Textos de Amizade entre Tia e Sublinha
Solidão a dois
É a falta da presença
É está perto e um muro entre os dois
É não saber nunca o que vem depois
Solidão a dois
É quando dormir de " braço " já incomoda
Seu silêncio não se nota
Seus desejos já não se importa
Solidão a dois
Já não te surpreende mais
E abre um espaço para um tanto faz !
Solidão a dois
A casa vira um labirinto
A cama parece ter espinhos
Tua presença já não faz mais sentido
Solidão a dois
É o começo do fim
É o fim do que um dia chamamos de: Nós
ÁRVORE ENCANTADA
Caminhando na floresta desconhecida,
Entre as matas solitárias
Onde o Ser Humano não pisa,
Onde não existem leis e nem regras,
Apenas beleza e liberdade.
Será sonho, ou verdade?
Deslumbrada com um mundo novo, nem percebi que o Sol já está se pondo...
Quando dei por mim, já era noite.
O céu está estrelado, e a Lua radiante com sua luz reluzente
Embaixo de uma árvore me abriguei, e suas folhas amarelas me aqueceram do sereno da noite.
Dormi como criança, sem me preocupar com relógio para despertar.
Amanheceu, e o Sol nasceu ofuscando o meu olhar,
Ouvi o canto dos pássaros, e corri pela mata procurando alimento.
Cansei-me e nada encontrei para matar a minha fome!
Exausta, voltei e sentei embaixo daquela árvore, que me aqueceu enquanto eu dormia, para me proteger do Sol do meio-dia.
Uma lágrima de alegria caiu dos meus olhos,
Ao ver aquele ovo estalado, preso com prendedor nas folhas amarelas.
Então, eu percebi que estava diante de uma árvore encantada.
Alguns sentimentos são apenas parte da fraqueza humana, sé forte como a árvore, que nasce entre uma gigantesca rocha, a rocha a sufoca durante algum período de sua mocidade, até que ela própria observa que não há como desistir de viver, deve crescer nas condições inadequadas lhe oferecidas, esperar para que a água da chuva role entre rocha até uma pequena camada de solo onde lá se encontram as suas raízes...A árvore procura se adaptar as condições a que a rocha oferece, só sobram duas opções sempre, morrer tentando lutar pelo seu crescimento quiçá até por seus frutos, que carregarão milhares partes de si, se a mesma for uma árvore que dá frutos, com o passar de tempo alguns podem por ceder ao amadurecimento e a gravidade deixar-se cair do topo da árvore, colidindo com a rocha rolarem até uma superfície plana com condições melhores de desenvolvimento e adaptação, a outra ao longo de seu crescimento cedendo à míseras condições de vida impostas pela rocha, evoluindo e desenvolvendo, até a sua extinção total, sem frutos e ou sementes para justificarem a sua causa.
Onde reside a beleza disso tudo?
Só um tolo de entendimento não se faria essa questão.
Ora, a beleza da coisa reside nos dois casos, mas destaca-se melhor o primeiro, na qual um viver dela em constante evolução tornou-se um viver para mais delas...essa arte nada supremo expressa outrora ela, e será admirável por eras infinitas, se cada procedimento for feito cautelosamente por ela...consagra-se como a arte Híbrida.
A segunda não deixa de ser arte. É uma arte comum? Não, é ainda mais interessante e complexa, e com um pouco mais de ousadia, que a primeira, porém sem nada por deixar?...Nada justificará a sua possível existência? Quem testemunha a bravura de uma mulher ou um homem estéril, senão eles a si próprios.
Há sempre escolhas por fazer queira você ou não, goste ou não, tudo isso resume-me no viver.
Que não te deixes seguir por ninguém, outrora pelos que estão acima dos caprichos humanos.
In, O Novo Génese
Padrões Poemia ll de Susatel
Padrões poemia
Direitos autorais reservados
Em um mundo onde a falsidade dança entre as sombras, muitas pessoas vestem a máscara da sinceridade, enquanto o lobo da decepção espreita nas entrelinhas.
