Tocar tua Alma

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Que a sua alma consiga
sob a luz do sol resplandecer
recebendo a vida em plenitude
na felicidade de outro dia receber

Que a luz aqueça seu corpo,
e sua mente receba energia,
siga suas horas com leveza,
recebendo e dando bom dia !

A vida que floresce em poesia,
perfumando a alma de todos,
os poetas traduzem em harmonia,
a cada dia um verso novo

Com a alma presa
num poético e colorido laço,
com a poesia sempre andei
aos beijos e abraços...

Escute o silêncio para tu decifrares a sua alma.

A GRANDE CEIA E O CHAMADO DA ALMA.
*Lucas 14:24 é o desfecho da Parábola do Grande Banquete, onde Jesus afirma: "Pois eu vos digo que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia".
A parábola da grande ceia constitui uma das mais vigorosas advertências morais pronunciadas por Jesus Cristo contra o apego excessivo às ilusões transitórias da Terra. Narrada no Evangelho de Lucas, capítulo 14, versículos 16 a 24, ela revela o drama espiritual do homem que, absorvido pelas preocupações materiais, perde a sensibilidade diante do convite divino.
Na interpretação apresentada por Cairbar Schutel em Parábolas e Ensinos de Jesus, a ceia simboliza o banquete espiritual da verdade eterna. Não se trata de uma refeição literal, mas da convocação sublime feita pelas leis superiores à consciência humana.
Os convidados iniciais representam aqueles que receberam oportunidades intelectuais, sociais e espirituais mais amplas, mas preferiram conservar-se presos aos interesses imediatos do mundo. Um deles alega possuir campos. Outro necessita experimentar bois. Outro encontra-se absorvido pelo casamento. Todos apresentam justificativas aparentemente legítimas. Contudo, espiritualmente, demonstram a mesma enfermidade interior. A incapacidade de priorizar o Espírito acima da matéria.
A Doutrina Espírita ensina que o problema não está na posse de bens, no trabalho ou nos vínculos afetivos. O perigo reside na escravidão moral diante dessas circunstâncias. Quando os interesses terrenos obscurecem os deveres da consciência, a criatura passa a viver exclusivamente para a manutenção do transitório, esquecendo-se da finalidade superior da existência.
O comentário de Cairbar Schutel possui admirável profundidade psicológica ao afirmar que “não há campo, não há bois, não há casamento, capazes de desviar o homem do bem dos seus deveres espirituais”. A frase sintetiza o ideal do Espírito esclarecido, que compreende a precariedade das conquistas materiais diante da eternidade da alma.
Sob a ótica espírita, a grande ceia também representa o incessante apelo da revelação espiritual renovada. O Cristianismo primitivo inaugurou esse banquete de luz. Posteriormente, a Doutrina Espírita surge como continuação natural do ensinamento cristão, convidando novamente a Humanidade ao estudo da verdade, da reforma íntima e da fraternidade universal.
Entretanto, muitos continuam recusando o convite. Alguns alegam excesso de trabalho. Outros se entregam à ambição desmedida. Muitos preferem distrações vazias, vaidades sociais e disputas efêmeras. A parábola permanece extraordinariamente atual porque descreve o homem moderno com impressionante exatidão moral.
Enquanto isso, os pobres, cegos, aleijados e coxos mencionados por Jesus possuem profundo significado simbólico. Representam os humildes de espírito, os aflitos, os desiludidos do orgulho mundano e todos aqueles que, feridos pelas experiências da vida, tornam-se mais receptivos à verdade espiritual.
No Espiritismo, o sofrimento frequentemente rompe as ilusões do egoísmo e desperta a consciência para realidades mais elevadas. Muitos dos que foram desprezados pela sociedade terrestre encontram, justamente na dor, a porta para o entendimento espiritual.
A parábola ainda apresenta uma dimensão profundamente universalista. O senhor da ceia ordena que o servo saia pelos caminhos e atalhos chamando todos os que desejarem entrar. Não há exclusivismo religioso na mensagem de Cristo. O convite da verdade dirige-se a toda a Humanidade.
O Espiritismo amplia essa compreensão ao ensinar que Deus não abandona nenhuma criatura. Todos os Espíritos, cedo ou tarde, serão alcançados pela luz do progresso moral. A grande ceia continua preparada. O banquete do conhecimento permanece acessível. A misericórdia divina jamais fecha suas portas aos que desejam regenerar-se.
O homem verdadeiramente prudente compreende que os bens da Terra são instrumentos temporários. Campos desaparecem. Fortunas dissolvem-se. Prestígios sociais tornam-se pó. O corpo envelhece. Contudo, as conquistas morais acompanham o Espírito além da morte.
A parábola da grande ceia permanece, assim, como um dos mais solenes convites do Evangelho. Um chamado para que o homem abandone a indiferença espiritual e reconheça que nenhuma realização material possui valor superior ao aprimoramento da alma.
ESTUDO VERSÍCULO POR VERSÍCULO
*Lucas 14:16
“Um homem deu uma grande ceia, e convidou a muitos.”
A grande ceia simboliza os benefícios espirituais oferecidos por Deus à Humanidade. Representa o Evangelho, a verdade e a oportunidade de crescimento moral concedida a todos os Espíritos.
Lucas 14:17
“Vinde, porque tudo já está preparado.”
O convite divino é permanente. A providência espiritual oferece continuamente recursos de esclarecimento, consolo e renovação íntima.
Lucas 14:18
“Comprei um campo.”
O campo representa os interesses materiais, propriedades, negócios e preocupações mundanas que frequentemente afastam o homem de seus deveres espirituais.
Lucas 14:19
“Comprei cinco juntas de bois.”
Os bois simbolizam trabalho, produtividade e atividade econômica. Jesus não condena o trabalho, mas adverte contra a absorção completa da alma pelas atividades terrenas.
Lucas 14:20
“Casei-me.”
O casamento simboliza os vínculos afetivos e sociais. Mesmo relações legítimas podem transformar-se em obstáculos espirituais quando afastam a criatura da consciência superior.
Lucas 14:21
“Traze para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos.”
Os humildes e aflitos mostram-se mais receptivos ao Evangelho porque a dor frequentemente dissolve o orgulho e desperta a necessidade de transcendência.
Lucas 14:22
“Ainda há lugar.”
A misericórdia divina jamais se esgota. Sempre existe oportunidade de regeneração para os que desejam aproximar-se da verdade.
Lucas 14:23
“Obriga-os a entrar.”
Não significa violência religiosa. Refere-se à força moral do amor, da verdade e da necessidade evolutiva que impulsiona os Espíritos ao progresso.
Lucas 14:24
“Nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia.”
A recusa persistente à verdade produz afastamento espiritual. Cada Espírito colhe as consequências naturais de suas escolhas morais.
Análise: Marcelo Caetano Monteiro .
FONTES:
Evangelho Segundo Lucas.
Parábolas e Ensinos de Jesus.
O Evangelho Segundo o Espiritismo.
Allan Kardec.
Cairbar Schutel.
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⁠Não me incomodo com os que fingem bondade ou maldade, os que me inquietam a alma são os que tentam fingir alegria.⁠

