Textos eu Preciso

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Se há 20 anos alguém dissesse que eu teria uma vida boa, estaria concursado e feliz com o que tenho hoje, eu diria que essa pessoa faltava com a verdade. Minha realidade era totalmente diferente.

Para alguns familiares, professores e até colegas, eu era o mais analfabeto, preguiçoso e vagabundo.

Hoje não sou o mais inteligente, nem o mais trabalhador, nem o mais enérgico no serviço. Entretanto, estou na média social — e posso afirmar que estou acima daqueles que me criticavam.

Só tenho a agradecer a todos e todas que me humilharam, que me negaram trabalho e que me expulsaram de suas casas. Tenho lembranças de uma surra que levei aos 12 anos, dada por minha mãe, com fio elétrico, por estar na casa de uma tia. Os familiares não me queriam ali e me expulsaram do local. Ela não gostou da situação e, naquele dia, me corrigiu. Sei que é errado agredir em forma de “peia”, mas aquilo abriu meus olhos para muitas coisas.

Aos 18 anos, depois de muitas desilusões familiares e de mendigar emprego, resolvi trabalhar. Com 21, iniciei minha primeira graduação — e nunca mais parei. Fui o primeiro filho a trabalhar, a ingressar em uma Universidade Pública e a ser concursado.

O “louco” para muitos, o que ninguém queria em casa e até evitava chamar de parente, hoje é convidado para muitas coisas. O mundo não gira, ele capota.

Obrigado, Deus


Obrigado por Tua graça, Senhor,
por cada milagre que eu não percebi.
Obrigado por me livrar
das maldades que eu nunca vi.
Sou grato por me guiar,
me fazendo enxergar
o caminho para seguir.


Nessa minha trajetória,
tenho muito mais a agradecer.
Já ganhei, já perdi,
procurando aprender.
O Senhor fechou e abriu portas
que eu custei pra entender.
Hoje eu acordo e só agradeço,
pois sei que o que eu mereço
o Senhor vai me devolver.

Que droga


No começo, não era nada — eu acho.
Só empatia.
Era ela, coitada, tão quieta na tristeza...
Que mundo injusto, que ironia.
Tão meiga, tão viva, agora em silêncio,
Olhos de mel cobertos de sombra.
Quem teve a crueldade de apagar sua luz?
De roubar o sol de quem transborda?


E então me atingiu — direto, sem aviso.
Como pode ela estar assim, partida?
Quem foi o infeliz que lhe tirou o riso
e costurou tristeza em sua vida?


No início era só compaixão, mas quando vi,
já era vício, já era laço.
Sem perceber, fiquei preso de novo
na droga doce do teu espaço.


Quando penso, só vejo teus cachos soltos,
teu jeito calmo, teus olhos fechando em riso.
Fiquei ali, admirando cada traço,
tentando ser abrigo, ser sorriso.


E quando notei, já sorria com você,
sem precisar de nada mais, nem entender porquê.
Ria dos teus risos, da tua calma,
e a cada gesto teu, se curava a minha alma.


E eu juro — por cada alegria que brotou de ti
que não deixarei tua luz se apagar aqui.
Se um dia a dor quiser voltar, eu serei abrigo,
serei tua paz depois do perigo.


Porque agora que te vi florescer em riso sereno,
quero ser teu porto quando o mundo for pequeno.
Te guardar do cinza, da dor e do desamor,
e pintar teus dias com abraço e cor.

🇵🇹🎹 Portugal Tá Em Crise 🎹🇵🇹


Yo, dizem “crescemos”, mas eu não vejo,
salário é curto, aluguel tá num peso.
Trabalho precário, contrato é mentira,
no fim do mês, só sobra a ira.


Ministro sorri na televisão,
mas corta na saúde, na educação.
Doente na fila, sem médico à mão,
professor cansado, sem valorização.


[Refrão]


Sistema é um jogo que só faz sangrar,
Portugal real não tá no jantar.
Rico no topo, pobre a chorar,
mas a voz do gueto não vão calar.


Deputado enche bolso, chama corrupção,
povo aperta cinto, fome no fogão.
Banco é resgate, mas quem paga sou eu,
milhões desviados, ninguém se perdeu.


Jovem formado já pensa emigrar,
porque aqui não dá pra se sustentar.
Dizem “pátria”, dizem “nação”,
mas vendem futuro sem compaixão.


