Textos sobre Aprender a Viver com Fé
Aprender a ser delicado
Ela é poesia que não pede rima,
é beleza que acontece sem esforço,
como se o mundo tivesse parado
só pra aprender a ser delicado nela.
O olhar carrega um carinho tímido,
desses que chegam devagar
e ficam.
Quando encontra o meu,
o tempo desacelera sem avisar.
O sorriso…
ah, o sorriso.
Não promete nada,
mas entrega tudo:
calma, desejo manso,
vontade de permanecer.
Ela é o tipo de pessoa
que não se esquece fácil.
Porque não passa —
ela marca.
E quem sente,
sente fundo.
Arte de amar
Amar é aprender a nadar em mar revolto, onde o vento não pede licença e as ondas testam a coragem do peito.
Ainda assim, o coração
insisteem ficar à deriva.
O amor é arte feita sem esboço,
pincel molhado de sal e esperança,
cada toque um risco, cada erro uma nova forma de beleza.
Há noites em que o medo parece afogamento, o silêncio pesa como âncora no fundo do peito, mas até o mar mais bravo ensina
que respirar é um ato de fé.
Porque amar não mata
— transforma.
Desmonta, refaz,
ensina o corpo a flutuar.
Quem ama não foge da tempestade:
aprende a chamar o caos de casa.
Nesta vida é preciso aprender três coisas:
1º. Não implorar-lhe a ninguém
2º. Não confiar em ninguém e
3º. Não esperar nada de ninguém.
Viva pela Fé, confie e espere
só em Deus! (Hebreus 10:38)
"Temos que aprender o que é ser intercessores. Não oramos pra o `EU`senão para o `NÓS`, isso sempre levará a sermos agentes do Reino. Quando entendermos isso, saberemos ser guerreiros para entrar na brecha e vencer qualquer batalha. De momento estamos como os Hebreos(dando volta ao redor da montanha). Que Deus tenha misericórdia de TODA A HUMANIDADE, sendo povo de Deus ou não, somos TODOS criados por Ele. Então devemos ser como Jesus que veio para nos dar exemplos de servir a todos.
[NÃO QUEM QUEREMOS, SENÃO A QUEM PRECISA.]"
—By Coelhinha
A VIDA NOS DÁ A OPORTUNIDADE
A vida nos dá a oportunidade de ser o que somos. De aprender e desaprender de acordo com as nossas regras e leis, depende apenas de nós. Nada é imposto se não aceitarmos. Viver requer sabedoria de entender e decifrar os sinais emitidos todos os minutos.
Há muitas razões de estarmos onde estamos e de sabermos quando chegou a hora de partir, porque as cortinas se fecharão no momento exato de se retirar de cena.
Quando as cortinas se abrirem novamente será a hora de iniciar uma próxima temporada no teatro da vida e aí, sim será o recomeço de mais um ciclo novo.
Assim é a vida, um palco de emoções onde os artistas somos nós.
Entre a esperança de recomeços e a liberdade de deixar ir, encontramos o equilíbrio.
É aprender a persistir quando vale a pena e soltar quando é necessário. É confiar em Deus, honrar o nosso valor e deixar que Ele conduza cada passo do coração, seja na espera, seja na partida, seja na reconciliação.
No fim, descobrir que amar também é respeitar a si mesmo e ao tempo de Deus é o verdadeiro ato de coragem.
Tudo bem envelhecer...
Tudo bem aprender a caminhar devagarinho;
Tudo bem o ranger dos ossos cansados;
Tudo bem perder os traços da mocidade;
Tudo bem não se reconhecer mais diante espelho;
Tudo bem dizer adeus à massas e doces;
Tudo bem o doer das despedidas, que são muitas;
Tudo bem conter os sonhos a longo prazo;
Tudo bem saber que o futuro já chegou;
Tudo bem se acolher e não deixar de viver;
E tudo bem agradecer à Deus tal privilégio!
Haredita Angel
18.08.25
“Existe uma diferença fundamental entre evitar o que incomoda e aprender a lidar com o que incomoda. No primeiro caso, a experiência é interrompida. No segundo, ela se desenvolve e se integra. É nesse segundo movimento que se forma uma base mais sólida para lidar com a complexidade da vida.“
- Trecho do livro Ser Humano: uma escolha na era da tecnologia
Para as Almas Abençoadas que se despertam dispostas a aprender todos os dias, até o Encardido tem ensinamentos.
Inicialmente parece um baita despropósito, e antes fosse…
Mas definitivamente não é.
O Encardido sabe que não tem salvação nem morte que o espere, e mesmo assim faz as suas tentações todo santo dia, como se fosse o último.
Quantos de nós, cheios de Vida Eterna para vivermos, medimos esforços todo santo dia?
É curioso — e até muito desconcertante — perceber que aquele que já perdeu tudo, ainda assim, não perde o ímpeto.
