Textos sobre o Amor Incondicional
Já vi paz
Já vi amor
Já vi tudo de outra cor
Já vi o céu colorido
Já vi o mar deserto
Já vi tudo bem de perto
Já sofri
Já fiz sofrer
Já fiz tudo e estou a me arrepender
Já vi guerra
Já vi destruição
Já vi tudo o que pode ver um pequeno coração
Já amei
Já fui amado
Já fui tudo e por isso sou respeitado
Já fui onde não queria
Já entrei onde não devia
Já fiz andar o pensamento de pessoas que espertas se faziam
Já escrevi até chorar
Já me cansei de tanto trabalhar
Já fiz tudo o que pude para te ajudar
Já sei não devo dizer mesmo falando quem pode entender??????
Andrômeda - Então, estás me dizendo que não acreditas no amor?
Achilles - Acredito que amar alguém é de grande sabedoria, e tal sabedoria não está em mercê de maioria.
Andrômeda - Devo concordar que, se amar requer grande sabedoria, possivelmente o amor é raro.
Achilles - Sim, de fato é.
Andrômeda - Mas não creio que para amar se necessite sabedoria, apenas para guiar este amor com louvor e excelência, se requer alguma sabedoria.
Achilles - Para sentir não é preciso sabedoria, sequer inteligência. Mas para amar alguém, de verdade, requer uma maturidade que muitos não compreendem, e jamais estarão prontos.
Andrômeda - Diz isso pelo sentimento ser considerado algo primitivo, mas essa é sua visão, você acredita que o sentimento é algo plenamente cognitivo, químico, estou enganada?
Achilles - Não, eu realmente acredito que sentimento é um elemento material da natureza, não espiritual. Um primata pode se apaixonar por qualquer primata, mas se um primata possuir características gerais aceitas por seu oposto, este será mais fácil de ser amado.
Andrômeda - Sua linguagem é de difícil compreensão, mas para mim, isso é apenas a concepção de um garoto frustrado.
Achilles - Não achas interessante considerar que, é mais fácil amar o belo, do que o feio?
Andrômeda - O que é belo, afinal?
Nunca gostei de textos muito melosos, mas essa semana vi uma amiga passar por uma situação, e me deu vontade de escrever sobre isso. Se engana quem acredita que o amor acaba. O encanto pode acabar, a paixão pode diminuir, mas o amor quando é de verdade mesmo, não tem fim. Ele permanece independente do tempo e da distância. Ele te arranca uma lágrima junto a um sorriso no rosto, mas permanece prese
nte em todos os momentos. Posso falar com propriedade que sei o que é o amor. Me sinto privilegiada por isso, apesar das circunstâncias. Conheci o amor quando ainda era muito nova, e talvez por tanta ingenuidade, não soube aproveitá-lo o máximo que podia. Não me arrependo das minhas atitudes, mas também não posso questionar o destino e os rumos que deram a ele. Amei e fui muito amada, vivi momentos incríveis que levo na memória pro resto da vida. Me considero uma garota de sorte. Tive a oportunidade de conviver com a pessoa mais linda e pura que já conheci. Veio com uma missão importante, e que foi cumprida. Partiu, e me deixou a maior lição que podemos aprender: provou que o amor existe. Um dia assisti a um filme – Um amor para recordar – ainda com ele, e chorei feito criança. Nunca gostei de finais tristes, sempre me acostumei com os contos de fada onde tudo era perfeito e o amor não acabava. Mas descobri que longe de ser um conto de fadas, a vida te prega muitas peças, e nem sempre os finais são como os dos desenhos ou filmes românticos. Mas mais do que isso, descobri que nem sempre o amor acaba junto com o fim. Pra mim, ao contrário de todo resto, o amor é a única coisa que levamos além da vida. Ele vai muito além do corpo e da compreensão da mente humana, ele toca na alma. Ultrapassa qualquer entendimento ou razão. Você pode nunca mais ver e ouvir a pessoa, mas você sente a presença, o sentimento. E hoje, percebo que essa história de que amor verdadeiro só acontece na ficção não é verdade. É mentira quem diz que a morte acaba com tudo. A realidade é que quando se trata de um amor verdadeiro, a vida passa a ser apenas um detalhe.
Hoje escrevemos cartas para ninguém.
Passamos horas e horas escrevendo textos ao vento.
As palavras vão se perdendo enquanto imaginamos se alguém chegará a ler.
