Textos sobre Felicidade
A forma como você se enxerga determina a forma como a vida te responde. Quando você acredita que merece, deixa de pedir permissão ao mundo e passa a se posicionar com mais coragem, mais clareza e mais verdade. O Universo não adivinha desejos — ele responde à energia que você sustenta.
Acreditar que merece não é soberba, é consciência do próprio valor. É parar de aceitar migalhas quando se sabe digno de inteiro. É alinhar pensamentos, escolhas e atitudes com aquilo que se espera receber. E quando isso acontece, as oportunidades começam a reconhecer você.
O Universo “encontra” quem sabe onde quer chegar. Quando você assume seu merecimento, deixa pistas por onde passa: confiança, presença, movimento. E assim, aquilo que parecia distante passa a saber exatamente onde te encontrar.
Poema - Orgulho de ser santista
Orgulho de ser santista
O Santos é a nossa vida
Torcida sofrida
Mas é apenas uma fase
Já dizia Racionais
É só questão de tempo,
O fim do sofrimento
Quantidade não é qualidade
A nossa torcida é de verdade.
Orgulho de ser santista
Time de artistas
Time do povo
Do mais velho, do mais novo
Time de branco, time de preto
As cores que carrego no peito
Meu coração é alvinegro
Nascer, viver e no Santos morrer
É um orgulho que nem todos podem ter.
Quando a vida não der mais prazer,
Quando o sol não brilhar para você,
Quando tudo chegar a dizer não para você...
Quando uma lágrima rolar
E o seu pranto alguém escutar,
Se lhe pedirem para estender a mão, é só ir...
Eu vejo o mundo ao meu redor,
Eu olho as nuvens que passam no céu.
O tempo, como fumaça, se vai
Para não mais voltar.
Quem dera eu e você,
Uns dias destes, andando por aí,
Pudéssemos encontrar o amor
Para nos fazer feliz.
E o nosso pranto secaria,
Solidão não mais haveria,
A alegria estaria em nós.
Quem dera eu e você
Se importasse mais com o amor...
DISCURSO SOBRE AS AMENIDADES DA VIDA
Repensar a vida é fazer escolhas entre razão e emoção!
Vivemos neste dualismo de consequências de erros e acertos.
As escolhas nos colocam, de certo modo, em momentos da vida, em standby!
Pensar é um exercício da mente humana, mesmo que ela insista em não enxergar seus contrapontos.
O delinear do caminho nos mostra imensas diversidades ou adversidades. Há um mundo com imensas possibilidades, e as probabilidades, nós quem as tornamos exatas.
O corpo e a mente, usamos como ferramentas no dia a dia, e com elas nos mostramos ao mundo. Podemos fazer destas ferramentas bom uso ou não; cabe às escolhas que iremos fazer!
A vida é um jogo de perde e ganha. Os dados são lançados todos os dias, e a "sorte" se mostra nas oportunidades de quem as fez, durante o caminho!
O impacto das coisas que transitam ao nosso derredor nos afirma, no fim de algumas observações, que o projeto de vida precisa ser meticulosamente articulado, pois nada do que se projeta é 100% certo de acerto!
Vivemos em um mundo transitório e mutável. Ontem era aquilo, hoje já é isto...
Largar mão da vida, e entregar este projeto a terceiros, é se ausentar das responsabilidades impostas, adquiridas ou feitas.
O que as pessoas veem em nós não é realmente o que pensam que veem. Então, afinal de contas, o porquê das observações do texto?
Será melindre? Pensamento retórico? Ou estupidez?
Rousseau defendia que os homens nascem bons, mas, em contato com a sociedade que é má, tornam-se igualmente maus.
Hobbes defendeu que o homem nasce mau, com instintos de sobrevivência, e que, devido a tais instintos, é capaz de fazer qualquer coisa. Para Hobbes, a sociedade tem o papel de educá-lo, de humanizá-lo, de torná-lo sociável.
Diante de tais perspectivas, fico com um pé quase que fincado na ideia de que nascemos como papel em branco e a sociedade nos influencia, impondo suas regras, tradições e manejos, para nos moldar do jeito que ela quer! Há os que tentam ir contra, mas moralismo, ética e tendências não partem de um indivíduo, e sim da sociedade, que com o passar dos séculos, sempre muda seu comportamento!
Como diria Jean Paul-Sartre: "O inferno são os outros."
ENGESSAR A VIDA ATRAVÉS DA ESTUPIDEZ E DO MEDO
O estúpido que tem medo não está sendo estúpido por falta de informação;
ele é estúpido porque escolheu o medo como identidade.
