Textos sobre o Amor Incondicional
*Por um dia que virá*
Por uma causa maior,
Nos encontramos.
A princípio apenas
Por olhares.
Houve brilho recíproco,
Involuntário talvez,
Não importa.
Houve então uma
Proximidade através
De palavras, ditas
De coração.
Foram se tornando
Letras concretas.
Uma relevância amorosa,
Muito bem recebida
Por entre os corações
Que, em dado momento
Já podiam bater compassados.
Criou-se então
Um vínculo,
Que por si só ficou
Forte, e suave
Ao mesmo tempo.
É por mais que,
Por ironia, ainda não houve
Uma conjunção de pele,
Seguimos com o
Desejo de tê-lo.
Se teremos,
Não sabemos.
Mas o sabor desse
Doce é demasiado
Bom pra deixarmos de
Experimentar.
Há de se ter um dia.
Um dia onde nos
Livraremos das
Cascas e fardos,
E então seremos
Uma só energia,
Como uma estrela
Que se funde a outra.
Que intensifica a luz
Que cada um de nós
Tem dentro do peito.
Ah, há de se chegar
Esse dia.
E então viveremos
Um pouco da
Pleinitude divina.
Essa que habita
Por enquanto,
O nosso ínfimo
É intrínseco
Desejo.
O Carpinteiro ⚜️
Sexta-feira.
“E a sexta chegou.
Uma velha musa,
Anunciante do desejo
De um sábado longo.
Começa com um amor
Após a meia noite,
Perdura pela madrugada
Amanhece com
Braços envoltos.
Lençóis de linho
Amarrotados.
O sábado é bom,
Mas o prenúncio da sexta
É tão bom quanto.
Sexta já começa bem.
Literal e sentimental.
Podemos então atrelar
Sexta e sábado,
Como desejo e vontade?
Creio que sim.
E seguimos então
Semana adentro.
Já é quase domingo
E resta saudade dos
Dois dias passados.
Tem nada não,
A esperança só dura
Cinco dias.
E poderemos matar
A saudade do desejo
De novo.
Na verdade, esse
Desejo não cessa.
Mas sabe como é sexta feira né?
Gostosa como você!”
O Carpinteiro.
Não me velou em vida.
Não me venha agora com flores póstumas de memórias mortas. Não me traga fúnebres lembranças de amores velados em desesperança. Diga-me, acaso foste tu, a luz nos meus dias sombrios? Ou fostes apenas o frio cálido das minhas noites infindas, perdido no teu ser? Se não velastes o meu mórbido desespero, não me traga cores primaveris como afagos solitários no meu leito eterno de descanso vazio.
Saudade da tua risada das longas conversas na madrugada das horas infindas ao teu lado.
Saudade desaguada em meu peito fazendo-se refúgio nesse leito, aquecendo os meus dias longe da tua companhia.
Saudade que me mantém acordado esperando um sinal da tua presença, do teu interesse, um chamado num texto ligeiro.
Saudade desvelada em meus pensamentos, parando o tempo insistindo em não querer passar, separando meu breu do tua alvorada
Saudade já és minha morada num murmúrio embriagado ressoando o teu sorriso me faço de abrigo esperando a tua chegada.
Há um olhar negro eluarado que pulsa em meu peito já cansado. Olhar meio de alma encantada, com um sorriso bobo de mulher desejada.
Há uma pele clara que cheira a flor, um aroma familiar, coisa de infância, um grande amor.
Há um quadro pintado em meu imaginário quando ela aparecia do nada na minha tela já bloqueada.
E acabou o tempo que se torna infinito, cada sorriso, cada palavra dita no silêncio de um olhar. Eternizado breves dias e memórias infindas. Findou a mágoa de quando não fui o mais importante, restou a magia de cada risada espontânea, cada brilho vindo do coração, quando um simples letreiro era a razão
Levo em mim um misto de emoções, te vi menina cheia de sonhos, e agora deixo uma mulher em evolução. Esperava que ia ser de tantos jeitos esse momento, e toda a imaginação não foi capaz de prever o que sinto agora. Um misto de emoção, uma tristeza apertando o peito junto com uma imensa gratidão. Um orgulho imenso por cada conquista e evolução. Aqui aproveito para confessar que sentir ciúmes como nunca antes, foi estranho e bonito, uma raiva de mim e um afeto iludido.