Às vezes, é difícil discernir o rosto verdadeiro por trás da máscara, pois a falsidade é hábil em camuflar-se como a ovelha, mas, no jogo da vida, o lobo revela-se quando menos esperamos.
A menina que eu fui...
Nunca desistiu de mim
Atravessou tempestades e desertos
Andou por entre flores e espinhos
E ainda é cheia de sonhos sem fim
Que nem o vento e o tempo leva
E outros e mais outros sonhos hão de vir
E não terão fim porque são eternos
E aonde eu for os meus sonhos irão comigo
Seguindo os meus passos no infinito do espaço.
Entre o mar e as montanhas verdejantes, florescido de acácia e manacás e enfeitado de lagos ondulantes, surge o vale ideal de Maricá.
Que de históricos quadros a cidade se adereça, qual noiva para o altar, levando o branco véu desta saudade que a lembrança dos anos faz chorar. E a lágrima sentida do passado se alia ao riso franco de poder, olhar o seu futuro assegurado na alegria e na glória de crescer.
A terra dadivosa o pão custeia e o subsolo rico em minerais que em áureos veios torna a fulva areia que o sol e a lua irisam os cristais.
O legado imortal de ilustres filhos honra as letras e história do Brasil de cujos feitos segue-lhes os trilhos
o nosso povo ardente e varonil. Bendita sejas tu! Terra querida... Na senda em que o destino traçará para nossa vida, Oh! risonha e formosa Maricá!...
O silêncio entre dois suspiros
A vida é um corredor estreito, mal iluminado, onde portas se abrem para quartos que nunca escolhemos entrar.
O primeiro passo nos é imposto e o último não nos pertence. Entre um e outro, arrastamo-nos sobre um chão que muda de forma e de temperatura, como se o mundo conspirasse para nos lembrar que o controle é ilusão.
Não há mapa, apenas o instinto de continuar andando, mesmo quando o ar pesa e o coração lateja como se tentasse escapar do corpo.
O tempo nos esculpe sem delicadeza, arranca partes de nós sem aviso e, em troca, deixa cicatrizes que aprendemos a chamar de experiência.
O amor, quando chega, é lâmina e é cura. Pode nos erguer acima de qualquer miséria ou afundar-nos mais do que qualquer abismo.
As pessoas que cruzam nosso caminho são sombras em movimento: algumas se misturam à nossa, outras nos arrancam pedaços, e raras são aquelas que permanecem.
E mesmo essas, um dia, serão levadas.
A vida não é justa nem cruel. Ela é indiferente.
Não se importa se estamos de joelhos ou em pé, se sorrimos ou choramos, se imploramos ou amaldiçoamos o céu.
Os dias seguem, um após o outro, como soldados obedientes a um comandante invisível.
Há momentos em que a luz fere mais do que o escuro, em que o silêncio grita mais do que qualquer multidão.
É nesses momentos que percebemos que não somos heróis da nossa própria história — apenas sobreviventes.
O destino não é escrito nas estrelas, mas na poeira que se acumula sobre nossos ombros.
Arrastamos conosco o peso dos erros que não podem ser desfeitos, o eco das palavras que não conseguimos dizer, o vazio deixado por tudo o que não tivemos força para segurar.
O tempo não perdoa, apenas apaga.
E um dia, quando o corpo já não responder, nem mesmo o medo importará.
Tudo se dissolverá na mesma escuridão de onde viemos.
Entre Sonho e Maré — Peixes
És rio que corre para todos os mares,
Alma aberta a cada horizonte.
Teu coração é bússola de sentimentos,
E tua empatia, remédio que cura feridas invisíveis.
Sabes ver beleza no que outros ignoram,
Transformar dor em poesia,
E abraçar até o que não é teu,
Porque teu amor não conhece fronteiras.
Mas… oh, Peixes, no mesmo oceano que te eleva,
Também te perdes nas profundezas.
Tua sensibilidade, que ilumina,
Pode virar neblina que te cega.
A fuga te chama com doces cantos,
E às vezes, tu corres antes da onda bater.
