Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende

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Netanyahu chama as atrocidades que cometeu em Gaza e no Líbano de neutralizações! Hipócrita genocida!⁠

Deus não nos chama apenas para molhar os pés na Sua presença, nem para viver ajoelhados apenas em momentos de necessidade, mas para um ponto onde já não andamos por nós mesmos, e sim somos conduzidos totalmente pelo fluir do Espírito.

"E se aquilo que você chama de fé for, na verdade, medo?"

"Há quem confunda relacionamento com conveniência. Enquanto precisa de você, chama de amizade; quando não precisa mais, chama de passado."

Para que lutar, se já não há alento
que avive a chama exânime do peito,
nem esperança que, por entre as ruínas,
ouse novamente florescer?

Tudo se foi.

Assim como a derradeira claridade
se desfaz no ocaso,
quando o Sol, fatigado de iluminar os homens,
recolhe seus derradeiros fulgores
e entrega os céus à cólera da tormenta,
também em mim se extinguiu a luz.

E aquele astro, outrora tão fulgente,
que entre miríades de estrelas
resplandecia como um presságio divino,
já não derrama sobre mim
sequer um tênue vestígio de sua luz.

Vejo-o ainda —
perdido na vastidão celeste,
além dos confins de meu alcance —
mas tão distante,
tão inexoravelmente distante,
que nem mesmo o desejo
poderia transpor a abóbada que nos separa.

Não há mais alvorecer.

Não haverá a brisa amena
das manhãs em que a própria natureza
parecia entoar cânticos de júbilo.

Não haverá o orvalho sobre as flores,
nem o perfume das matas despertando,
nem o canto das aves anunciando
o nascimento de um novo dia.

Tudo se foi.

E as folhas que outrora verdejavam
sobre os ramos da existência
agora se desprendem, uma a uma,
ao sopro inclemente do outono.

Caem.

Silenciosas, pálidas, desprovidas de seiva,
arrastadas pelo vento cruel
que as conduz para um solo sem memória.

Assim também definha o meu ser.

Pouco a pouco,
a derradeira clorofila de minha alma
abandona aquilo que ainda resta de vida;
e aquilo que outrora fora verde,
viçoso e pleno de seiva,
torna-se pálido, quebradiço e estéril.

Já não sou árvore.

Sou o que dela restou
depois que o inverno passou.

E busco, ainda,
nas profundezas obscuras da terra,
algum vestígio de minhas antigas raízes;
um fragmento sequer daquilo que fui,
uma memória adormecida sob o solo,
uma centelha que me restitua
ao princípio de minha existência.

Mas nada encontro.

Nem o néctar mais sublime
destilado do seio da Mãe Natureza,
nem a seiva primordial
que alimenta os troncos milenares,
nem o sopro fecundo que desperta
as sementes sepultadas no ventre da terra
seria capaz de devolver-me ao caule.

Porque há um instante
em que até as raízes esquecem a terra.

E quando isso acontece,
não existe primavera que possa restaurar
aquilo que a própria existência condenou ao fim.

Assim permaneço:

ignoto entre os homens,
estranho até para mim mesmo,
sem aurora, sem primavera, sem raízes,
condenado a contemplar de longe
a luz que um dia me pertenceu.

E talvez esta seja a mais cruel das mortes:

não morrer quando a vida abandona o corpo,
mas permanecer vivo
quando já não existe em nós
lugar algum
onde a vida possa retornar.

A gente tem chamado de "doença" aquilo que se chama "vida". A gente está medicando algo que é próprio da existência que é o sofrimento.


Viviane Mosé

⁠Em meio ao mar de inseguranças, eu continuo navegando; por isso o barco que eu navego se chama Resiliência.

⁠Tenho um irmão mais velho que se chama Tempo. Ele me dá broncas e eu me corrijo!