Indo pra tão longe sei que vou chorar, pois você sabe que não sei disfarçar, na verdade toda vez que te olhei hoje e me calei, foi por causa das lágrimas que me resignei. Mas consciente eu sei que não vou prendê-las quando não conseguir mais te vê.
Com você eu aprendi como é bom falar o que sente, mesmo que sinta mágoa, mesmo que tudo seja dito apenas com um abraço sem nenhuma simples palavra. Depois de tudo isso vivido em poucos dias, vemos que esses foram os melhores dias da minha vida, vivido de maneira tão simples e tão perfeito, mesmo com os nosso velhos defeitos.
Agora te olhando assim distraída, é a memória perfeita que levo pra minha nova vida.
Melhor amiga
O que falar dela? Minha alma gêmea, todos os dias eu agradeço a Deus por ter te colocado na minha vida em um momento em q eu realmente precisava de alguém de verdade ao meu lado. Eu esperei mto, esperei mto encontrar alguém como vc, alguém que me entendesse, alguém que fosse minha metade, alguém com quem eu pudesse contar, independentemente do que acontecesse. Alguém em quem eu possa confiar de olhos fechados, com quem eu pudesse demonstrar e falar tudo o que eu sinto sem medo e sem vergonha alguma. Nossa conexão é tão forte e única! Quero estar ao seu lado pelo resto das nossas vidas e poder sempre compartilhar minha vida com vc. Você já me viu chorar, vc já me viu rir verdadeiramente, já me viu no meu pior!
Correntes Espinhentas
Na noite fria, eu acordo
Com medo de sonhar,
As coisa que recordo
Me fazem sangrar.
O sangue tão escuro
Como a escuridão da noite.
No espelho, vejo o "sussurro"
Balançando a sua açoite.
"O seu destino é sofrer
Pelas lágrimas que causou
Tus só irás morrer
Se continuar oque começou".
A sua voz me divertia,
Ele é bastante persistente,
Enquanto eu sorria
Ele arruinava a minha mente.
Quero esquecer o passado,
Mas ele não sai do meu lado.
A lua e sonhado um dia se encontraram.
Não foi a noite mas um beijo escondido, se apaixonaram.
A lua aos seus olhos, não enganaram ao pensar que estava longe mais perto ficava. Dormia fechava seus olhos e com ela sonhava.
Em seus sonhos esteve seu corpo celeste com suas mãos na dela se entregaram.
A sua nudez , despida da noite no sonho acordado ele e a lua se amaram .
Vivem juntos, o sonhador e lua , as vezes despercebidos, nem sempre notados, mas sempre presente nos corações apaixonados.
Recomece, sem ter medo de errar novamente;
Recomece, mesmo que as pessoas te julgue novamente;
Recomece, mesmo que você seja o único a acreditar;
Recomece, sem perder a fé que uma dia melhor está breve;
Recomece, mesmo com toda essa bagunça;
Recomece, pois Deus é contigo;
Recomece, mesmo sem fé pois, quando pensaram que tudo tinha acabado, no terceiro dia a esperança ressuscitou;
Recomece, sem olhar os erros do passado;
Recomece, pois as lágrimas de tristeza de hoje amanhã serão de alegria;
Recomece, e mostre pra quem desacreditou de ti quem realmente você é;
Recomece, mesmo estando triste e abatido, vale a pena recomeçar de novo.
Amizade do século XXI:
jogo de interesse escondidos na palavra "amigo", que por sua vez está cada vez mais líquida, tóxica e solitária. Sentimento de apenas querer e não ceder. De querer ser ajudado mas não ajudar. A onde o "mocinho" da história no final se torna o lobo mal.
Trabalha 12 horas: não vive.
Trabalha 6 horas: não vai ter nada na vida.
É empreendedor: procure um trabalho sério.
Não trabalha: vagabundo.
Mora com os pais: folgado.
