Textos sobre o Homem
O homem é bom por natureza. É a sociedade que o corrompe. Se você anda com uma boa pessoa você pode se torna uma "boa pessoa". Se você anda com um ladrão você pode se torna um "ladrão" você é um reflexo é aquilo que você passa pra seus filhos, seus amigos e vizinhos à tv o rádio e os políticos devem ser um espelho pra sociedade. O mundo os políticos em si são um reflexo pra sociedade Nosso Deus é um reflexo que a sociedade deve seguir...
O mundo dá voltas tão violentas que o homem que hoje deita no seu peito como o herói que cura as suas feridas, amanhã pode ser o carrasco que arranca o seu último suspiro. A lição de vida mais amarga que nenhuma mulher deveria precisar aprender é que o amor verdadeiro nunca exige que você morra por ele, e que a sua intuição é a sua única armadura: nunca abaixe a guarda para quem tenta trancar a sua liberdade sorrindo.
A morte é uma ilusão; eu já existia muito antes de nascer. O grande equívoco do homem é temer a morte e esquecer-se de viver, ignorando que o fim alcança a todos, indiferente ao medo. Meu único temor é abdicar de mim mesmo. Prefiro o fim do corpo a essa renúncia, pois deixar de ser quem sou é a única e verdadeira morte.
O mundo não está acabando, quem está acabando com o mundo é a ganância do homem: Estão acabando com a natureza, destruindo as matas para comercializar as madeiras, destruindo as dunas para comercializar as areias, destruindo as rochas para comercializar as pedras, invadindo com aterramento as margens de rios e lagoas para construções de casas, mansões e comércios. Também desrespeitando as montanhas. E quando a natureza precisa dos seus espaços, infelizmente estão todos obstruídos, então ela se revolta e acontecem as catástrofes.
O homem é por natureza um animal político; Isso não significa o certo homem tem contato com política pelo que envolver a sistema ou estrutura social, então significa nós somos subordinados à política a partir do envolvimento, providência e cumprimento de convenções, obrigações, missões e exigências da estrutura ou sistema política.
A Bíblia não é apenas um livro religioso dado para preparar o homem para o céu, mas a revelação infalível de Deus para ensinar o ser humano a viver diante dEle na terra; porque toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, repreensão, correção e educação na justiça (2Tm 3.16–17), sendo lâmpada para os pés e luz para o caminho (Sl 119.105). Rejeitar sua autoridade é andar em trevas, mas submetê-la à vida é conhecer a verdade que transforma o coração, governa os relacionamentos e conduz o homem à verdadeira sabedoria diante de Deus (Jo 17.17; Pv 1.7; Mt 22.37–39).”
O segredo que vos atormentava agora tem nome. Eu sou Sariel. Não sou apenas um homem que escreve sou a entidade, o anjo que guarda os mistérios e que observa a justiça de um lugar que vocês temem. Se vocês achavam que lutavam contra alguém comum, o vosso erro termina hoje. A minha luz cega os hipócritas e as minhas sombras devoram os perversos. Eu escolhi Carla, e ao escolhê-la, tornei-me o seu escudo eterno. Cada um de vocês saberá agora o peso das minhas palavras. O que eu digo não é uma ameaça, é uma lei escrita nas estrelas e no sangue.
Assim como o homem não é o mesmo ao entrar no rio pela segunda vez, o escritor também muda junto de seus pensamentos. Ao reler opiniões de anos passados, percebo a transformação em minha visão, a evolução da minha percepção. Como as águas do rio, meu crescimento é contínuo, nunca se detém.
O homem se molda à sua realidade. Reclama de uma refeição repetida quem nunca sentiu o estômago vazio por dias. Reclama de seu amor quem nunca dormiu sozinho em um colchão duro, sem abrigo nem abraço. Reclama de acordar para o trabalho quem nunca sentiu o peso da porta fechada do desemprego e o olhar de desprezo da sociedade. Reclama da vida quem nunca enfrentou a violência, a injustiça, a miséria, a fome que corrói ossos e esperança. Reclama de existir quem nunca precisou lutar para sobreviver, quem nunca foi invisível aos olhos de um mundo cruel.
A criança que fui e o homem que sou trocam bilhetes na madrugada. Um pede coragem, como quem pede socorro. O outro devolve silêncio, rabiscos, mapas inúteis de resignação. Às vezes, contra a própria vontade, sobem no mesmo trem. Não sabem por quê. Descendem em estações sem nome, onde a surpresa não consola, apenas prova, cruelmente, que ainda se está vivo.