[Refrão]


Sistema é um jogo que só faz sangrar,
Portugal real não tá no jantar.
Rico no topo, pobre a chorar,
mas a voz do gueto não vão calar.


Se o povo acordar, sistema treme,
a rua é escola, ninguém nos prende.
Portugal é nosso, não é do ladrão,
do bairro ao centro, revolução!


-

Eu deixei um pedaço do que eu sinto em cada palavra que eu digitei neste texto.


Clarice Lispector, Freud, e Carlos Drummond com certeza iriam usar uma língua perfeita pra dizer isso, talvez diriam:


"Eu não apenas escrevi — eu me espalhei. Em cada palavra ficou um pedaço de mim: ora silêncio disfarçado de grito, ora desejo que se esconde do próprio olhar, ora pedra transformada em pão. Deixei ali o que não cabia em mim — e ao digitar, fui me desfazendo para poder existir.”


Eu não posso deixar de lembrar do saudoso Fernando Sabino, e Rubem Alves. Se eu dissesse a Freud estou me perdendo nas coisas boas ele provavelmente me faria esta pergunta:


"Mas diga-me… ao se perder nas coisas boas que escreve, de que exatamente você está tentando se encontrar ou se esconder?"


Eu claramente responderia assim se eu fosse como Fernando Sabino:


“Quando me perco no que escrevo, não é tanto para me esconder, mas para me revelar. A gente escreve porque a vida não cabe inteira no silêncio. E, ao tentar me encontrar, descubro que o melhor de mim se revela justamente no pedaço que parecia perdido. Escrever é me perder para me achar de novo — e nesse vai e vem, vou sendo um pouco mais eu.”


E se eu perguntasse a Rubem Alves, porque as pessoas desejam alguém que as escute de maneira calma e tranquila, em silêncio? Se eu perguntasse a ele porque no tempo de nosso amigo Freud as pessoas procuravam terapia para se curarem da repreensão e hoje procuram por causa da dor de não haver quem os escute?


Ele talvez me responderia assim…


“Minha querida, as pessoas sempre tiveram sede de escuta. No meu tempo, buscavam terapia porque carregavam dentro de si a ferida das proibições, das vozes que gritavam ‘não pode!’, ‘não deve!’, ‘cale-se!’. O mundo estava cheio de regras, e o coração ficava aprisionado.


Hoje, o que vejo é uma dor diferente. Não é a dor da repressão, mas da solidão. Não é o excesso de vozes, mas a falta delas. As pessoas sofrem porque não há quem as escute em silêncio — silêncio que não julga, não apressa, não dá respostas prontas.


O maior consolo que um ser humano pode dar ao outro não é um conselho, mas a sua presença atenta. Escutar é como oferecer um copo de água a alguém que atravessa o deserto. Quando alguém nos escuta de verdade, nós renascemos.


E talvez seja por isso que tantos procuram terapia hoje: não por doença, mas por fome. Fome de escuta. Fome de existir nos ouvidos e no coração de outro ser humano.”


Antes de morrer, eu gostaria de ter tomado um chá ou café com leite com Clarice Lispector, ter atravessado a rua, e um automóvel ter passado por cima de nós, e nós morremos. Ter adiantado as cartas de Fernando Sabino para evitar a decepção dele com os correios. Ter citado tudo aquilo que hoje eu não tenho coragem deitada num sofá de couro com Freud. Ter gastado horas incansáveis vezes pensando num verso que a pena não quer escrever junto com Carlos Drummond. E ver Rubem Alves citando o porque ainda não pensaram numa avaliação para avaliar a felicidade dos alunos, mas que todos se perguntam como os professores estão… - (Obra: A alegria de ensinar)


Eu não escrevo pra viver, eu vivo da poesia…


Se escrevo é porque tenho histórias pra contar.

Sorriso metálico


Seu sorriso já não me pertence. Eu já não sou o motivo das suas gargalhadas.
Não escuto mais a sua voz, e aos poucos vou esquecendo como ela soava.
Seus beijos, que tanto me aqueciam, já não os sinto mais.
Sigo assim, sem você. Apenas com a nostalgia do que existia antes de você desaparecer.


Será que um dia isso realmente já me pertenceu ou era apenas ilusões que você me deixou acreditar?

Apenas uma carta


Meses se passaram e eu não te vi mais, nossos olhos já não se encontram e tudo o que me resta são memórias. Porém ainda consigo sentir o calor do teu corpo, sua voz me chamando, e seus lindos olhos castanhos que sorriam ao me ver, tudo isso já se tornou passado.


