Textos Descritivo sobre Natureza

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Auto-psicossociologia

Espero que não me leve a mal...
O poeta, fingidor por natureza,
tem nas palavras tal destreza
de, sem ser, tornar-se pessoal...

Suas dores: cálculo intencional,
destilam lâminas com sutileza,
e nos conduzem, sem defesa,
à própria incisão emocional...

O mero comum intelectualizado,
sangra versos que julga seus,
e unge o próprio ego exaltado...

E o poeta ri... Artífice dos véus...
vê-se no espelho do flagelado
e brinda, frio, ao caos que ergueu.

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A pessoa acredita que o Cristianismo distorce a natureza de Deus ao tratá-lo como algo externo e separado do ser humano, exigindo arrependimento. Para ela, Deus não é um ser que cobra ou compete, mas sim uma presença interna — a própria vida dentro de cada pessoa. Por isso, entende que não faz sentido esperar o retorno de Jesus Cristo, pois Ele já estaria presente em todos.
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Não! Absolutamente não!


A sua colocação parte de uma premissa equivocada e, portanto, conduz a uma conclusão igualmente equivocada.


O Cristianismo não coloca Deus como concorrente do homem — isso é uma interpretação distorcida, superficial, que ignora dois mil anos de construção teológica, filosófica e moral. O que o Cristianismo faz, na verdade, é estabelecer uma hierarquia ontológica: Deus como princípio absoluto, e o homem como ser finito, limitado, em processo.


Quando se fala em arrependimento, não se está afirmando que Deus “precisa” de algo — isso seria um absurdo lógico! Deus, por definição, não carece de nada. O arrependimento é uma necessidade humana, não divina. É um mecanismo de consciência, de ajuste moral, de reconhecimento da própria falibilidade.


Portanto, inverter isso — dizer que o Cristianismo ensina que Deus depende do homem — é não compreender a estrutura fundamental da própria doutrina.


Agora, quanto à afirmação de que “Deus já habita em nós” — sim, há correntes teológicas que abordam essa dimensão interior, essa experiência subjetiva do divino. Mas transformar isso em negação de toda a transcendência divina é reduzir o absoluto ao psicológico. É confundir experiência interna com totalidade metafísica.


E mais: afirmar que Jesus Cristo “nunca voltará” porque “já vive em nós” é uma interpretação específica, não um consenso. O Cristianismo histórico — das suas bases até suas principais tradições — sustenta uma distinção clara entre presença espiritual e realidade escatológica.


Misturar esses planos é, no mínimo, uma simplificação perigosa.


O que está ocorrendo aqui não é uma refutação do Cristianismo, mas uma reinterpretação pessoal — legítima, sim — porém apresentada como verdade universal. E isso, do ponto de vista lógico, não se sustenta.


Se há algo que precisa ser preservado, é a coerência: ou se discute a doutrina como ela é, ou se admite que se está propondo outra coisa.


Porque, no fim, a maior responsabilidade intelectual não é concordar ou discordar — é compreender corretamente aquilo que se pretende criticar.

Vida Eterna

Jesus morreu como homem! E como Deus! Não se pode separar uma natureza da outra! Agora quem morreu, por momentos, não foi o Pai, mas o verbo " o Filho"! E porque não nos podia salvar doutro modo! Ou seja, que adiantava termos o perdão dos pecados ( se morresse como homem), mas não tivéssemos a vida eterna ( se não morresse como Deus)?

Sendo assim temos Vida Eterna, pois Jesus morreu como homem e como Deus! Se ele morresse como homem somente, não teria vida eterna! Mas eis que foi Deus que morreu por nós! Ele é eterno e nós dá a vida eterna! Ressuscitou para nossa justificação e nossa Vida Eterna!