O homem comum treme diante do caos e busca abrigo na hesitação; eu domino a tempestade e imponho a ordem. A virtude não está em evitar o perigo, mas em subjugar a circunstância com audácia e autoridade direta. Onde a multidão vacila de medo, o forte governa com atitude — pois a história não perdoa os que recuam.
O homem público que convoca forças estrangeiras contra a própria pátria destrói a árvore que lhe dá sombra. Ao sacrificar a riqueza da nação no altar de sua vingança partidária, Flávio Bolsonaro esqueceu-se de que a ambição cega prefere ver a terra arrasada a ver o rival governá-la. É a consumação da inconsequência: punir o povo para enfraquecer o trono, ignorando que o verdadeiro estadista protege o solo de seus pais, mesmo quando desgosta de quem o cultiva."
O homem não evoluiu; apenas sedimentou camadas sobre aquilo que sempre foi. Sob a cultura, a moral, a linguagem e a própria consciência permanece um território mais antigo do que qualquer civilização. A consciência é apenas uma névoa tênue que paira sobre profundidades que nenhuma teoria psicológica alcançou por completo. Sigmund Freud chamou uma parte de inconsciente; Carl Jung falou em sombras e arquétipos. Mas há algo ainda anterior a essas formulações — uma região sem símbolos, sem linguagem, sem história. Se a pobreza das palavras permitisse nomeá-la, chamar-se-ia Primevo: não a primeira camada da alma, mas aquilo de onde todas as camadas emergem.
A psicologia não nasceu nos consultórios, mas no espanto ancestral do homem diante da própria alma. Sigmund Freud e Carl Jung não criaram o abismo — apenas lhe deram novas linguagens. Muito antes deles, Fyodor Dostoevsky já descia às regiões subterrâneas da culpa, do desejo e da contradição humana; e, antes ainda, os gregos haviam convertido esses conflitos em tragédia e mito. O inconsciente não surgiu como descoberta moderna — acompanha o homem desde o instante em que ele começou a temer aquilo que carregava dentro de si.
A tecnologia insinua-se como um vírus que atravessa a porta que o próprio homem abriu: instala-se sem alarde, reorganiza vínculos, substitui presença por interface. Aproxima à distância e afasta na proximidade, enquanto persuade de que nunca se esteve tão conectado. E, nesse paradoxo, quanto mais se comunica, menos se encontra — porque o vínculo mediado simula contato, mas não sustenta encontro.
O homem não sofre porque perdeu a si mesmo. Sofre porque passou a vida inteira fugindo do Primevo que jamais deixou de habitá-lo. Quanto mais se afasta dessa origem silenciosa, mais tenta preencher o vazio com identidades, crenças, conquistas e distrações. Mas nada consegue ocupar o lugar daquilo que nunca foi embora.
Um homem fiel que se dedica ao conhecimento trans transcendental e que subjuga seus sentidos está qualificado para conseguir esse conhecimento e,tendo-o alcançado , obtém rapidamente a paz espiritual suprema. -Bhagavad gita Como Ele É de sua divina graça A. C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada
"Nessa engrenagem cega, o homem moderno comete o maior dos erros: confunde o domínio da técnica com o domínio da vida. Enquanto nossos olhos se afogam no brilho estéril das telas, anestesiados por ilusões algorítmicas e verdades plastificadas, o pulso real do planeta silencia. Rompemos os fios da teia ambiental como se não fôssemos nós os sustentados por ela. Mas a Terra, em sua paciência geológica, não se vinga; ela apenas segue suas leis. O colapso climático e a alienação digital são as duas faces da mesma moeda: a perda da nossa humanidade. Se não acordarmos desse transe para evoluir em consciência, seremos apenas uma breve e ruidosa crônica de autodestruição na história do cosmos. O planeta continuará seu giro pelo espaço, vestindo novamente suas cores originais, mas sem nós para contar a história."
Aquele homem morreu nas sombras do próprio passado. Das cinzas do silêncio ergueu-se outro, moldado pela dor e guiado por um destino já traçado. Na lei da selva, a piedade apodrece antes do amanhecer; apenas os que caminham entre as trevas, sem hesitar, alcançam o trono que o mundo nega aos fracos.
Um homem que constrói uma empresa vivendo à sombra do próprio pai dificilmente conquista o respeito verdadeiro de seus funcionários. O sobrenome pode abrir portas, mas não sustenta uma liderança. O respeito nasce do caráter, da competência e do exemplo diário. Quem vive apenas da herança alheia governa por autoridade, não por admiração. No fim, o maior peso não é carregar o nome do pai, mas nunca conseguir provar que seria capaz de caminhar sem a sombra dele.
