Textos de Declarações de Amor

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AMOR ALÉM DAS ESTRELAS (versão música)


Verso 1


Quando eu deixar esta matéria,
E seguir por outra dimensão,
Talvez eu seja apenas energia,
Viajando pela imensidão.


Passarei por pontos de luz,
Que brilham no eterno universo,
Até chegar à fonte maior,
Onde termina todo mistério.


Pré-refrão


Sem corpo não há olhos para ver,
Nem mãos para tocar.
Mas existe algo que permanece,
E nunca vai se apagar.


Refrão


É o amor além das estrelas,
Ligando você e eu.
Atravessando o tempo infinito,
Pela força que Deus nos deu.


Se aqui não deixarmos o amor nascer,
O vazio poderá nos encontrar.
E na viagem para o tudo ou para o nada,
Não haverá com quem se ligar.


Verso 2


Se a vida é apenas passagem,
O amor é o que fica no final.
Nem a distância das galáxias
Pode romper esse sinal.


Somos centelhas caminhando
Pelos caminhos da criação.
E cada gesto de amor sincero
Ilumina outra constelação.


Refrão


É o amor além das estrelas,
Ligando você e eu.
Atravessando o tempo infinito,
Pela força que Deus nos deu.


Se aqui não deixarmos o amor nascer,
O vazio poderá nos encontrar.
E na viagem para o tudo ou para o nada,
Não haverá com quem se ligar.


Final


Além das estrelas...
Além do tempo...
Além do fim...


O amor continuará.

Uma visão poética sobre o amor

Amar não é perder-se no outro. É encontrar alguém que caminhe ao seu lado, na mesma direção, com a mesma disposição de cuidar. O amor verdadeiro não pede que você apague sua luz; ele encontra maneiras de brilhar junto dela. E lembre-se que a maturidade do amor está em abrir o coração sem abandonar a própria essência…

Inútil

Inútil tentar convencer
quando não se quer ver.
Melhor é deixá-las!
Menos amor sem medida,
mais senso de medida.
Utilidade sem alegria
é coisa de burguesia.
Pode haver maior inutilidade
do que o sujeito que pra se sentir útil
precisa ganhar muito dinheiro?
Pra tanta hipocrisia,
tanto quanto gente vazia.
Dá preguiça em conhecer gente.
Perder o tempo útil
com pessoas inúteis.
Enquanto ela finge dizer a verdade,
eu finjo não conhecer a realidade.
A futilidade anula a utilidade.
A utilidade do inútil é não fazer;
ou fazer para seu próprio umbigo.
O inútil com iniciativa é um perigo.
O poder é o espelho da inutilidade.
A inutilidade enche estádios...
ruas... igrejas... eventos...
O útil faz escola,
o inútil a esvazia.
O sujeito útil realiza coisas úteis
com o sentimento de que apesar de tudo
é um sujeito inútil :
Não fez mais do que a obrigação.
É tanta energia dispensada
para tão pouca utilização.