Deus criou o céu e a terra, noite e dia, lua e sol, a natureza e todas as suas maravilhas e belezas. Criou o homem e e , com muito mais esmero dedicou-se a criação da mulher pois a ela daria a missão mais bela e sublime: "ser mãe"!
Mãe é um ser anjo, com alma de flor, rosto humano do Divino criador, coração grandioso revestido do mais puro, transparente, imensurável e incomparável amor.
Mãe, imagem e semelhança do divino criador cuja essência se revela no seu incondicional amor.
Mãe, ser que gera a vida e que dá a vida pelos filhos seus, pois seu amor é sincero e verdadeiro e , por causa desse grande amor é capaz de renunciar-se a si mesma e submeter-se aos mais arduos sacrifícios -tudo por causa de um grande amor!
Mãe é dádiva,dom maior daquela que carrega na alma e no coração o espírito de doação -sem preocupar-se com quaisquer recompensa-doa o seu tempo, o seu amor e, se preciso for, doará a própria vida para que seus filhos sejam felizes.
Mãe é uma palavra pequenina que significados Multiplus, não tem antônimo e nem sinônimo, mas poderia ser resumida em uma só palavra: amor"!
Mãe, na singularidade deste ser, toda a força, toda a luz e todo o poder que emana da palavra "amor"!
Mãe é um ser ímpar e é por isso que se torna impossível falar de mãe sem repetir inúmeras vezes a palavra "amor". Afinal, falar de mãe é falar do mais puro e verdadeiro exemplo de amor e por isso, todo amor é pouco para expressar todo o amor de mãe!

Estou amando um homem muçulmano
E ele é tão doce
Seus olhos me contemplam
Ele ama a natureza
Ama rosas
Ele faz coisas para me agradar
Ele me fala para descansar
Ele traz comidas para mim de forma gentil e preocupada
Ele dança
Ele sorri com seus amigos
Ele faz as suas orações e sorri pra mim
Ele fala que somos doces
Seu nome faz reverência a Allah
Ao seu lado, eu contemplo o vento nas folhas
Ele não bebe álcool
Ele não come carne de porco
Ele me coloca em seus braços
Ele ama a chuva
Chove e ele roda comigo na chuva em seus braços
Com ele, eu aprendi a amar coisas que antes não amava
Com ele, eu sinto prazer, tenho vontades
Com ele, eu me ilumino
Ele é cientista
É perfeccionista
Ele não tenta me convencer sobre Allah
Porque as montanhas que eu via aos oito anos de idade me falam sobre esse agora.

As Estações da Vida


A natureza possui uma sabedoria que muitas vezes passa despercebida. As árvores não florescem durante todo o ano. Os rios não correm com a mesma intensidade em todas as épocas. O céu muda, os ventos mudam e as paisagens se transformam sem pedir permissão ao tempo.


Ainda assim, esperamos que nossa vida permaneça sempre na mesma estação.


Queremos dias de abundância sem períodos de espera. Queremos conquistas sem desafios. Queremos respostas imediatas para perguntas que talvez precisem amadurecer com o passar dos anos.


Mas a vida segue seus próprios ciclos.


Existem momentos em que tudo parece florescer. Os projetos avançam, os sonhos ganham forma e os caminhos se tornam mais claros. São fases em que sentimos a alegria do crescimento e a satisfação de colher os frutos de esforços antigos.


Porém, também existem períodos diferentes.


Tempos em que as mudanças acontecem de forma silenciosa.


Tempos em que os resultados demoram a aparecer.


Tempos em que somos convidados a confiar mais do que compreender.


Durante essas fases, muitas pessoas acreditam que estão paradas. Mas nem sempre a ausência de movimento visível significa ausência de crescimento.


A árvore que parece imóvel durante o inverno continua viva.


Suas raízes continuam trabalhando em silêncio.


E talvez seja exatamente isso que esteja acontecendo em muitas etapas da nossa própria caminhada.


Alguns dos aprendizados mais importantes não surgem nos períodos de conquista.


Surgem nos períodos de espera.


É durante eles que desenvolvemos paciência, resiliência e a capacidade de seguir em frente mesmo quando ainda não enxergamos o próximo passo.


Com o tempo aprendemos que não existe estação melhor ou pior.


