Textos Marcantes
"No batuque do tambor, a alma anuncia,
a alegria que transborda entre as fantasias.
A dança é o fôlego, o corpo a se libertar,
em cada detalhe entrelaçado para o mundo admirar.
Tudo feito à mão, costurado com cuidado e devoção,
pois a arte nasce do zelo e da palma da mão.
Há quem conte histórias, há quem as invente,
mas a verdade é o encanto que pulsa na gente.
No livro divino, o profano não se faz sagrado,
mas é arte, é encanto, é o sonho acordado.
Embora o brilho se perca em quem só 'vai na onda',
o riso e a festa fazem do mundo o seu grande Carnaval."
Encontrei em você tudo o que procurava...
Amizade, alegria, compreensão, afeto, carinho, companheirismo. Tudo isso fez de mim uma pessoa melhor e mais feliz. Hoje sinto que posso ser eu mesma, sem me importar com a opinião de alguém, pois estou em primeiro lugar. Sou grata a você por me fazer acreditar em mim, e por ser essa pessoa linda e especial. Sinto que quando viestes ao mundo, as estrelas no céu ficaram com muito mais brilho. Não importa o tempo que aqui estarei, sempre ti amarei, meu querido amigo!
Entre confete e silêncio
Nas ruas nasce fevereiro
com seus tambores solares,
uma alegria ensaiada
que aprende a sorrir mais alto que a fome.
O país veste plumas
para não ver as costuras abertas.
Cada lantejoula cobre
um buraco antigo do telhado.
Chamam de festa popular —
e é,
porque o povo é especialista
em sobreviver cantando.
Mas há um cansaço
escorrendo por baixo da tinta:
um mapa rasgado em avenidas,
um futuro vendido em três acordes.
O pão chega em migalhas,
o circo em carros alegóricos.
A multidão aprende o refrão
antes de aprender o porquê.
Enquanto isso,
nas casas quietas,
a solidão assiste pela televisão
um país que não cabe mais em si.
Ninguém é tolo sozinho —
é junto que a distração floresce.
É mais leve dançar
do que sustentar a pergunta.
E assim fevereiro passa:
o Brasil amanhece rouco,
coberto de papel picado,
sem lembrar o que tentava dizer.
Oxalá se pudesse provocar em mim mesmo, uma suave alegria que me levasse a apossar de uma parresia contundente, para poder imitar o grande apóstolo em seu texto idiomático dirigido aos Coríntios em sua primeira carta, no remate do capítulo e versículo 9,16.
Ai de mim, digo eu, em pobre ortodoxia que se transforma em triste desejo de meu quietismo estimulado neste epílogo, por sentimentos de difícil compreensão humana...
Um dia, a gente descobre que tudo teve uma razão, tecida de tristeza e de alegria
Um dia, a gente percebe que tem discussão que claramente não vale a pena
Um dia, a gente agradece e fica mais forte, pois com certeza, a gratidão fortalece.
Um dia, a gente aprende aquela lição que mais precisava, um feito resiliente
Um dia, finalmente, a gente cresce e passa a prestar mais atenção, visão que eleva a mente
Um dia, a gente terá esta bênção alcançada; nada que está sendo vivenciado será em vão
Um dia de cada vez, a gente segue vivendo a própria jornada com Deus e sua Proteção.
Aos que desejam Happy Holidays! Que seu dia seja repleto de alegria! Aos que desejam Merry Christmas! Que a paz envolva seu lar. Dias felizes são aqueles compartilhados com quem amamos, não importa a data no calendário.
As datas festivas são importantes. São a desculpa perfeita para o reencontro, o abraço apertado, a mesa farta de comida e histórias. O verdadeiro presente é a presença.
Porque, no fim de tudo, o importante são as pessoas. Os laços que construímos, o cuidado, o apoio incondicional. E, em cada celebração, lembre-se sempre: em meio a todos, o importante é você. Sua felicidade é o que dá sentido a cada momento compartilhado.
A alegria está no caminho da vida! Eu me encanto com cada momento, com a minha força de superação de encantamento! Vibro con cada vitória, honro e agradeço meu Ser por não desistir de nenhum sonho! Semana abençoada!
Honro demais toda a minha família, que se torna uma só em meu coração, pois nele não há separação!
Honro toda a espiritualidade que me guía, pois sem eles eu não seria nada !
Sou um pequenino grão de areia que expande num infinito que é só meu!