Crônica


O Significado do Amor em Sua Plenitude


Existe uma palavra que a humanidade tenta explicar desde o começo dos tempos, mas que nunca cabe inteira dentro de nenhuma explicação.
Essa palavra é amor.
Ele começa de forma simples, quase invisível, dentro de casa, no silêncio das pequenas atitudes.
É o amor de pais para filhos, que se manifesta antes mesmo do primeiro olhar, quando já existe cuidado, espera e proteção.
É o amor que não exige retorno, que acorda antes do sol, que se cansa sem desistir, que corrige mesmo com o coração apertado.
Depois cresce.
Vira o amor entre irmãos, que discute por coisas pequenas, mas que defende com a vida inteira se alguém de fora tentar ferir.
Um amor imperfeito na forma, mas absoluto na raiz.
Com o tempo, ele alcança os avós.
E ali ele ganha outra textura.
Mais leve.
Mais paciente.
Mais silencioso.
O amor dos avós não tem pressa.
Ele não educa com rigidez, mas com presença.
Não cobra tanto, apenas acolhe.
É como se o tempo, depois de tudo, finalmente aprendesse a ser gentil.
O amor também se estende aos parentes, aos encontros de família, às mesas cheias de vozes misturadas, às histórias repetidas que nunca perdem valor, às risadas que parecem simples, mas carregam gerações inteiras dentro delas.
Mas o amor humano, por mais bonito que seja, ainda é incompleto.
Ele falha.
Ele se cala quando deveria falar.
Ele se afasta quando deveria ficar.
Ele se perde em mal-entendidos e reencontros tardios.
Por isso, talvez o amor mais profundo que se possa conhecer não seja o humano, mas aquele que o inspira.
O amor de Deus.
Um amor que não depende de merecimento.
Um amor que não se esgota com erros.
Um amor que não abandona.
A Escritura sagrada descreve esse amor como algo que ultrapassa a lógica humana.
Em 1 Coríntios 13:4-7, está escrito que o amor “é paciente, é bondoso, não inveja, não se vangloria, não se orgulha… tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.
Esse é o retrato de um amor que não se desfaz com o tempo, nem se desgasta com as imperfeições da vida.
Em João 3:16, encontramos uma das declarações mais profundas já registradas:
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito…”
Ali, o amor deixa de ser apenas sentimento e se torna entrega.
Se torna sacrifício.
Se torna caminho.
E talvez por isso o ser humano viva em busca constante de um amor assim.
Não porque não ame.
Mas porque sente que falta algo que complete o que é sentido aqui dentro.
É por isso que o amor é tão desejado.
Ele está nos sonhos, nas músicas, nas promessas, nas esperas, nas despedidas e nos reencontros.
Está naquilo que foi dito e também no que nunca foi dito.
Mas ainda assim sentido.
Talvez o amor seja exatamente isso:
aquilo que não cabe totalmente em palavras, mas insiste em ser vivido.
E mesmo que a humanidade ainda esteja aprendendo a amar, existe algo que não pode ser ignorado.
O amor continua tentando florescer.
Nas famílias.
Nas reconciliações.
Nos gestos simples.
Nas escolhas difíceis.
E até nos silêncios que guardam sentimentos profundos.
Talvez ele ainda seja pequeno no mundo.
Mas nunca deixou de existir.
E enquanto houver alguém capaz de perdoar, de cuidar, de esperar ou simplesmente permanecer, o amor continuará vivo.
Porque o amor não é apenas o que sentimos.
É aquilo que decidimos ser.
E talvez, no fim, seja isso que nos aproxima de Deus:
a tentativa constante de amar melhor do que ontem.
E seguir acreditando que ainda vale a pena.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