Paga aluguel: jogando dinheiro fora.
Comprou uma casa: nunca terminará de pagar.
Tem carro: porque não compra uma casa.
Não tem: como você consegue ficar sem carro.
Foi viajar: estourando o cartão qualquer um vai.
Não viaja: não curte a vida.
Fica em casa: depressivo, desanimado.
Posta muito: vida fingida, ostentando o que não tem.
Posta pouco: não tem vida.
Fala a verdade: grosso.
Educado: falso.
Nada que você fizer irá agradar a todos. Então faça o seu melhor sem se importar com a opinião dos outros!
O QUE EU QUERO...
Eu quis ser faminto
E fiquei sem comer por alguns dias.
Eu quis ter dinheiro
E fiquei trabalhando por alguns meses.
Eu quis ser músico
E fiquei tocado violão por algum tempo.
Agora
Eu quero ser o que sou.
Eu sou o que sou
E agora eu quero comer
Eu sou o que sou
E agora eu quero ficar sem trabalhar.
Eu sou o que sou
E agora eu quero ser músico, pintor,poeta, escritor
Enfim um artista em seu total esplendor.
Porém...
Eu quis ser glutão
E fiquei com alguns quilos a mais.
Eu quis ser vagabundo
E fiquei sem o dinheiro para o pão.
Eu quis ser artista
Me aventurando coo músico, pintor, poeta, escritor
E fiquei sendo uma grande piada.
E agora ...
EU NÃO QUERO MAIS NADA.
Por quê não me amas óh pensamento?
Por quê sempre correndo tão rapido?
Por quê olha-me com desdenho e lamentos?
Por quê pro futuro tu segues tão ávido?
Ontem,fitava-me, pois eu não era;
e hoje, que sou, desprezado vou;
querias que eu fosse aquela quimera?
É porque não me nota que ela não sou.
Que culpa eu tenho se não reconheçe,
que sou o melhor que a vida te deste?
Coeso contigo,real e perene!
Vai ingrato,deixe-me para tráz;
amanhã,ao olhar-me não serei mais,
o jovem,seguro e certo-presente.
Nunca fui tão rica em amigos como sou hoje...
A vida ensina a necessidade de ter. Muitos dizem que amizades é algo passageiro, pode até ser. Mas está conosco até quando for necessário. Já passei noites chorando, agarrada com o travesseiro, imaginando como seria se aqueles meus amigos estivessem aqui. A saudade fez do meu coração a sua moradia. Mas a presença é constante mesmo estando cada um em um ponto extremo do País. Mas tem aqueles que estão do nosso "ladinho"... Se sentir protegida é algo maravilhoso. Não tenho nem pouco e nem demais, tenho o necessário. Saber que você ajudou a modificar a vida de uma pessoa, é gratificante. Agradecer aos meus amigos de ontem, hoje e sempre. Aqueles que são iguais mães, bem chatinhos mas não trocamos. Aqueles das farras na saída da escola, dos passeios de ônibus, dos almoços, das visitas constantes, na saúde e na doença, dos banhos de piscina em dia de semana, das fotografias e etc. Como é bom esse nosso relacionamento de amizade!
Se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, permanecerá ele só; mas se morrer produzirá muito fruto!
Aquele que ama a sua vida, a perderá; entretanto, aquele que odeia sua vida neste mundo, a preservará para a vida eterna. Se alguém me serve, precisa seguir-me; e onde estou, o meu servo também estará. Aquele que me serve será honrado por meu Pai.
Folha Morta
A manhã de outono, varrida pela ventania, anunciava o inverno que daqui a pouco chegaria, o salgueiro quase desfolhado, um estranho "Ser" parecia, já era tardinha e sua última folha caia.
Outrora verde, macia, agora, sem vida, sem cor, a última folha morta, do salgueiro se despedia, sem destino certo, levada pelos ventos, perdida entre prados e cercanias, uma nova história escreveria.
Nessa viagem que a vida é, nas breves paradas, transformada, muitas coisas viveu, a folha morta, da chuva o besouro protegeu, um casulo em sí, a lagarta teceu, com outras se juntou, o ninho da coruja se formou.
