Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende

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Ideologia de "Democracia" esquerdista: todo mundo igual no mínimo e poucos no máximo.

Todo mundo igual no mínimo e nós no máximo; prazer, sou o socialismo.

Socialismo é abundância para poucos, o todo vive pelo mínimo, pela escassez.

Todo mundo igual no mínimo (escassez) e poucos no máximo.
"Socialismo Democrático"

Democracia não é todo mundo igual no mínimo (escassez) e sim na oportunidade de ter, de sobrar dinheiro do salário para viver.

Todo dia é dia de refletir sobre as vitórias e conquistas de ontem, para que as de hoje vejam em você o potencial de vencê-las. Mais uma vez, estamos aqui, nas trincheiras da vida, superando as guerras.

⁠Você não pode viver sem todo mundo, mas pode viver sem algumas pessoas.

⁠Todo leitor tem aquele livro que nunca vai cansar de ler...
sfj,reflexões

Palavras, muitas bocas vão dizer; porém nem todo caráter vai fazer.

⁠A natureza humana é sempre a mesma em todo lugar, disse o Sábio,
sfj,reflexões

Confia no Senhor de todo coração,
mesmo quando a estrada parecer escura.
Há caminhos que os olhos não entendem,
mas Deus enxerga além da curva.
Não carregue sozinho o peso do mundo,
nem se apoie apenas na própria razão.
Porque a verdadeira sabedoria
nasce da fé e da oração.
Helaine machado

Olha aí, minha gente, não dá mais pra confiar,
todo dia aparece um escândalo no ar,
deputado investigado, esquema sem parar,
e o povo se pergunta em quem acreditar.
Temos que votar, escolher alguém pra representar,
mas muitos dos que chegam acabam por decepcionar,
prometem mudança antes de se eleger,
depois esquecem o povo que os ajudou a vencer.
Além da política tem o dinheiro em circulação,
bancos, interesses, acordos na contramão,
uma teia complicada pra população,
que muitas vezes fica sem explicação.
Deputado indo pra cadeia de montão,
vereador, prefeito entrando na investigação,
e ainda tem gente buscando posição,
como se o poder fosse prêmio e não obrigação.
Helaine machado

Amar, hoje em dia, não tem mais esse glamour todo de novela das nove, com gente correndo na chuva, tropeçando na própria dignidade e chamando isso de intensidade. Eu mesma já fui dessas, dramática profissional, achando que amor de verdade precisava doer um pouquinho, como quem aperta o sapato novo só pra ter certeza que ele é caro. Só que uma hora a gente cansa de sangrar por estilo.


A verdade é que amar virou quase um exercício de resistência emocional, tipo academia, só que sem espelho e sem aplauso. É acordar num dia em que tudo dentro de mim quer silêncio, isolamento e um bom “ninguém me toca”, e ainda assim escolher olhar pro outro e pensar, eu fico. Não porque é fácil. Não porque tá lindo. Mas porque tem algo ali que vale mais do que o conforto de ir embora.


E olha que ir embora, às vezes, parece uma proposta tentadora, quase um convite VIP pra paz imediata. Só que a gente descobre, com o tempo, que paz que vem fácil demais costuma ir embora do mesmo jeito. Permanecer, não. Permanecer é quase uma arte esquecida. É tipo cuidar de planta que insiste em não crescer, mas um dia, do nada, dá flor e você fica ali olhando, meio emocionada, meio besta, pensando, ainda bem que eu não joguei fora.


Amar assim exige uma coragem silenciosa. Não tem plateia, não tem trilha sonora, não tem ninguém dizendo “nossa, que lindo vocês dois resistindo ao tédio de uma terça-feira qualquer”. Mas tem uma coisa muito maior acontecendo ali, escondida no cotidiano. Tem dois seres imperfeitos, cheios de bagagem, traumas, manias irritantes e fases insuportáveis, decidindo não transformar qualquer desconforto em despedida.


E isso, sinceramente, é revolucionário. Num mundo onde tudo é descartável, inclusive gente, escolher ficar virou quase um ato de rebeldia. É tipo dizer pro universo, eu sei que seria mais fácil recomeçar com alguém novo, mais empolgante, mais leve, mas eu escolho construir, mesmo quando dá trabalho, mesmo quando dá vontade de sumir.


Porque no fim das contas, amar não é sobre aquele pico de emoção que faz o coração disparar. Isso aí até café resolve. Amar é sobre constância, sobre presença, sobre aquele gesto meio despretensioso de continuar ali, mesmo quando não tem nada de extraordinário acontecendo.


E talvez seja exatamente isso que torna tudo extraordinário.

Com o preço da carne no valor que está...
Todo dia e sexta feira santa pra mim!

O mentalismo une o silêncio do Todo ao ruído do átomo, ecoando a eternidade em cada escolha oculta.
Reno Fioraso

Todo casamento é perfeitinho até alguém se apaixonar .

⁠— Morrer é fácil. Tem coisa muito pior que morrer. Eu acordo todo dia querendo morrer.
— É?
— É... Você não entende ainda, mas vai entender... Vai aprender o que é dor. Vai aprender o que é perda. Eu vou te esfolar vivo e vou ficar lá, vendo você morrer.

⁠Se você olhar para si mesmo, vai ter que admitir quem você é, para todo mundo. Pela primeira vez na minha vida eu não tenho uma guerra pra lutar, e, pra ser sincero, eu estou com medo.

⁠Pai é quem perde as horas , o tempo...
Mas está com o filho a todo momento,
Como num toque de carinho
Ajuda a seguir o caminho
Que diante das adversidades
Auxilia com cumplicidade
Buscando sempre conduzir
Pelo caminho do bem e do amor,
Para mais tarde ser retribuído
Pelo filho acolhedor.

Feliz Dia dos Pais.

Todo o medo é artificialmente criado na consciência da pessoa?

Não diria artificialmente criado na consciência do indivíduo e nem apenas questão de ver o caos ou vibrar no medo, pois nem todo medo é irracional.
Como sabemos, somos feitos de matéria orgânica, formada por energia nucleica, que é a combinação de prótons, íons, fótons até a formação das células e por conseguinte, a matéria que é a fusão e junção do todo. A energia carrega informações através das conhecidas ondas, cada onda vibra numa frequência modular e isso pode ser codificada e decodificada, revelando mensagens. Nosso corpo é feito dessa matéria energicamente carregada de informações codificadas, que poderá ser acessado sempre que algo ressoar de modo ofensivo ao nosso campo de defesa e isso nos mantem alertas e recebemos mensagens no cérebro, conhecidos como intuição, instinto e até mesmo premonição. O medo é um mecanismo de defesa natural, ancestral. Recordações de muitas vidas passadas são transmitidas através de nossos genes, de geração em geração, é como se fosse um diário das vivências, boas e ruins, escrito pelos nossos antepassados e nos transmitidos codificado em nosso DNA e quando estamos prestes a vivenciar algo semelhante, automaticamente nosso instinto protetor reativa a memória genética e nos faz temer, o que de alguma maneira foi vivenciado em outras vidas. Por isso temos dejavus, são recordações de outras vidas, não excepcionalmente a nossa própria. O que precisa é tratar essas lembranças, de modo que elas não se tornem irracionais, limitantes e, isso contribuirá para vivências positivas.