Teu idealismo é farol e ilusão,
E tua entrega, salvação ou naufrágio.
És água que molda e se molda,
Sonho que dança na superfície e no fundo.
Virtude e defeito, tão líquidos e inseparáveis,
No eterno fluxo de ser Peixes.
Entre as árvores verdejantes,
observo a chuva cair, intensa e incessante,
o rio seguindo o seu fluxo
passando a fluir com mais vontade,
sinto-me consolado,
meu semblante se enche de serenidade,
como acontece quando derramo
minhas lágrimas,
desabafando um ato de coragem,
e sigo meu rumo, apesar das adversidades.
No fundo, a razão de tudo
é não ter razão de nada
É como escolher entre o facão e a inchada
Se a ferramenta é outra para que escolher as mesmas respostas?
Filosofia, meu fí, é coisa de bacana, dúvida que nunca se engana
Pergunta que o universo emana
Não importa se é leite ou cana
Tomar as dores do tempo
E pendurar lá em torno
No meio do céu
Infâmia é destino mal consturado
Viver é descontar as labutas do tempo
É estar em contentamento
Apesar dos pesares
Contagem Regressiva
Escorrem apressados por entre os dedos,
os últimos dias do ano.
Foram bons dias:
alguns mais longos,
e outros que fluiram
com tal rapidez,
que nem percebi.
É hora de fazer
as contas.
É mister que sobrem créditos.
que a humildade
a caridade
a honestidade
e a fé
tenham rendido dividendos.
Cada um à sua maneira,
que contabilize...
A rosa e a orquídea
A rosa é a soberana
Ela sabe que é bacana
Então se impõe entre as flores
De agressividade felina
Com os espinhos à vista...
Como uma garra
Sorrateiramente, nos conquista!
Com a doçura e envolvência de seu perfume à mostra
Te traga e te conquista e
Te baqueia na pista!
É... Como aquela mulher
Que te faz ficar aos seus pés
Mas... eu... amigo, ainda fico com a orquídea
Que só raramente perfume tem!
Não tem! Os espinhos que ao teu corpo fere,
Mas... para ficar contigo... hahaha... Te faz cumprir um difícil e penoso ritual!
Para mostrar de vez... enfim
Que é a flor mais linda e magistral!
Morena linda, de cachinhos na cabeça,
entre passos e remelexo, não para de aticar.
Morena linda, com rostinho de menina,
faz biquinho de deboche, provocando com o olhar.
O sanfoneiro que tocava o xote pouco bom do trote se perdeu do norte,sem poder se encontrar.
E a gorda feia, tipo uma baleia com fogo nas ventas, repetia a todos que aquilo não era dançar.
Mulher...
Olhar fixo no infinito...
Perdida entre as lindas lembranças da vida frutífera bem vivida com a família e amigos...
Com a elegância na alma,pela nobreza de uma vida honrada...
E de não ter nada do que se arrepender...
E a emoção de sentir que cumpriu bem a missão,de boa filha,boa esposa,boa mãe e de mulher guerreira que jamais fugiu das lutas e que soube enfrentar cada uma delas com determinação e fé...
E quando chegar a hora de partir não terá o que temer...
Porque sabe que irá continuar a brilhar com as estrelas.
Ivânia D.Farias
Entre Toques e Silêncios
Ser cuidada, protegida e amada.
Nada que seja sufocante, mas que seja caloroso.
Que exista liberdade de ser, sentir, confiar.
Desse amor cativo, capturado no olhar.
Um olhar devotado, intenso.
Mãos que insistem em se tocar, inconscientes.
Permitir sorrir, chorar —
uma dedicação genuína que acalenta a alma.
Boas conversas, reconciliações,
desejos que cedem.
Esse sentimento leve, sensato,
alucinante, divertido, inebriante.
Regado à paixão que enobrece
qualquer minuto que se viva.
(Santos, Paula F. Rocha. 2025. Agosto 14)
::::: Isabella e Jones:::: Minha dedicatória.