Você pode trazer gráficos, estudos, testemunhos, lógica cristalina,
pode alinhar os fatos como soldados em perfeita ordem;
ele vai olhar para tudo isso e ver apenas mais uma ameaça disfarçada.
Porque o medo dele não mora na cabeça.
Mora no peito, na barriga, naquele lugar escuro onde a razão não tem chave.
A razão convence quem já está meio convencido,
quem tem um cantinho de dúvida que ainda respira.
Mas o medo absoluto é uma religião sem hereges:
o fiel não quer ser salvo daquilo em que acredita;
ele quer ser salvo pelaquilo em que acredita.
Você pode provar que o monstro não existe,
mas se o monstro é a única coisa que dá sentido à vida dele,
ele vai preferir o monstro à paz.
Então não há argumento que chegue,
não há frase bem construída,
não há metáfora bonita o suficiente
para convencer o estúpido que se alimenta do próprio pavor.
O que há, quando muito, é o tempo.
O tempo que às vezes cansa o medo,
que desgasta a armadura,
que faz a pessoa acordar um dia e perceber
que passou a vida inteira tremendo de um fantasma
que nunca lhe tocou de verdade.
Ou então o encontro.
Não o encontro com a razão,
mas com alguém que vive sem aquele medo
e, estranhamente, continua vivo,
continua inteiro,
até sorri.
Aí, só aí,
num instante em que a guarda baixa,
pode nascer uma pergunta pequenininha, quase inaudível:
“E se eu estiver errado?”
Essa pergunta é o único buraco
por onde a luz consegue entrar
numa cabeça que se fechou para o mundo
achando que assim se protegia dele.
Antes disso,
guarde sua energia.
Não se gasta pólvora com quem já decidiu
que o estrondo é música celestial.
O estúpido pelo medo
só se convence
quando um dia o medo o cansa
ou quando a vida, com sua paciência cruel,
lhe mostra que sobreviver sem pavor
também é possível
e, pasmem,até mais bonito.
Crônicas de uma vida – Parte que não se conta no currículo
Quando eu nasci, não entendia nada sobre humanidade. Nem por que raios eu tinha vindo ao mundo. Era só um choro automático, um corpo quente e confuso que exigia leite, colo e silêncio.
Com o passar dos anos, comecei a querer ser alguém **especial**. Não sabia ainda o que era humanismo, compaixão ou empatia — palavras grandes demais para uma criança que só queria ser notada. Então foquei no meu eu: minhas notas, minhas conquistas, meu quartinho organizado, minhas pequenas vitórias que eu achava que definiam valor. O mundo era um palco, e eu ensaiava meu monólogo principal.
Até que, numa noite qualquer — daquelas em que a cidade parece respirar mais devagar —, tudo mudou sem aviso.
Eu caminhava pela rua estreita atrás do prédio, fugindo da insônia e do calor abafado do apartamento. Foi quando a vi: uma figura encurvada, quase fundida com a sombra do poste. Uma mulher (acho que era mulher, a penumbra roubava detalhes). Ela revirava uma lata de lixo com uma paciência feroz, os braços magros desaparecendo até o cotovelo no fundo metálico. O som era seco, plástico rasgando, latas batendo. De vez em quando ela parava, examinava algo na luz amarelada, levava à boca e mastigava devagar, como se saboreasse um prato requintado.
Fiquei parado. Não consegui seguir andando.
Primeiro veio a surpresa. Depois, uma pontada de indignação quase infantil: **Como assim? Como uma pessoa igual a mim, feita da mesma carne, do mesmo sangue quente, pode chegar a esse ponto?** O cérebro tentava calcular: acidente? drogas? doença? família que virou as costas? E logo em seguida veio o desconforto pior: e se eu, com toda a minha pose de “alguém especial”, estivesse a apenas algumas más decisões de distância daquela lata de lixo?
Ela ergueu os olhos por um instante. Não sei se me viu de verdade. Talvez eu fosse só mais um vulto na noite, mais uma silhueta que passa e julga. Mas naquele segundo de cruzamento de olhares — ou de quase-olhares — alguma coisa em mim estalou.
Não foi pena. Pena é confortável, dá para resolver com uma moeda ou um sanduíche. Foi **reconhecimento**. Uma espécie de espelho torto e cruel. Ela ali, eu aqui. Mesma espécie. Mesma fragilidade essencial. Só que a vida tinha apertado o acelerador em direções opostas.