⁠Enquanto o sistema se esforça para dar alma às máquinas, os humanos perdem as suas.

Talvez não haja golpe mais cruel que confiar a alma ao diabo para “salvar” o país e vê-lo tentando vendê-lo para se salvar.

⁠⁠Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.


Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.


A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.


Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.


Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.


Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.


Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.


É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.


E Ele sabe disso.


Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.


Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.


Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.


Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.


Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.


Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.


Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.


São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.


Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.


Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.


Tem dias que a gente precisa esperar nossa alma reencontrar o corpo.


Há dias em que seguimos funcionando por inércia, enquanto algo essencial em nós ficou para trás.


O corpo cumpre agendas, responde a estímulos, atravessa compromissos; a alma, porém, ainda caminha devagar, tentando compreender o peso do que sentiu, do que perdeu ou do que ainda não conseguiu dizer.


Nesses dias, é preciso muita paciência.


Não como quem desiste, mas como quem respeita o próprio tic-tac interno.


Esperar a alma encontrar o corpo é aceitar que nem toda ausência é fraqueza e que nem todo silêncio é vazio — às vezes é só recomposição.


Quando enfim se reencontram, não há alarde.


O passo volta a fazer sentido, o olhar se assenta no presente, e o respirar deixa de ser apenas um reflexo.


Até lá, caminhar mais lento também é uma forma de cuidado.


Porque viver não é apenas estar de pé; é estar inteiro.


Há dias em que o corpo deita e a alma dorme de joelhos.

⁠Os ouvidos
da minha alma
não estavam preparados para
recusar carinho.


Esbanjando melodia, você ajuda o vovô a quebrar as próprias regras!


Os que conhecem um pouquinho de mim, sabem ou deveriam saber que detesto Áudios e Ligações por WhatsApp.


Mas aí está um dos áudios que fizeram a minha alma se sentir tão Amada e Laureada que até retornou a ligação.


Porque quando o afeto chega cantando, até as estranhas manias se calam.


Minha resistência, tão orgulhosa e rendida, só puxou a cadeira para se sentar e sorrir.


Não era só um áudio — era um colo em forma de som.


Nem era só uma ligação — era um abraço que aprendeu a discar.


E assim, a alma, antes desconfiada, aprendeu que algumas exceções não quebram regras:
elas revelam sentimentos.


Quando tropecei na certeza de acreditar que só precisava de três mulheres para ser Feliz: uma para me chamar de Filho, uma de Amor e outra de Papai, Deus me presenteou com a que me chama de vovô.


E quando esse carinho todo nos chama pelo nome, a gente atende.


Quando o amor insiste, a gente retorna.


Vovô ama porque reconhece.


E reconhece porque sentiu.


Te amo, lady Laura!