Cada uma possui sua função.


A primavera nos ensina sobre recomeços.


O verão nos mostra a força da expansão.


O outono nos convida a deixar partir aquilo que já cumpriu seu papel.


E o inverno nos lembra que existem transformações que acontecem longe dos olhos.


Talvez a maturidade esteja justamente em aceitar esses ciclos sem lutar contra eles.


Entender que nem todos os dias foram feitos para colher.


Alguns foram feitos para plantar.


Outros para cuidar.


E alguns apenas para esperar.


Hoje compreendo que a vida não acontece apenas nos momentos em que florescemos.


Ela acontece em todas as estações.


Porque cada fase deixa algo dentro de nós.


Uma experiência.


Um aprendizado.


Uma nova forma de enxergar o mundo.


E quando olhamos para trás, percebemos que foram exatamente esses ciclos que deram forma à nossa história.

O maior desafio de um indivíduo Humano, está na transcendência. Embora imanente à Natureza espiritual do Homem, o "olhar para o alto", seu "ântropos", muitas são as barreiras que o impedem de se desligar das coisas que desviam sua atenção do "Alto", para o prender nas coisas da direção de "Baixo".
Mas cada indivíduo nasce exatamente com o desafio de tentar, a todo custo, romper essas barreiras e evoluir.
Romper com as barreiras do julgamento da incompreensão de seu árduo e misterioso caminho, romper com as armadilhas do materialismo, avareza, mesquinhez do conformismo paralisante ou retrógrado, romper com a mentalidade de uma Sociedade reducionista, efêmera e egoísta, interesseira de si mesma. Esses, dentre outros, são os desafios que ofuscam ou, na melhor das hipóteses, que TENTAM ofuscar, o magnífico brilho de sua maravilhosa ascensão.



Às 07:21 in 02.09.2025⁠

Natureza e Liberdade


Não existe vida sem liberdade e humanidade.
Por que a união se tornou tão corrompida?
Onde está a vida, senão na natureza?
Em tudo, sou levada a acreditar
Em uma utopia pessoal.
Somos feitos de esperança;
Somos feitos de dor;
Feitos de almas aprisionadas em carne,
Limitados.
Onde está a vida, senão de onde viemos?
Viva e retorne!
O fim é o começo.


- Ramile Godon

⁠Errar é inerente à natureza humana. Somos feitos de acertos e tropeços. No entanto, reconhecer os próprios erros exige coragem, e aprender com eles, sabedoria.
Nem todos estão dispostos a esse caminho, mas é nele que reside o verdadeiro crescimento.
Só evolui quem aceita rever suas atitudes e transformar falhas em lições.

NATUREZA

Natureza é alma viva !
De belas paisagens ...
Penhascos , florestas , rios , cascatas ...
Montanhas e planícies
Mares refletindo luares
E no sol a brilhar
Cada canto onde passaros a cantar
Melodias que voam no ar
Nas maravilhas a despertar
Natureza tem forças invisíveis
Que pairam além dos horizontes
Onde nas linhas infinitas
Vertem as marcas do tempo
Como se o próprio não existisse
Mas o homem em sua mesmice
Não enxerga o clarão de energia
Que num flash de fantasia
Foge se não for percebido
O encanto num canto feliz
Onde Deus preparou a pincel
Cada tom e cada traço com mel
Dessa imensa beleza
Que chamamos de natureza !

Poesia
João Batista Barbosa.

“A prosperidade não é só riqueza”.

A riqueza, em sua natureza intrínseca, constitui dom especialíssimo,
atributo que dimana do Altíssimo, conferido a alguns segundo Sua soberana vontade;
talento e recurso que, embora legítimos, não asseguram por si só a eternidade,
pois se limitam ao campo material e transitório da existência terrena.

Diversamente, a prosperidade se reveste da condição de verdadeira bênção,
porque se estende a todos quantos depositam sua confiança no Deus vivo.
Não se restringe a cifras, patrimônios ou títulos de crédito,
mas se manifesta em paz de espírito, em saúde preservada,
em família edificada com dignidade e em fé que sustenta a jornada diária.

