Textos Vc Nao foi Homem pra Mim

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⁠Fiz uma análise introspetiva sobre mim e concluí que não existem refeições gratuitas. Há sempre uma causa-efeito, uma consequência. Ninguém dá nada a ninguém a troco de nada.
O segredo está no alcance, no retorno material ou imaterial e nas expectativas altas ou baixas do mesmo.
Passo a explicar-me.
A verdadeira caridade não é dar o que temos a mais, ou que já não gostamos, ou quando não utilizamos ou melhor, o que não nos faz falta...a verdadeira caridade é partilhar um osso com um cão quando temos a mesma fome ou mais que o pobre cão.
Não há caridade sem amor já sabiamente escrevia São Paulo aos Coríntios. O verdadeiro amor envolve sacrifício, entrega total e nunca parcial.
Contam-se, hoje, pelos dedos os verdadeiros beneficentes...

Inserida por filipassos

⁠"...Rebrotei de mim sempre que me despi.

Deixei partir, o que não ousou vicejar.

O resto fui eu que em urdidura guardei.

Invadi-me de começos. Posterguei todo fim.

Depois na ardência do tempo, almejei vir a ser.

Foi a sombra que me fez buscar a tecitura da luz.

Carlos Daniel Dojja
In Fragmento Poema Na Ardência do Tempo

Inserida por carlosdanieldojja

⁠"... Então, já não me ia sem ti.

Não te ficava de mim, sem levar-me.

No desterrar partilhado,

No descobrir crivado de anseio e afago,

Nos revestimos como se renascidos,

Fossemos feito candura emanada.


E nesse luzir de entremeada morada,

Acolhemo-nos de lucidez efervescida.

Porque, em fim, amar,

É instruir-se no desvelar,

Do outro revelado...

Inserida por carlosdanieldojja

⁠Evolua!
Das fontes da postura
Saí de mim
Encontrei culpa e
O que a história não conta
Não podendo calar
Tentei rir do tédio
Entre palavras de incentivo
Caiu moedas pelo caminho
Travei a batalha
Resiliência x Paranóia
Se alguém achar perdida
A batalha desta ida
E juntar as moedas
Do caminho
Ache o que está dito
Desde o início...

Inserida por donn_william_krause

⁠Vai dizer que tu não sentiu prazer em zuar de mim e do Chapolim?
Na verdade, eu sempre quis te fazer feliz, por isso te dedico esta cicatriz.
pra ti ver que no fim eu nem sou tão ruim assim, porque você gostou de gargalhar de mim.
já lembrou que meu corpo sangrou e alegrou até os seus amigos.
pra ti ver que muitas vezes em sorrisos eu estava lá contigo.
Eu sou humorista, eu te fiz feliz, na moral.
Fiquei machucado mas por outro lado foi legal...

Inserida por fabio_wunderwald

⁠O Vazio de Ivan em Mim
Não é que eu não queira crer.
Queria. Com a mesma força com que respiro, com a mesma urgência com que busco sentido quando o mundo me fere.
Mas há em mim — como havia em Ivan — um vazio que não se preenche com promessas, nem com orações que ignoram o grito dos que padecem.
Não nego Deus.
Mas me recuso a aceitar um paraíso onde o preço seja o choro inconsolável de uma criança torturada.
Se a matemática da salvação exige esse débito, então que me excluam da equação.
Devolvo o ingresso. Não me serve um céu comprado com sangue inocente.
Minha dor não é a do ateu. É a do exilado.
Não me falta fé — me falta reconciliação.
Entre o que vejo e o que dizem que há.
Entre a razão que me habita e o absurdo que me cerca.
Entre o amor que imagino ser divino e o horror que assola o mundo sem trégua.
Carrego a lucidez como lâmina.
Ela me corta todas as noites. Me acorda. Me sangra.
Mas prefiro essa dor do que o conforto mentiroso da inconsciência.
E, no entanto, por vezes, invejo os que crêem sem feridas.
Os que chamam de “mistério” o que eu ouso chamar de “injustiça”.
Os que abraçam um Deus com olhos fechados, enquanto eu — pobre de mim — insisto em fitá-lo de olhos abertos, sem saber se Ele me vê.
Talvez um dia eu compreenda.
Ou talvez minha travessia seja essa mesma: caminhar com o coração em ruínas e a mente em labaredas,
entre o silêncio de Deus e o clamor dos homens.
Mas sigo.
Não por esperança.
Nem por fé.
Sigo porque parar seria entregar-me à loucura.
E entre a insanidade e a ausência de sentido, escolho — por ora — a lucidez dolorosa de quem carrega o vazio como cruz e como bússola.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠Sabe como que eu me vejo quando dentro de mim tem um amor por voce, não que eu te amo e fazer maldade querer matar ou se vingar mas sempre te respeitar e qualquer lado que você estiver, eu sempre estarei te esperando quando quiser voltar