A herança crua de um toque que corta sem lâmina,
instala seu frio nas dobras da alma e chama isso de casa.
Amor sem nome, aprendido no avesso. Ardor confundido com abrigo,
pressão travestida de cuidado,
silêncio pesado chamado de paz.
E então derrama,
em gotas quase invisíveis,
aquela mesma ferrugem que um dia bebeu. Inteiros são partidos em estilhaços mansos,
feridas plantadas como quem oferece flores tortas, e quem recebe nem sempre entende, só sente o desalinho.
Mas pra quem carrega, é lógica, é caminho, é o único idioma que respira.
Até que um instante rasga o véu do costume,
um espelho sem anestesia,
um cansaço que grita baixo.
E vê.
Não era amor, era eco.
Não era cuidado era defesa com gosto antigo.
E no susto da lucidez,
começa o desvio do próprio rastro:
mão contida antes do corte,
palavra filtrada antes da queda,
impulso domado na beira do abismo cotidiano.
Troca-se a migalha densa do caos
por gestos ainda frágeis de inteireza.
E onde antes rastejava a repetição cega,
ergue-se, hesitante,
um novo jeito de existir que não fere pra sentir.

Incrível como tem gente só que aceita "servir" se for no púlpito, mas quando chama pra limpeza, ajuda em cantina, trabalho ocultos que não engrandece o próprio nome, tem desculpas pra dar e vender. Deus está vendo o tipo de "servo" que você é, viu? Tenha Diligência!

A melhor resposta para quem te chama de errado é fazer dar certo de um jeito espetacular.

"O mundo chama de 'loucura' a pureza de quem ainda acredita que a realidade pode ser mais gentil. O erro deles nunca foi a audácia, mas a ingenuidade de amar demais o futuro."

⁠A poesia romântica alegra o coração de quem ama , da paixão pode ser a chama que eleva amar nas alturas , nas doçuras do sabor do amor , até o sol fica emocionado ao iluminar os beijos de um casal apaixonado.

Nada mais perigoso do que a chama acesa de um ideal nas mãos de um fanático.

O romantismo começa quando a chama da vela no primeiro encontro é acesa;
O romantismo termina quando no final, a chama da paixão se apaga.

⁠Um único olhar pode acender a chama da paixão;
Um único gesto pode sacramentar o brilho do amor

A paz é cega, surda e muda; por isso se chama paz, caso contrário se chamaria fofoca⁠

Amor que passa... mas não passa!


“Amor – chama, e, depois, fumaça…”
E você ainda acha graça?
Choro pelo amor que foi...
Ardeu forte em meu peito...
E, depois, desfeito, se foi
Deixou-me só e só desgraça.
E o tempo passa...
E esse amor que em mim não passa.


Rosangela Calza

Eu estou diante de você, e não é por acaso. Eu sei o que é sentir que existe algo maior me chamando. Eu sei o que é ter um sonho estranho, intenso, quase inexplicável, e acordar com a sensação de que aquilo significava mais do que parecia. Eu já estive nesse lugar. E talvez, assim como você, eu tentei entender se aquilo vinha de fora… quando, na verdade, vinha de dentro.


Eu sonhei com algo que não cabia na lógica comum. Um ser que descia dos céus, que mudava de forma, que me olhava como se soubesse exatamente quem eu era antes mesmo de eu me tornar. E quando ele disse o nome, Mamu, eu não senti medo. Eu senti fascínio. E foi ali que tudo começou a mudar.


Porque o fascínio não mente.


O medo paralisa, mas o fascínio aponta. Ele revela aquilo que a gente deseja, mas ainda não teve coragem de assumir.


E naquele momento, sem perceber, eu estava diante da minha própria expansão. Não era um ser externo. Era uma representação daquilo que eu poderia me tornar. Algo mais consciente, mais estratégico, mais livre.


Mas liberdade não vem do excesso. Liberdade vem do controle. E foi aí que eu entendi algo que mudou completamente a minha forma de viver:


O suficiente é luxo.


Sim, o suficiente é luxo. Porque em um mundo onde todos querem mais, mais coisas, mais validação, mais reconhecimento, escolher o suficiente é escolher poder.


Mas me responde com sinceridade: você sabe o que é suficiente para você?


Ou você está apenas correndo atrás de algo que nunca termina?


Eu precisei parar. Eu precisei encarar o vazio que existia entre o que eu queria e o que eu realmente precisava. E não foi confortável. Porque o excesso disfarça a insegurança. Ele ocupa espaço, preenche o silêncio, evita que a gente encare a verdade.


