Textos de Sabedoria
O ovo no qual se encontra um ser, se transforma em larva (lagarta). Durante esse período, de sutilização da matéria, com a duração necessária do Ser, o ser come mais, para se desenvolver e guarda energias. Nesse período, a larva produz fios de seda ou matérias próximos, que se prendem à superfície onde ela se encontra. Apesar de não ser o casulo, esses fios de seda tem como finalidade abrigo contra os predadores.
Ao inicio da fase de pupa, depois de várias mudanças na pele, o ser usa esses fios para construir o real casulo. É nesta terceiro momento que acontecem as grandes mudanças. A larva fica em estado de total repouso por um período que varia de uma semana a um mês e os tecidos do seu corpo sofrem modificações. Quando a borboleta nasce, ela rompe o casulo e abre as asas.
O processo do homem ao Ser Humano, do insensível ao Sensível, do ser de caos e desespero ao Ser de Paz e Sabedoria, Equivale, é como o da lagarta(larva) à Borboleta.
O homem tem basicamente quatro vidas: A primeira vida, na infância, faz tudo o que o pediatra recomenda aos pais dele.
A segunda vida, da adolescência à maioridade faz tudo aquilo que o manual da perdição recomenda: comer de maneira errada, consumir bebidas alcoólicas, fumar e ter relações sexuais sem proteção. Ou seja, faz tudo aquilo que realmente gosta de fazer.
A terceira vida começa a fazer tudo aquilo que não gosta de fazer: comer de maneira saudável, parar de beber, de fumar, de se relacionar sexualmente com qualquer pessoa e dormir mais.
A quarta vida faz tudo aquilo que o geriatra prescreve e seus filhos os obrigam a fazer: usar fraldas, comer sem sal, sem açúcar, sem gordura.
Bem, a quarta vida só acontece com os que viveram a primeira e a segunda vida de maneira razoavelmente bem.
Doce presença
Ao longe posso sentir
Com ventos e sopros puritanos
Sua doce presença se esvair
Como no amanhecer da aurora dos oceanos
A gota azul do vale da morte
Transforma o céu na escuridão eterna
De dia a esperança brota ao norte
De noite as trevas se exacerba
A tristeza machuca como a vida
A alegria pertence apenas aos raros cenários
A esperança mantém minha alma acesa
Teimando em aceitar gélido, sua partida
Não mais prantearei nos campos imaginários
No silêncio do anjo desertado e sua face de tristeza
Escolhas.
É eu sei que a vida exige que a gente faça escolhas, e muitas vezes não sabemos escolher o que é realmente importante em nossa vida, então construímos uma porta invisível, e muitas vezes são as pessoas que a gente ama que estão do outro lado da porta. Sem perceber que a única necessidade delas é nossa presença deixamos que elas aprendam a conviver com a nossa ausência. E Num belo dia você se dá conta que não é mais necessário, aí você começa a querer entrar , a bater na porta que você mesmo construiu, mas lá já não há espaço pra você, elas também fizeram suas escolhas e já reforçaram as trancas da porta. Então você percebe que o seu lado da porta ...é o lado de FORA.
Tenho a perfeita noção de que te ajudei a crescer!
Quanto mais cedo enfrentares certas e determinadas adversidades da vida, mais cedo atingirás a tão necessária maturidade e sabedoria, essa sim vai-te ajudar a ser feliz, a separar o trigo do "joio", a seguir com mais determinação e confiança.
Um dia vais entender, um dia vais olhar para trás e vais rir."
No inverso
Ao avesso
Observo o invisível
Indizível
Inimaginavelmente
Consequentemente
Inconsequente mente
Tropeça em passos torpes
Cidadão selvagem
Cidade turva
Chuva ácida
Flores murchas
A complexidade do simples
A simplicidade do exato
Becos humanos, ratos urbanos
Se escoem por ralos
Pudera eu ser outrem
Sendo eu pra ser o Todo
Em meio a tanta sujeira
Desvio-me do esgoto
NÃO... Não há uma noite...
Não... Não há um dia...
A eternidade não é calculada pelo tempo e nem medida pelo espaço.
A eternidade não se ecoa, não se propaga... EXISTE...
Há tempo no hoje, tempo dia, tempo noite, tempo inicio, tempo fim.
Tempo fim, tempo inicio e mais um hoje...
No hoje, do ontem a lembrança, do amanha a possibilidade...
Em cada hoje, TANGÍVEL só o AGORA ...
No hoje o eco do ontem, do hoje a propagação do amanha, do inicio o fim e no fim o início e a repercussão em eco dos hoje, eco que ecoa, que se propaga até o infinito e no infinito absorvido pelo ETERNO permanece então inerte e imutável o mosaico retrato da soma dos fatores hoje de uma existência finita que adentra na eternidade dando origem a um novo ser agora então imutável e eterno... Evoluir o mosaico acontece no agora antes do imutável e eterno, montar o mosaico demanda em momento agir e em momento aceitar.