Folha morta largada ao léu, entre a terra e o céu, se fez leito pro viajante errante que sua amante deixou, amanheceu o dia, o vento que nada sabia, pra longe a levou, a folha morta, do salgueiro lembrou.
Nessas andanças, arrastada de lá pra cá, a folha morta seus pedaços, aos poucos perdia, não reclamava, ela sabia que outras vidas servia, lá no fim da tardinha, solitaria, em algum lugar se escondia.
Ela mesmo morta vivia, levada pelos ventos pra casa voltou, debaixo do salgueiro, em mil pedaços se deixou, adubando a terra, o salgueiro alimentou, na sombra frondosa sua história terminou.
Autor
Ademir de O. Lima
“Brisa”
"É a brisa que me distrai,
A solidão que me consola,
O tédio é que me acompanha.
A rotina me destrói...
A vida me decepciona,
Pessoas que vem e vão.
O passado que me prende,
Minha libertação está "lá",
Um lugar que não consigo encontrar,
A solução dos meus problemas,
Onde estás?
Vivo cá, vivo lá,
E continuo sempre aqui,
Aqui na mesma,
Na mesma rotina que me destrói,
Na mesma brisa que me distrai...
Na mesma solidão,
Que é a única que me consola,
No mesmo tédio insuportável,
Esperando sempre a próxima decepção...
Esperando sempre uma solução,
Esperando alguém...
Alguém que me tire daqui,
Que me tire dessa solidão!
Alguém que me liberte,
Alguém que me console,
Alguém que transforme... Minha brisa, em cor.
Alguém que transforme...
Esse meu mundo preto e branco,
Em um belo arco-íris"
ÉS Canibal
E lá está você, diante da morte, escolhendo qual o melhor cadáver. Você paga o preço e com suas próprias mãos agora cheirando a morte serve pedaços de vidas roubadas a sua família.
É tudo tão frio, tão rotineiro, tão normal.
Agora satisfeito com sua refeição cadavérica preparada com carinho, você reza para seus filhos, para que nada de mal os aconteça.
Que ironia, tu acabaste de matar, sujar suas mãos com sangue já coagulado, comer sua presa, alimentar seus filhos com a morte e agora reza por Paz!
Paz para quem? Para os privilegiados ou para os ignorantes que vendam seus olhos e recusam-se a raciocinar, a evoluir.
Você não é Deus! Você não é digno! Você não é nada!
Assassino! Serial Killer! Monstro! Canibal!
Você desejou sua presa, pagou pela sua morte, preparou-a em sua cozinha e como em um banquete, comeu, saboreou e gostou. E repete esse ato, dia após dia.
O que você comeu hoje? Uma vaca, um boi ou será seu cachorro? Quem você matou dessa vez?
Chega de disparate de que os animais foram criados para saciar a fome dos homens. Pare com essa desculpa de cadeira alimentar. Pare de ser cego, de ser cruel.
Onde existe vida, corre sangue nas veias, sentimento no peito, dor e doçura em seu olhar. Existe igualdade, existe um ser vivo, um ser humano, que só quer e merece ser tratado como tal.
Quantos você já matou? Quantas vidas tirou? Quantas vezes deleitou-se comendo um cadáver, um cadáver de um ser indefeso, humano.
Quantos mais irá matar até entender que a vida de um Ser não pode ser barganhada, destruída, extinguida por prazer. Pelo seu prazer.
Tire a venda dos seus olhos enquanto ainda há tempo. Amanhã alguém pode desejar deleitar-se com você.
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Richard A. Gardner quando deu o nome a Alienação Parental (SAP) no início dos anos 80, ele na realidade, estava rotulando o nome do calibre da arma, que um genitor defere sobre o outro genitor em seu total distúrbio bipolar!
Distúrbio no qual uma parte genitora impede que uma criança tenha vinculo numa base contínua ao lado de seu genitor, pois a alienação parental cria um sentimento de repúdio a um dos pais sem qualquer justificativa!
E esse mau fere mais que qualquer calibre de estanho, pois devasta a alma sem fazer com que uma gota de sangue caia por terra.
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