Não existe mais um endereço e muito menos um amor.
Talvez um desabafo para lugar nenhum em um tempo qualquer.
Mas mesmo assim escrevemos.
Talvez seja a saudade de um tempo que palavras faziam sentido.
Um tempo onde o pensar era virtude.
Mas bem, mais uma carta ao nada, que talvez encontre um alguém que faça sentido.
Aquele poderia ter sido o mais lindo poema
O mais lindo de todos os textos
Daqueles repletos de tom nostálgico
De palavras que são capazes de te emergir em reflexão
Você lê, viaja, sente gostos, texturas, olhares
Revive momentos, revive pessoas e lugares
Por um instante todo o medo se esvai
Acredita que construindo um começo certo
Vai acabar por construir o fim correto
E novamente você fica cego, e assim como uma criança acaba por dizer aquilo de mais sincero que sente em seu coração
Que tolo eu
Por alguns momentos algo que você não imaginava existir toma grande parte do seu corpo, parte do seu ser, e aquela euforia antiga então toma sua alma
Como daquela vez em que a coloquei em meu colo e te mostrei para todos
Mas sentimentos grandes muitas vezes não cabem em pessoas de coração cigano
Pessoa incapazes de construir um inicio
Mas peritas em desenrolar um fim
Desconstrutoras de sentimentos
E construtoras de mágoas que nunca admitem
Desconhecedoras da palavra perdão
Penso em como é ingenuo este meu coração
E como é triste este seu coração
Coração solitário, incapaz de amar
Sim! Incapaz de amar!
Pois pensa que outros corações batem na mesma frequência insana e confusa que o seu
Coração que brinca, que vive de triângulos amorosos
Coração que quando machucado lembra daquele outro coração machucado, mas que esta em paz
Aquele coração que usa outro para trazer mais vermelho ao seu tão triste e gélido cinza
Coração que acha que os outros são opções, quando na verdade suas alternativas não culminam em nada
Coração que quando no outro encontra o cinza, acabar por ir buscar aquele antigo vermelho
Mas ei! Vermelho não e sua cor favorita!
É cinza!
Porque de cinza você é feita
E por isso só o cinza você será capaz de amar
Pois quanto mais te fizerem sofrer
Mais você vai gostar, pois é a sua forma de amar
Amar sofrendo
Não existe clube de pessoas que se odeiam
Para você não importa o quão aparentemente "desajeitado" e PRIMATA aparentemente e psicologicamente é aquele "coração"...
Na verdade é aquilo pelo qual você acredita ser merecedora
E provavelmente é
Triste "princesa" desconstrutora de poemas
Covarde, e confusa
Incapaz de eternizar palavras e demonstra-las em gestos
Vê vermelho no que é cinza
E cinza no que é vermelho
Aquele coração que pede todas as garantias
Aquele coração que gosta de ouvir e que pouco fala
Que se desdobra para ouvir, para saber, esclarecer
Que pouco diz
E quando diz
Nada diz
E se diz
Mente
Coração que cobra, mas não doa
Que quer por inteiro, mas não é inteiro
Que por um momento expressa, é romântico
E em outro momento corre
Foge!
Acabando por demonstrar sua tão triste confusão
Coração não só cinza
Mas doente
Sofre, pois só vê em outros corações o reflexo de si mesmo
Coração o que você procura afinal ?
Existem corações que de tão sozinhos são incapazes de estender as mãos, de lutar e ser sinceros consigo mesmo
Talvez sejam estes corações mortos e por isso tão frios e gélidos
Assassinos de sua própria alma
Inimigos do seu futuro
Apaixonados pela inércia confusa
Coração que espera resultados diferentes tendo as mesmas atitudes
De nada adianta essas suas tão superficiais mudanças
De nada adianta declarar essa tão mentirosa evolução
Seu coração não ficara vermelho se você continuar sendo essa pessoa cinza de sinceridade
Cinza de indiferença e consideração
Seu coração não ficara vermelho e sadio se afastar os outros de você
Creio que sua cura seja você se afastar de você
Tolo eu, com a faca e o queijo na mão
Com todas as informações, mas ainda assim crente em ti
O ser humano de fato é muito ingenuo
Se contenta com tão "pouco"
E se alegra com tantas possibilidades que em um primeiro momento parecem tão puras, tão sinceras
E ele acreditava que poderia ser melhor, mesmo sabendo o que o AGUARDAVA
Humano tolo eu
Capaz de amar e "desamar" em um dia
Acreditar e desacreditar
Você queria tanto ouvir aquilo de mim
E ouviu a mais pura verdade vinda de mim
Senti por você aquele velho amor
E como resposta recebi aquele velho eu te amo carregado de falsidade e insanidade
E foi ai que imediatamente entrou aquele tão triste, mas presente rancor
E da mesma forma que te disse: Não estou mentindo, te amo!
