Tocar

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Senti você me olhar
Senti você me beijar
Senti você me tocar
Mas apesar de tudo isso
Não senti você me amar

Não espere um elogio para então amar-se, ame-se independentemente. Não espere alguém tocar a música do jeitinho que quer ouvir, toque-a você mesmo e não espere criar calos para então dizer que aproveitou a vida.

O gênio sente a vastidão do saber e navega nela, mesmo sem nunca tocar o fim.

O que encanta mesmo é o olhar... É no olhar que tudo sente e que abraça sem tocar... Aquele olhar que vê a alma que enxerga a aura... Que lê a mente, que entende a gente, sem nada falar!!

Às
vezes
não é poeta.
É só uma pessoa
com a capacidade de tocar
os acordes mais profundos do coração
com palavras simples mais de beleza infinita.

Olhar e não tocar,
cheirar e não provar.
É exatamente como
pensar e não dizer,
esperar e não tentar...
E viver pela metade.

Onde ainda dói, algo ainda existe.
Onde ainda existe, pode ter semente.
Basta um sereninho tocar o peito
pra ele se abrir e brotar coração...
Fazer florir o amor novamente.

E hoje ela se vestiu de asa
Pra quem sabe
tocar em sonhos
no sorriso dele .
No fundo ela sabe
que em su'alma
aquele anjo
já é morada
Sim...
Amor pra eternidade.

Abraçar sem tocar. Conectados pela alma entendem bem.

Tem coisas que eu leio, que dá vontade de abraçar quem escreveu, de tocar o coração do outro, e sentir ele vibrando, na mesma pulsação que o meu.

Não posso te tocar, não posso te ver ver, não posso te prender em meus abraços...
mas posso te sentir, aqui, juntinho a mim..
Porque já estamos tão perto... tão perto...

Escrever com a alma,
Tocar o amor
Guardado no mais íntimo de si,
Despertar sentimentos
Através da poesia
E abraçar, com leveza, a alma.

🌿 A Princesa do Rio e o Amor no Mato Grosso


Às margens de um rio tão largo que parecia tocar o céu, vivia Princesa Carla, herdeira de um pequeno reino conhecido por suas águas puras e peixes raros.
Mas Carla não se sentia completa no palácio. Havia algo dentro dela — uma inquietude, um chamado para além das margens.


Essa inquietude tinha nome: Kairo.
Eles se conheciam por cartas, enviadas por mensageiros que cruzavam florestas e rios. As palavras dele eram tão vivas que pareciam trazer o cheiro do mato, o canto das araras e o calor do sol de lá.


Numa noite iluminada pela lua, Carla se sentou no cais, os pés tocando a água. Ao lado dela, estava Helena, sua dama de confiança.


— Helena, eu decidi… vou para o Mato Grosso.
— Mas, princesa, o que seu pai dirá?
— Ele vai dizer que é perigoso. E é mesmo. Mas viver sem conhecer Kairo seria o maior perigo para o meu coração.
— E se ele não for como você imagina?
— Então ao menos eu saberei que tentei.


Na madrugada seguinte, Carla partiu sozinha em uma canoa de madeira.
O rio era lindo, mas traiçoeiro. Correntes fortes tentavam empurrá-la para trás, e a cada noite a escuridão trazia sons misteriosos.


No segundo dia, um trovão estourou no céu. Chuva grossa caiu, virando a canoa quase de lado. Carla segurou firme o remo.
— Eu não vim até aqui para voltar atrás! — gritou, como se o próprio rio pudesse ouvir.


Na manhã seguinte, encontrou um velho barqueiro pescando.
— Moça, essas águas não são para qualquer um. O que está procurando? — perguntou ele, intrigado.
— Procuro um homem chamado Kairo. Vive no Mato Grosso.
O velho sorriu, revelando dentes falhos.
— Então siga o canto das araras. Elas sempre levam a quem se ama.


Carla seguiu seu conselho e, após mais um dia de viagem, o rio se abriu em uma imensa planície verde. No centro de uma clareira, ela viu um homem alto, de olhar firme, cortando lenha.


— Kairo? — chamou, a voz tremendo.
Ele largou o machado e se virou, como se reconhecesse a voz antes mesmo de vê-la.
— Carla… você veio mesmo.
— Nem o rio, nem as tempestades, nem o medo puderam me impedir.
Kairo correu até ela, segurando suas mãos como se fossem um tesouro.
— Eu prometo que você nunca mais terá que viajar sozinha.