Ele insiste.
Persiste.
Não por esperança, mas por natureza.
Nem por fé, mas por constância.
Há nisso uma disciplina ligeiramente sombria que, se olhada sem o véu do orgulho, sem a santidade fabricada, revela-nos um espelho absurdamente incômodo.
Porque nós, que ainda temos escolha, que ainda temos tempo, que ainda temos propósito, tantas vezes nos damos ao luxo da inércia.
Adiamos o bem que sabemos fazer, protelamos a transformação que sentimos necessária, e negociamos com a própria consciência como se o amanhã fosse uma garantia — e não apenas uma possibilidade.
O Encardido não espera o momento ideal.
Ele age.
Não escolhe o dia perfeito.
Ele insiste.
E talvez seja aí que reside a provocação mais profunda: não naquilo que ele é, mas naquilo que nós deixamos de ser.
Se até quem está perdido mantém sua constância no erro, o que dizer de nós, que ainda podemos escolher o acerto?
Se até ele se levanta todos os dias para cumprir o que acredita ser sua missão, por que nós hesitamos tanto em cumprir a nossa?
A verdade é que não nos falta luz — falta-nos Decisão.
Não nos falta Caminho — falta-nos passos.
Nem nos falta Propósito — falta-nos Entrega.
Aprender com o que é torto não é se contaminar, é reconhecer que até na escuridão há lições sobre movimento, sobre foco e sobre continuidade.
E, sobretudo, é lembrar que, ao contrário dele, nós ainda podemos escolher a Direção.
Que a nossa constância não seja menor que a dele — mas que seja infinitamente mais Luminosa.
Despertemos — Despertai-vos!
Buscai as Coisas do Alto!
Há um risco, às vezes muito sutil, na romantização dos problemas: aprender a amá-los.
E se é notório que, para alcançar uma Graça, precisamos antes reconhecer a necessidade dela e pedi-la com sinceridade…
Como poderá o Filho do Homem libertar-nos de um fardo que cultivamos, romantizamos e até passamos a chamar de nosso?
Há dores que não nos abandonam, não porque Deus as conserve, mas porque nós as acariciamos como lembranças de estimação.
Há feridas que já não sangram como antes, mas que insistimos em reabri-las, como quem visita um túmulo com flores demais.
O Céu não invade o território onde o coração ainda se acomoda no cárcere das próprias paixões.
E, talvez por isso, certas Graças tardem: porque ainda chamamos de amor, o que, na verdade, é prisão com perfume de afeto.
O doce perfume da prisão não apenas exala o bom cheiro — ele também aprisiona.
Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.
Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.
A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.
Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.
Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.
Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.
Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.
É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.
E Ele sabe disso.
Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.
Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.
Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.
Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.
Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.
Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.
Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.
São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.
Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.
Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.
Hábito
O que o músico, o desenhista, o escritor, o artista, precisam aprender é assumir uma atitude. É se colocar numa postura de nada decorar memórias, de não acumular procedimentos. É começar, neste instante, o que os mestres descobrem no final das suas vidas. A segurança, a certeza que vem justamente do que estão fazendo. Fazer graciosamente é o suporte, e não o amontoar de vivências. A Vida pulsa agora, agarremos a sua cauda! A Arte é o que surge neste instante. O que devemos aprender é aprender como livrarmo-nos daquilo que aprendemos.
Está em tempo de aprender
a respeitar e de reconhecer
o legado da ancestralidade
da terra e da que cruzou o mar,
e que até o nosso idioma
por cada qual foi moldado,
sem criar um novo pecado.
Cultivar o olhar não limitado
pela cronologia e que encontra
na mata o Vassourão florido
sob o céu de novembro vestido.
Deixar-se levar pela festa do que é
de fato culturalmente enraizado,
e não mais se permitir seduzir
por aquilo que nos foi empurrado.
Não quero que concorde
comigo sem antes aprender
a pensar por si próprio,
sem antes de saber quem
é a Aguia-careca, o Quetzal e o Condor,
sem antes de você saber
que você é filho do Gavião-real,
sem antes de você saber
quais são os territórios ultramarinos
no Hemisfério Ocidental,
sem antes de saber qual é
o cerne da Doutrina Monroe,
sem antes de saber quem
mais rasgou o Direito Internacional,
sem antes de relembrar
que avisei que o Deus da Guerra
poderia dançar dentro
da América do Sul,
sem antes de saber que a situação
é fluída e pode vir se espalhar,
sem antes de relembrar,
que não era preciso esperar
uma guerra para aprender
a amar de verdade a nossa terra,
não antes de saber que não
sou grande coisa na vida - apenas poeta.
Eu vou aprender, pode ter certeza
EU desconheço ainda o mundo
Não sei o que vuz capaz pode causar
Nem muito menos onde ele poderá me levar...
Não tenho experiência na vida
Vivo para aprender e me espelhar
Não me deixar pelo mal influênciar
Apesar das coisas que ruins que no mundo há...
