Textos Reflexivos sobre Casamento
Em cada gesto simples habita uma semente de eternidade. Um conselho bem recebido, uma palavra carregada de sabedoria, ou mesmo um sorriso sincero, possuem o poder de moldar consciências e edificar futuros. Valorizá-los é compreender que o presente ecoa no destino coletivo de uma geração. Furucuto, 2025.
Certa manhã, pus-me a pensar sobre a vida e seus efeitos. Os eternos ciclos que nos acompanham em vida. Em poucos anos, uma criança estabelece para si um apenas objetivo: andar. E ela o faz. Mais tarde, mas não tanto, ela faz sua primeira amizade. Ela se apaixona. Ela cai. Ela leva uma bronca. Ela se faz. Seremos, então, eternas crianças buscando aprender coisas desconhecidas? O novo sempre estará distante de nós?
Amizade não pode ser resumida em palavras. Amizade deveria ter o mesmo significado da eternidade. Amizade é uma oposição o tempo inteiro. Amizade é rir e chorar. Amizade é brigar e perdoar. Amizade é trazer alegria para o próximo e receber do mesmo. Amizade é somar infinitas memórias juntas. Amizade é falar de coisas sem noção e brincar como crianças. Amizade é discutir sobre assuntos de adulto e respeitar um ao outro. Amizade é o amor de irmãos. Amizade é ter alguém com quem possa contar todos os dias. Amizade é o sentimento mais bonito que existe.
Não sei se vivemos sob uma eterna crise existencial ou se somos tão inertes que julgamos que meia honestidade é suficiente para sermos decentes, ou, simplesmente somos covardes para vendermos a alma e abraçarmos o diabo de uma vez. Talvez nosso ego necessite da aprovação da plateia, reafirmando como somos os bons.
Criança, e aqueles sábios adultos que guardam uma eterna criança dentro de si: você é divinamente especial, hoje, amanhã e cada dia que você viver e que esses dias sejam propósitos de Deus, e que Deus sempre reserve uma suave surpresa, que sua vida seja repleta de beleza, que você seja viciado em sorrir... nada de lágrimas, só alegrias, gotinhas de bênçãos derramadas a cada dia, que o amor seja o seu preferido alimento , a leveza, seja te servida como sobremesa e que sua bebida favorita, sejam as doces palavras que a vida te proferir.
JESUS veio para servir-se de ÚNICO sacrifício para nos dar vida eterna...Um homem (Adão) condenou a humanidade a morte eterna e outro homem (Jesus) veio para trazer a salvação eterna. A prática de sacrifício acabou quando Jesus veio. Toda e qualquer prática de derramamento de sangue inocente não é de Deus! E todo aquele que derramar sangue, prestará contas deste sangue, até mesmo a terra e os mares vomitarão o sangue no dia do julgamento.
O Céu é o descanso eterno, não há mais matéria, nem tempo, nem espaço lá, o Inferno é o reviver dos erros na 1ª existência mas sem Livre Arbítrio(Liberdade de Escolha/Bem e Mal), essa 1ª existência é a única Vida com Livre Arbítrio, aproveite bem e bastante porque tem prazo de validade.
Não busco glória, nem aplausos. Não sei se vou até o final, meus erros levarei pela eternidade. E guando me faltar forças para continuar, não desistirei. E guando me virem de joelhos, irão saber que A Deus estarei agradecendo pois o senhor me fortaleceu meu corpo e minha alma. Somente quem não acredita na vida, e não luta, não conquista, e não vence.
"A existência é um ciclo eterno entre pausas e recomeços. Paramos, recomeçamos e, às vezes, estacionamos outra vez. O importante é manter esse ciclo vivo, sempre guiado pela esperança — pois é no intervalo entre o movimento e o estacionar que a alma experimenta o seu próprio encontro ou desencontro."
''A (eterna luta de todos contra todos)de Thomas Hobbes,com diz o que esta acontecendo em nosso País,em seu livro o Leviatã ''a politica''os criminosos de terno,estão fazendo com que se torne um poder absolutista e fazendo com que o povo seja escravo de sua própria barriga,''é o que o monstro faz de melhor engolir tudo que vê em sua frente''
“Diante da inexorável aproximação da travessia para a eternidade, cresce em mim o sereno desejo de deixar sementes ao longo do caminho. Sigo o exemplo da velha semeadora que, em sua silenciosa sabedoria, confiava as sementes à terra sem exigir do tempo a promessa da colheita. Há gestos cuja verdadeira grandeza não reside em contemplar os frutos, mas em acreditar que florescerão muito além dos limites da própria existência. Porque viver plenamente talvez seja isso: transformar a brevidade da passagem humana em permanência de sentido, fazendo da própria vida um campo fecundo para as gerações que ainda virão.”
