Textos te Amo meu Amor

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Sinto-me um peregrino em busca do amor que me inspira, em busca da luz que me ilumina e que faz do meu coração uma imponência magistral!
Quero demonstrar tamanha admiração por sua beleza que impulsiona-me a declarar os sentimentos nascentes por ti... Ó minha tão formosa dama!
Deixe-me cortejá-la com tamanho querer, em te amar e nunca lhe perder;

O filho pródigo sempre será recebido com amor pelo PAI, mas isso não o livrará de enfrentar a ira do irmão mais velho que escolheu permanecer na casa.

Por isso, pense bem antes de sair e se sair, volte humilde, sem vitimismo, pronto para recuperar a confiança dos que ficaram quando você decidiu abandonar o barco.

Eu não sei viver nesse mundo onde pessoas deturpam o amor para ter prazer, onde o jogo de ego e vaidade vai além da sensibilidade para com a vida. Onde olhares se cruzam e se perdem na escuridão do silêncio.
Não sei não ser eu, não sei não acreditar, não consigo entender o porque pessoas mentem e ferem umas as outras.
Me desarmei, derrubei meus muros e entreguei tudo de mim. Não me arrependo, no entanto, hoje me sinto vazia e atônita, com lembranças rasuradas.
Em meio à todo o caus, entendi que a vida se perde no momento em que não há sentido, no momento em que deixamos de pertencer e somos expulsos daquele peito que chamávamos de casa onde o nossos corações já faziam morada. O sorriso se apaga, as lágrimas agora justificam e assinam a dor que nos pede para desistir até de respirar. Mas, respirar e resistir se tornam palavras repetidas constantemente em busca de fé e na esperança de dias melhores.
A gratidão e a liberação de perdão nos leva ao amadurecimento e nos faz compreender que às vezes é preciso mesmo deixar ir, ainda que que esse movimento também leve um pouco de nós.
Antes isso, do que sonharmos sozinhos, vendo com o tempo todos os planos demoronarem. Porque, chegarmos a um ponto onde já não há rodovias, estradas, caminho ou vielas para se percorrer em busca de retorno. Todas as portas se fecharam, janelas foram lacradas e os sinais do que julgava-se verdade foram fundamentados e contatados e, apesar da dor somos tomados pela certeza de que aceitar o fim é o primeiro passo em direção ao recomeço.

Quanto tempo dura um amor?
Talvez um dia, uma semana, um mês, anos, séculos?
Há quem diga que ele seja eterno
mas, somente enquanto dure
Eu acredito em todas as possibilidades
mas, há aqueles amores que duram uma vida inteira dentro da gente
Mesmo havendo outros "amores"
São aqueles, os quais vão nos acompanhar para sempre
E mesmo tudo der errado, vamos nos lembrar dele dando certo, mesmo q assim não tenha sido
São os nossos amores de alma
Amores os quais nos fazem melhores
Amores que nos deixam muito de si e que também levam muito de nós
Amores que nos modificam como seres humanos
Amores aos quais não sabemos viver sem, mesmo que seja só em lembrança
Amores esses nos quais nos encontramos em verdade
Eu o amei
Foi um amor daquele que nos bambeiam
Que nos fazem satisfeitos em nós mesmos
Eu o amei
E o amando pude sentir meu coração se expandir
Haviam momentos que até doía e parecia querer explodir
Eu o amei
E o amando vou carregar te comigo
Pq já não sou mais minha e sendo assim dou me o direito de ter um pouco de você também para mim
Por favor se cuide, e sendo assim também cuide de nós pois, a muito que deixei de mim aí em você.

O que sustenta um relacionamento


O que sustenta um relacionamento
não é só o amor que chega bonito,
é a escolha diária de ficar
quando seria mais fácil partir.


É o respeito que segura a palavra,
o silêncio que não vira desprezo,
é saber ouvir a dor do outro
sem transformar amor em disputa.


Sustenta-se no cuidado dos gestos simples, no “estou aqui” dito sem alarde, na paciência que entende o tempo e na lealdade quando ninguém vê.


Porque amar é fácil quando tudo floresce, difícil é regar quando o chão está seco, e só permanece quem entende que amor se constrói…
não se promete.