A eternidade é infinita.
A visualização do infinito e eterno é contemplativa não interpretativa, limitá-la a expressão reflete na realidade ulterior, original e pura mudando este estado original que é sobrenatural por um conhecimento inefável e absoluto em pertencendo ao universo a relatividade da fonte elementar.
Aurio Franco.
Sábio é aquele que sabe ouvir uma critica e crescer com ela, que sabe assumir seus erros e se compromete a melhorar.
Sábio é aquele que ouve mais do que fala, porque quem muito fala muito se compromete.
Sábio é aquele que consegue enxergar a vida além dos disabores, que consegue manter a fé nos dias maus.
Se engana quem pensa que ser sábio é saber tudo, pois o verdadeiro sábio está em constante aprendizado, nunca é altivo de espírito, e se faz menor do que os outros.
O verdadeiro sábio é aliado da humildade, e nunca desfaz de ninguém, pois sabe que a essência da vida esta em ser e não em ter.
Feliz é o homem sábio pois este sim sabe apreciar as coisas realmente importantes na vida.
De que vale pensar no amanhã se temos que viver o presente
Colhemos frutos somente, se regarmos todos os dias ao amanhecer
É um carma do ser, crescer, desenvolver e ser independente
Mas as travessias nem sempre, vão nos favorecer.
São pontes e atalhos cada vez mais complicado de seguir
Devemos estar preparados para tudo o que ainda esta por vir
Ao acordar sorrir, cantar, assoviar, cumprimentar e planejar
interversão:
Ao colocar a cabeça no travesseiro agradeça pelo dia que você teve, e faça um planejamento para o seu amanha, não viva de improviso, não aja por impulso, e não seja compulsivo. Alimente sua sabedoria e seu pensamento, sem perder a alegria, e a satisfação que é viver a vida.
Abra caminhos para uma nova consciência
Não tem coerência essa sua demência
Em ver o bem como uma forma de imprudência
Reciprocidade é sabedoria
Só a tem se você cria
Á água que se dá é o amor
Limpa a alma e tira o odor dessas coisas sem valor
O alimento é a paciência
Que nutre uma sapiência que não exige sentença
Brilha sem querer ofuscar
Ofusca-se sem querer desaguar
A todo dia se nasce um olhar
A todo dia é oportuno querer ajudar
Não sou adepta as filosofias que possam roubar meu sorriso,
esse meu sentir exagerado, sincero e descuidado
Não aceito filosofia de tipo algum que possa me causar infelicidade
Não aceito nada que roube o meu prazer
em poder viver as simplicidades da vida
Não suporto a presença de pessoas pessimistas
Aceitar a felicidade deveria ser coisa normal
O infinito explica o nada, ou melhor,
Apenas que somos humanos
Suscetíveis de erros e enganos
Em busca de dias de paz
Consciência é quem nos interroga
Vivemos em preto e branco
Transformando tudo que há
Poder é dado para tal
Mas sabedoria existe de poucos
Buscamos sobre tela de um pintor
Imagens coloridas e perfeitas
Da vida que imaginamos viver
Esquecemos que a tela retrata
Um sentimento individual
E que cada um de nós
Deve pintar nossa própria tela
Construindo o caminho
Pelos nossos méritos e da maneira que sonhamos.
Espada de prata
A coroa de prata
Segue a irmã
A espada sonata
A espada imortal
Maior que um clã
Mancha o vitral
O elmo de ouro
Ao sol reluz
É luz do tesouro
Reis sucumbem
Fazem os deuses
Que as terras inundem
Marchando e matando
A estrela do dia
A espada voando
Os homens do mar
Doce ironia
Na água a tombar
O homem dos céus
Bebe o vinho
E cospe o mel
No inferno sozinho
Clama os tronos
Herdeiro de Chronos.
Ilusões
Líder da felicidade
Prisioneiro da tristeza
Idoso sem idade
O mais feio da beleza
Se seus olhos não abrir
Sua mente há de confundir
O bem e o mal
Imperfeição animal
Não mate sua sede
No calor de uma chama
Ou caia na rede
E odeie quem ama
O vinho que o esquenta
Pode o embriagar
Sua caminhada ficar lenta
Seu mundo a se desfigurar.