Voltei para casa com o estômago embrulhado e os pensamentos em looping. Naquela noite, pela primeira vez, percebi que ser “especial” não era uma conquista solitária. Era, na verdade, uma ilusão muito frágil, sustentada por circunstâncias que eu não controlava: nasci em berço que não desabou, tive acesso a escola, saúde, comida na mesa, rede de proteção invisível que a maioria nem percebe que tem.
A criatura furtiva da noite adentro não era “outra”. Era um **lembrete**. Um lembrete vivo, sujo, faminto, de que a humanidade não é mérito — é sorte, é sistema, é escolha alheia, é conjunto de acasos e de decisões coletivas.
E aí, devagar, quase sem querer, comecei a entender o que talvez seja o humanismo: olhar para o outro e enxergar, antes de qualquer coisa, o mesmo grito surdo de existir. Não importa se está dentro de um terno caro ou revirando lixo à meia-noite.
Aquele encontro não me transformou num santo. Longe disso. Mas plantou uma dúvida incômoda e permanente:
E se eu tivesse nascido do outro lado da lata?
E se, amanhã, a vida virar a chave e me colocar lá?
Talvez a verdadeira especialidade não seja chegar ao topo.
Talvez seja conseguir olhar para baixo — ou para o lado — sem desviar os olhos.
E, quem sabe, estender a mão.
Não por pena.
Mas por reconhecer, no fundo do peito, que aquela mão que revira o lixo poderia, em outra história, ser a minha.
E você? Ja passou por situação que fez repensar quem você acha que é?
Ysrael Soler
As decepções na vida chegam quando menos espero,
e acabam me tirando o chão onde um dia me firmei.
o ser humano falha e fere sem licença,
enquanto o coração ferido tenta ajustar a conta, explicar o erro e exigir reparo.
Mas a justiça oriunda da fé
não nasce do acerto imediato,
nasce de não me trair no meio da dor.
Ser justo, nessas horas amargas,
é não permitir que a mágoa dite minha conduta.
Sem um destino claro, a vida se torna um mar de incertezas. A falta de propósito nos deixa à deriva, onde cada vento parece contrário. A verdadeira força nasce quando definimos nosso porto: nossos sonhos, valores e metas.
Esse farol interior guia cada decisão, transforma obstáculos em ventos propícios e dá significado à jornada. Não tema traçar seu rumo. Ao escolher para onde navegar, você assume o leme da própria existência. O vento sempre soprará; cabe a você direcionar suas velas em direção ao horizonte que escolheu alcançar.
Deus, o Criador do Cosmos e de tudo que nele existe, inclusive a vida, deixou patente que o mapa para se chegar ao oásis no deserto e, consequentemente, à felicidade plena, está escondido no fundo de cada coração dos seres deste universo. Quer encontrá-lo?
Preste atenção nos sinais que a natureza e o universo enviam todos os dias e todas as noites.
"Corrida da Vida"
Você tá atrasado pra quê?
Ou pra quem?
Corre como se tivesse um destino,
mas nunca parou pra escolher o caminho.
Quer chegar logo,
chegar antes,
chegar primeiro —
mesmo sem saber onde isso termina.
Em algum momento,
você entrou numa corrida que não escolheu.
Só viu todo mundo correndo,
prometendo sucesso, aplauso, dinheiro,
uma casa certa, um carro melhor,
alguém perfeito pra amar.
E você correu.
Corre atrás de um nome,
de um saldo,
de uma vida que parece completa
nas mãos de outra pessoa.
Mas toda vez que chega,
já não é mais ali.
Toda conquista vira ponte,
nunca lugar de descanso.
Você compra o sonho
e já pensa no próximo.
Nem mora na casa.
Nem dirige o carro.
Nem vive o amor.
Só corre.
E quanto mais corre,
menos sente.
Quanto mais tem,
menos aproveita.
No esforço de se tornar alguém,
vai deixando quem você é pelo caminho.
Larga o tempo,
larga o agora,
larga a si.
No fim, você entende tarde:
a vitória nunca foi chegar.
Foi permanecer.
Foi viver.
Foi não abandonar
o que te fazia inteiro.
Mas… fazer o quê?
Hoje o mundo é assim.
Corre, cobra, compara.
Transforma sonhos em metas
e pessoas em degraus.
A gente até percebe,
mas aprende a aceitar.
Diz que é a vida,
que é normal,
que amanhã a gente vive melhor.
E segue.
Cansado.
Vazio.
Chamando de progresso
aquilo que só ensinou a correr.
Você entrou na minha vida pra ficar, não imaginei que seria assim.
Foi conexão desde o início, algo indescritível, inimaginável...aconteceu.