Honro e agradeço todos os seres de luz e da luz que me ilumina e me faz SER quem SOU!
Flor Maldita
Embora tivesses tu,
Pisado em solo profano
Sentia-se a alegria virginal
Que só existe em ti.
Doce pecado maléfico,
Que andas perambulando
Pelas covas do cemitério maldito
Com o mel sujo de sangue.
Ah! Carnes amáveis,
Fujam de minha presença;
Pois odeio amá-las.
Flor maldita e abstrata,
Por que corrói meus ossos e
Carnes com teus amáveis beijos?
A VIDA EM RISOS E DOR
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
A verdadeira alegria vem de dentro, de um coração que reluz.
Que em cada canto da vida, revela de Cristo a luz.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Não espere da vida, mais do que a vida lhe dá.
Pois nada trouxemos pra esta vida e dela, nada vai levar.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Seja sempre sorriso em um mundo cheio de dor.
Pois até no sorriso também há dissabor.
O sorriso da alma, traz alegria ao rosto, nos enxendo de calma, revelando da vida o gosto
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Se tem rosas, tem espinho, se tem espinho pode haver dor.
Pois até as rosas tem sua sorte, algumas relembram a morte, outras revelam o amor.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Cícero Marcos
Antes de você, eu era apenas um mapa esperando por um destino. Você chegou e me trouxe a alegria de quem finalmente encontra o lar.
Você me completa na alma, e cada dia ao seu lado é um verso lindo que Deus escreveu.
Seja qual for o tempo que nos espera, saiba: minha promessa é te amar com a mesma alegria de hoje, por toda a nossa eternidade.
As lágrimas sempre farão parte de nossa vida, sejam lágrimas de alegria ou de tristezas, angústia ou decepção; por ver um filho ao nascer ou o mesmo a morrer. Sempre nós homens seremos perseguidos por um terrível ditado popular “homem que é homem não chora”. Acho que na verdade os homens mais fortes são os que realmente choram, sem medo de dizer o que está passando, ou o que passou.
Os verdadeiros Homens são os que derramam suas lágrimas sem medo de dizer o motivo, não têm vergonha de chegar para você e dizer que errou; que “pisou na bola” e está precisando de ajuda. São homens que derramam suas lágrimas, mas que se comovem ao ver seu próximo derramá-las, e tenta de todas as formas enxugá-las. Os verdadeiros homens, são os que enxugam suas lágrimas sem perguntar o porquê que você as derrama, estarão primeiramente mais preocupados em enxugá-las, e depois o motivo pela qual você as derrama...
ELEGIA 1938
Trabalhas sem alegria para um mundo caduco,
onde as formas e as ações não encerram nenhum exemplo.
Praticas laboriosamente os gestos universais,
sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual.
Heróis enchem os parques da cidade em que te arrastas,
e preconizam a virtude, a renúncia, o sangue-frio, a concepção.
À noite, se neblina, abrem guardas-chuvas de bronze
ou se recolhem aos volumes de sinistras bibliotecas.
Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra
e sabes que, dormindo, os problemas te dispensam de morrer.
Mas o terrível despertar prova a existência da Grande Máquina
e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis palmeiras.
Caminhas entre mortos e com eles conversas
sobre coisas do tempo futuro e negócios do espírito.
A literatura estragou tuas melhores horas de amor.
Ao telefone perdeste muito, muitíssimo tempo de semear.
Coração orgulhoso, tens pressa de confessar tua derrota
e adiar para outro século a felicidade coletiva.
Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta distribuição
porque não podes, sozinho, dinamitar a ilha de Manhattan.
- Carlos Drummond de Andrade
A música colore a vida .
Dá sentido ao choro e a alegria.
A música encanta e as vezes espanta.
É impossível viver sem música.
Seja alegre ou triste ,
Animada ou suave,
É música!
Cante , ouça, preste atenção!
A melodia fala , ela conta histórias
dentro da gente e fora.
Onde tem um coração, tem Músicas e Sentimentos.
E o verbo se fez carne e habitou entre nós
Por isso os sinos tocam
Tocam com alegria
incessantemente
efusivamente
Tocam para anunciar
vem aí o Salvador
vem aí Aquele menino
Tão pequeno bambino
Que para nós
é mais que mimo
não é algo superficial
muito menos passageiro
Veio para ficar
veio para nossa existência
ressignificar
Mostrar
ser Ele mesmo o Caminho
a Verdade e a Vida
Dezembro/2026
EditeLima 60
A benção de mais um dia!
