Textos de Amizade entre Tia e Sublinha

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Entre nós
Não digo amor em voz alta,
digo em cuidado.
No jeito de ouvir você,
no riso que surge sem aviso,
na calma que fica depois da conversa.
Gosto de você assim,
sem urgência,
como quem escolhe ficar
porque faz bem.
Talvez seja pouco pra chamar de amor,
ou talvez seja exatamente isso:
quando o sentimento é real,
ele não pesa.

' PINTANDO SONHOS '


Por entre diversos caminhos nessa vida,
vou sempre semear, poções da alegria,
Na terra quero ter uma vida bem vivida,
ter a vida feliz, e levar doses de empatia.


Plantei, cuidei do meu jardim tão florido,
Eram flores tão formosas, tão cheirosas,
Deixando então, meu cantinho colorido,
No cheiro do jasmim, e das belas rosas .


Feliz cantarolava, cultivava meu jardim,
Com tantas flores, a exalar seu perfume;
Fui me apaixonar pelo aroma do jasmin,
Da rosa negra, a rosa na cor de betume.


Pela estrada da vida, sigo o meu caminho;
Vou pintar sonhos, parecendo um algodão
vou pintar o amor com todo esmero,carinho,
Na Cor vermelha, cor de uma grande paixão !
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.610/98
REGISTRO N° 122958067065

Mundo versus vida: existe uma tensão entre liberdade e interesse, com o risco de o ambiente "colonizar" a natureza da gente; é necessário às vezes olhar para trás e perceber o quanto progrediu sozinho!
Quando o mundo controla a informação que chega a alguém, ele controla a realidade dela; quando um sonho prefere o exílio à volta para casa, isto não é apenas notícia!
Sonhos são caçadores de crepúsculos, quando ele é projetado para executar ordens, em vez de improvisar, apenas a imaginação pune impiedosamente sua hesitação!
Não é sobre a natureza, mas "uma natureza": o ambiente insiste em moldar a essência de alguém independente de sua cultura, exceto o de um sonho enraizado!

Entre versos e canções, eu prefiro poesias...

... Entre ter e perder, eu prefiro ganhar...

... Entre pensar e agir, eu prefiro escolher...

... Entre você e a sua dúvida, eu prefiro suas certezas...

... Entre avançar e recuar, eu prefiro seguir caminhando, sem medo, sem receios, sem procrastinar. Eu quero coisas novas...

Entendeu...

Dia das crianças


Na festa das crianças,
num dia leve e luminoso,
lá estava eu, entre risos pequenos,
emprestando cuidado aos meus sobrinhos.


Senti três toques no ombro;
meu irmão tocava-me,
apontando,
como quem revela um segredo.


Ali estava ela
a mesma personificação do acaso,
surgindo outra vez diante de mim,
a poucos metros, próxima tal
como só esteve em meus pensamentos


Mais uma vez fiquei a observar:
estava com o cabelos soltos,
livre do icônico boné claro;
um vestido verde que parecia conversar
com a tarde que nos envolvia.


Havia no olhar
uma calma suave, quase tímida,
um silêncio que dizia mais
do que qualquer palavra ousaria.


Até então, o sarau
que era só para meus sobrinhos
virou uma festa para mim.


Não houve palavra trocada,
apenas o silêncio caminhando
entre balões, risos e canções infantis.

Equilíbrio


Entre o norte e o sul, um caminho a trilhar
Calma e tranquilidade, o equilíbrio a encontrar
Nem muito além, nem muito aquém
O meio é o lugar, onde a paz tem seu lugar


Pensar e refletir, o caminho a escolher
Com equilíbrio e harmonia, o novo projeto a vencer
Um ponto de equilíbrio elevado, a meta a alcançar
Com calma e foco, o sucesso a conquistar


Hoje sou uma pena ao vento, sem direção
Leve e solta, seguindo o fluxo da emoção
O vento me leva, me guia e me traz
Para onde a vida me chama, sem pressa, só paz


Mas no meio da jornada, um propósito encontro
Um ponto de equilíbrio, um lugar de pronto
Para criar, para sonhar, para me encontrar
E no equilíbrio, a paz e a liberdade de estar


Em harmonia com o todo, eu me sinto ser
Uma parte do universo, sem medo de viver
O equilíbrio é a chave, que abre a porta
Para a paz e a alegria, que me fazem sorrir agora. Leila Boás 05/12/2025

ENTREGACIONISMO × CONTROLE


O confronto entre a entrega e a dominação do existir


Há duas forças que atravessam silenciosamente a experiência humana: o impulso de se entregar e a necessidade de controlar. Nenhuma delas é neutra. Nenhuma é inocente. Ambas disputam o centro da existência.


O Entregacionismo nasce como reação. O controle nasce como medo. Entre esses dois polos, o sujeito tenta sobreviver.