⁠O gosto do medo: no hospital, onde quase tudo é pouco, o que sobra é o paladar da alma tentando resistir.


Talvez, se o medo tivesse gosto — doce ou salgado — ninguém se recuperasse dentro de uma unidade hospitalar.


Pois ele seria servido em pequenas doses, mas, com efeito, prolongado, impregnando até o paladar da alma.


Ali, onde quase tudo é pouco.


Pouco tempero na comida, pouca luz nas madrugadas intermináveis, pouca cor nos quartos e corredores que parecem sempre iguais…


Poucas palavras que confortam de verdade, pouca fé que não vacila, pouca esperança que não se cansa, pouca paciência para o tempo que insiste em se arrastar.


O que quase sempre sobra é muito medo.


Medo silencioso, aquele que não grita, mas pesa.


Medo que se senta ao lado da cama, observa os monitores e faz perguntas que quase ninguém se atreve a responder.


E ainda assim, é nesse cenário de escassez que alguns aprendem a respirar e resistir.


Porque, quando tudo falta, o pouco que resta — um gesto, um olhar, uma prece sussurrada — ganha um valor imenso.


Talvez seja assim que o medo não vence: não por desaparecer, mas por dividir espaço com aquilo que, mesmo raro, insiste em subsistir.

Que essa noite seja tão fria como minhas mãos e alma nesse instante, que minha solidão estejas Petrificada, Que meu sangue não pare do mesmo jeito que eu parei de pensar negativo mas que hoje eu e você meu amor repousemos e cairmos e um sono tão profundo que no dia de amanhã que já não nos pertence desde o inicio seja para novas atitudes novas ideias, eu não estou nem ai para o que iram dizer de nos dois pois só existe um mundo, O Meu que sempre sera o seu isso e se você quiser, se você disser que sim, confias em mim? dizendo sim ou não, preste atenção eu sempre irei concordando, me amas e te amarei mais quando não me amar mais suma da minha frente do mesmo jeito que nosso amor irar morrer. Onde ah luz À sombras. Nada de melancolia. Bom que a morte de todos ?seja rápida e com dor ou não que você morra inimigo.

Inserida por andyoculos

Isso, vc me encanta, com o canto da sua alma, que de tão transparente, se mostra mais "gente" e mesmo distante e carente, ilumina a mente de quem pouco te conhece, moça surpreendente..

Inserida por sueligarcia

O abraço traduz o sorriso da alma, diante de palavras que ainda não existem...

Inserida por sueligarcia

Silenciosamente eu rezo, que ele seja forte, não aparentemente, mas na sua alma, no seu conteúdo. Porque assim será esperto suficiente pra conviver com meu gênio, e não vair querer medir nada comigo.
Lá longe eu peço, que não seja feito de fantasias, que também diga não, e que exista mesmo que não seja pra sempre, pra eu poder morrer de emoção.

Texto Gosto Incrivel de balinha de maçã verde

Inserida por fernandalencar

"Você é o que mais desejo. É o que eu amo, o que provoco, o que me alimenta a alma!!"

Inserida por BeeC

A IDADE
Fico idosa mas não fico velha
O tempo marca o meu corpo
A vida ensina minha alma
No amor sempre terei a força
Nos olhos a esperança
No coração carrego a minha eterna criança

O humor será meu tempero
Sempre estarei acompanhada
As lembranças fazem parte das minhas histórias
As saudades minhas vitórias

Vivo hoje e o agora
O amanhã a Deus pertence
Vibro todos os momentos
Acredito na humanidade
Conquistei a liberdade
Para lutar todos os dias pela igualdade

Amo a vida!
Sem arrependimento
O que fiz está feito
O que não fiz
Quero fazer direito

A morte não me assusta
Acredito na justiça divina
A morte... deixa na terra o meu corpo
E leva a minha alma para cima

A terra Deus fêz para passagem do homem
"Se correr o bicho pega
Se ficar o bicho come"
Deus é o nosso Pai
E como Pai ele nos acolhe

Inserida por Waldetes

DA TRISTEZA - Ensaio

“...a tristeza é uma espécie de bolor da alma,
que cada novo pensamento contribui para eliminar.
É a putrefação da vida estagnada,
e cura-se com o movimento e com a atividade...diz-se que o tempo
cura a tristeza; os seus efeitos devem ser sem dúvida acelerados pela rapidez
com que se sucedem e pela amplificação crescente das causas que lhe dão origem...é propriamente este estado de espírito no qual o nosso desejo se fixa sobre o passado sem olhar para o futuro, um incessante desejar de que qualquer coisa que aconteceu, tivesse acontecido de maneira diferente, um desejo que nos atormenta e nos faz perder a esperança em qualquer satisfação ou posse de qualquer coisa perdida e que nenhum esforço, por maior que seja poderá restituir-nos...”

Inserida por kalir

Enquanto sua alma estiver protegida você estará livre. A liberdade não é medida na entrega, mas naquilo que se guarda.

Inserida por Thiagofigueiredo