Essas memórias sempre voltam a me assombrar, e essa ausência me devora silenciosamente. Os "e se" me perseguem a todo canto que eu vá mesmo sabendo que não tem como mudar o que já foi, e eu vivo no passado esperando que algum dia se torne o presente.


Essa é apenas uma carta sem intenção de ser entregue, apenas um retrato do que sinto com sua falta. Mesmo distante você me inspira, mas se me perguntarem qual é a minha inspiração jamais direi que é você.

Eu não sei


Todos os dias eu morro um pouco,
e cada dia a saudade me consome.
Uma dor tão surreal que chega a ser física…
o que eu faço com esse amor não tratado?


Me sufoco nos meus pensamentos
na ideia de ter você de volta,
mas eu estaria sendo tola em acreditar?
Será que esse realmente é o fim
e não tem outro caminho nessa história?


Talvez eu esteja sendo positiva
Em pensar que as coisas seriam diferentes.


Não chegaríamos no mesmo fim
se a intenção fosse ficar.
Te quero a todo instante,
até nos dias de tempestade.
Quero sua melancolia
e os seus traumas.
Tudo aquilo que te compõe.


Hoje seria diferente,
o amor é maior que qualquer desgraça.
Recomeços são apenas em filmes,
ou posso viver no real?

Me pergunto qual foi o começo de todo esse amor…
Como eu poderia esquecer dos dias em que apenas te admirava à distância? Dia após dia, me perdendo em teu sorriso, me encantando com teu jeito, me alegrando apenas por te ver.

Como colocar em palavras que, além de tua beleza única, ainda havia tua energia — uma energia calma e brilhante, que me fazia sentir cada estrela no céu e no mar?

Após tantos anos, ainda tento descrever tudo o que sentia ao te ver…
E, duvido que algum dia eu consiga escrever todos os poemas que meu coração te recitou.

Sigo, então, comparando-te a todas as coisas belas que há no mundo — já sabendo que nenhuma delas chegará aos teus pés. E mesmo que o mundo inteiro brilhe, ainda me falta tua luz.

Não é apenas um sonho, é uma promessa


Desde muito pequena eu tinha um desejo que parecia comum para quem tinha apenas cinco anos: “quando eu crescer, quero ser médica”. Era aquela fase em que muitas crianças sonham em ser várias profissões, mas no meu coração havia algo diferente… eu não queria ser apenas uma médica, eu queria ser a doutora que cuida de crianças.


A Zaine cresceu e, junto com ela, o sonho também. Mas sabe qual é a parte mais incrível dessa história? Quando o Dono dos meus planos me mostrou que aquilo não era apenas um sonho infantil, e sim uma promessa d’Ele para mim.


Com Seu amor, graça e bondade, Ele me permitiu passar pela fase mais difícil da minha vida e como sou grata por isso! Porque foi nesse deserto que eu descobri um novo mundo: um mundo nada fácil, mas um mundo onde a dor é capaz de florescer em esperança.


Foi nesse momento que compreendi: “Zaine, você não será apenas médica de crianças. Você será uma médica de crianças com câncer. Você será uma oncologista pediátrica.” Naquele instante percebi que eu não sonhava apenas os meus sonhos eu sonhava uma parte dos sonhos de Deus.


Houve momentos em que pensei não conseguir, como quando tentei o curso técnico em enfermagem. Mas foi justamente ali meu Pai se fez ainda mais presente, me provando Seu amor uma, duas, mil vezes.


E hoje, olhando para cada detalhe, eu percebo: sou feliz.
Feliz por ter ressignificado o que diziam ser minha morte.
Feliz porque encontrei sentido mesmo na dor.
Feliz porque, em vez de chorar, eu escolhi sonhar. E isso é só o começo!

Carrego no peito um silêncio pesado,
um nó que não se desfaz.
A confiança que eu guardava com tanto cuidado
escorregou pelos meus dedos e se desfez em pedaços.


Olho no espelho e não me encontro,
vejo sombras onde antes havia luz.
A insegurança me abraça,
e a traição do silêncio me fere mais que mil palavras.


Sonhos que plantei com ternura
agora estão deitados no chão, partidos.
E eu me pergunto:
como recolher o que se perdeu em nós,
se até o chão me falta?


Há em mim amor e raiva,
esperança e medo,
um turbilhão que me arrasta.
E nesse vendaval só desejo
reencontrar a mim mesma,
inteira, forte, capaz de florescer outra vez.

