Textos sobre Amar
Muita coisa para lembrar
Assim não posso esquecer
A força do verbo amar
Fora dado para quem merecer
São tantas aventuras pelo mundo afora
Clamamos por bem aventurança
A tempestade chega e vai embora
Ela fica apenas na lembrança
Isso tudo é passageiro
Em Deus devo me firmar
Estar aos pés desse Luzeiro
É só quem eu devo amar
Ter o coração para o bem
Firmar na estrada do amor
Solidariedade e carinho também
Faz toda a diferença seja a quem for
Olhei para o céu
E uma luz brilhou
Para escrever o nome seu
Uma canção se entoou
Estrelinha, estrelinha...
Por onde passa,
Deixa virtudes em graça.
E traça meus caminhos em linha.
Meu coração a deus agradece
Por esse momento de inspiração,
Escrever seu belo nome,
Na mais preciosa canção!
Eu posso pedir a deus toda uma cidade,
Todas as riquezas desse mundo.
Mas para mim o que há de mais profundo,
É saber que a estrelinha me ama de verdade!
O Céu da Consciência
De Jesus Cristo Redentor
Ele é o Rei da Ciência
Nosso Mestre do Amor
O que Ele ensinou
Sempre irá perdurar
Ensinar gerações de valor
Aprender o valor de perdoar
O perdão é para quem ama de verdade
Anda gratidão de coração
Este possui sinceridade
Amando seu irmão
Examine sua mente
Aprenda sempre a considerar
Fique sempre consciente
Do que está para chegar.
Não precisa ter saber
Basta possuir Lealdade
Para representar este Poder
Ninguém é o Dono da Verdade
O Dono deixou para ensinar
Mas fizeram foi ao contrário
Fizeram foi espalhar
Agora rodam em sentido horário
Para ver como tudo vai ficar
É momento de se corrigir
Para se entregar
Dos que estão para vir
E os que estão para chegar
Assim na terra
É preciso respeitar
Todos por um e um por todos sem guerra
Aprendendo a ser feliz e amar!
Já não sei mais empregar
Vírgulas, acentos agudos ou pontos
Nem como conjugar o verbo amar
Que desapareceu das anedotas ou contos
O verbo que resta comprar
O consumismo desenfreado
Nas almas animalescas a consumar
riscas as escritas do vil pecado
E escreves por uma imponente figura
A misturar-se no doentio coração
Lamentando infindável clausura
Alimentado pela pérfida paixão
Então finaliza esse estranho pedido
Que para a escrita sobrevive de rancor
Injuriado dentro do personagem escondido
Onde guarda o mais estranho amor
O refogo do fogo no trabalho
Apurando sentimentos no assoalho
Tempo de depuração
Hora de Entregar o Coração
Entregando o Coração
Para o Divino Pai Eterno
Ele é a chave do Perdão
Lembrança única do Amor Fraterno
O Trabalho está quase terminando
O tempo para isso está se esgotando
Momento de decidir
Chega a hora de partir
O tempo a ninguém espera
Logo terás que se consertar
Para quando chegar a véspera
O verdadeiro sentido de amar
Eu tenho que amar
Eu sou o Amor
A verdade irá respeitar
A quem ela der valor
Assisto a tudo
Com o dom de contestar
Faço com zelo contudo
Para meu Pai nunca reclamar
Muito foi dado
Muito será pedido
Desse vai ser cobrado
Até o que foi decidido
Eu devo sempre honrar
Ao Mestre com carinho
A Palavra de gratidão guardar
Ela guiando meu caminho
Eu fiz uma viagem
Pensando em não voltar
Quando em uma miragem
O Mestre mandou retornar
Ele mandou eu parar
De fazer o que queria
Disse para aprender a amar
E parar com rebeldia
Ser rebelde bom não é
Melhor é se corrigir
Para contar com a Fé
E o direito de decidir
Decidir com razão
Com amor e alegria
Completar com o coração
Vivendo em harmonia.
Rei do Sul- Luz do Pensamento 2
Firmei o pensamento
Para ele me conduzir
Das Estrelas no Firmamento
Com Coragem prosseguir
Prosseguir no caminho
Para aonde Ele vai
Nunca estou sozinho
Estou com Jesus,Filho do Meu Pai!