Crônica


O Amor Que Muda de Endereço


Existe uma verdade sobre pais e filhos que raramente é dita em voz alta.
Eles se amam muito mais do que conseguem demonstrar.
Talvez porque o amor familiar não seja feito apenas de abraços e palavras bonitas. Muitas vezes ele vem disfarçado de preocupação, de cobrança, de conselhos que ninguém pediu e até de discussões que parecem não ter fim.
Quando somos crianças, enxergamos nossos pais como gigantes.
Eles sabem tudo.
Resolvem tudo.
Protegem de tudo.
Mas o tempo passa.
E os gigantes começam a parecer pessoas comuns.
Começamos a enxergar seus defeitos, suas limitações, seus erros e suas fraquezas.
É justamente aí que surgem os conflitos.
Os pais acreditam que os filhos ainda precisam de orientação.
Os filhos acreditam que já sabem caminhar sozinhos.
E entre uma opinião e outra, muitas palavras deixam de ser ditas.
O pai que queria dizer "tenho orgulho de você" acaba perguntando apenas se o trabalho está indo bem.
A mãe que desejava dizer "sinto sua falta" limita-se a perguntar se o filho está se alimentando direito.
E os filhos, por sua vez, também escondem sentimentos.
Querem agradecer.
Querem reconhecer.
Querem demonstrar carinho.
Mas imaginam que ainda haverá tempo.
E assim os anos passam.
As conversas tornam-se mais curtas.
Os encontros mais espaçados.
As responsabilidades mais numerosas.
A vida segue seu curso.
Como sempre segue.
Até que um dia acontece algo curioso.
Os filhos tornam-se pais.
E aquilo que antes parecia exagero começa a fazer sentido.
As noites mal dormidas.
As preocupações silenciosas.
Os medos escondidos.
Os conselhos insistentes.
Tudo ganha uma nova interpretação.
Pela primeira vez, eles conseguem enxergar o mundo pelos olhos de seus próprios pais.
Mas a vida ainda guarda outra surpresa.
Os netos.
Ah, os netos...
Eles chegam sem pedir licença e transformam novamente a dinâmica da família.
É como se abrissem uma janela que permaneceu fechada durante anos.
Aquele pai sério torna-se brincalhão.
Aquela mãe exigente transforma-se em uma avó paciente.
As regras ficam mais leves.
As broncas mais raras.
Os abraços mais demorados.
E os filhos observam tudo isso em silêncio.
Às vezes sorrindo.
Às vezes refletindo.
Às vezes sentindo uma pontada difícil de explicar.
Porque não é inveja.
Também não é mágoa.
É apenas a percepção de que aquele carinho tão espontâneo talvez tenha existido dentro dos pais o tempo inteiro, mas não encontrou espaço para ser demonstrado daquela forma.
Os avós, por sua vez, também mudaram.
A experiência ensinou que o tempo corre depressa.
Que as oportunidades não voltam.
Que algumas palavras deveriam ter sido ditas.
Que alguns abraços poderiam ter sido mais longos.
E sem perceber, acabam oferecendo aos netos aquilo que a vida lhes ensinou tarde demais.
Não porque amem mais os netos do que os filhos.
Mas porque aprenderam a amar de maneira diferente.
Os filhos observam.
Sentem.
Refletem.
E, no íntimo, compreendem mais do que dizem.
Porque a maturidade ensina algo importante:
Nem todos os vazios serão preenchidos.
Nem todas as explicações chegarão.
Nem todos os pedidos de desculpa serão feitos.
E está tudo bem.
A vida não é uma novela.
Não existem roteiristas escrevendo finais perfeitos.
Não há música tocando ao fundo quando percebemos nossos erros.
Não existe um capítulo seguinte para corrigir cada palavra mal colocada.
A vida real é mais simples.
E também mais dura.
Ela é feita de pessoas imperfeitas tentando acertar.
De pais que amam, mas nem sempre sabem demonstrar.
De filhos que sentem, mas nem sempre sabem falar.
De famílias que carregam cicatrizes e, ainda assim, continuam caminhando juntas.
Podemos passar a vida inteira nos torturando pelo que faltou.
Ou podemos compreender aquilo que existiu.
Porque, apesar dos conflitos, dos desencontros e dos silêncios, o amor sempre esteve lá.
Talvez escondido.
Talvez desajeitado.
Talvez tímido.
Mas presente.
E quando vemos nossos filhos correndo para os braços dos avós, percebemos uma das maiores lições da existência.
O amor não desaparece.
Ele apenas muda de forma.
Muda de linguagem.
Muda de endereço.
E continua seguindo seu caminho através das gerações.
Talvez não exatamente como gostaríamos.
Mas exatamente como a vida permite.
E, no final das contas, aprender a aceitar isso também é uma forma de amar.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

⁠ABERTURA


Este é o livro do amor
Do mesmo amor que arde em nosso peito...
Abre-lhe as suas páginas divinas
e sinta o mesmo ardor do qual ele foi feito,
Como lírios em sonhos que provêm do nosso leito!
Livro de mais ninguém!
Somente do amor eleito
Perene em cada estação
E docemente perfeito!

Meu amor,


É uma tortura não te ver. Se eu pudesse escolher um poder, se me fosse concedida essa escolha — por mais irreal que pareça — escolheria um que me permitisse vê-la sempre.


Você não sabe como são frias as noites de inverno. Tornam-se ainda mais sombrias quando estou longe de ti. Creio que poderia morrer de hipotermia até mesmo nos mais quentes dos invernos.


A saudade bate em meu peito. Bate tão forte que parece capaz de romper minha caixa torácica. Amor, é por ti que meu coração clama; é por ti que ele se encolhe e se rende.


Ficar longe de ti é uma experiência tão miserável que, quando nos encontramos, tenho absoluta certeza de que os astros se alinham. Eles se enfileiram no céu e conspiram entre si para inventar o nosso amor.


Só penso em você. A psicologia talvez tenha um nome complicado para isso: pensamentos acelerados e obsessivos. Eu tenho um nome mais simples: você.


Ah, amor. Fui ao Museu de Belas Artes e fiquei decepcionado. Que má notícia para os artistas. A arte que mais aprecio não entrou no museu; ela estava em casa.