Queimei aquela camiseta que você me deu de aniversário, sem perceber que eu não era a única que a usava.
Cortei aquela camiseta que você disse que amava, só que não amava em min se não em ela.
Queimei e cortei as promessas, aquelas que você jurou à sua mãe que seriam cumpridas.


Queimei aquelas cartas de amor que me faziam apaixonar mais por você a cada dia, sem sentido.


Queimei todos os presentes que você me deu porque eles me lembraram de um erro meu.


Queimei meu coração para não sofrer e voltar para o seu.

A Cura do Irremediável.”




Eu começo este texto, explicando porque “A Cura do Irremediável”.
Segundo a wikipedia,“Irremediável” é algo sem solução, sem remédio ou possibilidade de ser evitado ou reparado, de forma definitiva, ou fatal.
A Cura do Irremediável, porque soa como um paradoxo, “a cura daquilo que não podia ser curado”.
Em sentido filosófico e existencial, representa a busca humana por lidar com perdas, dores e situações que parecem definitivas.
Existem dores, pessoas, lugares e tempos que não voltam mais.
Com um tempo, se desfaz, e esfarela tudo no vento.
Há algumas perdas que não tem remédio.
Silêncios em excesso que não se desfazem em palavras…
Mas, no fundo da alma cansada, onde o impossível se deita totalmente cansado, nasce uma cura, a cura do Irremediável.
não é apagar o que já passou, é claro.
Mas é aprender a respirar na ausência, e no silêncio que estão te fazendo sentir.
A cura do Irremediável não é devolver o que se perdeu, é transformar a ferida em choro deixado para trás. E transformar esse choro em oração.
E assim, o Irremediável se cura.

Se eu pudesse voltar para a noite, no dia em que te conheci.

Se eu pudesse voltar para a noite, na noite dos jogos.

Ah se eu pudesse retornar, para o que era.

Mas se retornado ao que era, não seremos diferentes que fomos.



Se eu pudesse mudar o dia em que te conheci.

Se eu pudesse mudar a noite dos nossos jogos.

Se eu pudesse alterar, o que aconteceu, talvez então, mudaria oque seriamos.

Mas não seriamos quem somos mais, talvez uma ilusão, criado de um mundo inexistente.

Seriamos e não seriamos, nós ao mesmo tempo.



No fim o passado não se altera, e o futuro inexiste.

Somos o que somos agora, no presente, e nada mais.

Somos nossos atos de agora, e nada mais.

Somos a intensidade do presente e nada mais.



E nada mais.

Mas se eu pudesse ser mais.

Se eu pudesse ter sido menos.



Talvez

Eu teria amado mais.

Eu teria negado menos.



Talvez

Teria na primeira conversa, me entregado mais.

Teria na primeira conversa, guardado sentimentos menos.



Um Talvez........

Talvez tivesse dado certo.

Talvez tivesse dado errado.

Impossível saber, pois ficou inerte, sem atos.





No Fim, A vida não é feita de Se ou de Talvezes

A vida é feita de decisões momentâneas, que regem o futuro incerto.



Talvez recomece, talvez seja realmente o fim. Cabe nossos atos decidir.

No fim, o passado foi, o presente se faz agora, e o futuro é deixado para seguir o fluxo.

Tal dádiva entregue ao homem, por Deus, feita para realizar o presente.

Nada mais é, nada mais será, se não feita por atos agora, se nada feito, o mundo se mantem inerte.

Quão chato é morrer, e perceber que o momento que deixamos escapar teria mudado tudo, e nada mais resta senão o silêncio do que poderia ter sido.⁠

👉🏼 O Eu Invisível: A Essência que Transcende Corpo e Pensamento

“Não somos nosso corpo, nem nossos pensamentos; somos a consciência que observa. Ela não se prende ao tempo, não se perde nas ilusões, não se abala com a forma. Eternamente livre, silenciosa e pura, ela revela quem realmente somos: essência infinita, conexão com o todo.”