Você me disse: Não te enganarei
E agora é meu papel te dizer que este foi um "incrível" mas sem aspas
Um INCRÍVEL! Tempo perdido
Poucas coisas...
Poucas mensagens...
Poucos textos...
Poucos noticiários...
Poucas canções...
Poucas desculpas...
Poucos argumentos...
Poucos livros...
Poucas palestras...
Poucas delações ...
Poucos cursos...
Poucas pessoas...
E poucas palavras...
Dizem tanto, como um par de olhos vistos de perto.
(Fernandha Franklin)
Mil Poemas
Mil poemas são palavras
Mil palavras para ter
Mil poemas são muitos textos
Mas não o suficiente para dizer.
O que eu vejo eu não sinto
Mas o que sinto eu vejo
E ao te ver posso fazer um desejo.
Desejo de amor, sentir,
Desejo de te conseguir.
E mesmo que tudo passe
Algo a partir disso nasce
E não me faz esquecer.
Mil Poemas...
E ainda não é o suficiente para dizer
O que eu sinto por você.
-Comente na foto dela(e)...
-Escreva o que sente...
-Faça textos fofos a ela(e)...
-Mostre a ela(e) que você faria de tudo pra viver o último segundo da sua vida ao lado dela(e)...
-Diga que a ama, mostre seu amor...
-Seja recíproco(a)...
Não deixe passar nenhum segundo em vão, pois a vida é um sopro e não sabemos até quando estarmos aqui. VIVA INTENSAMENTE
E em todos os textos, frases e versos eu tentei encaixar as palavras que eu mais achava bonitas sem sucesso.
Escrevia, reescrevia, mas percebi que eram palavras tristes que relatavam um passado distante. Percebi que eu tenho sérios poemas mentais.
"Vendada no escuro, sem saber pra onde ir"
E de fato, você apareceu e me deu uma luz.
Hoje não estou vendada, muito menos no escuro, a ignorância me foi tirada sendo surrada pelo mundo. Mas pra onde eu quero ir? Quero procurar abrigo, de preferência no seu coração.
Abrigo, amigo, ferido, perigo
Rimas soam bonitas, mas não são necessárias para dizer a verdade, e nada mais belo que as nossas emoções sendo expressadas.
"Tirei a venda de meus olhos, as feridas cicatrizaram, as dores antigas não me incomodavam mais. Meu brilho próprio era tão forte que iluminava todo o meu caminho em direção á você".
E mudei as palavras, e mudei minha vida, no presente, e no futuro, quem sabe?
Textos em branco talvez façam mais sentido do que escrevo-te.
Enquanto acordado achei que sonhava, mas teu riso doce era lúcido, ainda bem
Penso que a cada respirada eu possa acordar do sonho real, mas o medo não me abala e a cada puxada de ar tenho mais certeza que de ti não devo largar.
Destino belo que juntaste a mim o olhar mais perfeito que pude ver.
Canto feliz ao mundo que tua alma se conecta a minha, finalmente.
Junto à tua gelada extensão de ti sei que me protejo dos males e quando eu despertar desse sonho sei que a realidade será tão doce quanto o sonho.
as pessoas têm preguiça de ler textos longos,
têm preguiça de se dedicarem às relações,
têm preguiça de tudo que exige compreensão
e demande delas tempo e energia.
talvez por isso estejamos numa geração
de livrarias falidas e de gente vazia.
não se mergulha mais no amor,
não se absorve mais a poesia.
Desculpa, pelas respostas curtas, pelos textos sem sentimentos, pelo eu te amo que eu nunca consegui dizer.
É que me deixa triste, ver que os segredos escondidos em seus olhos não são mais coisas que eu possa conhecer, porque eu já não tenho esse direito.
me dói ver o vento levar tudo que um dia foi tão importante pra mim. Você se tornou minha ruína, eu te amo mas você é intocável para mim, porque qualquer toque, pode me levar a abismos que antes eu desconhecia.
