiro.

A vida não se resume a uma prova, a uma escolha, a um único momento.
Ela se constrói na sequência.
Na insistência.
Na capacidade de aprender e seguir.

Nem tudo que deu errado foi perda.
Algumas coisas foram livramento.
Outras, preparação.

E o conforto, por mais estranho que pareça, está nisso:
o tempo não volta, mas também não para.
Enquanto houver movimento, há possibilidade.

A máquina do tempo não existe.
Mas a chance de recomeçar…
essa aparece todo dia, disfarçada de hoje.

As melhores palavras estão em uma prece.

O amor é como uma flor: não importa o quanto você cuide, se machucar, ela nunca mais será a mesma.




— Richard Ferreira 🌸⁠

Entre as joias da vida, encontrei uma pérola. Joia rara que reluz no esplendor da vida. Uma amiga para a minha história. Enriquecendo nossa caminhada.

A vida é uma dança leve.
Nas batidas do coração, eu sinto a liberdade.
Cada passo, um sorriso, cada movimento, uma alegria.
A leveza da vida, eu sinto todos os dias.


Nas batidas do coração, eu encontro a paz.
Um ritmo que me guia, um compasso que me faz.
Viver é uma arte, uma melodia suave.
Que ecoa dentro de mim, como uma canção de amor.


A leveza da vida é um presente.
Que nos faz sentir vivos, que nos faz sonhar.
Então, vamos dançar, vamos cantar.
E sentir a leveza da vida, em cada batida do coração.

Eu acho que a música em si tem o poder de curar. É uma expressão explosiva da humanidade. É algo pelo qual todos somos tocados. Não importa de qual cultura viemos, todo mundo ama música.

O Pão nosso de cada dia...!!!
(Nilo Ribeiro)


Esta é uma frase poderosa,
pois, envolve nossa vida,
pede uma mente corajosa,
para que a benção seja acolhida


ter a direção divina
é viver sob proteção:
é Jesus quem determina,
o caminho e a salvação


o pão de cada dia
nos é dado pelo Senhor,
nele a fé se anuncia
desafiando-nos ao amor


se alimente do pão espiritual,
cumpra, com zelo, o seu papel,
aproprie-se deste sinal celestial
e saboreie a doçura do “mel”


“Pai, agradeço pelo pão
e peço, humilde, a Tua bênção”...!!!


Amém...!!!

A felicidade é uma conquista, e eu irei conquistar a minha.

A coisa mais rara nesse planeta é a pessoa que está ao seu lado. Nunca existiu uma igual e nunca mais existirá. Até mesmo amanhã ela será diferente.

Eu respeito sua escolha, mas rejeito sua rejeição
Há apenas uma resposta, a escolha é sua
Está tudo nas suas mãos
Escolha apenas uma das duas: Sim ou sim?

O conforto que te sacia é o mesmo que te adoece.

O comodismo traz uma falsa saciedade; e essa mesma plenitude vazia é o que alimenta a ansiedade. Enquanto a mente viaja, a insatisfação com o presente converte o agora em frustração. É a angústia de não ter agido que adoece o espírito.

Nossos pensamentos moldam nossas emoções, e estas, por sua vez, ecoam no corpo e na alma. Mas há uma saída: o movimento.

Enquanto houver apenas a queixa, a vida permanecerá estática. A verdadeira mudança nasce no agir.

Comece pelo simples; quando menos esperar, o que eram hábitos nocivos terá se transformado em força vital.

A mudança é um convite, mas é você quem precisa dar o primeiro passo.

— Islene Souza

Manifesto por uma Humanidade Melhor
Se eu tivesse o poder de Deus, eu não criaria um mundo baseado no medo, na competição ou na ganância.
Eu criaria uma humanidade mais honesta, mais consciente e mais comprometida com o bem coletivo.
Acredito que o ser humano não precisa destruir para ter.
A destruição nasce do ego, não da necessidade.
O planeta oferece o suficiente para todos — o que falta é consciência, empatia e responsabilidade.
Criaria seres humanos que entendessem que o futuro importa, que a próxima geração não é um detalhe, mas a continuidade da própria vida. Pessoas que pensassem antes de agir, sabendo que cada escolha de hoje constrói — ou destrói — o amanhã.
Uniria todas as nações, não apagando culturas, religiões ou identidades, mas ensinando que nenhuma diferença justifica a desigualdade.
Raça, cor, religião ou nacionalidade jamais seriam motivo de separação, ódio ou dominação.
Seriam apenas expressões da riqueza humana.
O conhecimento não seria arma de poder, mas herança coletiva.
Tudo o que fosse descoberto serviria para curar, ensinar, proteger e evoluir a humanidade como um todo.
Compartilhar saber seria um dever moral, não uma ameaça econômica.
Neste mundo, ninguém cresceria às custas do outro.
A lógica não seria vencer, mas crescer juntos.
Não competir para excluir, mas cooperar para elevar todos ao mesmo nível de dignidade.
A educação formaria seres humanos mais éticos do que ambiciosos, mais empáticos do que egoístas, mais conscientes do que consumistas. Pessoas ensinadas a ajudar não por obrigação, mas por compreensão.
Porque quando o ser humano entende que o outro é parte de si, a corrupção perde sentido, a violência perde força e a ganância deixa de ser virtude.
Esse mundo não seria perfeito — mas seria justo.
Não seria isento de desafios — mas seria humano.
Talvez não seja preciso ser Deus para criar esse mundo.
Talvez baste que mais pessoas escolham pensar, agir e viver dessa forma.
E é assim que acredito que a humanidade pode, finalmente, evoluir.

era pra ser apenas uma aventura...
mas havia tanta ternura e carinho envolvidos,
que se fizeram passarinhos nos céus, nas alvuras do desconhecido...
se perderam no vento se amaram e se desprenderam do tempo, insólitos...

E nada será igual ao que foi antes
Sempre uma nova história surge
O tempo é fera afina a garganta e urge
Agiganta os sonhos com não e sim
Escrevendo o momento bom ou ruim
Vai guardando as memórias
Para um novo princípio sem fim...

Setembrisse

Há em mim uma agonia abrandada
Um ar indecente, instigante, polêmico
Um cheiro de álamo com ar excêntrico
Quando chega setembro voo aflorada
Pelas alvoradas me repagino matutina
Feito um pássaro da manhã mais libertina
Eu me reapaixono por minha pessoa
Me sinto gaivota sobre o mar que avoa
Então eu me setembro em setembrisse
Feito as águas arroladas em crispadura
Igual Hilda Hilst libertada em amavisse
Me beijo aspirante primaveral
Velejo flutuante além do meu portal
Me oceano e me faço vergéis frutíferos
Me amo tanto em jardins paradisíacos...
Nos desejos é onde libero mea-culpa
Dissicuto minha alma sem culpa d’utopia
Em setembro me primavero liberta
Relembro os ciclos me reitero poeta
Me reciclo em finura me rabisco poesia
Amor e loucura a setembrisse me planta
Ah!... Setembro floreiro que de flor me amanta...

Não consigo ignorar este fato, como podem? Serei julgada como uma máquina por uma máquina.