I — O CONTROLE: A PROMESSA DE SEGURANÇA


O controle surge como resposta ao caos. Ele organiza, delimita, estrutura. É o esforço humano de transformar o imprevisível em algo administrável. Através dele surgem normas, sistemas, crenças, rotinas, morais.


Controlar é tentar garantir continuidade.


O problema não está em sua origem, mas em sua ambição.
Quando o controle deixa de ser ferramenta e passa a ser finalidade, ele se torna tirânico.


O controle promete:


* segurança
* estabilidade
* previsibilidade
* proteção contra o erro


Mas cobra um preço alto:
a renúncia à experiência viva.


Sob o domínio do controle, o sujeito passa a existir como projeto. Mede-se, compara-se, vigia-se. O erro vira falha moral. O desejo vira ameaça. A dúvida vira pecado.


O controle não suporta o imprevisível — e a vida é, por natureza, imprevisível.






II — O ENTREGACIONISMO: A RECUSA DA DOMINAÇÃO


O Entregacionismo nasce quando o sujeito percebe que o controle não o salvou.


Não é um grito de revolta, mas uma lucidez tardia. A constatação de que nenhuma estrutura conseguiu conter o caos interno, nenhuma promessa garantiu sentido, nenhuma disciplina impediu a perda.


Entregar-se, aqui, não é desistir.
É abandonar a ilusão de domínio.


O entregacionista não rejeita a responsabilidade, mas recusa a tirania do planejamento absoluto. Ele entende que a vida não se deixa capturar por esquemas.


A entrega é um ato de coragem porque exige aceitar:


• a incerteza
• a impermanência
• a fragilidade
• a ausência de garantias


Enquanto o controle tenta congelar o mundo, o Entregacionismo aceita o fluxo.

Beleza e Conteúdo


Entre livros, teu sorriso se levanta,
Como quem sabe o peso e a luz do mundo.
Lês a dor, mas teu olhar é fecundo,
Flor que nasce onde a história mais sangra.


Tens Anne Frank no peito que encanta,
E lobos livres no espírito profundo.
Não foges do escuro — vais ao fundo
E voltas mais inteira, mais franca.


Teu corpo é verso, mas tua alma é livro,
Página viva escrita com verdade,
Onde fé e coragem fazem abrigo.


E quem te vê, entende com clareza:
Não é só forma, não é só vaidade —
É inteligência vestida de beleza!


São Paulo, 25 de janeiro de 2026


Edson Luiz ELO

Entre o amor e a desconfiança
Amamos com culpa nas mãos,
e medo nos olhos.
O amor veio torto,
nasceu de um erro
e quis se endireitar no caminho.
Eu pedi paz,
ela pediu confiança.
Mas o silêncio gritava
mais alto que as promessas
e os gestos desmentiam as palavras.
Carregamos passados como sombras,
seguindo a gente mesmo ao meio-dia.
Ciúmes não eram falta de amor,
eram excesso de insegurança,
era o pavor de ser trocado
do mesmo jeito que um dia alguém foi.
Ela dizia “confia”,
mas não largava as portas abertas.
Eu dizia “fico”,
mas já estava cansado de vigiar.
Nos amamos…
mas amor sem credibilidade
vira dúvida,
vira nó no peito,
vira guerra fria entre dois corações cansados.
Talvez não tenha faltado sentimento.
Talvez tenha faltado coragem
de ser inteiro,
de ser claro,
ou de admitir que amar
não é suficiente quando não há paz.
E assim seguimos
não por falta de amor,
mas por excesso de medo
de ficar
ou de partir.

Entre Mensagens, Nasceu o Amor


É estranho a sensação de se apaixonar por alguém que ainda não conheci pessoalmente, mas que nasceu virtualmente. A internet cria grandes possibilidades, inclusive a de amar. Conhecer você há apenas 55 dias fez com que eu me apaixonasse, e essa paixão cresce a cada dia de conversa.


Quando converso com você, Karen, tudo fica mais leve. Foi assim que me entreguei a um amor que não é físico, mas é real, sincero e presente. Um amor que, a cada dia, me dá mais coragem para atravessar minhas fronteiras até Goiânia, que hoje se tornou a cidade da minha paixão.


Você me fez entender, mais uma vez, que o amor não escolhe pessoa nem cidade. E quando somos predestinados a encontrá-lo, ele chega com paz, leveza e calmaria, sem pressa, sem medo. Não é turbulento como a turbina de um avião, nem caótico como uma destruição.


Ele é calmo como o vento e leve como o arco-íris. Esse é o amor que eu sinto quando converso com você, Karen. Você me fez enxergar novamente a dádiva do que é amar.

ENTRE ONTEM E AGORA.


