Tocar tua Alma

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"O brilho das joias de uma estrela de Hollywood cegou os olhos dela para a luz da minha alma humilde. Ela busca o ouro, mas ignora o tesouro que é o caráter."

Às vezes o coração transborda, mas a alma não encontra linguagem.
É como carregar um universo inteiro dentro de si e ainda assim não saber por onde começar.
Não é falta de palavras.
É excesso de sentir.
É quando o olhar pesa mais que qualquer discurso, quando o peito aperta sem aviso e o que existe dentro de você simplesmente não cabe no mundo.
Um milhão de sentimentos… e talvez, no fundo, nem precise de palavras, porque quem sente de verdade, entende.

Abrigo da Alma, colo de mãe - linda homenagem ao dia das Mães


A armadura e as asas não pesam nesse jardim,
Sua mão na minha me acalma, me diz que sim.
Esquecemos as batalhas, o tempo parou aqui,
No brilho do seu sorriso, o mundo eu esqueci.
E a chuva que cai é a nossa canção,
Onde a alegria floresce em pura emoção.
Nas pequenas delicadezas, no jeito de olhar,
Encontrei o meu abrigo, o meu eterno lar.
O balanço da vida nos trouxe até este lugar,
Onde o leite quente e o riso ajudam a curar.
Com o pequeno loba ao lado, a brincar no chão,
Sinto a paz que transborda em cada oração.
Mãe, você é a luz que o escuro não apaga,
O amor mais puro que a minha alma afaga.


------- Eliana Angel Wolf

Sabedoria é a meta da alma.⁠

Quem domina suas paixões
Refreia a sua cólera.
Orgulho e a vaidade
Incomoda menos a sua alma
Fortalece o seu entendimento
Surge a desvaidade
O elexir da calma !
Bençãos espirituais da alma.⁠

A íris, um espelho para o corpo e uma janela para alma.

Na antiguidade o diafragma era considerado o domicílio da alma. ⁠

Não sou poeta,mas,
faço verso e rima⁠.
Brinco com texto ,
e uso a alma
no contexto
Na criatividade
fiz meu caminho.
"Poetizar" ....
enalteço à vida!
Mesmo sozinho

Estações da alma

O fim não existe
enquanto há vida.


Encaramos muitos finais,
mas em cada um deles
nasce a oportunidade
de recomeçar.


Assim como as estações
mudamos ao longo da vida.


E por mais que existam
outonos e invernos,
verões e primaveras
sempre retornam.


Enquanto há vida, recomece.
Enquanto há vida, viva.
Enquanto há vida, aproveite.


Pois enquanto houver vida,
as primaveras sempre voltam

“Quando tudo parecer difícil, lembre-se: é no peso da resistência que a alma cria força para voar mais alto.”

“A pureza de uma alma revela-se na maneira como ela trata aquilo que ninguém observa.”

