Tic Tac Passa o Tempo
10:34 11 de setembro de 2024
"Sonhei em um hospital, que ao mesmo tempo se tornava um mercado, eu estava procurando queijo e presunto para comprar, mas eu não podia comê-los, por causa da minha saúde.
Mesmo assim, comprei bastante, uma peça de cada, e junto, comprei vários litros de iogurte de vários sabores para meu marido, mas também não podia beber.
Levei para casa e a gente não tinha geladeira, então coloquei os iogurtes misturados em uma vasilha, depois fui coletar alguns frutos selvagens para misturar neles, mas quando fui comer, senti tudo muito amargo na boca e cuspi tudo! Embora estivesse junto aquelas delícias de iogurte parecendo sorvete, tudo quase derretido, eu não podia tomar nada, tudo o que fiz foi pegar os frutos selvagens do fundo da vasilha e colocar na boca, mas mesmo assim não consegui comer, porque eram muito amargos. "
14 de novembro de 2022
Às 11:50
"Bom, faz muito tempo que não escrevo meus sonhos, só relato em vídeos.
Mas, agora irei fazer um resumo de todos que lembro, desde a morte da minha avó paterna, em maio deste ano.
Uma semana antes dela morrer, eu havia sonhado que passava em frente ao cemitério do qual ela foi enterrada, após morrer, e estava acontecendo um cortejo e eu conhecia todas aquelas pessoas, eu olhei para a porta do cemitério, enquanto passava com meu marido e via 2 meninas e um rapaz entrando, e eu conhecia essas pessoas, mas não consegui ver quem elas eram.
Uma semana depois, recebo uma ligação da esposa do meu tio, irmão do meu pai, falando que minha vó havia morrido, era 9:40 da manhã.
Eu lembrei desse sonho, o que eu não sabia ainda é que iria ao velório dela.
Porque não gosto de velórios.
Tenho pavor!
Então, pela tarde eu e meu marido nos arrumamos para ir até lá.
Meu marido também havia sonhado dias antes, que carregava um caixão.
Chegamos até lá!
Às 6 da tarde, foi o sepultamento.
Eu ia atrás do pessoal filmando tudo, quando entrei na porta do cemitério, senti um frio estranho percorrendo todo o meu corpo.
Foi quando lembrei da parte do sonho, que eu via as 3 pessoas entrando...
Bem no momento que eu, a esposa do meu tio mais novo e ele entrava.
Me arrepiei toda! A mesma cena, as mesmas roupas, as mesmas pessoas que vi no sonho.
Então, observei meu marido levando o caixão e tive outro arrepio, quando percebi que a roupa dele e a minha, era exatamente aquela que nós usava no sonho de uma semana atrás, passando em frente ao cemitério.
Muito bizarro!
Foi onde deu lugar, a outra lembrança, que foi meu marido carregando o caixão, do qual ele havia sonhado.
Não tinha homens suficiente pra carregar, então, ele teve que ajudar, fazendo assim, o sonho dele e o meu, se tornar mais arrepiante ainda.
Eu não sei porque, mas tenho medo dos meus sonhos, porque eles acontecem na vida real, com detalhes.
14 de novembro de 2022
É. Só hoje tive tempo pra escrever esse sonho confuso e meio louco.
Estava eu em pé diante de uma porta fechada.
Havia um homem que eu não conhecia, ele estava segurando um machado.
O machado era novinho!
Talvez tivesse acabado de sair de uma loja.
Eu olhava pra ele como se quisesse abrir a porta então ele pegou o seu machado e começou a bater com o objeto com muita força na porta.
Ela não quebrava, nem abria.
Ele e eu nos olhavamos com olhares de frustração.
Então eu acordei, e a porta não havia sido aberta.
Bem estranho esse sonho.
Ultimamente, estou tendo cada sonho maluco.
Parece tudo fazer parte da realidade, pra me impor medo e insegurança nas minhas realizações.
Mas, isso não depende de sonhos, nem mesmo do que eu desejo.
Deus, se ele quiser ele me honra.
Porquê eu me conheço, sou uma pessoa de coração puro.
Deus me conhece.
E no momento certo, ele me dará tudo o que ele achar que seja necessário na minha vida.
Preciso muito de um milagre na vida dos meus pais...
Mas, tudo isso, pertence ao Pai.
E, ele sabe o que fazer no momento exato.
Eu desconheço quem um dia conheci, não sei mais se vi ali, se era ou não era.
O tempo faz mudanças, e me mudou também.
Aprendi tanto nesses últimos anos, eu me libertei das correntes, que me prendiam ao passado, que tanto me fez derramar lágrimas de dor, eu achava que era de amor...
O amor dói tanto assim?
Eu não queria voltar no tempo. Eu só queria que tudo tivesse sido real, porque para mim, foi um belo sonho, onde poucas cenas, me fazem escrever milhões de vezes sobre a mesma coisa.