Mesmo não podendo viajar para conhecer as sete maravilhas do mundo, fico feliz por ver sempre a quarta. E as outras? Ora, que piada. Você, você e você.


Serei capaz de vê-la um dia? sei que sempre na próxima segunda, mas cada sexta é como se fosse uma partida indefinida.⁠

⁠#SORRISOS

Há sorrisos de amor
Há sorrisos de maldade
Há sorrisos de rancor...
Em toda e qualquer parte...

Há sorrisos solitários...
Há sorrisos de desdém...
Há sorrisos que lhe querem mal...
Há sorrisos que lhe querem bem...

Há sorrisos de lágrimas...
De tristezas que não tem fim...
Mas também há sorrisos que são especiais...
Para você e para mim...

Há sorrisos de angústias...
Outros de muita paz...
Falsos e verdadeiros...
Como ninguém faz...

Sorrisos tímidos...
Outros escancarados...
De corações vazios, sem sentidos...
Outros repletos de carinhos sinceros...

Os mais feios, acho eu, são os forçados...
Ocos, sem sentido...
Sem brilho... tão apagados...

O sorriso mais belo...
É quando o olhar brilha...
Formam um belo conjunto...
Perfeita harmonia...

Eu amo dar o meu...
Amo receber o seu...
Amo os milhares de sorrisos que você tem...
Amo suas risadas...
Suas piadas sem graça...
Eu amo a tua cara enciumada...

Amo dividir nossas histórias e segredos...
Amo seu sorriso...
Que me faz tão bem...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠#MOMENTOS

Amor imenso que também é cego...
Não há luar...
Não há estrelas...
Não sei o que vejo...
Amar eu posso até à hora de morrer...

Acordo...
E ainda que o caminho me espante...
Ainda que acordar seja
morrer aos poucos...
Amo...

Relembro o que fiz e o que podia ter feito na vida...
Quando o futuro me causa medo...
Todos os meus próprios momentos...
Ilusões e verdades...
Nesse espaço e tempo...

O que só agora claramente vejo...
Pode ser que para outro mundo eu possa levar o que sonho...
Nos destinos que não desvendo...
Vou amando...
Meus momentos...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

Amor de mentiras...
Feito de promessas impensadas...
Enquanto m’enganava a esperança...

Sonhos de olhos abertos...
Entre idéias e espíritos que pairavam...
Entre o lá e o cá...
Nas ansias mortais e das angústias que palpitavam...

Errante, ao turbilhão dos ventos...
Houve perfumes d’amor...
Houve doces venenos d’alma...
Entre destinos que já não me oferecem o acaso...
Razão tive, de viver bem magoado...

No duro aprendizado fiz-me escravo...
Ceguei-me...
Diante tanta ansiedade...
E desse que era meu já me não lembro…
Labirinto de um cego encantado...

Que a mim Deus então me salve...
De incômodos, de penas, de cansaços..
Desse sonho secreto e fascinante...
De meus olhos buscando os teus por toda a parte...

Sandro Paschoal Nogueira

''Amor Importuno''
⁠Romance funesto,
amo porém detesto,
rio mas não de felicidade,
e sim de nervoso,

arde tanto,
passando-se a sensação carbonizar o osso,
e quando tomamos conta,
estamos sendo entalado pelo ar do fogo,

fumaça, desgraça,
passamos tempos investindo em nossa morada,
para vir uma maré infortuna
e destruir-se vossa casa,

nesses momentos devemos ser espertos,
trocar nosso lar de lugar
pra uma certa distancia do mar
que não seja muito longe e nem muito perto.

"Amor"
Vejo amor como um monstro,
e eu sou apenas um soldado,
vice-versa a gente se encontra,
e nem sempre ele quer papo.

Lembro, que na nossa primeira luta,
sai derrotado.
Por ter sido desnorteado,
pensei que havia perdido.

Mas sempre que me recordava dessa batalha,
retia um sentimento contínuo.
Por mas que me sentisse indigno,
sabia que aquele final era incerto.

Voltei me encontrar com ele,
e dessa vez fiz certo,
apanhei feito bastardo.

Porém conquistei
o que tanto havia almejado.

#Ele #morreu...

Ninguém sabe o porquê...



Overdose de amor...

Talvez por sofrer...

Desde a tenra idade foi criança solitária...

Brincava sempre sozinho...

Seus sonhos era seu ninho...

De vontade forte...