O Filho Sagrado
Nos deu o Mandamento
Sacrossanto,Consagrado
No pedido do momento
A meu Mestre faço um pedido
Para Vós me guiar
Neste mundo profano e esquecido
Para sempre devo Vos Amar
Chegue mais perto
Para meus olhos contemplar
O futuro parece incerto
Mas nos dá a condição de amar
Amar com sinceridade
Com calma no pensamento
Adquirir humildade
Aguardando o momento
Foi assim que Ele falou
A Santa Doutrina e o fundamento
A sua casa Ele firmou
Para cuidar do nosso sentimento
Então sigas essa estrada com emoção
Para a verdade apresentar
Guiando o coração
Para seu amor encontrar!
Na força do vento
Ao poder do pensamento
Faz dobrar
A planta se esticar
O poder do Céu
Ele dá a quem convém
Retirando da ignorância um véu
Para quem nos quer o bem
O Caminho consagrado
Caminho preservado
Da Nossa Santa Doutrina
O Mestre que vem e nos ensina
Amar a Deus sobre tudo
É o Mandamento que ressoa
Nossa força, nosso escudo
Tratar ao próximo como a uma só pessoa
No jardim da alma, o amor se faz flor,
Desabrochando em cores de um divino esplendor,
Canta o coração com doce fervor,
No compasso sagrado do eterno amor.
Nas matizes do céu, dançam os anjos,
Tece o destino em seus místicos banjos,
O amor é luz que nos guia enfim,
No firmamento, um brilho sem fim.
Oh, sublime amor, que vem e que vai,
Em cada estrela, em cada raio que cai
És o mistério que nos guia e nos faz sonhar,
Na jornada da vida, és o que nos faz amar.
Rios de paixão correm nas veias do ser,
Onde o coração, leve, começa a florescer,
Como a chama que não se apaga,
O amor é o caminho, o guia, a saga.
No silêncio profundo, na paz do entardecer,
O amor é o eco que nos faz compreender,
Que cada abraço, cada toque, cada olhar,
É a essência divina que nos ensina a amar.
E assim, no altar da nossa vida,
O amor é a luz, é a nossa lida,
Unidos em um cântico de pura verdade,
Vivemos o amor, a eterna divindade.
Sol e Lua
Que nos ilumina
Sou imagem sua
O brilho da vossa doutrina
O brilho da vossa doutrina
É que me faz firmar
Vi minha figura batizada na Santa Colina
Era O Mestre me ensinando a amar
Ensinando a amar
Ensinando o bem querer
Pois o povo não sabe perdoar
Quanto mais a obedecer
Quanto mais a obedecer
Ao que o Mestre dá de valor
Dá vida,saúde a quem merecer
Para caminhar na estrada do amor!
Quando eu acordar de manhã
Com o céu enfeitado de cores
Apressadamente correrei no afã
Entregando a ti do jardim primeiras flores!
Quando o céu não mais te satisfazer
Nem as lindas flores enfeitando vosso jardim
Mostrarei a inspiração do poeta em reviver
Eternos sonhos de amor enfim.
Quando o sorriso do lábio intocado
Para o mundo bem querer
A felicidade do ser amado
Sempre assim quero viver
Viver desejando este momento
Passar ensinando esta felicidade
Tudo passa feito o vento
Só o que permanece é a Palavra da Verdade!
Ouça o meu coração
E para quem ama nada é impossível
A cada dia que se vai, mais aumenta
o meu amor, essa saudade é terrível
A vontade de ter você aqui é imensa
Saudade de te fazer as vontades tuas
Que são muito mais minhas que suas
Vontade de amar você e te fazer feliz
Ouça tudo o que meu coração te diz:
-Amor eu te amo e sempre vou amar
-Amor, te quero e sempre vou querer
-Amor, sem você não quero mais ficar
-Amor, sem ter você não dá pra viver!
Gui Gouvêa
Não é à toa que o verbo amar
começa com a letra "A"
e termina com a letra "R",
formando a palavra AR .
Porque amar te dá ar,
sempre te leva às alturas.
O amor não te sufoca,
não limita os seus sonhos
não quebra suas asas.