AVE, CRISTO.
A DRAMÁTICA ASCENSÃO DA ALMA SOB O PESO DO IMPÉRIO.
A obra Ave, Cristo inscreve-se entre os mais elevados testemunhos literários da tradição espiritualista, oferecendo não apenas um romance histórico, mas uma verdadeira meditação moral sobre o destino humano à luz das leis divinas. Ditado pelo espírito Emmanuel e psicografado em 1975, o livro transporta o leitor ao século III da era cristã, período marcado por intensas convulsões sociais e pela sistemática perseguição aos seguidores do Cristo sob a égide do Império Romano.
Neste cenário de tensão e brutalidade institucionalizada, emerge a figura de Quinto Varro, patrício romano cuja trajetória transcende os limites da mera ficção para converter-se em arquétipo do espírito em transição. Seu filho, Taciano, representa a continuidade evolutiva, não apenas no sentido biológico, mas sobretudo na dimensão moral, onde se evidenciam os conflitos entre herança cultural, consciência e despertar espiritual.
A narrativa desenvolve-se como um mosaico de destinos interligados, nos quais cada personagem encarna uma faceta da experiência humana diante da dor, da injustiça e da esperança. Não se trata de uma sucessão de eventos fortuitos, mas de um encadeamento rigoroso regido pela lei de causa e efeito, conforme amplamente elucidado na literatura espírita clássica. Cada encontro, cada perda e cada redenção obedecem a uma lógica superior, invisível aos olhos imediatistas, mas perfeitamente inteligível à razão iluminada pela fé.
A perseguição aos cristãos, longe de ser apenas um pano de fundo histórico, assume papel pedagógico. As arenas, os cárceres e os suplícios convertem-se em laboratórios da alma, onde o espírito, submetido à prova extrema, revela sua verdadeira estatura moral. A fé, nesse contexto, não é um conceito abstrato, mas uma força viva, capaz de sustentar o indivíduo diante da morte e de elevá-lo acima das circunstâncias mais adversas.
A abnegação, tema recorrente na obra, é apresentada não como renúncia passiva, mas como escolha consciente de subordinar o ego às leis superiores do amor. A humildade, por sua vez, surge como condição indispensável ao aprendizado espiritual, despojando o indivíduo das ilusões de poder e conduzindo-o ao reconhecimento de sua condição transitória.
Um dos aspectos mais notáveis do romance reside na forma como ele articula a doutrina das vidas sucessivas. A reencarnação não é tratada como hipótese, mas como mecanismo divino de justiça e misericórdia. Os vínculos que unem os personagens transcendem a existência atual, revelando reencontros necessários à reparação de débitos pretéritos e à consolidação de afetos genuínos. Assim, o sofrimento deixa de ser absurdo e passa a ser compreendido como instrumento de reajuste e crescimento.
A liberdade, conceito central na obra, não se confunde com autonomia irrestrita. Ela é apresentada como conquista gradual, resultante da harmonização da vontade individual com a lei divina. O verdadeiro livre-arbítrio manifesta-se quando o espírito, consciente de suas responsabilidades, escolhe o bem mesmo diante das tentações do poder, da vingança ou do desespero.
A construção narrativa é densa, marcada por descrições minuciosas do ambiente romano, das estruturas sociais e das tensões religiosas da época. Essa riqueza de detalhes não tem finalidade meramente estética, mas contribui para a imersão do leitor em um contexto histórico que serve de palco para profundas reflexões existenciais.
Ao final, o desfecho surpreende não por reviravoltas artificiais, mas pela revelação gradual de uma ordem moral subjacente a todos os acontecimentos. O leitor é conduzido a reconhecer que não há espaço para o acaso em um universo regido por leis sábias e imutáveis. Tudo converge para a restauração da harmonia, ainda que por caminhos dolorosos.
Recomendar a leitura de Ave, Cristo é, portanto, mais do que indicar um bom livro. É convidar o espírito à introspecção, ao exame de consciência e ao reconhecimento de que cada experiência vivida, por mais árdua que pareça, está integrada a um projeto maior de evolução.
Porque, no silêncio das provações e no clamor das arenas, a alma que compreende a lei do amor já não teme o destino. Ela o constrói com a dignidade de quem finalmente despertou para a verdade espiritual.
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ENTRE DOIS AMORES, O RASGO INVISÍVEL DA ALMA.
Há uma dor que não nasce da ausência, mas do excesso. Não é a falta que dilacera, mas a coexistência de dois afetos que se recusam a morrer dentro do mesmo coração. Amar dois seres é habitar uma encruzilhada onde cada passo é uma perda irreparável.
O rompimento, nesse cenário, não é apenas uma decisão. É uma amputação íntima. Ao escolher, não se abandona apenas alguém. Abandona-se uma possibilidade de si mesmo. Uma versão da própria existência que jamais se cumprirá. E isso pesa. Pesa como aquilo que poderia ter sido e não foi.
Entre dois amores, não há inocência. Há consciência aguda. Cada gesto torna-se cálculo moral. Cada silêncio, uma confissão. A alma divide-se entre o dever e o desejo, entre o que acalenta e o que incendeia. E, no instante da ruptura, nenhum dos lados vence. Ambos deixam marcas.
A dor que surge não é simples saudade. É uma espécie de eco contínuo. O amor que permanece não desaparece. Ele se recolhe, torna-se subterrâneo, mas continua a existir como uma presença velada, insistente, quase espectral. E aquele que parte carrega consigo duas ausências. A de quem deixou e a de quem nunca poderá ser plenamente.
Há, porém, um rigor inevitável nesse processo. A vida não sustenta indefinidamente duas verdades afetivas em conflito. Em algum momento, a realidade exige unidade. E essa unidade cobra um preço. Romper é aceitar esse preço sem garantias de alívio imediato.
Com o tempo, a dor não desaparece. Ela se reorganiza. Deixa de ser ferida aberta e torna-se memória estruturante. Ensina sobre limites, sobre responsabilidade emocional, sobre a gravidade de envolver destinos alheios em nossas próprias indecisões.
E talvez a compreensão mais difícil seja esta. Amar, em sua forma mais elevada, também exige renúncia. Não apenas do outro, mas de si mesmo enquanto centro absoluto do desejo.
Porque entre dois amores, não se escolhe apenas quem fica.
Escolhe-se quem se terá coragem de perder para sempre.

O que adianta ter o mundo, e perder se a alma.
O que adianta lutar contra o mundo, se a guerra está dentro de você 😮‍💨
Mas quando você procura ajuda, a própria nação te joga pedra 🪨
Neste mundo não se leva nada, más podemos entregar nas mãos do criador.
Basta você aceitar e ter fé 🙏🏾

"De corpo e espírito, entreguei-me inteiro a duros instrutores - e recebi uma alma."

"Ser trilionário é ter o bolso cheio de recursos e a alma transbordando de humildade."

"No topo da pirâmide ou na base da montanha, a alma do homem tem o mesmo valor diante do Criador."

"Ser mãe é descobrir um amor que não cabe no peito, mas que preenche cada cantinho da alma. Melhor papel da minha vida. "


--------- Eliana Angel Wolf⁠⁠⁠⁠⁠

Sou amante da natureza! Campos do Jordão e Ilhabela comportam a extensão da minha alma.
Reno Fioraso

Minha alma sobe a montanha
e abraça a natureza de Campos do Jordão.
No silêncio poético do clima, repousam o amor e o acolhimento.
Reno Fioraso