É difícil olhar em seus olhos e não enxergar o brilho, que reluzia sempre que olhava pra mim. Assim como é difícil ver que seu seu sorriso perde a cor, quando sorri para mim.
Não sei em que momento nos desconhecemos, me sinto culpada por nao ter percebido o momento em que me tornei comum para você, o momento em que deixei de ser extraordinária.
Me deixa destruída, te olhar e ver que ali já não tem o meu reflexo, e como folhas secas, fomos levadas pelo vento, cada uma para o seu lado, cada uma com a sua história. Eu cai nesse abismo que é ser sua sendo que você nunca foi minha.
Não desejo glórias nem medalhas.
A melhor homenagem que alguém que lê meus textos pode fazer a mim
é amar, perdoar, combater as injustiças sociais
e promover a paz.
Eu desejo, sinceramente, que cada pessoa em algum momento desperte para o fato de que o melhor que podemos fazer neste mundo é transformarmos nossas vidas numa homenagem para Deus.
O Carinho e da Presença
Namore alguém que escreva textos lindos
De madrugada, para você ler ao acordar.
Palavras de conforto e carinho, tão infindos,
Que aquecem a alma e fazem o dia começar.
Alguém que não busca desculpas ou razões,
Para estar ao seu lado, firme e presente.
Que te envolve em abraços e emoções,
E te faz sentir amada, plenamente.
Nas palavras que fluem como suave melodia,
Encontra-se o amor que transcende o tempo.
Um relacionamento repleto de harmonia,
Onde cada gesto é um afago, um alento.
Que assim seja o amor, puro e verdadeiro,
Onde os textos de madrugada são declarações,
E as palavras de conforto são o roteiro,
De uma história de amor sem limitações.
Quantas letras, palavras, frases, textos serão necessários que eu escreva? Eu não sei!
Quanto das minhas lágrimas cairão enquanto escrevo? Não sei! Choro o tempo todo até não ter forças.
Quando penso que minhas lágrimas secaram uma fonte de tristeza brota em mim, eu entro num ciclo de dor e começo a me afundar, fico sem ar!
Já não sei ao certo porque escrevo, talvez para sobreviver a essa dor, expurga-la! Mas tenho falhado, a dor é insistente, não vai embora, ela permanece, flagela minha alma em pontos vitais!
Não sei se escrever está dando certo, pois na minha mente escrevo coisas o tempo todo, quando estou acompanhado de pessoas não consigo prestar atenção nelas, só ouço e sinto a dor latente que custo a controlar, ela me vence com certa frequência!
Já pensei em escrever um livro sobre nós! Um romance com final trágico, melancólico, triste, porém cheio de amor, seria a forma de transbordar e me inundar de você! Mas parece errado, algo cruel de se fazer comigo mesmo.
Mas ainda assim fui corajoso, comecei a escrever o romance, estava dando certo, mas parei, fiquei com medo de enfrentar coisas as quais me arrependo.
Reviver nossa história me leva para um lugar do qual estou tentando sair, não está fácil, parece que estou aprisionado, é só dor, é só sofrimento.
Ainda assim eu revisito esses lugares, não consigo controlar, faz parte do meu estranho processo que varia entre cura e morte, mas eu só quero sobreviver a isso tudo!
Como faço para te esquecer? Como faço para deixar de te querer? Como paro de te admirar? Como aceito a realidade? Você só me ensinou a te amar! Não me ensinou a te esquecer!
Para muitos essa dor pode parecer exagerada, mas não, é difícil quando você tem a sensação de que perdeu o amor da sua vida! Será que era mesmo? Reconhecer e perceber isso é extremamente fatal!
Não se trata de uma dependência emocional, de vulnerabilidades, fragilidades ou traumas infantis, é somente a tristeza, arrependimento e melancolia nas suas mais profundas personificações!
Quando o grande amor se vai, em parte a esperança se vai, você se depara com o nada! E ele é sombrio! Vazio, se faz presente e é bem aterrorizante, parece que as coisas perdem a cor, a vida fica mais amarga, os tons ficam deturpados e escuros, você se perde de si mesmo e parte de você morre! Mas não é uma morte rápida, ela te corrói aos poucos, vem de diversos cantos e te sufoca, desorienta sua visão e joga o passado contra você! Te julga, te mostra, te cobra, te oblitera! E você por fim fica em cacos! Quebrado!