Se tirar o "ar" de amar,
só sobra a palavra "ma".
Só sobra coisa má.
O Eterno Quadro da Ausência.
I — O Ateliê do Silêncio.
Há um instante em que a alma, fatigada, já não distingue se o que sente é dor ou lembrança.
O ar pesa como tinta não misturada, e o coração lateja como um relógio que perdeu a noção do tempo.
Tudo o que resta é o quadro diante de mim — o mesmo, sempre inacabado — e o vulto que ele insiste em reter, ainda que o corpo que o inspirou já não exista senão nas dobras do pensamento.
O amor, esse artista cruel, ensinou-me a pintar com lágrimas. Cada traço é uma despedida, cada cor, uma esperança morta.
Há dias em que creio tê-la libertado da tela, e outros em que percebo: foi ela quem me aprisionou nela.
II — O Olhar Que Permanece.
Há algo de doentio em amar o que já não nos responde.
E, no entanto, é nesse delírio que a vida encontra sua última beleza.
O olhar que me fita do retrato não é mais o dela — é o meu, devolvido em eco, fragmentado pela saudade.
Sou eu, dividido entre o que amo e o que perdi, entre o real que nega e o sonho que insiste.
Dizem que a morte é o fim, mas a ausência é mais cruel: ela continua viva, mas intocável.
A cada noite, o pincel busca uma cor que não existe — o tom exato daquilo que foi amado.
E, quando o encontro, já é tarde: a luz da manhã dissolve o milagre, e eu retorno à doença da razão.
III — Filosofia da Perda.
A realidade é um quadro imperfeito.
Negá-la é o instinto dos que amaram demais.
Aqueles que já tocaram o abismo da ternura sabem: o amor é uma forma de sofrimento escolhido — a mais nobre das enfermidades.
E há uma pureza nisso, uma santidade quase patológica: viver é prolongar o instante que nos mata.
O pensamento, esse médico impotente, observa o coração como quem assiste a um incêndio que não se apaga.
O amor é o fogo, e a ausência, o vento.
Nada é mais real do que a dor que se sente quando tudo o mais já cessou de existir.
IV — O Funeral do Sentimento.
A doença não é do corpo — é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.
Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.
“A Santidade do Pecado Que Ainda Me Chama”
Há um altar em mim e nele repousas,
com o perfume dos que foram sagrados pelo erro.
Teu nome não se apaga, apenas silencia,
como se a eternidade tivesse medo de pronunciar o que fomos.
És santo agora dizem os anjos,
mas eu, que te amei no pó e no fogo, sei que há cinzas que ardem mais que a chama.
Tua inocência não me consola;
ela me fere, como a pureza de um véu sobre um corpo que ainda treme na lembrança.
Foste o pecado que ajoelhou,
o amor que quis absolvição,
mas o divino não apaga o humano, apenas o exila num suspiro.
Eu não sonho contigo apenas descanso nas fronteiras do que não pode voltar.
E quando o sono me concede tua sombra, não desperto: permaneço suspenso,
entre o sacrário e o abismo,
onde tua voz ainda pede perdão
por ter amado demais.
Na carne, morre-se uma vez;
no espírito, infinitas.
E em cada morte tua dentro de mim, renasce o silêncio,
funéreo, ardente, onde minha alma te beija pela última vez
sem jamais te deixar.
O Funeral do Sentimento.
A doença não é do corpo é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.
Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.
AMAR
Se amar fosse proibido?
Se amar fosse lei?
Se pra amar, deve ser forçado,
nessa vida jamais amarei.
Se amar for de mentira?
Se amar fosse dolorido?
Se amar fosse machucar,
eu já estaria ferido.
Se amar fosse no papel?
Se amar for por bens materiais?
Se joias ou ouro mudassem,
o que o amor nos trás?
Se amar for se esconder?
Se amar for invisível?
Seria um amor sem sentido,
um amor terrível.
Amar é GRÁTIS,
É só fazê-lo fluir.
Fazer alguém feliz,
fazer alguém sentir.
Demonstrar é fácil,
quero ver você amar.
Fazer nesse mundo pequeno,
ninguém nunca mais chorar.