"Diabo louro" era chamado...

Muito tímido...

Algumas vezes confundido...

Com moleque mau-criado...



Era diferente...

Brincava sozinho de pique-esconde...

De Deus ele se escondia...

E rindo como podia...

Desafiava a divindade...

Para lhe encontrar naquela folia...



Imaginava que o mundo era todo seu...

Estranha e grande fantasia...

Inocentemente feliz...

Enquanto crescia...



Ele dizia que era tão bom...

Quando o pai lhe carregava em seus ombros...

Seu avô o chamava de "bolinha"...

E quando sua mãe preparava guloseimas...

Não saia da cozinha...



Brincava no barro...

Caminhão...

Casinha...

Brincadeiras de roda...

Era só alegria...

Jogava peão...

Sempre ganhava na amarelinha...



Mas foi crescendo...

E triste foi ficando...

Descobriu o chorar...

Quando muitos no céu foram morar...



As peraltices deixaram saudades...

Quando se apaixonou pela primeira vez...

A criança foi embora...

O rapaz apareceu...

E na paixão não correspondida...

Sofreu...



Sonhou, um dia, ir embora...

O mundo descobrir...

Dizia que queria viver...

Fazer por merecer...

Continuar a crescer...

Não mais sofrer...



Então...

Na ilusão presente...

Conheceu muita gente...

Acreditando que tudo era bom...

Se perdeu...



O espelho lhe enganou...

Promessas falsas lhe fez...

Maldade o circundou...

Sua fé pereceu...

Sorriso perdeu...

Teve medo de abraçar...

Teve medo, de mais uma vez, se doar...



Anos foram passando...

E ele sempre lamentando...

Pelo mundo mágico que um dia acreditou...

Pela magia que terminou...



Nunca mais confiou...

Nunca mais amou...

Nunca mais sentiu...

Tudo esfriou...



As pedras azuis podem testemunhar...

Mas são caladas...

Não querem essa história contar...



As árvores jazem mortas...

Foram seus pais que plantaram...

Disseram a ele que, em suas sombras, teria abrigo...

Quando, já não mais aqui estivessem...



Tudo se foi...

Restou para ele o testemunho vazio dos tijolos...

Da casa que em dias passados...

Felicidade fazia morada...

Das belas flores de sua mãe...

Tão perfumadas...

Do colo do pai...

Abrigo escondido....



Descobriu lentamente...

O tempo é um professor...

A amadurecer...

Superar a dor...



"- Assim é a vida... " Dizia...

Aprendeu...

Acostumou...

A colecionar alegrias...

E guardar as tristezas também...



Do cálice da amargura...

Ele não bebeu...

Mas também não temia...

Sabia...

Que tudo nessa vida é efêmera...

Que termina um dia....

Desde a grande alegria...

Até a torturante agonia...

Ele confiou em Seu Criador...

Pois ter fé...

É aceitar sem realmente saber...

O que está para acontecer...

E sempre vale a pena viver...



Sandro Paschoal Nogueira

O amor chega sem avisar...



É um desejo ardente...


Que não se admite...



Não se faz por esperar...

É uma magia...

Que abre a concha da vida...

Faz a vida ser mais sentida...



Toma conta de nosso coração...

E repousa em nossa alma...

De forma que não se imagina...



Em insistência permanece....

E nos joga em redemoinho...

Faz de cada nascer do dia...

Caleidoscópio de sedução...

Um convite a viver...

Loucura, alegria...


— em Conservatória Pousada Chic Chic Casa do

#Um #brilho #incerto #e #louco...
Amor, amor, me diz que pode...
Me envolver no fogo da paixão...
Gentilmente...
Domar meu coração...

Amor...
Pelo azul do céu...
Meus sonhos criaram asas e fugiram...
Fiquei então sem fé...
Fiz de minha vida uma ilusão...
Apenas isso e mais nada!

Amor...
Sinto que não sou alguém...
Grande vazio...
Imensa tristeza...
Minha alma é aquilo que não tem...

Olhe em meus olhos...
Bem no fundo em segredo...
Tudo o que há de melhor e de mais raro...

Minha imensidão tem mil estrelas...
Asas grandes de esperanças...
Aceitará o amor como eu o encaro ?...

Mas se não queres me amar...
Compreenderei...
Vou apenas seguir em frente...