"Diante da inexorável aproximação da travessia para a eternidade, cresce em mim o sereno desejo de deixar sementes ao longo do caminho. Sigo o exemplo da velha semeadora que, em sua silenciosa sabedoria, confiava as sementes à terra sem cobrar do tempo a promessa da colheita. A grandeza de certos gestos não está em contemplar os frutos, mas na esperança de que floresçam muito além de nossa própria existência."
A memória do futuro é a eternidade no nascimento da despedida arqueológica da alma na permanência da mudança como o amor que morreu antes de nascer, assim como uma semente infértil que não chegará a ser árvore. E isso é natural como são todos os ciclos da natureza, mas eu não nego que a alma se lamenta se por debaixo da árvore absolvia sua sombra, tudo no presente possível se o passado tivesse acontecido. Mas a distância íntima que acompanha minha íris é uma tempestade silenciando a cidade e eu diria que a chuva são lágrimas já que o rosto não saber chorar. No entanto, eu nego o movimento e evoco um dia solar se é inconsistente a saudade do que nunca existiu. O amor que sobrevive ao amor são versos incessantes que ocupam a ausência dos instantes. O abraço entre o ser e o nada é uma madrugada inerte que desconhece o voo dos pássaros e ouve passos estridentes do mistério do ambiente. A eloquência do vazio é uma ilusão se o amor nunca pisou o chão e escrevo solenemente sobre a clareza obscura dos sentimentos, na certeza da dúvida que encobre um enigma evidente em uma canção tão transparente. E poderia se dizer que falo do nada, mas a ausência tem inúmeros movimentos de deixar o peito sem ar na fadiga de tudo que faltar. Então a simplicidade incompreensível encontra seu lugar nas ternuras indizíveis. E a sombra luminosa da árvore é esquecida ao deixar o sol aquecer o corpo na primavera de dias que florescem no destino. Tudo é como deveria ser, se as rotas são conhecidas e cada um navega o mar que lhe foi destinado e já não se lamenta o passado se o poema nega a tristeza e muito mais alegrias põe na mesa na abundância de uma certeza clara de um pôr do sol laranjado a refletir na praia nossas melhores ações. Viver o presente é o melhor conselho da face que reflete o espelho.
Eternamente eu irei para o banho e o shampoo estará no fim. Então escreverei sobre a minha desgraça, e, depois, escreverei sobre os meus escritos, eternamente. É a tirania do momento. Este instante foi, é, será toda a minha vida. É a consciência do limite, que não pode ser ultrapassado. O momento não termina nunca, por isso é muito difícil de ser percebido.
A voz mineral do crepúsculo tinha o perfume geométrico da eternidade e o sabor translúcido da expectativa, que tinha a textura azul do silêncio no brilho aromático da memória a carregar a luz dos anos e o sabor oblíquo da saudade. O eco da floresta de distância cristalina dourava a retina na claridade áspera do destino, que tecia a melodia da solidão no toque alaranjado do esquecimento. O epitáfio sonoro das estrelas reluzia na voz líquida dos séculos com o resquício de ternura e o cheiro celeste da contemplação na paz do infinito. O murmúrio esmeralda das colinas reluzia a música translúcida da aurora que já previa o gosto do luar e a fragrância silenciosa da neve com a textura do afeto na sonoridade violeta do horizonte. A luz macia da lembrança tinha o sabor azul escuro das madrugadas. A voz cintilante das fontes celebrava o escarlate do desejo no aroma cristalino das ausências na veia líquida do amor e no prateado do vento, que trazia a doçura luminosa dos sonhos revestidos do eco aveludado do passado. A música da tarde se estendia no verde da chuva de outono na textura sonora do universo com o gosto da serenidade branca do inverno atemporal sobre o toque aveludado do tempo a se espraiar por um instante no aroma vermelho da melancolia, que entretanto fazia ouvir a voz transparente dos rios no sabor solar da alegria. A consistência líquida das estrelas corria sobre o murmúrio cintilante das árvores na canção cristalina da verdade. O perfume turquesa do silêncio tinha a claridade melódica da alma e a esmeralda da sonoridade prateada da chuva. O gosto macio da lua tinha a voz rubra do coração e a forma luminosa do afeto no perfume mineral da madrugada, descomprometida com qualquer sentido no tom lilás da saudade de claridade doce no mar, com ondas de constelações no ardor branco da paz interior. O pensamento tinha o sabor arqueológico da memória na voz cósmica do vazio na metafísica do tempo ontológico da existência e a melodia espectral da consciência levava consigo a claridade ancestral da alma, cujo gosto era o silêncio invisível do destino na luz argumentativa da razão. As mentes deliravam de fome do abstrato da liberdade e em transe ouviam a melodia da impermanência na luz sideral da esperança.