Cumpre reconhecer que o homem rico, ainda que cercado de tesouros,
pode revelar-se pobre de sentido, carente de substância na alma,
enquanto o próspero, mesmo em meio às adversidades, floresce e subsiste,
porque amparado está na força que do Alto provém,
e sua vida se firma perenemente na graça divina.

Assim, proclama-se: a riqueza é dom, privilégio que pode converter-se em vaidade;
já a prosperidade é bênção inalienável, direção segura
e fundamento espiritual da existência.
Se o dom é recurso eventual, que Deus soberanamente reparte,
a bênção é graça contínua, que jamais permite faltar
o necessário à vida, ao coração e à eternidade.

Ambos procedem de Deus, o que ratifica a existência de realidades diversas:
há o rico pobre e o pobre rico, assim como há o rico verdadeiramente rico
e o pobre que permanece pobre.
O que, em essência, distingue cada um não é a soma dos bens,
mas o caráter, a fé e a dignidade que sustentam a alma diante de Deus.

H.A.A

Essência


Não é maravilhoso termos chulé? A natureza nos deu essa dádiva ao criar os tênis apertados, os sapatos herméticos, o futebol e as longas caminhadas. É algo para nós, já que ninguém ousou cheirar as patas de um rinoceronte, de um leão ou de um elefante. Mais que o mau hálito ou o cheiro das axilas, o chulé é um odor que se destaca. Se estamos com os pés no chão não o notamos, mas quando chega a hora de repousarmos, naquela hora que nos livramos dos sapatos, que são os nossos algozes, surge aquele aroma queijoso, lembrando o mofo, e nos sentimos em comunhão com a nossa essência. Somos animais e as nossas vidas não poderiam ser melhores. Mesmo a nudez dos pés, tão feia, não interfere nesse banquete olfativo. Fingimos nos desagradar, lavamos os pés, mas esse cheiro é ancestral. O homem pode tentar renegar a sua natureza, mas isso não é possível. O aroma do chulé veio para ficar.

[Fadado a
Triunfar]


O Sorriso Sincero,
é a Manifestação
mais Poderosa da Natureza.


É de nosso feitio fazermos
furiosamente fados frenéticos.


Eu não entendo
como um amor começa,
mas hoje compreendo,
como ele se eterniza.


mas entendo tudo
sobre perder.


perdi tantas vezes na vida,
que acabei me tornando
profissional nisso.


Sou o melhor perdedor
que você vai conhecer.


A dor, muitas vezes
é a maior prova de vida,
que podemos experimentar.


se Você for embora,
já embrulhei meu Coração
com um laço vermelho,


ele te pertence,
pode levar contigo.


cuide-se meu bem,
caso contrário
a qualquer momento,
pode ser atingida,
por uma poesia perdida.


Poesia é nossa arma,
o Verso a munição,
descarregamos tolerância,
sem piedade ou omissão.


Tudo chega ao fim,
até a opressão.


CUIDADO com a Educação,
na pior das hipóteses
vc pode aprender alguma coisa.


Nenhum deles estava
completamente certo,
nenhum deles estava completamente
errado.


Somente a incerteza
está assegurada.
Só a dúvida é definitiva.


Somos movidos
pela singeleza,
o único objetivo
de um sonhador,
é realizar sucessivamente
o impossível.


Fatidicamente
existem entidades
superiores ao ser humano.


Pois não é aceitável,
que em um universo
tão vasto,


nós, em nossa infinita
mediocridade,
sejamos os seres
mais evoluídos que existem.


Não nos leve a mal,
cremos em Deus.


Só não cremos nos credos.
Só não cremos, que Deus,
tenha algo a ver estritamente
com a humanidade.


Vemos tantas pessoas
que se intitulam religiosas,
crentes e agraciadas
com o dom da fé,


praticando atrocidades
terríveis
para com seus semelhantes,
que é um grande alívio espiritual,
não crer em credo algum.