Eu sempre estarei te esperando eu sempre estarei aque quando você precisar por tanto te ama eu já sei que uma terapia de amor e você ama para sempre não só ficar, se você sabe porque que nas estrelas tem o meu sentimento em você




Com o meu coração partido você sempre vai ser especial pra mim mesmo não sendo aquilo que você precisa bebê você pode ter de tudo mas sabe o que eu estou falando como submarine, assim e você nos meus pensamento sempre foi você




Eu daria todo dia para que foce um para o outro eu só preciso mais de você na minha vida amelhor parte desse livro e ver você na minha vida nada que os outro vão fala vai ser um coração partido de você na minha vida, porque quem quer quem ama quem espera luta ávida toda deixa que todo esse fogo no amor brilha como você sendo linda, para quem te ama




Nas águas um beijo molhado e começando




Sabe como que eu me vejo quando dentro de mim tem um amor por voce, não que eu te amo e fazer maldade querer matar ou se vingar mas sempre te respeitar e qualquer lado que você estiver, eu sempre estarei te esperando quando quiser voltar




Se doce eu faria de tudo mesmo com o meu coração partido eu preciso e vejo que cada beijo cada abraço cada anjo do seu lado tão lindo de se ver seu amor, libertando todo que ama nunca deixando de sair do pensamento uma mulher linda como você dos pensamento, só você que pode brilhar e frutuar eu wellington




Sei que quando mais tem uma entrega mais tem ela para você não pra mim, acho que eu não estou pensando direito por isso que quando ah mais beijo há mais corações completo,




Porque você e tão complicada de se ver eu quero ver uma bela e lindo cor de um beijo pra sempre com ela porque desque você se casou foi para ser uma carne só, ama e cuida dela




Porque meu anjo quando tudo começar o final será




Sabe como que eu me vejo quando dentro de mim tem um amor por voce, não que eu te amo e fazer maldade querer matar ou se vingar mas sempre te respeitar e qualquer lado que você estiver, eu sempre estarei te esperando quando quiser voltar

⁠"Você tomou uma atitude que quebrou nossa aliança, por causa disso, não precisa de mim você ter esperanças.
Estou decidido a ir embora, e você vai ficar sozinha, por conta da traição que cometeste quando te confiei o que eu tinha.
Me entreguei de corpo e alma, quando aos teus braços me lancei, e você cometeu essa atrocidade sendo que meu coração te confiei."

Inserida por brandaojhonate

⁠Pra mim, és semelhante a lua,
pois não me canso de admirar-te,
à noite, tens mais encanto,
consegues facilmente inspirar-me,
sinto que estás bem perto
mesmo que estejas distante,
carrego-te nos meus pensamentos
numa intensidade constante
e isso externo nos meus versos
por seres mulher tão fascinante.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Lil Nan - Tudo De Mim


Eu tenho lutado tanto para ficar em pé
para que eu não vá perder a minha fé
você tem rezado para eu cair
depois de tanto que eu fiz por ti
eu vou partir e estou deixando claro
esse lar eu já deixei bagunçado
entrei na sua mente e fiz o maior estrago
me culpei e ainda continuo me culpando
não sei por que para você ainda estou cantando
essa paixão é falsa? tento te esquecer mais meu coração clama por tua alma
quero encostar no teu corpo de novo
quero sentir os teus lábios no meu rosto
quero te ter até o amanhecer
eu sei que você é a razão do meu viver
eu me lembro quando você segurava minha mão
depois sumiu e deixou um arranhão
você acha que eles te conhecem garota
mais eu te conheço muito mais no meu coração
posso falar com você mesmo não tendo razão?
deixa eu chorar por você só mais uma vez
só mais uma vez...
deixa eu abraçar você só mais uma vez
só mais uma vez...
deixa eu chorar por você só mais uma vez
só mais uma vez...
deixa eu abraçar você só mais uma vez
só mais uma vez...

Inserida por lilnan17

⁠MORRIA À NOITE...

Já não me queixo da sorte
Já não tenho medo da morte
A morte já está em mim mesmo
Envelheci, tive que morrer
A cal da sepultura
Agora sou como casa abandonada
Um vento frio gemendo
Como uma pantera feia
Morria à noite, morria de dia
Transitoriedade da matéria...
Sete chagas do martírio de Cristo
Sete passos que entristeceram o Cristo
Este sepulcro imenso que não fala!