Sabe, amor,
eu já tentei todos os caminhos de fuga.
Já tracei rotas em mapas inexistentes,
mudei os passos, apaguei vestígios e tentei convencer meus pés a caminharem para bem longe de tudo o que me lembra nós dois. Mas o que eu não sabia — ou o que eu tentava ignorar — é que o mapa da minha fuga sempre acaba me trazendo de volta para o mesmo ponto.
Por mais que eu busque fugir de você, percebo que essa distância é um equívoco. Eu corro, mas não saio do lugar, porque você não está apenas em um endereço, em um café ou em um encontro marcado. Você se tornou parte do meu silêncio, da forma como eu vejo o mundo e de como eu me sinto quando ninguém está olhando.
É por isso que, mesmo no auge da minha ausência, você está sempre perto. Não é uma presença física que se possa tocar, mas é uma presença que se sente na alma. Fugir de você seria como tentar fugir da minha própria sombra ou do ritmo do meu coração.
No fim, descobri que não importa o quão longe eu vá: eu levo você comigo. E, de alguma forma, estar perto de mim se tornou, inevitavelmente, estar perto de você também.

“As pessoas que buscam amor ou paixão estão, na verdade, em busca do semelhante. Procuram no outro um espelho de si mesmas, alguém que confirme suas crenças, desejos, valores e até as próprias feridas. Há, nesse processo, uma necessidade constante de confirmação. Na maioria das vezes, a atração nasce da semelhança: reconhecem afinidades, identificam-se e encontram pontos em comum.
Com o tempo, porém, esse encontro pode dar lugar ao desejo de mudança — passa-se a esperar que o outro se transforme em um reflexo de si, tornando-se um projeto de autoafirmação.
Existem vários tipos de amor, mas o mais importante é aquele que cuida, protege, gosta e faz bem. É este tipo de amor que promove o crescimento, edifica as relações e torna o ser humano melhor na convivência com o outro.”

O amor não conhece a dor
porque escolhe curar em vez de ferir.
Não se entrega ao desespero,
pois sabe que até a noite mais longa
se rende ao amanhecer.


A fúria furiosa não habita seu cronograma,
o amor não tem presa para machucar,
ele aprende o tempo do silêncio,
o valor da espera
e a coragem de permanecer.


O amor não abandona quem acolhe um abraço.
Ele fica quando tudo treme,
segura a mão cansada,
encosta o coração no outro
e diz, sem palavras: estou aqui.


Amar é resistir sem endurecer,
é ser abrigo em meio ao caos,
é escolher ficar inteiro
mesmo quando o mundo insiste
em partir as coisas ao meio.


O amor é verdadeiro
Sem mascara sem rótulo
A um propósito maior
O amor ama quando o amor chora.

Dizem que soltar é prova de amor,
balela, mentira que aumenta a dor.
Amar é lutar, é segurar forte,
não largar a mão nem contar com a sorte.
Eu não quero sair da vida de quem amo,
sou raiz, sou chão, não sou vento sem plano.
Saudade me morde, mas eu não desisto,
porque amor de verdade é ficar, É ser visto.

TRISAL


Três flores se encontram num só jardim,
amor não divide, só cresce assim.
Três luas acesas no mesmo luar,
nenhuma se apaga, só faz brilhar.
Três mãos entrelaçam, ternura em ação,
na dança da vida, só pulsa o coração.
E quem desse laço quiser duvidar,
que prove rimando o poder de amar.

"Ofereci confiança, oportunidade e parte de mim em forma de negócio.
Era amor, era fé, era acreditar no outro.
E quem não correspondeu, quem não valorizou, mostrou apenas sua própria medida.
Não perdi nada: Só reconheci onde minha energia vale e onde não deve ser desperdiçada.
O valor não está no que dei, mas em quem sou.. Inteira, lúcida e inteira de novo."

O abandono dói porque rompe expectativas, mas também ensina sobre limites, amor-próprio e sobre a natureza impermanente das conexões humanas. Não é vingança nem ressentimento que traz paz; é reconhecimento..
você ainda é inteira, valiosa, mesmo quando alguém decide caminhar por outra trilha.

