Todo Amor Precisa ser Alimentado
A lei da semeadura é um absurdo. Pois é o grito dos oprimidos em um mundo que ama ser opressor e usurpador.
Ser a literal transverberação
que adentra os seus poros
ao redor da umbuzeira
carregada de frutos frescos.
No olhar captando o concúpito
arquitetado que não recuso,
consciente de que não escapo
quando chegar o dia marcado.
Ler no eriçamento do teus pêlos
a alta literatura sendo escrita
antes mesmo de ter começado.
Um paroxismo pelo enfeitiçamento
sedutor que não tem dado sossego
para o corpo, a alma e o sentimento.
O fato de ninguém ser obrigado a fazer companhia para ninguém não é licença poética para abandonar na solidão quem estava na solitude.
Há uma diferença deveras silenciosa, mas profunda, entre estar só e sentir-se sozinho.
A solitude é uma escolha, um espaço de encontro consigo mesmo, onde o silêncio não pesa e a ausência de vozes não se transforma em vazio.
A solidão, por outro lado, muitas vezes surge quando aquilo que era abrigo se torna isolamento, quando a liberdade de estar consigo cede lugar à sensação de ter sido deixado para trás.
É verdade que ninguém tem o dever de permanecer onde não deseja estar.
Relações não podem ser sustentadas por obrigação, e afeto não floresce sob imposição.
Mas reconhecer essa liberdade não significa ignorar o impacto que nossas ausências produzem na vida de quem caminhava ao nosso lado.
A maturidade das relações não está apenas no direito de partir, mas também na responsabilidade de compreender o que a partida representa.
Muitas vezes, a pessoa que parecia bastar-se não era alguém que dispensava vínculos; apenas havia aprendido a conviver bem consigo mesma.
Confundimos independência com invulnerabilidade e acabamos acreditando que quem aprecia a própria companhia não sente a falta da companhia alheia.
Sentir falta, entretanto, é parte inerente da experiência humana.
Nem mesmo os mais autossuficientes são imunes ao afeto, ao pertencimento ou à dor das rupturas.
Existe uma delicadeza que deveria acompanhar os encontros e desencontros da vida: a consciência de que passamos pela história dos outros deixando marcas.
Algumas são lembranças leves; outras, cicatrizes profundas.
Não se trata de permanecer por pena, nem de carregar responsabilidades que não nos cabem.
Trata-se de agir com humanidade suficiente para não transformar nossa liberdade em descuido e nossa escolha em negligência emocional.
Porque, no fim das contas, a verdadeira consideração não está em nunca partir.
Está em não esquecer que, enquanto estivemos presentes, ocupamos um espaço real na vida de alguém.
E que a forma como saímos desse espaço pode determinar se aquela pessoa continuará habitando sua própria solitude ou será empurrada para uma solidão que nunca escolheu.
"Quando as pessoas de bem resolverem ser mais ousadas que os canalhas, inevitavelmente elas mudarão o mundo."
Muitos tem medo de ser feliz e buscam refúgio em pensamentos negativos , mas a maior prioridade da felicidade está em Deus.
Por trás da carcaça pode existem um ser maravilhoso, então quebre esse obstáculo que separa a carcaça do coração e se dê a oportunidade de talvez conhecer a pessoa da sua vida!
Se dinheiro fosse tão poderoso não poderia ser tão facilmente destruído! O verdadeiro poder é indestrutível e deveria ser o mais venerado!
"Não é a escola que deixa o ser inteligente, a escola ensina a usar o interesse pelo conhecimento, quem não tem interesse e sabedoria, sempre estuda e nunca aprende."
"O maior peso da vida é: ser obrigado a carregar a tristeza dos outros, enquanto eles carregam a felicidade."
"O mundo não deixará de ser redondo só porque você pensa que ele é quadrado, ou o mundo não deixará de ser quadrado só porque você pensa que ele é redondo; ou você se adapta, ou passa a vida sem se encaixar em nenhum lugar."
"O ladrão acha certo roubar, mas acha errado ser roubado. Quem não analisa o próprio comportamento, corre o risco de roubar o espaço, a paz e o direito do outro."
A rigidez excessiva conduz a alma à própria ruína. O dever deve ser honrado, mas onde repousam as paixões do coração? De que vale cumprir o destino com mãos impecáveis, se, ao final da jornada, foi preciso abandonar o amor que dava sentido ao caminho?
Todo mundo diz que o amor machuca. Mas não é verdade. A solidão machuca. O abandono. Perder alguém machuca.
Penso em ti penso em nós
No teu corpo como queria tocar
Todo ele eu afagar
Como amo nos desejar
Num louco amor te excitar
Mergulhar no teu mar
Com as minhas mãos te acariciar
Ter-te todo meu
Pra sempre vivermos a nos amar
Sentir o nosso amor nos molhar
Nos teus gemidos me afogar
Até nosso corpo flutuar.