A noite verte o pranto sobre o cais,
Lembranças de um tempo que morreu.
Entre as sombras de dias desiguais,
Xadrez de um destino que é só meu.
Alma perdida em sonhos ancestrais,
No peito, o eco de quem se perdeu.
Deserto de desejos ideais,
Resta o silêncio que o céu prometeu.
E o vácuo se faz dono dos portais.
Longe vai o brilho da alvorada,
E o cansaço domina a caminhada,
Onde a esperança não encontra abrigo.
No escuro desta estrada abandonada,
A saudade é a sombra na jornada,
Rastro de dor que carreguei comigo.
Desolado ao relento...
Olvido.
Todos nós que vivemos neste planeta estamos interligados,não há distância entre nós ,estamos conectados há fios invisíveis que nos levam ao criador de tudo,Deus.
Se estou com raiva ou triste meu vizinho também terá o mesmo sentimento.
Se estou contente ,vibrando alegria,uma pessoa neste imenso mundo pode sentir.
Lembre -se sempre somos uma só luz,uma só energia,e juntos construimos um imenso teto de luz no universo,por isso você não fica isento de se magoar,se você magoar também.
Nunca se esqueça disto
Existe uma linha tênue entre amar e se perder.
Se eu amo, amo pela forma que sou tratada ou pela forma na qual me desprendi de mim mesma para me entregar a esse amor?
Será que o amor que sentem por mim e pelo meu amor ou a falsa ilusão de quem posso ou não ser?
Amar é projeção, espelhamento.
Eu amo o que me vejo ou amo como me veem?
Na linha tênue entre o certo e errado, haverá o poder de escolha, o querer.
Nos colocando em uma constante posição de reflexão do que seria o certo e errado, o bem e o mal.
Além disso existe a critica pessoal, afinal o que poderia ser certo e bom? E o que seria errado e mal?
Porque azul é algo positivo, bom, certo. É vermelho é negativo, ruim, errado?
Creio que constantemente nós humanos entramos nesse dilema, e para sair dele?
Contestar o senso universal e adquirir a escolha livre e senso crítico.
Devemos nos questionar sim, porém , o certo e errado é individual, não coletivo.
A subjetividade humana é fascinante e discutível.
Afinal, dentro de nós existe o poder de ser o certo e errado, viver é único, porém o que me fascina é a forma como seres humanos pensarão diferente, e formas de pensar que podem ajudar milhares de pessoas, mesmo fazendo algo considerado errado e ruim e, como existem pessoas que se beneficiam em torno do sofrimento alheio e considera que sim, é certo e bom.
Subjetividade é fascinante e eternamente questionável.
ENTRE PAIS E FILHOS.
EVOLUÇÃO E RESPONSABILIDADE NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS À LUZ DA CONSCIÊNCIA ESPÍRITA.
A travessia histórica que experimentamos caracteriza-se por acentuado progresso técnico e simultânea instabilidade moral. A inteligência humana amplia suas conquistas científicas, mas o discernimento ético nem sempre acompanha tal expansão. Essa assimetria produz um fenômeno recorrente nas sociedades de transição. A ilusão de que liberdade exterior equivale automaticamente a maturidade interior.
A Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec em 1857, estabelece distinção rigorosa entre progresso intelectual e progresso moral. Em "O Livro dos Espíritos", questão 780, afirma-se que o progresso moral acompanha o intelectual, mas nem sempre o segue de imediato. Há descompassos. Há atrasos da consciência. A ampliação de direitos civis e a multiplicação de recursos tecnológicos não garantem, por si, elevação ética.
Nesse cenário, a missão dos pais adquire relevo singular. Segundo a questão 582 da mesma obra, a paternidade e a maternidade constituem verdadeira missão. Missão não no sentido místico superficial, mas no sentido ético de incumbência deliberada. Educar um filho é participar do processo evolutivo de um Espírito que retorna à experiência corpórea com necessidades específicas de aprendizado.