Imagino que seja divino, só pode ser.
Você transforma a cada dia a minha vida.
Me apaixono por você todos os dias, essa é força desse sentimento que vem crescendo.
Estou amando encontrar alguém que me eleva dessa forma.
Embora seja na distância, não importa, nada, nem ninguém pode impedir algo dessa natureza.
Eu lembro que muitas pessoas no passado escreviam cartas pra ter contato entre elas.
Tinha a distância e a separação entre sí.
E muitos ficaram juntos não importou a distância.
Eu vejo isso porque é destino que fez isso.
Estava escrito nas estrelas?- não sei!
Mas eu acredito que não foi o acaso.
Tudo tem um propósito, então estou feliz por tê-la comigo, você revolucionou tudo o que há em mim.
E o meu sentimento por você irá pra eternidade comigo.
Me conquistou o teu jeito de ser, fico esperando as horas pra você conversar comigo.
Só aumenta o nosso sentimento.
Te amo te quero te adoro.
Por John Novinski.
“Amor: o sentido da vida”
Hoje, ao acordar, percebi que chovia muito ainda, e senti aquele desejo enorme de continuar na cama, então me lembrei da quantidade de coisas que eu tinha para fazer, me espreguicei, fui até a janela fazer minha oração e agradecer pela chuva, molhando as plantas e refrescando a terra, no mesmo momento lembrei da quantidade de pessoas e animais sem abrigo, sem um lar para se abrigar da chuva e do frio, isso dói, pois sentir gratidão em está protegida e confortável, me trouxe um sentimento de culpa e ao mesmo tempo, impotência, lembrei dos garotos que assassinaram um cão indefeso por pura maldade, não sei porque esse pensamento veio, pois orei muito antes de dormir para que o meu sentimento de ódio não tomasse conta do meu sono e me trouxesse mais pensamentos ruins e energias ruins. Deus me acalmou, dormir bem e acordei bem, mas isso não saiu da minha cabeça. No mesmo momento lembrei da minha leitura da semana; “Amor: O sentido da vida” Amar apesar de tudo. De Léo Buscáglia. Nesse livro tem diversas passagens, em que o autor enfatiza por que amar acima de tudo, por que seguir o que jesus nos ensinou. Isso me deu um pouco de conforto, porém continuei a olhar a chuva e os meus pensamentos e questionamentos não cessaram, então peguei o livro de Buscáglia e abri o livro aleatório para buscar um texto de luz, isso foi como um remédio para a dor, pois o texto dizia assim:
“Cada uma ama como pode e sabe. Para amar, é preciso decidir e disponibilizar-se. É preciso não ter medo do amor. Amar o diferente é também necessário, pois por sermos autênticos, somos os diferentes que os outros terão que amar. Ame o igual e o diferente, e a grande diferença será mais amor.”
Esse pequeno texto me acalmou, porém não tirou a minha revolta, apenas me fez lembrar que estamos aqui na terra para evoluir, me lembrou que vivemos em um mundo de provas e expiações, nada e ninguém será perfeito enquanto aqui habitar, porém podemos tentar viver bem e não fazer o mal, deixar que o mal por si só se condena, se dissipa, é difícil amar acima de tudo, más não é impossível, venceremos essa “prova”. Ou tentaremos nessa vida, se não conseguirmos, voltamos e começamos de novo.
Um dia de Luz para você!
Hoje eu não vou pedir.
Hoje eu vou agradecer pela vida.
Pelo amor forte, valente e verdadeiro
que sustenta a alma mesmo nos dias difíceis.
Gratidão pela paz que silencia a guerra interior.
Pelo ar que entra nos pulmões como bênção,
renovando forças, limpando pensamentos,
lembrando que viver já é um milagre.
Gratidão por cada amanhecer concedido,
por cada fôlego, por cada recomeço.
Hoje não peço nada.
Hoje reconheço.
Hoje agradeço.
A vida é semelhante uma rodovia;
Longa para alguns, curta para outros!
Raramente será uma reta constante e sempre repleta de outros caminhos, obstáculos e atalhos pelo percurso.
Chegar onde você deseja;
Será sempre uma consequência dos caminhos que você escolher trilhar e do seu foco nos avisos da estrada.