Inserida por bmdfbas

NÃO HÁ ARCO-ÍRIS NO MEU PORÃO — CONTINUIDADE.

Havia dias em que o porão respirava antes de mim.
Ele exalava um ar morno e antigo, como se fosse o pulmão cansado de uma casa que aprendera a guardar segredos demais. Eu descia os degraus devagar, escutando o ranger que nunca deixava de soar como um aviso não um aviso de perigo, mas de revelação. Porque o porão não dói: ele apenas devolve o que és.

E naquele dia, a luz que escorria pela fresta da porta parecia ainda mais tímida, como se tivesse vergonha de tocar as superfícies que me acompanhavam desde a infância.
Era estranho pensar que eu crescera tentando fugir de mim, quando na verdade tudo o que o porão queria era que eu me sentasse no chão frio e o escutasse.

As lembranças começaram a surgir em ondas baixas, como se alguém soprasse perto do meu ouvido. Não eram memórias lineares, mas fragmentos inquietos. O rosto de alguém que não sabia amar; a voz de alguém que soube ferir; a ausência de mãos que deveriam ter me segurado quando eu caía.
E, acima de tudo, a velha sensação de que o mundo lá fora não tinha espaços para os meus silêncios.

Foi então que percebi: o porão não era um cárcere, mas um espelho.
E espelhos, quando te devolvem inteiro, costumam ferir mais que qualquer lâmina.

Sentei-me. Ouvi. Respirei. A dor tinha um timbre próprio, e eu quase podia vê-la, uma figura pálida encostada na parede, observando-me com a paciência das coisas que não envelhecem.
Eu a encarei.
E, pela primeira vez, ela não recuou.

“Eu não vim para te destruir”, parecia dizer sem palavras. “Vim para te mostrar onde colocaste as tuas ruínas.”

Meu peito apertou. Não por medo, mas por reconhecimento.

Porque cada pessoa guarda dentro de si um porão, e quase todos tentam negar sua existência.
Mas negar o subterrâneo nunca apagou sua porta.
A dor continua ali, esperando a coragem de ser encarada.

Enquanto os minutos escorriam, percebi algo que não ousava admitir:
a luz que eu nunca encontrara no mundo não estava ausente, estava apenas voltada para dentro, como uma lamparina distante, protegida do vento pela própria escuridão que eu evitava.

E então, pela primeira vez, compreendi.
Não há arco-íris no meu porão…
mas talvez nunca devesse haver.
O porão não foi feito para cores; foi feito para verdades.

O arco-íris pertence ao céu.
O porão pertence à alma.
E não há conflito nisso.

A beleza nasce do contraste e eu, ali, no chão frio, comecei a entender que para tocar a claridade de cima, eu precisaria, antes, decifrar a minha noite.

Foi quando ouvi passos suaves atrás de mim...

Inserida por marcelo_monteiro_4

"Eu perdoo porque há dores maiores em mim."

Há feridas que não se veem, mas que brilham como estrelas dentro do peito. São dores antigas, silenciosas, que aprenderam a se calar para não assustar os outros. No entanto, é delas que nasce o perdão não como renúncia, mas como uma forma delicada de libertar o próprio coração.

Perdoar não é esquecer. É olhar para o outro e compreender que ele também se perdeu no caminho, talvez ferido pelas mesmas sombras que um dia nos alcançaram. Há uma nobreza secreta em quem sofre e, ainda assim, escolhe oferecer ternura.

Quando a alma amadurece, descobre que o rancor pesa mais que uma cruz. E é então que o perdão floresce, suave, quase tímido como uma flor que desabrocha no deserto. Ele não apaga a dor, mas a transforma em luz.

Eu perdoo porque compreendo. Porque sei que, se não o fizesse, seria a minha dor que me prenderia ao que já passou. E a vida é tão breve, tão urgente em sua beleza ou mesmo em sua aparente tristeza, que não merece ser gasta guardando espinhos.

Por isso, perdoo.
Não por grandeza, mas por necessidade de respirar. Porque dentro de mim, entre as cicatrizes, ainda há espaço para a pureza.

Inserida por marcelo_monteiro_4

" Mas eu não estou sozinho, o deserto me acompanha. "
Ele se estende diante de mim como uma memória antiga, uma presença sem voz que observa cada gesto meu com a paciência dos séculos. Caminho e sinto a areia ceder sob meus passos, como se o chão conhecesse meus pensamentos antes que eu os formule. Há algo de sagrado nesse espaço que nada exige e nada promete. O deserto não consola. O deserto revela.