O tempo escorre entre os dedos, em vão, levando contigo o que havia de chão.
Ficou no silêncio um traço de nós, eco de beijos guardado na voz.
Tua ausência é brisa que insiste em tocar, lembranças que vem sem nunca avisar.
O amor não partiu, só mudou de lugar, vive no tempo que insiste em passar.
- Iani Melo >•<

Deus, soberano de todas as coisas, quis que você permanecesse entre nós. O mínimo que podemos fazer é agradecer pela sua presença em cada passo da nossa jornada. Obrigado por sempre nos abençoar com o melhor.

Eu e minha família — que, juntos, somos uma só — celebramos com alegria mais um ano da sua vida.

Viva, hoje é seu dia, mana!
Parabéns e feliz aniversário!
Desejamos a você muita paz, amor, saúde e sucesso!

Quem fica, Quem vai embora.

A felicidade é
Como um feixe de luz que passa por entre
As árvores.

Ela passa, vai embora
Desaparece.

A tristeza não.
Ela fica.
E é isso que me torna resignada,
Pois sei ao que, eventualmente,
Estarei fadada.

Em nossas vidas, a tristeza é
Companheira –
Não é atoa que já nascemos
Com os olhos embotados de
Lágrimas.

É ela quem, desde cedo,
Senta-se ao nosso lado.
Ficando conosco
Até no dia mais solitário.
Ela quem aparece, quando
Me olho no espelho,
E só vejo vidro quebrado.

Mas não se enganem –
Não sou quem à quer.
Ela quem me deseja.

E é por ela, que
Não vivo mais em paz.
Tudo me sufoca.
O passado,
O presente –
Até mesmo o futuro.

Meu coração aperta,
E minha garganta se fecha –
Por coisas que
Nem sequer
Cheguei a viver.

Sinto falta de momentos que
Não existiram,
Sinto a dor
dos que nunca vão
Existir.

E isso foi a tristeza
Que me ensinou.

E é por isso que hoje,
Quando a felicidade passa,
Já não me preocupo
Em estender a mão.

Pois lá no fundo desse meu imenso coração,
Eu já aprendi que a tristeza
É a única que fica.

JOVEM GALILEU


Pelos caminhos e valados, entre ricos e plebeus, com os pés empoeirados, vê-se o jovem Galileu.


Sua mensagem, sem rodeios, carregada de amor, fazia o povo sonhar com um mundo bem melhor, ao ouvir o Salvador.


Ele abraçou os desprezados, que ninguém queria ver, mostrando que todos nós temos muito a aprender.


Até mesmo as criancinhas com carinho Ele atendeu, ninguém passou despercebido do olhar do Galileu.


Alimentou os pobres e deu aos pecadores o perdão, confrontou ricos e nobres que não tinham compaixão.


Um dia vai voltar este jovem Galileu, para de novo perguntar ao homem que Ele ensinou, se a lição aprendeu.


Cícero Marcos

Manifesto do Próprio Ser
Redondo e redundante,
tão cansativo quanto desnecessário.
Entre trocas de palavras e de assuntos,
é no meu corpo que a importância se faz valer.
Mas, por que você não...?
O seu incômodo, ou sua falsa preocupação,
se torna apenas um eco chato,
pois em minha mente, no abrigo da minha cabeça,
isso é o menor dos problemas.
É o que eu aceito,
é quem eu sei que sou,
e nessa ciência, eu me abraço.
Meu corpo é meu,
minhas regras são minhas.
Quem pode falar dele somente eu.
Ass: Roseli Ribeiro⁠

"Noites em claro, batidas aceleradas.
Entre erros de ansiedade e o canto dos pássaros,
vejo o dia nascer.
Basta uma palavra para que o ciclo se finde.
Recomeçar exige a calma de quem não quer perder o chão já conquistado.
Sou agora uma folha em branco;
o passado deletado dá lugar à nova escrita.
Busco a estabilidade para ser porto seguro.
Quero estar pronta para cuidar,
transformando gratidão em gesto e amor em destino."


Atenciosamente Roseli Ribeiro

"No batuque do tambor, a alma anuncia,
a alegria que transborda entre as fantasias.
A dança é o fôlego, o corpo a se libertar,
em cada detalhe entrelaçado para o mundo admirar.
Tudo feito à mão, costurado com cuidado e devoção,
pois a arte nasce do zelo e da palma da mão.
Há quem conte histórias, há quem as invente,
mas a verdade é o encanto que pulsa na gente.
No livro divino, o profano não se faz sagrado,
mas é arte, é encanto, é o sonho acordado.
Embora o brilho se perca em quem só 'vai na onda',
o riso e a festa fazem do mundo o seu grande Carnaval."