O olhar


Carrego no peito
o olhar da mulher
que nunca quis me conhecer.
Não foi amor.
Foi ausência.
E mesmo assim, ficou.
Tatuei não o rosto,
mas o olhar.
Porque era ele que me atravessava
sem nunca me tocar.
Ela não ficou.
Não chamou.
Não voltou o gesto.
O que ficou fui eu,
com a pergunta aberta
batendo no osso.
Esse olhar no meu peito
não é dela mais.
É a prova
de que sobrevivi
ao não-ser-vista.
Hoje entendo:
não marquei submissão,
marquei memória.
E memória não manda.
Só lembra
de onde eu vim
e por que não volto.

O Amor na Sociedade Brasileira: Entre a Superficialidade e a Essência
Nos dias atuais, o amor tem se tornado, em muitas circunstâncias, um reflexo da superficialidade que permeia a sociedade. O que antes era um laço profundo e duradouro agora, muitas vezes, se reduz a momentos passageiros, onde o carinho e a paciência são deixados de lado em prol de interesses materiais ou efêmeros.
Infelizmente, no contexto brasileiro, muitos relacionamentos têm se tornado superficiais, focando mais em aparências, status financeiro ou mesmo em prazeres momentâneos. Essa realidade faz com que pessoas mais intelectuais, que buscam um amor autêntico e um diálogo verdadeiro, acabem se sentindo desencantadas e, por vezes, sozinhas.
A falta de profundidade e o desinteresse genuíno fazem com que muitos se afastem, preferindo a superficialidade a um vínculo verdadeiro. E, no meio desse cenário, o diálogo se perde, e o respeito mútuo fica em segundo plano.
O amor, que deveria ser uma troca genuína e um crescimento mútuo, muitas vezes se torna um mero brinquedo, um reflexo de uma sociedade que valoriza o efêmero. E, nesse contexto, a verdadeira conexão se torna rara, e o desamor se espalha.
Como escritor e observador dessa realidade, é importante refletir sobre o que realmente buscamos em um relacionamento. A verdadeira essência do amor não deve ser perdida, e é essencial resgatar o valor do diálogo, da sinceridade e do respeito mútuo.
O Amor na Sociedade Contemporânea: Desafios e Reflexões
No cenário atual, o amor, que deveria ser um laço profundo e duradouro, tem se tornado, em muitas circunstâncias, algo superficial e efêmero. No Brasil, essa realidade é especialmente perceptível: muitos homens e mulheres, ao buscarem relacionamentos, priorizam aspectos superficiais, como a aparência ou o status financeiro, em detrimento da verdadeira conexão emocional e do respeito mútuo.
Essa superficialidade tem consequências sérias. Muitos casamentos acabam em divórcio, e a falta de diálogo e compreensão contribui para um ambiente de desamor. Infelizmente, alguns homens, ao invés de cultivarem a empatia e o respeito, acabam se tornando autoritários e violentos, o que só aprofunda o distanciamento.
Por outro lado, aqueles que realmente buscam um amor autêntico, que valorizam o diálogo e a conexão genuína, muitas vezes se veem isolados, pois a sociedade tende a valorizar o superficial. Essa disparidade faz com que muitos indivíduos mais intelectuais e sensíveis acabem se sentindo desmotivados, pois a profundidade e a sinceridade parecem cada vez mais raras.
É fundamental, portanto, que resgatemos o valor do diálogo, da empatia e da valorização da essência do outro. O amor verdadeiro não se baseia em aparências, mas na conexão profunda, na compaixão e no respeito mútuo. E, ao olharmos para o futuro, é essencial que cultivemos esses valores, promovendo relacionamentos mais sinceros e duradour
A Maturidade e o Amor na Geração Contemporânea
Hoje em dia, um dos grandes desafios que enfrentamos na sociedade brasileira é a falta de maturidade e de empatia nos relacionamentos. Muitos homens, ao invés de cultivar um comportamento respeitoso e um diálogo genuíno, acabam se tornando brutos, tanto com as mulheres quanto com as crianças. Esse comportamento não apenas prejudica os relacionamentos, mas também enfraquece o tecido social, gerando um ciclo de desrespeito e desconfiança.
Além disso, a sociedade atual, muitas vezes rotulada como “geração Peter Pan”, carece de profundidade nas relações. A cultura da fofoca e da superficialidade se espalha, e muitos se concentram mais em julgar e menos em entender o próximo. É comum ver uma valorização exagerada de bens materiais ou de conquistas superficiais, enquanto a verdadeira essência do amor e do respeito se perde.
É essencial que resgatemos o valor da maturidade e do caráter. A verdadeira conexão não se baseia em quantidades ou em aparências, mas na sinceridade, na empatia e no respeito mútuo. É preciso que homens e mulheres busquem não apenas o exterior, mas a alma, o verdadeiro ser do outro.
Assim, é fundamental que, como sociedade, repensemos nossos valores e busquemos um amor mais genuíno e maduro, que realmente construa pontes e não muros entre as pessoas.
A Verdade e o Conhecimento: A Voz de Marcos, o Escritor
Marcos, o escritor da literatura, é uma voz que se destaca em meio ao conformismo da sociedade. Ele é um exemplo de sinceridade e de uma mente brilhante, que não tem medo de falar a verdade, mesmo quando ela é incômoda. Em um mundo que muitas vezes usa máscaras para esconder a realidade, Marcos se destaca por sua autenticidade e pelo valor do conhecimento.
Ele nos lembra que o verdadeiro saber vai além do dinheiro; o conhecimento é um tesouro que não pode ser comprado, mas conquistado com esforço e dedicação. Enquanto muitos preferem a superficialidade e o ego, aqueles que buscam a verdade e a profundidade encontram um caminho mais enriquecedor e duradouro.
Assim, Marcos, com sua visão crítica e poética, nos inspira a valorizar o que realmente importa: a sinceridade, o respeito e o conhecimento. É assim que se constrói uma sociedade mais justa e verdadeira.