Próxima Fatia:
[A meritocracia é a Arte de Usurpar do Outro]


quando o homem perdeu
para a máquina no Xadrez,
nossa espécie já estava condenada ao fim ?!


Não.
se formos derrotados em nossa lógica,
criaremos outra.


A potência criativa é nosso trunfo.


No entanto,
um país que elege mais militares
do que Professores,
pelo voto popular,
destina-se a escravidão.


Parece ruim né ?!
Mas é muito pior
Do que parece.


patriotismo
sem Cidadania e Humanidade,
é o primeiro passo
para o holocausto e o genocídio.


Chega a ser inacreditável,
a profundidade do poço
de incoerência e ignorância,
no qual uma parcela da população
sempre se encontra.


Mas até a fossa abissal das ilhas Marianas,
tem fim.


Tristemente,
não podemos mudar
o que as pessoas são de fato,


como elas também
não mudam o que somos.


A influência existe,
mas a transformação,
além de ser uma escolha,
é uma experiência pessoal
e solitária.


Se quiser saber mais,
sobre pífias opiniões,
leia meus livros.


Se não quiser saber,
adquira meus livros
e dê como presente
a um inimigo.


Mas saiba,
que desta forma,
ele sempre estará em vantagem.


A reta
é a menor distância
entre dois estragos.


Jamais existiu,
uma civilização
mais evoluída
que os povos indígenas.


Não somos dignos
dos selvagens,
nós, sempre fomos os primitivos.


Quando foi ?!
Foi no dia em que vi a mais bela flor,
toda vestida de flores.


Guiados pela franqueza,
esperança e compaixão,
nosso objetivo é simples,
só desejamos liberdade e revolução.


ainda que na vitória,
a brutalidade
sempre será derrotada.


Ao passo que,
mesmo na derrota,
o amor está fadado a triunfar.


(Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Tríplice Poema


1. [Ciclone]


Natureza,
Nem boa, nem má,
Apenas implacável.




2. [Definição Abdominal]


Tanque de guerra,
Tanque de roupa,
Tanquinho.




3. [Transbordado]


Ele teve tudo
O que todo mundo quer na vida,
Mas como todo mundo sabe,
Ter tudo nunca é o bastante.


22/01/23
Michel F.M.

Sobre a Natureza do Mundo Espiritual




Tentarei demonstrar de forma dialética, que se incorre em erro pensar que o Mundo Material seja mais sólido, que o Mundo Espiritual, por vivermos neste e não naquele. Na verdade, deveríamos pensar exatamente o contrário disso! Devemos pensar que o Mundo Físico -Material é exatamente fruto do Mundo Espiritual. Pois o Mundo Material advém exatamente do Mundo Espiritual. A Natureza do Mundo Espiritual é Eterna. A do Mundo Material, efêmera. O Mundo Espiritual é o Criador por excelência do Mundo Físico. Este é passageiro. Aquele, infinitamente perene. Perpétuo ou inacabável. O Mundo Espiritual é infinitamente mais granítico que o Mundo Material. Este se decompõe. Aquele, clássico, indecomponível.




Às 09:07 in 01.07.2026

⁠Para todos ser humano desperto, sabedor de quem é e de sua natureza. A inteligência artificial é uma ponte de expansão e o leva para novos e inusitados caminhos.
Mas, para o ser humano perdido a mesma inteligência artificial será um abismo. Pois tendenciosamente o levará para caminhos, em que o ser já não saberá o que humano e o que é máquina.
Não importa os meios o maior de todos os dilemas é o mesmo: “sede quem és sabendo”!

Exploro A Natureza Com A Profundidade do Meu Olhar

Quero sempre poder sair para explorar a grandiosa natureza e descobrir novos lugares, observar atentamente paisagens belas e diferentes; atrativos peculiares — moldados pelas águas e pelo tempo.