É assim que me sinto, um zumbi em cacos, sem alegria, é como se todo o propósito que tinha se ofuscasse diante dos meus olhos! Que angústia, que aflição, que tormento maldito! Eu não aguento mais essa dor! Eu não queria estar nessa situação! Preciso sair desse lugar, preciso sair daqui!
Alguns dizem que pessoas autossuficientes, com amor próprio e que sabem lidar com a solidão conseguem passar por essas tormentas com facilidade, dizem que uma separação não é o fim do mundo, que a vida prossegue seu ciclo natural, bem, no passado eu lidava bem com a solidão, já passei por separações e sobrevivi, era destemido, forte, autossuficiente! Construí minha vida sozinho! Mas você! Você surgiu na minha vida e me mostrou um tipo de amor do qual eu nunca tinha recebido, abalou as minhas estruturas, me renovou, me ensinou! Sei que muita gente me ama, mas é como seu eu nunca tivesse conhecido e recebido esse tipo de amor! Era o que eu estava esperando por minha vida toda e nem sabia! Tento explicar isso para as pessoas, mas elas não compreendem.
Me lembro que uma vez me disse que seu coração pesava toneladas, creio que você o descarregou em mim, eu nunca tinha vivido em uma inundação de amor, zelo e compreensão.
A verdade é que eu não aguento mais escrever sobre você, é frustrante, é como se eu tivesse somente isso para dizer, antes eu tinha tantas coisas para falar, fazer, sentir, viver, sinto que quando você se foi perdi algo que eu nem sei o que é, estou tentando descobrir, preciso encontrar isso logo.
(...) Deitada na cama, vendo a vida passar, lembrando do passado, do amor acabado. Aquilo me matava por dentro. Como uma mentira pode acabar com um amor de infância? Meu coração ainda bate por você. Quando te vejo perco o rumo, as pernas tremem. Eu até poderia dizer que não consigo viver sem você, mas seria inútil. Você não vai voltar, mesmo querendo. Apesar dos apesares. Você ainda me ama. Eu sei, seus olhos não conseguem negar.
Alguns dias se passaram e vem a surpresa. Uma surpresa que estava dentro de mim, que se mexia, chutava. Era um amor tão grande, que eu nem sabia explicar. Eu renasci quando ela nasceu. Quero que saiba que o nosso amor ainda está vivo e se chama Valentina. E é a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Eu escrevo essa carta só para te lembrar que nosso amor jamais morrerá. Pois nela, está cada momento bom que vivemos. Juntos. Eu ainda te amo e estou te esperando.
Comentários Sobre o Estatuto de Poeta de Silas Correa Leite
Por Mestra Dra. Alice Tomé* Portugal
Viver em Arte poética é entrar na dimensão do infinito sem procurar razões, e, como tudo tem um princípio e um começo a ideia deste comentário para o Estatuto de Poeta nasceu das inter-relações via Internet do grupo «Cá Estamos Nós» criado por Carlos Leite Ribeiro, jornalista, poeta e ensaísta português.
Se toda a canção é um poema, - para quem nasceu quase a cantar, dizem – é uma honra muito grande esta solicitação de comentar a obra – Estatuto de Poeta - de Silas Corrêa Leite, poeta e professor, que como todos os Estatutos são o caminho que se deve seguir para atingir os fins; e, como ele próprio escreve «Ser poeta é minha maneira/De chorar escondido/Nessa existência estrangeira/Que me tenho havido».
Uma maior honra ainda porque não trilhando directamente os caminhos científicos de Artes e Letras mas, sim, de Ciências Sociais e Humanas, e mais precisamente da Sociologia da Educação, a questão poética é algo que brota naturalmente em mim, como o riacho que nasce na montanha e vai escalando os espaços até se tornar uma força corrente e se juntar a outras correntes que lhe dão ainda mais força, e onde tantas vidas vão beber, alimentar, refrescar, repousar, sonhar, criar (…), e, em terras de Beirãs, do rio Côa os antigos contavam: «Quantos moços…Quantas moças?/Lenços brancos aí lançaram?/A corrente os arrastou/E sua benção partilharam…(Alice Tomé, Café Literário3, Editores Associados & Blow-Up Comunicação, São Paulo, Brasil, 2002)»
O Poeta e Educador Silas Corrêa Leite já tem um longo caminho poético percorrido, feito de experiências vividas, aprendidas, interiorizadas e como ele diz: «Não somos brancos, vermelhos, pretos, ou amarelos/Somos a Raça Humana…». E, para melhorar esse caminho «humano» nasce o Estatuto de Poeta que, por certo, logo no artigo 1º não deixa dúvida da sua grandeza e ambição na procura da Felicidade: «Todo o Poeta tem direito de ser feliz para sempre,…». Essa procura da Felicidade – essência da pessoa – que cada Ser vive e procura à sua maneira, que se mostra e esconde e não tem retorno; ou se vive ou não existe, algo sem definição, como a própria poesia, existe, sem mais, e, diria Manuel Bandeira «O verdadeiro poeta não acredita em Arte que não seja Libertação».