Meu espírito se revela no que antes era
É difícil chegar numa tarde fria sem pensamentos voarem com vento sem brisa
Não há com ou como que se explica
Essa, apesar de difícil e quase impossível de entender, é a vida.
Você deve aprender mas isso ao longo da vida, que algumas pessoas são como flores... Bonitas em seu determinado tempo, exalam um perfume na primavera e durante a próxima estação apodrecem, é necessário deixá-las partir, significa que uma nova flor mais bonita e com um cheiro mais agradável precisa passar pela sua caminhada.
Eu acredito em anjos e você deveria acreditar, Jamais alguém passa em sua vida sem nenhuma importância, acredite, no seu desenho é você que deve saber como colori-lo, quais são as cores que precisa usar e quais são as pessoas que vão te ajudar a desenhar-lo, os anjos podem te surpreender nas tonalidades de suas cores, e o seu desenho vai ficar maravilhoso, permitir é necessário e resiliência faz parte desse processo chamado vida. Eu procuro mais anjos em minha vida... E flores na primavera seguinte!
Aprender
Como a vida é fantástica, e ao mesmo tempo complicada e duvidosa.
Mas convenhamos, de que ela teria graça se não tivéssemos como resolve La.
Esses dias de gloria e fúria não acontecem por acaso.
Não sabemos “às vezes” nem quem somos?
Então por que se martirizar a todo tempo, e esquecer-se de aproveitar esta grande oportunidade,
De acordar todo dia e ter o poder de mudar.
De crescer, aprender e evoluir.
Não devemos usar de solidão junto à ilusão
Ela só nos atrasa no tempo majestoso que temos de aproveitar aqui.
A vida é e sempre será uma escola, em todos os sentidos.
Para todos os efeitos, aprenda, mas aprenda com dignidade e respeito aos outros.
Aprenda só o que é bom e útil,
Aprenda o amor, com amor.
Quem quiser seguir seu caminho, deve aprender a esquecer.
As lembranças aparecem vez em quando, quase sempre.
Se nos entregarmos ao passado, não se vive o presente.
Por isso temos que fechar os olhos, e abrir novamente...
Temos que olhar o mundo todo diante de uma perspectiva inovadora a todo momento, pois o que nos destrói não é a consciência do que se acontece em si, e sim os sentidos revelados pela percepção dos fatos. Há os que se perdem em caminhos que já se foram, onde a mágoa ainda predomina, e também uma parte de sua felicidade. A cada gota de força para lembrar, está se perdendo uma ótima oportunidade de olhar adiante, sem se quer ser ferido, sem sequer chorar, sem sequer ficar doente, e sem chão. Lembre-se quando não houver mais perspectivas, quando as portas lhe forem fechadas, e não houver esperança de que elas abram. Lembre do que fazer, pois aí está a sua identidade, e não pode se esquecer dela, senão teremos que lembrar, e lembrar...
Tem muito o que aprender aquele que quer ser "iluminado".
Quando parece que compreendeu o sentido das principais coisas que movem a razão do viver, perceberá que o simples que ficou para trás, é o mais importante.
O conhecimento é uma sala imensa, é uma sala que não se pode avistar o fim; quando tu pensares que chegou ao seu fim, perceberás que apenas abriu a porta e deu o primeiro passo, mas ainda existirá uma imensidão de pegadas a deixar na sala.
Não se canse de buscar toda a ciência possível ao homem! Certamente chorará, sentado nessa sala, mas entenderá que essa lágrima inspirará a outro homem como você, e que ela ajudará a iluminar a escuridão que se acha dentro do coração desse homem!
SEJA UMA ETERNA CRIANÇA, QUANDO SE TRATA NA BUSCA DO CONHECIMENTO!
Vou entrar nessa era de 20 anos.
Preciso crescer um pouco por dentro e aprender a entender todas as palavras dita como cada ação feita, não tenho mais tempo pra tentar ser, tenho que ser e pedir sempre pra não me perde de mim. Não há mais tempo para iludir o que está acontecendo ao meu redor e esquecer-se de suas razões. Não se pode mais entender o que quer e aceitar o que quer e ser como eu quero.
A vida está ai é tem "n" explicações, mas precisamos chegar o mais próximo da verdade, seja em Deus ou no acaso.
Preconceitos geram teorias, e cá entre nós! Elas então sempre erradas por viver seguindo as aparências.
Sem mágoas do passado, sem se achar o sabe tudo, sendo assim a vida não vai precisar esfregar nada em minha cara.
Estou aqui pra me sentir vulnerável seja na vontade de dizer o que sinto como na vontade de fazer o que quero, daqui pra frente não quero guarda só pra mim o que considero bonito e o que me faz sentir-me bem.
Dividir e multiplicar não serão opostos.
Amo estar vivo
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