Curta história?
Ela é tão longa, que se eterniza todos os dias em cada palavra que escrevo.
Você vive como se o tempo fosse elástico. Como se amanhã fosse garantido. Como se sempre houvesse uma próxima chance para dizer, fazer, escolher, corrigir. Mas a verdade é mais seca. Você nasce, cresce, às vezes amadurece, às vezes não. Às vezes envelhece, às vezes não chega lá. E mesmo quando chega, não passa disso. O corpo desacelera, a memória falha, o mundo segue sem pedir licença. Não existe estágio secreto depois do envelhecimento onde tudo finalmente se resolve. Existe apenas o que foi feito antes e o que não foi.
Se os vilões fossem maioria, a humanidade já teria entrado em colapso há muito tempo. O que mantém a sociedade funcionando são milhões de heróis anônimos que acordam cedo, trabalham honestamente, cuidam dos filhos, ajudam desconhecidos, respeitam os outros e fazem o certo mesmo quando ninguém está olhando.
Você está gastando seu tempo criando uma história da qual se orgulhará no futuro ou apenas colecionando distrações para esquecer o presente?
25 de junho de 2026 14:13
Hoje finalizei uma etapa importante que vinha adiando há algum tempo: cuidar dos meus dentes. Ontem comecei o tratamento e hoje concluí tudo. Parece algo simples quando contado em poucas palavras, mas quem já passou horas em uma cadeira de dentista sabe que existe muito mais nessa experiência do que apenas abrir a boca e esperar terminar.
Faço tratamento com a mesma dentista há muitos anos. Ela é uma profissional incrível, daquelas pessoas que transmitem confiança apenas pelo jeito de falar. E talvez seja justamente essa confiança que me faz voltar sempre, porque, sinceramente, ir ao dentista é um verdadeiro teste de resistência.
Existe um momento em que a boca simplesmente começa a cansar. No início você acha que consegue ficar ali tranquilamente, mas depois de vários minutos com a boca aberta, os músculos parecem pedir socorro. Você tenta relaxar, mudar um pouco a posição, respirar fundo, mas logo percebe que ainda falta bastante tempo.
Para quem tem dentes sensíveis, como eu, a experiência ganha um nível extra de desafio. Aquele jato de ar que para muitas pessoas parece inofensivo, para mim é quase um choque elétrico atravessando o dente. É uma sensação tão rápida quanto intensa. O corpo inteiro se contrai em uma fração de segundo.
E então vem aquele instrumento que raspa os dentes. O som. Meu Deus, o som. É impressionante como um simples ruído consegue provocar tanto desconforto. Não é apenas ouvir. Parece que o barulho atravessa a cabeça inteira. A cada raspagem, eu já ficava esperando a próxima, como quem sabe que um pequeno incômodo está prestes a chegar novamente.
Enquanto estava ali, pensei em como algumas coisas importantes da vida são exatamente assim. Nem sempre são agradáveis durante o processo. Às vezes cansam. Às vezes incomodam. Às vezes fazem a gente querer que tudo termine logo. Mas o resultado compensa.
Quando me levantei da cadeira e vi tudo concluído, senti aquela satisfação silenciosa de quem enfrentou algo desconfortável e saiu melhor do outro lado. Não foi apenas sobre dentes limpos ou tratamento finalizado. Foi sobre lembrar que cuidar de nós mesmos nem sempre é prazeroso, mas quase sempre é necessário.
A vida tem muitas cadeiras de dentista. Situações que exigem paciência, resistência e confiança no processo. E talvez a verdadeira maturidade esteja justamente em entender que nem tudo que nos faz bem será confortável enquanto acontece.
A morte determina que a vida é finita. Mas ela não determina o que faremos com o tempo que existe entre o agora e ela.
Um dia tu vai acordar e perceber que o tempo passou.
Vai olhar para trás e lembrar de todos os sonhos que adiou, de todas as oportunidades que deixou escapar e de todas as vezes que disse: "Depois eu começo."
A verdade é que a vida não muda sozinha.
Ela muda quando tu decide trocar o medo pela coragem, as desculpas pela ação e a acomodação pela vontade de construir algo maior.
Ninguém virá transformar a sua realidade. Essa responsabilidade sempre foi sua.
Pergunte a si mesmo:
O que eu estou fazendo hoje que meu "eu" de daqui a cinco anos terá orgulho de agradecer?
Porque cada escolha de hoje escreve um capítulo da sua história de amanhã.
Tu pode continuar reclamando da vida que tem... ou pode começar a construir a vida que merece.
O tempo vai passar de qualquer forma.
A única pergunta é:
Quando ele passar, tu terá colecionado desculpas... ou conquistas?
A decisão que pode mudar a sua vida talvez não seja amanhã.
Ela pode ser hoje.