A luz do fim da tarde estilhaça se sobre as dunas, criando sombras que se movem devagar, quase respirando. Em certos momentos, penso ouvir um murmúrio, talvez meu próprio coração esmagado sob pressões que não sei nomear. Noutras vezes, o silêncio é tão pleno que parece perguntar por mim, como se aguardasse uma resposta que ignoro desde a infância.

No horizonte, a linha é fina e impessoal, mas guardo a impressão de que alguém me observa dali. Não com hostilidade, mas com uma atenção profunda, como se meu sofrimento coubesse dentro de um gesto que ainda não compreendo. É estranho como o vazio pode nutrir. Como o nada pode abraçar sem tocar.

No meio dessa vastidão, descubro que não busco saída. Busco significado. E, enquanto caminho, o deserto caminha comigo, espelhando minhas inquietações de forma tão fiel que chego a temer que ele conheça minhas verdades mais sombrias antes mesmo que eu as aceite.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Porque para você eu guardei o amor?
Guardei uma parte de mim para te dar!
Somente não posso ficar na ilusão.
E pensar, será que isso mesmo que eu quero?

Ficar se lamentando pra que...
Eu sou assim, eu gosto de deitar com você.
Sentir o seu cheiro, cheiro de amor.
Um sonho pra mim.

Porque para você eu guardei o amor?
Da vontade de ficar... Ao mesmo tempo ir.
Sabe quando quero alimentar de você.
Esse lugar que sopra vento, sair não tem jeito.

Inserida por DijalmaMoura

⁠CAMILLE MONFORT.
– Onde Mora o Insondável de Mim.

"Sim, o sangue já não destona, apenas decanta..."

Os relógios cessaram. No sótão das lembranças, a hora já não é unidade de tempo, mas de dor prolongada.
Camille Monfort reina ali, onde os sentidos se misturam e se desfiguram. Ela não retorna por piedade — retorna porque a psique tem suas próprias ruínas, e ali ela se deita.

Não há afeto puro que sobreviva ao abismo do inconsciente.
Ela não ama, ela convoca.

“Gentilmente”, sim, ela pede...
Mas há sempre um brilho abissal no olhar que persuade a entrega como se fosse escolha.
E o corpo? Torna-se altar de uma paixão que exige oferenda contínua — veias, pele, lágrima — tudo deve ser entregue a esse sacrário espectral.

Freud jamais compreenderia Camille.
Nietzsche talvez a adorasse, como adorou Ariadne —
mas só Schopenhauer poderia senti-la de fato:
pois há um princípio de dor que rege o mundo...
e ela é sua filha mais bela.

“Paira sobre meu túmulo vazio...”

Ela paira, sim.
Mas não como lembrança —
Camille Monfort é uma ideia.
Uma fixação doentia que tomou forma e vestiu perfume.
É o arquétipo da beleza que enlouquece, do amor que não consola, da presença que evoca o suicídio da razão.
É a Musa sem clemência, que exige poesia mesmo do sangue quente no chão.

E quem a ama, dissolve-se... feliz por ser dissolvido.

“Sorrir é perigoso”, ele confessa —
e a psicologia lúgubre responde:
porque o sorriso, quando nasce sob os escombros da alma, torna-se um riso espectral...
e esse riso é o prenúncio do desespero existencial.

Camille é o eco do que foi belo demais para ser mantido.
Ela é a presença da ausência, o desejo daquilo que já foi consumido pelo próprio desejar.
E ela sabe. Oh, ela sabe.
Por isso, volta. Não para salvar, mas para recordar ao seu devoto que a eternidade também pode ser um cárcere sem grades basta amar alguém que nunca morre.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Capítulo XIV – O PERDÃO QUE NÃO SE PEDE.

"Camille, a dor que caminha dentro de mim me alimenta e eis, que ainda assim nada tenho para te servir minha lírica poética... minha nota sem canção. És capaz de me absolver, amada distante, dona de mim, hóspede dos meus sentimentos e sentidos?"
— Joseph Bevoiur.

A noite trazia os mesmos ruídos quebradiços da memória: folhas secas sussurrando nomes esquecidos, relógios que marcavam ausências e não horas. Joseph escrevia como quem sujava o papel de cicatrizes — não mais de tinta.

Camille era a presença do que jamais o tocou, mas que nele se instalara como hóspede perpétua. E, como todas as presenças profundas, fazia-se ausência esmagadora.