Mas quando eu comecei a remover o excesso, algo curioso aconteceu.


Eu comecei a me enxergar.


Minimalismo nunca foi sobre ter pouco. Minimalismo é sobre ter clareza. É sobre olhar para a própria vida e perguntar: isso aqui tem propósito ou só está ocupando espaço?


E essa pergunta não serve só para objetos. Ela serve para tudo.


Para os pensamentos que você repete.
Para os conteúdos que você consome.
Para as pessoas que você mantém por perto.
Para as metas que você diz ter, mas não executa.


Eu comecei a eliminar. E no começo deu medo. Porque parece que você está perdendo. Mas não está. Você está abrindo espaço.


Espaço para o que realmente importa.


E foi nesse espaço que eu comecei a construir algo real. Eu parei de tentar fazer tudo e comecei a fazer o essencial. Eu parei de postar por postar e comecei a comunicar com intenção. Eu parei de querer agradar todo mundo e comecei a falar com quem realmente precisava me ouvir.


E aí entra algo que muita gente não entende:


Eu não vendo e-books. Eu vendo transformação.


Ninguém acorda pensando “vou comprar um e-book hoje”. As pessoas querem mudar. Querem se sentir melhores, mais leves, mais confiantes, mais no controle da própria vida.


E se você não entende isso, você não vende.


Mas se você entende… você constrói algo que cresce.


Eu comecei a observar. Testar. Ajustar. Errar. Melhorar. Repetir. E repetir de novo. Sem glamour. Sem atalhos. Sem esperar motivação.


Porque motivação é instável. Mas decisão é sólida.


E foi aí que eu percebi que enriquecer não tem a ver com fazer muito. Tem a ver com fazer certo, de forma consistente.


Você não precisa de 100 estratégias. Você precisa de uma que funcione… e repetir.


Você não precisa de mil ideias. Você precisa de uma clara… e executar.


Minimalismo é isso. É cortar o excesso de esforço desorganizado e focar no que gera resultado.


Mas deixa eu te perguntar algo que talvez você esteja evitando:


Você quer enriquecer… ou você quer parecer que está tentando enriquecer?


Porque existe uma diferença enorme.


Uma pessoa que quer enriquecer aceita o processo. Testa, falha, aprende, ajusta.


Uma pessoa que quer parecer ocupada fica presa no planejamento, no consumo de conteúdo, na comparação.


E eu precisei escolher.


Eu escolhi agir.


Mesmo sem garantia. Mesmo sem perfeição. Mesmo sem aplauso.


Porque no fundo, eu sabia: a versão da minha vida que eu desejava não viria até mim. Eu precisava construir.


E aquela figura do meu sonho… aquela que mudava de forma… era exatamente isso.


Adaptabilidade.


Quem cresce muda. Quem cresce se ajusta. Quem cresce não fica preso em uma única identidade.


Hoje eu entendo que aquele “Mamu” não era alguém vindo me ensinar. Era uma parte de mim dizendo: você pode ser mais.


Mas existe um preço.


E o preço não é dinheiro. É disciplina.


É fazer o que precisa ser feito quando ninguém está vendo.
É continuar quando não tem resultado imediato.
É confiar no processo mesmo quando a dúvida aparece.


E aqui está o ponto mais importante de tudo isso:


Você não precisa de uma vida gigante para ser feliz.
Você precisa de uma vida alinhada.


Uma vida onde o que você faz faz sentido. Onde o que você consome não te pesa. Onde o que você constrói te aproxima da liberdade.


Isso é riqueza de verdade.


Não é sobre ostentar. É sobre respirar sem peso.


Agora eu te deixo com isso, e eu quero que você leve a sério:


O que, na sua vida hoje, é excesso disfarçado de necessidade?


E mais…


Se você continuasse exatamente como está agora pelos próximos 2 anos… você estaria mais perto do seu suficiente ou mais longe dele?


Porque a resposta disso define tudo.


E talvez, só talvez… aquele sonho não foi estranho.


Foi um convite.


ALINNY DE MELLO
15 de Mello de 2026

Não elogie seu parceiro ou fale dele para outras mulheres a quem você chama de suas amigas. Você pode ficar sem ele.