Bebe-se a água cristalina da fonte, bebe-se o vinho de pura casta que sacralizado se transforma em vida…,e, pensa-se poesia no silêncio ou na celeuma, porque poeta está para além do tempo e da razão, «…Poeta bebe…(artº. Quarto)».
Todos os Artistas transgridem as normas sociais, todos saltaram barreiras, todos, no sentido da normalidade, fizeram loucuras porque a deificação da Arte e Poesia é cósmica, é mística, é dogmática, e, o seu criador é uma mistura/mélange disso tudo, onde a Estética criadora existe na «Sonsologia do Ser, do já vivido ou do já sentido, (Mario Perniola)», e, nesse cruzamento de Olhares, visões e sensações nasce a obra, criação sua, fruto seu e sempre único, mesmo que em algo se assemelhe à Escola de uma vida feita de «Retalhos e Colagens» que os Autores (re)criam dando-lhe outra dimensão, outra existência, outra roupagem, à maneira de Miguel D’Hera ou de Eduardo Barrox e tantos outros…O artigo décimo, deste Estatuto de Poeta, transporta-nos até essa dimensão natural : «Poeta poderá andar vestido como quiser…».
A poesia vive-se, dá-se, partilha-se entre amigos, e, nesse acto de solidão, de sensualidade, de saudade, de comunhão que nos transportam os versos de autores, pertencentes ao passado e ao presente, grandes vultos poéticos que marcaram a nossa identidade Luso-Afro-Brasileira, como: Luís de Camões, Gil Vicente, Almeida Garrett, Eça de Queiroz, Fernando Pessoa, António Nobre, Florbela Espanca, Miguel Torga, António Gedeão, Vergílio Ferreira, Amália Rodrigues, Jorge Amado…, e, dando continuidade a essa veia poética estão Autores actuais: Flávio Alberoni, Ana Paula Bastos, Ângelo Rodrigues, Alice Tomé, Eduardo Barrox, João Sevivas, Manuel Alegre, Américo Rodrigues, Silas Corrêa Leite, Von Trina, José Ronaldo Corrêa, Valmir Flor da Silva…,e, tantos, tantos outros, são os testemunho universal e eternizante do poeticamente existindo e vivendo a dimensão Humana sempre aprendendo e criando.
«Sinto que algo se separa neste instante./É uma parte que se vai/ e já me deixa saudades…(Alberoni, Café Literário1, Editores Associados & Blow-Up Comunicação, SP, Brasil, 2002)»
Poeta luta pela paz mesmo no meio do “caos”, é irrequieto, irreverente, porque igual a si próprio na procura incessante do “Ser ou não Ser”, do “Estar ou não Estar”, “do Viver ou não Viver”, porque poeticamente sonhando e criando essa outra existência telúrica onde a Musa - da Arte poética – queima convenções formais e se torna «Pau para toda a obra…(artº vigésimo segundo)», e, aos que a saudade Lusa herdaram, ou a vivem, seja onde for, saia a POESIA do anonimato, divulgue-se este Estatuto de Poeta, viva-se em poesia e abra-se a porta do infinito…assim o esperamos.
*Mestra Doutora Alice Tomé – Portugal - Texto inédito criado para Estatuto de Poeta, de Silas Corrêa Leite de Itararé-SP/Brasil», aos 10 de Maio de 2002, Lisboa, Portugal.