Os meses seguintes foram de aprendizado e amor. Eles plantavam juntos, pescavam e riam das dificuldades. Mas o Mato Grosso também testava sua coragem: houve seca, que quase destruiu a plantação, e tempestades que derrubaram o telhado de sua casa. Ainda assim, eles nunca deixaram de se apoiar.


Um dia, Carla contou uma novidade, enquanto segurava uma carta para enviar ao seu antigo reino.
— Kairo… vamos ter um filho.
Ele ficou em silêncio por alguns segundos, os olhos marejando.
— Então é verdade… o rio me trouxe minha família.


Meses depois, nasceu uma menina de olhos brilhantes.
— Ela se chamará Cora — disse Carla. — Porque é o coração que nos uniu.


Mas a vida ainda guardava uma última surpresa.
Num fim de tarde, um grupo de cavaleiros chegou trazendo o rei, pai de Carla, que vinha buscá-la.
— Filha, eu lutei contra a ideia de você partir… mas vendo você aqui, percebo que encontrou mais do que amor. Encontrou um lar.


O rei, emocionado, abraçou Kairo.
— A partir de hoje, o reino do rio e as terras do Mato Grosso serão um só. Para que Cora cresça entre as águas e a floresta.


E assim, Carla não apenas encontrou o amor da sua vida, como também uniu dois mundos. O rio e o mato agora corriam juntos — assim como ela e Kairo — até o fim de suas histórias


K&C 2025 ❤️

Malditas sejam as grandes empresas,
que sugam sonhos,
que matam almas mesmo sem tocar nelas.

Que a justiça dos homens, ainda que torta,
recaia sobre os culpados.
E que a justiça de Deus, perfeita e eterna,
desça sobre este mundo para purificar o que resta.

Bendito seja o mundo que Deus criou,
bendita seja toda a obra de Suas mãos.
Mas nós, frágeis e cegos,
manchamos a vida do próximo
e também a nossa, em troca de falso conforto.

Deixo aqui meu ódio contra o que é infame,
meu desprezo pelo que oprime.
E digo aos meus pais, com o coração aberto:
QUE DEUS SEJA POR NÓS,
E QUE EU POSSA LHES DAR UMA VIDA DIGNA E PLENA.

Saber é tocar o infinito com as mãos pequenas.

Autoconhecimento e Empatia


"Olhar para dentro é o início; tocar o outro com empatia é a verdadeira grandeza."

Autoconhecimento e Empatia


"Crescer em si mesmo é despertar; tocar vidas com empatia é realizar."⁠

Um sopro atravessa a sala,
sem som, sem pressa,
como quem toca sem tocar.
A luz muda de tom.
Nem laranja, nem ouro —
apenas o que resta quando o dia
esquece de terminar.
As paredes não dizem,
mas sentem.
O relógio não marca,
mas para.
Por vinte minutos,
algo maior do que o tempo
resolveu ficar.
Venceu a etapa de quando dois ventos sopravam dentro de ti —
um a busca, outro um sussurro,
divididos entre desejo e vazio.
Venceu.
Minha força é chama viva: não queima, apenas ilumina —
e assim, dissolve o que não encontra raízes.
Ares que vieram, regidos pela leveza e pela dualidade,
ressentidos em dança, curiosos, sem fundação, também logo se foram.
Mas eu — inteiro, com mil facetas convergindo —
sou o eixo que o vento não pôde partir.
Temos mar dentro do peito,
íntimo, sussurrante, lento.
Nessa maré que nunca se cansa,
há compaixão, há dádiva, há dom.
Não existe solidão tanto quanto
a paisagem seca de quem desconhece o mar —
e contempla isto em silêncio.
Observa, mas não compreende.
Tenta tocar, mas a água escapa.

A tristeza é um espelho que reflete o que a alegria jamais ousou tocar; e, ao contemplá-la sem medo, descobre-se que o abismo também pode ser palco de beleza.

Um dia, a trombeta vai tocar e todos aqueles que estão em Cristo ouvirão e serão levados aos céus. Como será lindo esse dia, tudo que já passamos nessa terra será encerrado, toda luta, toda batalha, preocupação, desespero, aflições acabarão.