Num dia de sol, num parque em flor,

Cercado por risos, calor e amor,

Uma garota de alma tão pura,

Viu algo no chão que pedia ternura.



Um corvo caído, sujo e ferido,

De olhar apagado, peito oprimido.

Os outros diziam: “Não toque, não veja,

Ele vai te ferir, trazer só peleja.”



“Esse corvo é livre, não sabe ficar,

Mesmo se curado, vai te abandonar.

Leva doenças, te fere em vão,

Não merece abrigo, nem teu coração.”



Mas ela, teimosa, quis insistir,

Achou que amor pudesse redimir.

Cuidou com carinho, limpou sua dor,

Mesmo sendo arranhada sem pudor.



Com dedos sangrando, ainda assim sorria,

Mesmo quando a alma já não resistia.

Ignorou alertas, deixou-se doer,

Acreditou que amor pudesse o corvo deter.



E então, num dia tão claro quanto o primeiro,

O corvo se ergueu, virou passageiro.

Abriu suas asas, cortou o céu,

Sem olhar pra trás, sem um gesto fiel.



Não foi por maldade ou falta de afeto,

Mas o corvo é assim — livre, inquieto.

A garota ficou, com o peito em pedaços,

Percebeu que amor demais também deixa espaços.

São Paulo, 02 de junho de 2025


Para meu amor secreto,





Tenho pensado — com inquieta frequência — em tuas faces rosadas.


E me pergunto: por quê?




Por que tua risada calorosa ainda ecoa mesmo no silêncio?


Por que tua voz gentil persiste em minha mente como um doce tormento?


Por que teu suave cheiro dança no ar que respiro?


Por que teu sorriso surge no instante em que fecho os olhos?


E por que teu olhar intenso me causa profundos arrepios?




Tenho imaginado — com covarde frequência — como seria tua quente companhia a me agraciar a cada dia,


e teu corpo macio a se entrelaçar ao meu a cada noite.



Sim, teu belo rosto habita meus pensamentos —


a cada abrir e fechar de olhos, a cada maldita batida deste meu coração condenado.



Sim, estou condenada a viver por ti, mas não contigo.


Condenada a amar-te em segredo.


Condenada a não tê-la.


Condenada a vê-la amar outra.




E agora, nesta noite fria, escrevo uma carta que jamais lerás,


enquanto minhas lágrimas rolam.