Falar de Deus, acreditar em Deus, é fácil. Começou Perdiz, agora viver com Deus o tempo todo, caminhar com Deus pelos jardins do tempo, e obedecer a Deus a todo momento, a ponto de não se deixar cair na tentação de comer do fruto proibido, isso é difícil. Aliás, muitos diriam que é quase impossível.
Eu mesmo me recordo de inúmeras tentações que não consegui resistir, a tentação do alcoolismo, da infidelidade no casamento, da luxúria por consequência, da tentação irresistível de assistir àquele vídeo pornográfico que me enviavam pelo watzap.
Depois da conversão em Cristo, eu acreditava que estava tomando consciência espiritual das coisas e fui me libertando de muitas tentações, mas estava livre delas? Não!
Perdiz continua... Agora eu usava roupas mais discretas e sempre tinha uma bíblia comigo, aliás tinha várias...no carro, na mesa do escritório, no quarto, na sala bem à vista das visitas. E...então percebi que estava alimentando uma tentação que se não for a maior está entre as maiores de todas. Que é a tentação do orgulho, simmmm. Eu passei a me achar melhor que as outras pessoas, passei a julgá-las e criticá-las por fazerem tudo aquilo que eu fazia antes de escolher a vida Cristã. E hoje, perante todos vocês e do Nosso Senhor Jesus Cristo eu quero pedir perdão por ter caído nessas tentações e ter me esquecido das suas palavras que determina: "Ame a Deus sobre todas as coisas e o Próximo como eu vos Amei"
Amém???
Gabiróba, o sapinho mochileiro estava ficando doente de saudades de sua mãe, já fazia muito tempo que ele estava longe de casa e todos os dias pulava pelo caminho mas parece que nunca chegava.
Conforme o tempo passava ele se sentia cansado e sua aparente doença se agravava, ele era cauteloso com essas questões de saudades mas as vezes a razão pesava mais que o pesar. Além disso ele cometeu vários enganos e falhou justamente quando pensou que fazia o melhor que podia e por isso sentia tonteiras e palpitações em seu sapo coração. Ao olhar para trás, para os tantos anos que ele viveu sendo enganado e somando todas as suas faltas, sentia-se feliz em morrer e ver tudo acabado. Estava cansado das suas roupas amassadas, das frugais refeições que o alimentava e dos pezares da felicidade maltratada. Lembrou-se de como costumava se divertir entre as borboletas naquela trilha que o levava para a lagoa de casa. Mas qual sorte tinha ele agora e qual fada o furtava da vida a felicidade? Mais parecia estar vivendo uma aventura indigna de ser contada pensava Gabiróba e soluçava. Todos têm de morrer um dia mas não gostaria de morrer no meio do caminho ele pensave. Gostaria de ver com meus próprios olhos um casamento feliz que não fizesse ninguém sofrer, gostaria de ver os grandes olhos de ervilhas da minha amada se banhar em lágrimas felizes ao me ver. Mas tenho andado doente a anos e sonhado ultimamente com flores lancinantes sempre que fecho os olhos e sinto meu corpo sendo levado pelo barco àquele lugar distante.
hoje é dia da Palavramiga e o sapinho mochileiro Gabiróba reflete sobre o tempo, talvez por ser hoje o dia do descobrimento do Brasil. Como o tempo voa, quando estamos cheios de alegrias e felicidades e conquistas, quando estamos sendo e vivendo o melhor de nós e até deixa a impressão que temos tempo para tudo e somos donos de todo tempo do mundo. Mas, quando as coisas não vão muito bem já começamos reclamar do tempo e ficamos com a sensação que não dá tempo pra nada e que os outros tem mais tempo que nós. Mas a questão é que alguns podem ter mais dinheiro que outros, mais saúde talvez. Mas o tempo é igual para todos, use bem o seu tempo...e sempre terá tempo para fazer o bem. Gabiróba, o sapinho viajante decidiu que sempre é tempo se seguir em frente...e seguiu...pulando e cantando alegremente.
Tentaram arrancar de mim, o sorriso…
Por um tempo, deixei de me reconhecer com ternura, tentaram interferir meu autovalor, não souberam segurar o que havia de mais bonito em mim.
Mas a esperança tem o hábito suave das manhãs: entra pela fresta, acende o quarto aos poucos e devolve cor ao que parecia apagado.
Ela chega sem pressa, como chuva fina que amolece a terra depois da seca, reconstruindo em silêncio o que a dor tentou reduzir a pó. Hoje, eu me olho no espelho e começo a reencontrar, entre as rachaduras e a luz, a mulher que sempre me habitou.
Decidi que minha autoestima nunca morreu. Ela apenas adormeceu como semente sob o inverno, esperando o instante certo para florescer de novo, quando eu escolhi me amar sem medida.
A esperança nunca abandonou meu coração, eu entendi que o recomeço não é um passo tímido: é uma primavera inteira abrindo caminho dentro da gente, sempre mais forte do que o sofrimento.
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