A reencarnação, fundamento pedagógico da lei de causa e efeito, indica que cada criança traz consigo tendências, inclinações e desafios anteriores. Não se trata de determinismo, mas de predisposições que requerem orientação consciente. Pais e mães não recebem páginas em branco, mas consciências em elaboração. A tarefa educativa consiste em favorecer a retificação de inclinações inferiores e o florescimento das virtudes latentes.
Sob perspectiva psicológica, tal compreensão encontra paralelo nas teorias do desenvolvimento moral. A criança nasce com disposições temperamentais, porém a estrutura ética consolida-se pela interação com figuras parentais. O lar é o primeiro espaço de internalização de normas, de construção de autocontrole e de aprendizagem empática. A ausência de limites claros compromete a formação da segurança psíquica. Permissividade não é sinônimo de respeito. É frequentemente abdicação da responsabilidade formativa.
A mãe, historicamente associada ao cuidado primordial, exerce função estruturante na formação do apego seguro. Estudos da psicologia do desenvolvimento demonstram que vínculos estáveis favorecem a regulação emocional e a capacidade de confiar. Contudo, reduzir a maternidade a sentimentalismo seria empobrecer sua grandeza. A mãe educa também pela firmeza serena, pela coerência moral, pela presença vigilante que orienta sem humilhar.
O pai, por sua vez, não pode ser compreendido apenas como provedor material. Sua atuação consistente contribui para a consolidação do senso de responsabilidade e para a interiorização da autoridade legítima. A figura paterna simboliza referência normativa. Quando equilibrada, favorece a autonomia responsável. Quando ausente ou incoerente, pode gerar fragilidade na estrutura identitária.
Na perspectiva espírita, educar é cooperar com o aperfeiçoamento de um ser destinado à continuidade da existência além da matéria. Essa concepção amplia a gravidade de cada gesto cotidiano. Palavras impensadas, omissões reiteradas, exemplos contraditórios produzem marcas profundas. A educação não ocorre apenas nos grandes discursos, mas nos hábitos diários, na forma como os pais lidam com frustrações, conflitos e deveres.
A autoridade genuína fundamenta-se no exemplo. A tradição moral sempre reconheceu que o caráter se transmite mais por convivência do que por instrução verbal. Pais que exigem honestidade, mas praticam duplicidade, comprometem a credibilidade da própria orientação. A coerência entre discurso e conduta constitui o eixo da pedagogia doméstica.
Importa igualmente compreender que responsabilidade não significa controle absoluto. O excesso de vigilância pode sufocar a individualidade em formação. Educar é equilibrar afeto e disciplina. É permitir experiências graduais de autonomia, mantendo diretrizes firmes. A liberdade saudável é aquela que se exerce dentro de referenciais éticos estáveis.
A época contemporânea desafia a família com estímulos constantes, relativização de valores e cultura de imediatismo. Nesse ambiente, a missão parental torna-se ainda mais exigente. Exige presença qualitativa. Exige diálogo fundamentado. Exige consciência de que cada geração transmite à seguinte não apenas patrimônio material, mas herança moral.
A evolução coletiva principia no núcleo familiar. Reformas sociais autênticas emergem de consciências bem formadas. O lar antecede a escola e o Estado na construção do caráter. Quando mães e pais assumem a educação como dever sagrado e racional, contribuem para a edificação de uma sociedade mais justa e equilibrada.
Educar, sob a ótica espírita, é também caminho de autotransformação. Ao orientar um filho, o adulto confronta suas próprias imperfeições. Aprende paciência. Desenvolve empatia. Exercita renúncia. A parentalidade converte-se, assim, em instrumento de progresso mútuo.
Liberdade verdadeira é aquela que se harmoniza com responsabilidade. Evolução autêntica é a que integra conhecimento e virtude. Mães e pais que compreendem essa distinção tornam-se artífices silenciosos do futuro moral da humanidade. No recolhimento do lar, longe dos aplausos públicos, forjam-se consciências capazes de renovar o mundo.
Educar é plantar no presente a dignidade que florescerá nas gerações futuras, e cada gesto consciente no interior da família é semente de um amanhã mais lúcido e mais nobre.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
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