Pois tu jamais me amarás.

AMOR NO CRUZEIRO DO SUL
Kleber Ferreira


Ainda me lembro do seu doce sorriso
Essas memórias eu não posso negar
Trazem de volta lembranças do paraíso
Em que eu só precisava te amar
A esperança era brisa fresca sob o céu azul
E as noites brilhantes sob o Cruzeiro do Sul
Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino!
Arrebata o meu corpo, a um lugar divino
Em que o tempo se torna uma passagem fugaz
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz!


Como eu gostaria, os seus olhos, rever
E poder dizer-te que faria tudo diferente
Se pudesse, por um momento, lhe ter
E materializar o sonho do amor da gente
A esperança seria brisa fresca sob o céu azul
E as noites brilhantes sob o Cruzeiro do Sul
Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino!
Arrebata o meu corpo, a um lugar divino
Em que o tempo se torna uma passagem fugaz
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz!


Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino!
Arrebata o meu corpo, a um lugar divino
Em que o tempo se torna uma passagem fugaz
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz!
Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino!
Arrebata o meu corpo, a um lugar divino
Em que o tempo se torna uma passagem fugaz
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz!
Consumindo nossas almas em uma paixão voraz

Depois que minha filha nasceu já nos primeiros anos ela já demonstrou seu amor pelos animais, ela já com 5 aninhos arrumamos a Juli, uma cachorra mistura de pincher e chiuaua, coisinha mais boazinha, acompanhou toda sua infância e pré adolescência, morreu aos 13 anos.
Depois tivemos a Teka, uma Jack Russell, coisa mais linda, viveu 14 anos dando muitas alegrias para nós.
Logo depois compramos o Jack, outro Jack Russell, nunca vi cachorro tão bravo, territorial, levamos mordidas pra todo lado, mas mesmo assim nós o amamos até aos seus 16 anos, teve que fazer eutanasia, sofreu muito com câncer ósseo.
Esses foram nossos companheiros e amigos verdadeiros!!!
PS: Foram 43 anos com cachorros, nunca os levamos na rua para fazer suas necessidades, faziam no nosso quintal, temos nossa consciência tranquila sobre isso!!!

Aprovado ou reprovei do seu amor?


Entreguei meu coração como quem faz prova final, sem cola, sem defesa, só verdade no olhar.
Estudei teus silêncios, decorei teu sorriso, mas teu resultado nunca quis se revelar.


Esperei a correção no intervalo dos dias, cada mensagem tua era um ponto a mais em mim.
Quando demorava, o medo me reprovava por dentro,
e eu refazia a esperança,
mesmo perto do fim.


Se eu errei, foi por amar além do permitido, por responder com alma o que pedias em razão.
Se acertei, foi por nunca desistir de você, mesmo com o coração em recuperação.


Então diz, sem rodeios,
sem nota escondida:
passei nessa matéria chamada
“nós dois”?
Ou sigo refazendo essa prova da vida, até teu amor me dizer se fico…
ou se vou.

O que nutre de verdade?




Amor, num casamento,
não é o prato cheio
quando a mesa está vazia de olhar.


Não é o teto firme
se o silêncio cai pesado
sobre os corpos que dormem longe
mesmo deitados juntos.


Amor é o gesto pequeno
que não pede aplausos:
a mão que procura a outra
no meio da noite,
como quem diz
“estou aqui, você não caiu sozinho”.


É presença que não disputa,
é escuta sem pressa,
é riso que nasce do nada
e faz o dia caber melhor no peito.


Amor nutre
quando toca sem ferir,
quando acolhe sem invadir,
quando cuida sem controlar.


É alimento invisível:
olhar que aquece,
voz que acalma,
corpo que oferece abrigo
sem exigir senha, desempenho ou prova.
Num casamento,
amor não pesa,
ele alivia.
Não cobra ,
ele compartilha.


Não substitui a fome do corpo,
mas alimenta a alma
para que o corpo também queira viver.
Porque pão sustenta a carne,
mas é o afeto que sustenta a vida.


E onde há amor assim,
a casa respira,
o coração descansa,
e viver junto
deixa de ser sobrevivência
para virar caminho.