Que o Espírito Santo inunde seu coração com amor, paz e alegria, transbordando a presença divina sobre sua vida e para os que o cercam. Essa graça, fruto de um relacionamento contínuo com Deus, traz renovo, esperança e fortalece a fé, transformando o interior e guiando atitudes diárias em conformidade com Sua vontade.
O objetivo dessa busca é que a vida espiritual seja inesgotável, permitindo que a graça de Deus seja visível e sentida por todos ao redor.
vamos orar:
"Espírito Santo, habita em mim e guia meus passos" que meu coração transborde desse amor Divino.
Abraço e um dia feliz em Cristo
O sofrimento e a dor são, o grande tecido da vida, com pequenas conta-gotas de alegria. Viver sorrindo o tempo todo, é a forma que muitos encontram para tecer este tecido, porém, também é uma forma de auto enganar-se, pois a realidade no dia-a-dia, nos confronta com o caos preponderante!
Olhar o mundo de forma a ver ele maravilhoso, é inspirador, mas, a cada passos dados na vida, são indicadores que um dia ela terá seu fim ! Viver o presente, é sonhar...
Um sorriso que ilumina o dia.
Um olhar que traz esperança e alegria.
Um jeito de ser que toca o coração.
Um semblante de calma, uma paz sem igual
Uma companhia que acalenta a alma.
Um abraço que conforta e faz bem.
Você é uma doçura que alimenta a alma de quem te conhece, e faz sorrir também.
(Saul Beleza)
“Moça Jasmim”
Segunda letra,
segundo andar...
alegria, vem me notar!
Segunda placa,
segundo piso:
lá está o teu sorriso.
Segundo passo,
meu olhar caído:
ouça meu pedido.
Segundo ardo
à luze celeste;
diga, o que fizeste?
Moça manga
do olhar de ouro,
ouça o meu coro
que canta, em silêncio,
a tua face —
porque o nome,
só Deus sabe…
Moça mais-que-fruta,
jasmim-manga
número ouro.
Distante divindade,
finda humanidade —
e a flor, constante.
Amor? divino ser,
Paixão? sou mais amigo;
veja as notas em fusão
que violam minha canção.
No baralho, uma emoção…
que o tempo,
segue em vão.
Tempo, tempo de graças
por anos serão farsas.
Segundo passa,
amada passa,
amor será estrada —
e o nome, ainda nada...
Os que confundem alegria com euforia e comemoração com rojão, quase sempre ignoram qualquer coisa…
Inclusive os gemidos dos corredores de um hospital.
Há quem acredite que a alegria só se prova no estrondo, que a celebração precisa ferir o silêncio ensurdecedor do outro para existir.
Confundem euforia com plenitude, barulho com sentido, rojão com gratidão.
E, nessa mesma confusão ruidosa, seguem cegos para quase tudo — inclusive para os gemidos baixos que ecoam nos corredores de um hospital.
Ali, onde o tempo anda quase sempre mais devagar e a esperança aprende a respirar em doses mínimas — quase a conta-gotas — não se pede festa, mas introspecção e respeito.
O problema não é atravessar o réveillon entre leitos, soros e orações sussurradas.
O que dói é saber que, do lado de fora, há quem precise assustar para se sentir vivo, incomodar para acreditar que está celebrando, ignorar para não ter de sentir.
Enquanto alguns estouram fogos, outros lutam para não estourar por dentro.
Enquanto uns anseiam pelo ano novo, outros tentam apenas continuar no ano que ainda não acabou.
E talvez a maior das misérias não seja a ausência de festa, mas a ausência de sensibilidade.
Porque a alegria que precisa ferir o outro para existir, já nasceu vazia.
E toda comemoração que não cabe no silêncio respeitoso diante da dor alheia não passa de barulho — alto, breve e profundamente oco.
Aos que respeitam o outro — especialmente os enfermos, autistas, bebês, idosos e os animais — Feliz Ano Novo!
Ecoando a minha alegria.
Espalhando poesia.
A minha, a sua, a nossa.
Entre versos e rimas.
Os ecos da cidade.
Pelo Brasil, aflora.
Quero tanto e não quero nada.
Das incertezas, nada é meu ou seu.
Tudo é nosso!
Nesse Brasil, lá fora.
Nos becos, estradas e vielas.
No subúrbio ou na zona sul.
Ouve-se os
Ecos da cidade.
De norte a sul...
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