Comparsa


De guri eu fui cancheiro
Nas comparsa de esquila
Me juntando com os pila
Nas estância da fronteira

Era lindo a barulheira
Da maquina bordoneando
A indiada esquilando
E eu botandolhe fixa

Ovelha não relincha
Mas dispara igual bagual
E o agarrador, por vez se vê mal
Maniando nas pata o tento

E entrega pro talento
De Quem na mão se defende
O Souza, João clemente,
o Cleber o alemão


Eu guri varrendo o chão
Curando com óleo gracha
Algum talho que se acha
O pente por vez é cruel

Depois enrolava o vel
Largava pro amarrador
Que lançava pro socador
Que a estopa lhe cobrava

E o cozinheiro avisava
Tem churrasco na cozinha
Pão café, farinha
Pra reforço do peão

Depois seguia a função
Naquele mordaço de novembro
Cada detalhe eu lembro
Até o cheiro do galpão

Ja carneado um Capão
Que nas brasa esperava
O meio dia parava
Pra uma boia de repeito

Massa, feijão preto
Antes umas cuia de mate

E o locutor da cidade
Dando no rádio os recado
Um aviso do polvoado
Telefone não havia

E a turma se intertia
Depois a sesta pegava
E a comparsa descansava
Pra aquele resto de dia

Ao fim de mais uma lida
Vinha o banho no açude
Parece até meio rude
O ofício Pra quem nao conhece

Mas é quando o dia anoitece
Os catre já arrumado
Que o galpão fica animado
Uns verso bem declamado

Alguns floreio do gildo
Reconheço que sou grosso
Baile do Chico torto
Resposta do relho trançado

E ali naquele aleredo
Os catre todo ermanado
Se vivia o presente
Especulava o futuro
E lembrava o passado

O que seria da tosa
Com a tal modernidade
Pra quem viveu desse ofício
Apartado da cidade

Se bombeava tanta mudança
Pra quem pouco sabia
Que tinha só a tosquia
Como changa e ganha pão

Era a tal evolução
Que se vinha em desparada
A lã ja valia nada
Mal pagava a comparsa

Mas tudo um dia passa
Hoje em dia o esquiador
Só é lembrado nos versos
E na saudade do payador


Mas ainda no setembro
Me bate aquela agunia
Pra embarcar numa comparsa
E voltar naqueles dia


Rever os meus amigos
Galpao, o velho catre
Aquele assado nas brasa
E os parceiros do mate

Renato Jaguarão.

De joelho na areia, clamei por misericórdia. E meu Deus e meu Senhor me ouviu. Portanto, eu viverei um longo tempo de paz e alegria. Que meu querido Deus abençoe meus dias e minha amada família. Com fé, viverei um longo tempo de paz e alegria, agradecendo pelas bênçãos em minha vida e pela minha amada família, pois em cada bênção renovo minha fé e gratidão.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
🙏🏾🕊️🙏🏾🕊️🙏🏾
Tenhamos fé!

O que eu achava que era amor era dependência emocional, onde eu achava que era reconfortante era a depressão, e onde eu achei que não era o amor, era o amor em pessoa pegando na minha mão e dizendo que tem orgulho de mim.


Isso é sobre pessoas e eu. Eu sempre achei que sabia de tudo, mas eu não sabia o que fazer sobre os meus sentimentos e o que era realmente. Fui descobrir depois de 3 anos.

Eu Não sei como o seu dia pode estar,
Mas me coloco a disposição para te ajudar....
Por isso:
Meus Braços estão aqui pra te abraçar,
Meus Ouvidos estão aqui pra te ouvir,
Eu te ajudarei a fazer sua tempestade passar,
Pois meus labios está aqui pra te instruir.
Sempre conte comigo para que precisar,
Uma pessoa como você no meu❤️vou sempre guardar!

A mulher que um dia eu fui

Houve um tempo em que eu acreditava cegamente no amor. As palavras doces me tocavam profundamente…

Me deixavam vulnerável — e eu achava isso bonito.

Mas o tempo passou.

E com ele, vieram as desilusões.

Hoje, ainda acredito no amor… mas com ressalvas.

A cada dia, luto contra a descrença que me consome em silêncio.

As frases lindas que antes me encantavam agora soam ocas. Começo a pensar que talvez fossem só palavras —

como tantos já me disseram.

Não escrevo mais cartas de amor. As palavras não fluem. A comunicação é difícil. É como se tivessem arrancado o meu lado romântico à força.

E isso me dói.

Porque a pessoa que agora ocupa esse espaço…

gostaria de ouvir o que sinto. Os poemas que um dia fiz — e recitei — pra você.

Será que um dia eu volto a ser? Aquela mulher sonhadora, sensível, romântica... a que você destruiu?

Será? Hoje, tudo o que consigo dizer… tudo o que ainda sobrevive em mim…

é que eu te amo.