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*Alice Tomé é Professora Universitária, Socióloga e Educóloga, Poeta, Ensaísta, e Doutora em Ciências da Educação, Directora da Revista ANAIS UNIVERSITÁRIOS – Ciências Sociais e Humanas, Editora da Universidade da Beira Interior (UBI), Covilhã, Portugal, e Responsável das Relações Internacionais Sócrates/Erasmus do Departamento de Sociologia da UBI; <"http://atome.no.sapo.pt/index.htm>; . A autora, além das publicações poéticas nas Antologias: POIESIS IV, (2000), e, POIESIS VI, (2001), da Editorial Minerva, Lisboa, colabora, em várias «Revistas Electrónicas», (sites na WEB): «Andarilhos das Letras», «Café Literário» - São Paulo, SP; «A Arte da Palavra»; «Grupo Palavreiros»; «3D gate»; «Rio Total»; «Jornal de Poesia»; Brasil; e, em Portugal, nos sites «Cá Estamos Nós» - Marinha Grande; «terranatal» - O Portal de Portugal; e, «URBI ET ORBI» - jornal on-line da UBI, da Covilhã, da Região e do resto.
Tem vários livros publicados, sendo também Autora – Coordenadora da obras: «Éducation au Portugal et en France. Situations et Perspectives, Editions de L’Harmattan, Paris, 1998; «Terra Vida Alma. Valongo do Côa», Editorial Minerva, Lisboa, 2000. Recentemente publicou: «Sociologia da Educação. Escola et Mores», Editorial Minerva, Lisboa, 2001.
Alice Tomé é Beirã de gema, Portuguesa de «jus sanguinis», amante da vida...de Lisboa e Paris (e Covilhã onde trabalha).
Nasceu em Valongo do Côa, Sabugal, Guarda, Portugal.
Sabe, tá difícil amar, tá difícil esquecer, tá difícil achar alguém pra amar, mas que não seja você. Tá difícil chorar, tá difícil escrever, porque as lágrimas correm, na carta que escrevo pra você. Lagrimas malditas, que escorrem sem querem, chamam por teu nome, porque o que queria era te ver. Queria esquecer, e nunca mais lembrar, lembrar do teu sorriso, que ainda me faz viajar. Esquecer o teu olhar, queria esquecer você, mas é impossível esquecer, alguém que sempre vou amar, esse alguém sempre será você...
A melhor coisa na vida é a liberdade.
"Liberdade! Liberdade! Abre as asas sobre nós!"
Não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade. A liberdade não é um fim, mas uma consequência.
Sonhar, liberta o espírito, mas lutar faz a independência do ser humano. Um indivíduo tem todo o direito de ter liberdade, desde que essa atitude não desrespeite ninguém, não passe por cima de princípios éticos e legais, também morais. E tantos outros tipos de liberdade.
George Bernard Shaw disse:
"Liberdade significa responsabilidade. É por isso que tanta gente tem medo dela."
Como nem tudo são flores, hoje vou escrever sobre decepções, pessoas que nos decepcionam muito e estão aí, no mundo real que a gente vive. Embora não seja uma verdade absoluta, infelizmente acredito que se aplique e carregue uma boa dose de verdade em muitos casos. A vida me convenceu, de que a "ESSÊNCIA" das pessoas, qualquer que seja, não muda ou é algo muito difícil de mudar. Muitas vezes dizemos, "fulano está diferente", "não consigo acreditar que fulano tenha feito isto", "jamais poderia imaginar que o beltrano fizesse aquilo", e assim por diante. Atitudes e comportamentos inesperados sem que houvesse aparentemente qualquer motivo para isto. Pois convença-se, a "ESSÊNCIA" das pessoas não muda, elas são aquilo que são e sempre foram, do BEM ou do MAL. O que pode mudar às vezes são algumas atitudes ou comportamentos, mas a "ESSÊNCIA", salvo talvez raros casos, sempre será a mesma, passem os anos que passarem. O que acredito é que as pessoas não se transformam de um dia pra outro, seu interior não muda, nem de bom para mau nem de mau para bom. Muitas enganam bem, mas existem momentos, às vezes até sutis momentos, em que elas mostram o que sempre foram e, por algum motivo, nós não tínhamos visto, ou talvez em algum momento vimos e deixamos passar porque nos era talvez conveniente. Aquele caráter sempre esteve ali, só precisava de um motivo pra ser mostrado ou despertado. Fica então o conselho: preste mais atenção às pessoas que estão ao seu redor, não se iluda. Se você não aceita as atitudes erradas de outras pessoas, se afaste delas, até para que não cometas os mesmos erros que os outros verão em você. Afaste de você tudo que atrasa seu relógio, seus dias, sua vida, quer seja um pensamento negativo, uma pessoa baixo-astral, um amor não correspondido, um problema sem solução. Acredite, nada vale mais a pena do que a leveza de um coração em paz. Faz sentido?
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