O aroma oblíquo dos séculos cai na sonoridade azul da eternidade no sabor crepuscular das horas. A textura silenciosa do futuro descansa meu corpo fatigado pela movimentação do dia. Será um dia passado se o brilho áspero das eras são esquecidas, mas a temperatura violeta da memória faz mais forte a lembrança do amor, que surge exasperada, pois eis que são correntes do tempo e as mãos bradam por liberdade. As lembranças moram em um labirinto e voltam várias vezes ao mesmo lugar. É uma face que surge na parede sorrindo indiferente, talvez, se caminhos opostos não atravessam a cidade. No entanto, as palavras me resgatam e oferecem saídas através do perfume mineral da lógica, que altiva se faz racional. E na claridade sonora do pensamento penso em esquecer na noite escura, sujeito a perigos de ternura. Resta a luminosidade amarga da consciência e eu nego o sabor da boca se o dia foi pacífico e muito mais gratidão eu sinto. Tentar fortemente esquecer é fazer a memória cada vez mais vívida, então eu apenas me conformo a ver o copo meio cheio no murmúrio cristalino do conceito de que não há mal que sempre dure e paradoxalmente estou plena de alegria se a melancolia não entorpeceu o dia produtivo. A culpa são das noites escuras, que mais exaltam a cor da saudade. Mas não se come saudade nem amor, e sou privilegiada se tenho três refeições diárias. Diria que é uma forma torpe de diminuir a idealização, mas estou no sossego de casa e se bem pensar não me falta nada. O mais são pormenoridades e no estelar vazio dos minutos eu vislumbro o silêncio azul das nebulosas de meu peito e combato sentimentos ardilosos na geometria do infinito, que traz muitas promessas de prosperidade e tudo é relativo se o brilho dos vocábulos me enchem de bem estar e posso dizer que a felicidade está em mim, que em mim nasceu e reluz em meus olhos.
Há amores que despertam em nós o desejo de eternizar cada instante por meio de um presente repleto de significado. E há aqueles que chegam de repente, como um amor à primeira vista, arrebatando o coração com tamanha intensidade que resta apenas uma escolha: declarar o que sentimos e oferecer um gesto que traduza a grandeza desse amor.
"A coisa julgada não serve para eternizar o erro, mas para estabilizar a justiça. Se a realidade demonstra que a proteção integral da criança foi comprometida por um julgado anterior, a rescisão da sentença não é uma afronta à segurança jurídica, mas sua mais elevada expressão. Afinal, a estabilidade das formas jurídicas não pode sobrepujar a verdade que resguarda a infância."
A amizade sincera não pede espetáculo nem jura eternidade; ela se revela no gesto discreto de permanecer quando o brilho cessa e a alma se mostra sem ornamentos. É rara porque não deseja salvar, corrigir ou competir — apenas testemunhar. E, num mundo viciado em plateia, ter alguém que veja sem invadir e fique sem possuir é uma das formas mais silenciosas de amor.
Não há ato mais irresponsável do que transformar um filho em um eterno dependente e chamar isso de amor. Amor que poupa da disciplina não ama; enfraquece. Amor que livra das consequências não protege; incapacita. Amor que compra silêncio, evita conflitos e remove cada obstáculo não educa; domestica para a dependência. Pais assim não criam homens e mulheres livres, mas adultos que esperam ser sustentados financeiramente, emocionalmente e moralmente por alguém. Quando os pais já não estiverem presentes, esses filhos descobrirão, da forma mais cruel, que ninguém herda competência, caráter, responsabilidade ou maturidade. Tudo aquilo de que foram poupados na infância a vida cobrará na idade adulta, com uma diferença devastadora: a infância admite desculpas; a realidade, não. Educar não é facilitar a vida dos filhos. É impedir que eles se tornem incapazes de viver sem os pais. Quem não compreende essa diferença pode deixar patrimônio, imóveis e dinheiro, mas terá falhado na única herança que realmente importa: formar um ser humano capaz de permanecer de pé quando não houver mais nenhuma mão para segurá-lo.