Todo momento se faz eterno
Em tudo o que se move há encanto
E a vida circula afoita sem fatigar
Ela existe em todo grão que se atreve
E cada gota d’água tem o seu mar
Há sabedoria em embalagens de chiclete
E atitude nas sementes que aprendem a voar
Há rumores em grandes desertos
Mesmo que o vento os desfaça e se vá
E se os anos se arrastam ou correm
E a felicidade não os quer contar
É porque todo momento se faz eterno
Dentro do brilho de cada olhar
Uma das coisas que perseguem e atemorizam o “animal” humano é o risco de morrer por nada e – pior – morrer sozinho.
É por isso que as pessoas não ousam destoar do modo de viver da coletividade onde estão inseridos. E, quando o fazem, isto acontece sempre em segredo, como fosse ignomínia detestável, um “pecado”. Mas, há pecado maior do que crer-se melhor ao destoar do coletivo, como um Rei sem coroa? E mais: como um Rei-filósofo, sem coroa e sem a Razão?
(Extraído de "O ser humano e seus estábulos": http://wp.me/pwUpj-1Km)
Boas idéias flutuam como folhas no outono...
Quando as folhas são arrancadas das árvores pelos fortes ventos, morrem antes de completar o espetáculo.
Assim completamos nosso ciclo de vida, crescendo e envelhecendo com sabedoria, os fundamentos que importam é a legitimidade do que somos, que criamos e fazemos sem censuras, mas em determinado momento bruscamente tudo pode ser interrompido.
Indóceis ilusões
Nas noites trevosas e indomáveis, me recordo dos dias em que eu era um fantasista utópico, embriagado por incontáveis lendas que me tornavam um ser devaneador e totalmente sem noção da realidade.
Algumas pessoas não podem entregar aquilo que desejamos, não porque não querem, mas por não ostentarem ferramentas para tal exercício. Destarte, vemos que não passamos de meros sonhadores, lançados em um mundo onde as criaturas que poderiam criar o nosso desejo, simplesmente não o fazem por não possuírem o maior atributo da humanidade, que é o de ter fé.
E assim, depois de muito esperar, somos presenteados por algo que é maravilhoso apenas por um tempo específico, pois, no decorrer de nossa existência, podemos verificar facilmente que o âmago é opaco e completamente vazio, porquanto nossos olhos são traidores e tem o poder de nos embair, nos transformando em seres religiosos, totalmente crentes nessas doutrinas que são propagadas por esses falsos mestres que não conhecem a verdade, a honra, a justiça, e, principalmente, o amor.
Desta forma, todos os nossos sonhos são quebrados, dilacerados e destronados, juntamente com os nossos corações, que passam a ser semelhantes a um jardim sem flores, tornando-se o cemitério das nossas almas, aguardando piedosamente para serem o túmulo das nossas fantasias.
Campeonato sem vencedor
As criaturas que caminham por essa esfera terrestre são apaixonadas pela superficialidade e constantemente apreciam apoiar intuitivamente, a ignorância provida por falsos mestres que existem para criar malabarismos verbais e causar sistematicamente a confusão. Destarte, podemos visualizar algumas ideias nem um pouco assertivas, mas, que são postadas na mente cauterizada de nossos amados semelhantes. Para exemplificar, cito a questão do amor existente entre um casal a partir do momento que um filho passa a existir no universo de ambos. Ora, alguns estultos insistem em propagar que o amor existente entre pai e filho, ou mãe e filho é infinitamente superior ao amor existente entre o casal gerador deste pequenino, como se a criança viesse para dividir o matrimônio e, principalmente, para ocupar uma posição maior no coração de seu pai/mãe, em um universo onde as igualdades de sentimentos não podem existir, haja vista, que obrigatoriamente alguém PRECISA GANHAR, e para isso, obviamente, alguém PRECISA PERDER. Sendo assim, é uma utopia pensarmos em um nível de amor igual entre os referidos seres por conta de verificarmos a existência do egoísmo exacerbado da nossa sociedade, que age como se as pessoas mais importantes da nossa vida fossem passíveis de julgamentos qualitativos embasados no raio de importância que cada um tem de acordo com seu papel existencial estrelado em vida. Portanto, podemos concluir que para essas pessoas, a família deve ser unificada, mas com uma ressalva: é necessário que se crie uma tabela didática (ou subliminar) para a demonstração dos “medalhistas”, que herdarão suas honrarias meritocráticas de prata ou de ouro, ocupando um degrau mais alto ou mais baixo no pódio das premiações de seus entes queridos, em um campeonato familiar criado para quantificar o amor entre tais pessoas.
Pobre abre um pacote de biscoito, come alguns e coloca em seguida na embalagem um pregador de roupas, para guardar o restante para o dia seguinte.
Mas rico pega o pacote de biscoito, coloca sobre a mesa e não abre. Depois, finge que já comeu e guarda o pacote na despensa, para fazer a mesma coisa no dia seguinte.