Sem olhar para trás...
Sem pedir muito...
Sem pensar demais...
Buscarei meus horizontes...
Partirei já com saudades...
E em silêncio tranqüilo...
Mesmo com meu coração partido...
Seguirei em paz...


Sandro Paschoal Nogueira

Amor, não doença

Não era para chamar isso de amor ,
Não era para ter um nome muito menos uma cor ...
Não era para ser assim, nem tão pouco durar esse tempo todo.

Não era nem para escrever um poema , sobre ti , sobre nós...
Mas quando dei por mim foram tantos e tantos versos que me perdi na contagem

Um sentimento que um dia foi puro , agora é uma doença que me destrói
Uma obsessão que não me larga e me faz questionar minha própria sanidade.

Queria poder saber como resistir aos teus encantos,
Queria poder dizer que sim , essa é a última vez que me deito nessa tua cama.
Mas ambos sabemos que é mentira,
Eu Sempre volto,
Eu Sempre quero, mesmo quando não quero ...
É loucura !!!
Eu sei , nunca fui tão louca em toda minha vida.

Por Guifilda Cruz , julho de 2025.

“Mãe é sinônimo de tudo na vida. É a mulher heroína que Deus criou com amor e escolheu para gerar a vida humana. Através do dom concedido por Deus, ela traz ao mundo filhos e filhas, sendo uma verdadeira dádiva do dom da vida.
Para todas as mamães, deixo o meu grande abraço, carinho e admiração. Que Deus abençoe grandemente cada uma de vocês, mamães, com saúde, paz, amor e muitas felicidades. Feliz Dia das Mães!”

Eu te amo


Rezo a Deus todo dia para que você fique bem
Desejo todo o bem a você, meu amor
Você não é minha, mas vai ser
Agora eu entendo bem o "eu não sou seu dono" de Caetano veloso
Não quero ser seu dono, quero que você me escolha
Você, --------, eu quero que você me escolha
Eu não sou especial, não sou interessante
Sou apenas eu, mas me escolha
Não te darei o mundo, ele não merece alguém como você
Te darei meu amor, meu amor desfigurado
Mas é tudo que eu tenho
Se me escolher, posso te oferecer o meu mundo
Ele não é bonito, pelo contrário, ele é igual a mim
Tão feio quanto, mas pelo menos você pode ser você mesma
Você não precisa ser forte, apenas seja minha
Se nem isso quiser, tudo bem
Aceitarei de bom grado, meu mundo é inteiramente seu, meu amor
Nâo ofereça nada, o amor é assim
Não quero nada seu, mas se você quiser me dar seu amor
Junto desse seu sorriso lindo, dessa sua risada, desse seu jeito esquisito que eu amo

Feliz aniversário, meu amor!
Que Deus te abençoe e te proteja sempre, que você seja sempre esse menino abençoado e meigo.
Obrigada por você existir em minha vida, amor!
Você nasceu de mim e eu renasci e renasço de você todos os dias! Que o Criador do universo esteja sempre contigo envolto no manto dEle, te protegendo aonde quer que você esteja!
Esse teu sorriso me desarma, vida!
Agradeço a Deus pela dádiva de ser tua mãe, te carregar em meu ventre foi uma dádiva e ter você em nossas vidas é uma benção!
Parece que foi ontem que você nasceu e hoje meu bebê está completando 3 anos de muito amor!

O amor que eu sempre esperei não era sobre borboletas no estômago…era sobre trazer paz no coração.

Eu demorei para entender isso.
A gente cresce acreditando que amor é intensidade, é urgência, é não conseguir respirar sem o outro.
Mas o amor que eu sempre esperei… era silêncio confortável. Era colo nos dias difíceis.
Era alguém que fica, principalmente quando não é fácil ficar.

Não era sobre alguém que me completasse
era sobre alguém que somasse.
Que respeitasse meus processos, minhas fases, minhas cicatrizes.

O amor que eu sempre esperei não me confunde, não me diminui, não me faz duvidar do meu valor.
Ele me ensina.
Me amadurece.
Me faz crescer.

Talvez o amor que você sempre esperou não seja o mais barulhento…
Talvez seja o mais calmo.
O mais seguro.
O que não te tira o chão
mas constrói um junto com você.

E quando a gente entende isso…
a gente para de procurar emoção
e começa a reconhecer conexão.