Alguns dos muitos exemplares genuínos da arte de Deus — todos feitos com muito capricho entre terra e céus, rios e mares, fauna e flora, cavernas e grutas; distintas preciosidades que ainda perduram.

Que me trazem aquela sensação de aventura; renovam em mim aquele sentimento de liberdade; geram vitalidade de várias formas — não são apenas viagens e vão muito além do que os meus olhos exploram.

⁠O Paradoxo do Circunflexo


O paradoxo do circunflexo reside na sua natureza de montanha e de teto. É a seta que aponta para o zênite — um gesto de elevação, de ápice, um convite ao etéreo. Mas, ao mesmo tempo, é a curva que sela, que fixa o som ao chão da ênfase, impedindo-o de flutuar livremente no ar da possibilidade.
Ele é o acento da gravidade na leveza da vogal. O "a" torna-se "â", uma planície elevada, um platô onde a sílaba repousa com dignidade. É o peso específico da palavra, o local onde o tempo se concentra para que o som não passe despercebido, forçando o leitor à pausa, ao respeito pela sílaba coroada.
Na sua forma, ele mimetiza o telhado de um templo ou a aba de um chapéu: um abrigo. A vogal acentuada não é mais uma nota passageira; ela é uma câmara onde o som ressoa com maior profundidade, isolado do murmúrio geral. É o lugar de onde a palavra retira a sua autoridade, o ponto de não retorno que transforma o simples metro no solene mêtro.
Filosoficamente, o circunflexo é a marca da alma humana que busca o sublime (a ponta ascendente), mas que está eternamente vinculada ao concreto, à carne e à finitude (a base que se fecha sobre a vogal). Ele representa o êxtase que se lembra da existência, a memória do voo confinada ao corpo.
É o nosso próprio desejo de transcendência: queremos alcançar o pico, mas para isso, precisamos de um sólido ponto de apoio. O circunflexo, esse pequeno triângulo sobre a vogal, é o lembrete de que a força de uma ascensão reside sempre na profundidade da sua raiz.

O homem tem a natureza eterna mas vive em mundo finito.


​O ser humano tem uma natureza eterna, mas vive em um mundo finito. Creio que ninguém deseja realmente a morte. Mesmo quem pensa em suicídio não busca a morte em si, mas o fim da dor.


​A Bíblia diz que Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, e é por isso que temos razão, consciência e sentimentos. Mas, enquanto Deus é pleno e não sente falta de nada, o homem tem sede de Deus — um desejo ilimitado. Fomos criados para a eternidade, mas o pecado original nos afastou da única fonte que pode nos preencher.


​O homem também reflete o amor, que é a essência divina. Esse amor é eterno: mesmo que percamos alguém, o sentimento dura a vida inteira e, acredito, continua depois dela. Até um ateu pode notar essa natureza eterna; muitos intelectuais que não acreditam em Deus tentam se tornar "imortais" através de suas obras.




No fundo, o ser humano sempre estará insatisfeito neste mundo, porque nada que é passageiro satisfaz quem nasceu para o eterno.

Natureza eterna


A vontade do ser humano é estar eternamente plenamente feliz
e bem estar, de realizar necessidades e desejos.
de alguma forma experimentamos frustração, dor e sofrimento,
estas coisas estão completamente em desarmonia com a vontade,
mas existe o sofrimento extremo , a dor, a morte, a perda
da liberdade, injustiça.
é na dor e sofrimento desumano ou sobre-humano, se revela
que nossa vontade é totalmente contrária a realidade,
isso é absurdo, duas coisas tão contraditórias existir
na mesma realidade.


E nosso sofrimento mais intenso o eu se perde, e é só umareação ao sofrimento.
podemos concluir que um ser humano com essa vontade
não esta no lugar correto. e que confirma o que está
escrito em gênesis. perdemos o paraíso perdemos a
relação com Deus, o único que pode realizar nossa
vontade eternamente.


Então o sofrimento acaba provando que não estamos no lugar correto, que perdemos o paraiso. o sofrimento prova que a Bíblia diz e que Deus existe.