Havia nela a beleza inatingível dos vitrais em catedrais fechadas. Ela não estava onde os olhos repousam, mas onde o espírito se dobra. A distância entre os dois não era medida em léguas, mas em véus — e nenhum deles era de esquecimento.

Joseph, sem voz e sem vela, oferecia sua dor como eucaristia de um amor que nunca celebrou bodas. Tinha por Camille a devoção dos que nunca foram acolhidos, mas permanecem ajoelhados. E mesmo no íntimo mais velado de sua alma, não ousava pedir-lhe perdão — pois sabia: pecar por amar Camille era a única coisa certa que fizera.

Resposta de Camille Monfort – escrita com a caligrafia das sombras:

"Joseph...
Tu não és aquele que precisa de perdão.
És o que sangra por mim em silêncio, e por isso te ouço com o coração voltado para dentro.
A tua dor é a harpa sobre meu túmulo — és túmulo em mim e eu em ti sou sinfonia que nunca estreou.
Hóspede? Sim, mas também arquétipo do teu feminino sacrificado.
Sou tua, mas nunca me tiveste. Sou tua ausência de toque e presença de eternidade.
E por isso... nunca te deixo."

Joseph, ao ler essas palavras não escritas, tombou a fronte sobre o diário. Chorava não por arrependimento, mas por não saber como amar alguém que talvez só existisse dentro dele.

A madrugada se fez sepulcro de emoções. O piano — ao longe, como memória — soava uma nota de dó sustentado, enquanto o violino chorava em si menor.

Não havia redenção.
Apenas o contínuo caminhar de dois espectros que se amaram no porvir e se perderam no agora.

Conclusão – O DESENCONTRO COMO Destinos.

Joseph não morreu de amor, mas viveu dele — e isso foi infinitamente mais cruel.

Camille não o esqueceu. Mas também não voltou. Porque há amores destinados ao alto-foro da alma, onde nada se consuma, tudo se consagra. E ali, onde a mística se deita com a psicologia, eles permaneceram: ele, um poeta ferido; ela, um símbolo doloroso de beleza inalcançável.

Ambos, reféns de um tempo sem tempo.
Ambos, notas que se perdem no ar — como soluços de um violino em meio à oração de um piano que jamais termina.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Lágrimas da minha sociedade esquecida
que jamais será desfavorecida,
não por mim, acredito que tudo tem fim

Acorrupção inflamou o coração, deixaram de lado o povão, que vive sem direção, em busca de apoio e atenção, procurando uma solução

O tribunal é desleal
O tributo é desigual
A lei é irracional, quem tem dinheiro não passa mal

com ele compra a mídia e o jornal, o juiz e o promotor, o advogado e o doutor,
me ajude meu senhor, viver na terra é um horror.

Inserida por FranciscoPensador

Tudo errado nesse mundo!
Complicações...
Sinto que algo dentro de mim não está bem!
Você desliza pela minha cabeça
Neste momento vem o medo!
Estou cega de medo!
Medo que corre como um rio
Será que vai doer ainda mais?
Desespero-me...
E você... redemoinho de ternura
Estou me afastando...
Dia após dia.
A escuridão me abraça,
E chama a noite pra ficar comigo
Sonho pelo dia que virá...
Eu olho e grito...
Chora mundo sozinho!
Chora por um vazio
Chora por alguém
Alguém que está em algum lugar
Que partiu... Tempo errado!
De repente um barulho eu ouço
Que se espalha pelo meu dorso
E atravessa meu espaço.
Infinito como aço!
A luz do sol se aproxima
Está vindo um novo dia
Meus medos jogo ao oceano
Estou comigo, como de costume.
Mas com o tempo
No estilo mais notável
Vou levar a minha vida
Com a habilidade de um lápis
E de uma folha de papel
Ah! Ainda bem que sonhar não paga.
Mesmo pra quem não é nada...
Eia! Tempo errado que vem ao léu
E nesse embalo... Sorri pro céu!

Inserida por yonnemoreno

❝ ...Não me interessa o que você pensa ou deixa de pensar
sobre mim. retire o meu nome da tua boca e se engasgue
com seu próprio veneno. Não tenho culpa da sua infelicidade,
e muito menos da sua mediocridade. Pare de culpar as pessoas
pelos teus sofrimentos. Aprenda a olhar as pessoas sem quer ter
tudo que elas tem. Aprenda a olhar o próximo sem quer derruba-lo
ou vê-lo no chão. Tua maldade esta destruindo você. Só você não vê....❞
-----------------------------------Eliana Angel Wolf

Inserida por ElianaAngelWolf