Senhor, hoje coloco diante de Ti todas as áreas da minha vida. Endireita, Pai, os meus caminhos financeiros, familiares, emocionais e de saúde. Desembaraça, Senhor, cada nó que o inimigo tentou fazer para me impedir de avançar. Retira toda pedra de tropeço, toda confusão, todo peso invisível que tenta me atrasar. Que o Teu poder organize o que está fora do lugar, traga paz à minha mente e prosperidade ao meu lar. Eu confio, Senhor, que Tu farás o impossível acontecer. Endireitai os caminhos do Senhor; todo vale será aterrado, e todo monte e outeiro serão abaixados; o que é tortuoso será endireitado, e os caminhos escabrosos serão aplainados. Lucas 3:4-5.Deus está endireitando tudo o que estava fora do lugar na minha vida Amém.
Bom Dia Paz E Graça.
FELIZ DIA DO APOSENTADO
Assim é a vida de aposentado
Não importa a nossa idade
Bom é poder usufruir com saúde
Relembrar a mocidade
Dinheiro não é importante
O que importa é a felicidade.
Acordar a hora que desejar
Mesmo com salários ultrapassados
Essa é a nossa realidade
Não valorizam os aposentados
Imagine se os governantes
Imagine se eles estão preocupados.
Fica aqui o meu abraço
Carregado de emoção
A todos os aposentados
Que cumpriram sua missão
Em especial aos colegas
Que lutaram na educação.
Irá Rodrigues.
.
A Transparência da Alma
Há momentos em que a vida, com sua delicada brutalidade, nos oferece revelações que não pedimos, mas que precisamos. Uma palavra fora de lugar, um gesto não intencionado, um áudio deixado ligado — e então, como num rasgo súbito na cortina da convivência, vemos o que estava oculto: a ausência de verdade onde pensávamos haver afeto.
A amizade, esse pacto silencioso entre almas, não se sustenta na frequência dos encontros nem na doçura das palavras. Ela vive — ou morre — na integridade dos gestos, na coerência entre o que se diz e o que se faz quando ninguém está olhando. A decepção, por mais amarga, é uma espécie de claridade. Ela não destrói: revela. E o que revela, liberta.
Nietzsche dizia que “não é a falta de amor, mas a falta de amizade que torna os casamentos infelizes”. Podemos estender essa ideia a todas as relações humanas: é a ausência de autenticidade que corrompe os vínculos, que transforma o que era para ser abrigo em ameaça. Quando alguém nos mostra, mesmo sem querer, o que realmente habita seu coração, temos diante de nós uma oportunidade rara — a de escolher com mais sabedoria quem merece permanecer em nossa travessia.
Escrever sobre isso é mais do que desabafar: é eternizar o aprendizado. É transformar dor em linguagem, e linguagem em ponte para outros que também caminham feridos, mas desejam curar. A escrita, quando nasce da verdade, é sempre um ato de generosidade.
Que cada leitor que aqui chega encontre não apenas palavras, mas espelhos. Que se reconheça, se questione, se fortaleça. Porque a vida é breve, e o coração, sagrado. Que sejamos fiéis a ele — mesmo quando o mundo não for.
"A amizade verdadeira é como o silêncio da noite: não precisa provar sua existência, apenas permanece, fiel, mesmo quando todos os sons se vão."
Autor: Roberto Ikeda
A vida é difícil. Às vezes passamos por diferentes obstáculos que nos colocam à prova para decidir coisas, ajudar pessoas ou até mesmo se amar... Mas, depois desses obstáculos, você às vezes, sem nem perceber, vai estar se tornando uma pessoa melhor e evoluindo, para quem sabe um dia realizar algum sonho...
"Quem sabe o que planta não teme a colheita"
Na prateleira da vida, minha vitrine guarda uma coleção empoeirada de mágoas e frustrações.
São troféus de uma existência corroída pelo tempo, esquecida como carne exposta no balcão de um açougue,
esperando o olhar faminto de um cão que nunca veio.
Ninguém se deteve diante de mim.
Não houve crianças com olhos brilhando como diante das vitrines de doces,
nem homens avaliando ternos,
nem mulheres sonhando com vestidos.
Eu não fui objeto de desejo, nem de admiração.
Quem me vê, não vê nada,
não sou mais do que um objeto de utilidade,
do qual ninguém tem uso.
Não sou nada além do que sou:
um desvio na rotina, como o trajeto o qual todos evitam porque mal aos olhos.
Sou o que sobra daquilo que foi e já não é.
O que ninguém nota, o que ninguém quer.
Ainda assim, a vida tem seus mistérios suaves.
Cinco dias foram suficientes para que uma presença tocasse algo em mim, como um vento discreto que muda o rumo sem anunciar. Depois veio o silêncio — denso, mas verdadeiro. E, mesmo assim, o simples “bom dia” que um dia recebi ainda brilha na memória como um sol que aquece devagar.
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