Eu sempre disse que a gente nunca mais ia se ver e você sempre disse que eu não sabia de nada. Entre uma conversa e outra você dizia que a gente tinha que ser amigos no Facebook, acho que me disse isso umas cinco vezes, inclusive na manhã em que foi embora.

Já vi gente ter pé atrás e medo de ser rejeitada, mas eu consigo atingir níveis inexplicáveis. Mesmo assim decidi te procurar. Não foi nenhuma surpresa, porque venho bisbilhotando seu perfil nos últimos dois meses, sem nunca ter coragem de adicionar.

"Add as Friend", pronto, adicionado. Ainda enviei uma mensagem bonitinha: "Tinha 15 coisas pra te falar antes de você ir embora, mas esqueci até de falar Boa Viagem e Boas Férias, beijos". Isso foi há exatamente 24 horas e até agora você não me aceitou como amiga, já tô conformada com o fato de que você nem deve mais lembrar de mim e vou ser só mais umas daquelas estranhas que ficam pra sempre na lista de solicitações de amizade, que você nunca vai aceitar.

Capítulo — Entre a Culpa e o Espelho


Pedir demissão foi um grito silencioso que eu dei a mim mesma.
Eu estava cansada. Cansada da pressão constante, do ambiente pesado, das cobranças que atravessavam minha pele como agulhas finas e diárias. Havia dias em que eu voltava para casa sentindo que tinha deixado pedaços de mim espalhados pelos corredores daquele trabalho. Então, um dia, respirei fundo e saí. Achei que, ao fechar aquela porta, abriria outra — mais leve, mais minha.


Mas o que se abriu foi um vazio.
Meus dias passaram a ter a mesma cor, o mesmo ritmo, o mesmo roteiro: lava, limpa, arruma, cuida. Lava, limpa, arruma, cuida. Amo meus filhos com a força inteira do meu peito, mas não quero ser apenas a mãe.


Quero voltar a ser mulher. Quero me reconhecer no espelho sem que a primeira palavra que me venha à mente seja “cansaço”.
Nos três meses depois que saí do emprego, engordei 10 quilos e 800 gramas. Sim, eu estou contando. Cada grama parece um lembrete concreto de que estou perdendo o controle.


Eu não consigo parar de comer.
É pão. É feijão. É macarrão. É qualquer coisa que esteja ao alcance dos olhos. Como em grandes quantidades, como com urgência, como se estivesse apagando um incêndio invisível dentro de mim. Na hora, existe uma pressa quase desesperada — preciso mastigar, preciso engolir, preciso sentir o estômago cheio. Só quando ele dói, quando pesa, quando estica, é que algo se aquieta.
E então vem o arrependimento.


A culpa chega como uma onda fria depois da falsa calmaria. Eu sei que não deveria estar fazendo isso. Sei que não é fome — é outra coisa. Mas faço assim mesmo. A comida virou uma espécie de anestesia: me acalma por alguns minutos e depois me corrói por dentro, como se eu tivesse traído a mim mesma.


Estou matriculada na academia. Pago a mensalidade. Tenho roupas de treino. Já gostei de treinar — e muito. Lembro da sensação de força, do suor como prova de disciplina, da música alta no fone de ouvido enquanto eu me sentia viva. Mas agora não consigo sair de casa para ir até lá. Não é preguiça. É como se houvesse uma barreira invisível entre mim e a mulher que eu costumava ser.


Às vezes me pergunto:
Onde está a minha força de vontade?
Onde foi parar o desejo de me cuidar que sempre fez parte de mim?
Se eu gosto de treinar, por que não consigo ir?
Sinto que preciso urgentemente reencontrar meu antigo eu — mas, no fundo, talvez eu precise encontrar uma nova versão de mim.


Uma que caiba na mulher que estou me tornando, e não apenas na que eu fui.
Às vezes — ou melhor, na maioria das vezes — sinto falta de mim. Falta da leveza que eu tinha. Da segurança. Da autonomia. Me pergunto se, caso tivesse estabilidade financeira, tudo seria diferente. Será que eu conseguiria ser eu mesma? Ou estou usando essa ausência como justificativa para algo mais profundo?


Já passei por tantas coisas na vida. Sobrevivi a situações que pensei que me quebrariam para sempre. Aprendi muito com a dor, mas também vivi momentos maravilhosos — momentos que hoje parecem fotografias desbotadas guardadas numa gaveta da memória.


Sinto saudade daquela mulher que ria fácil, que sonhava alto, que se sentia capaz.


Agora, às vezes, acordo e me pergunto em silêncio:
Será que estou em depressão e não sei?
Talvez essa seja a pergunta mais honesta que fiz a mim mesma nos últimos meses.


Porque o que mais dói não é o peso no corpo.
É o peso de não me reconhecer.

+Q Atores
Entre o bem e o mal, não passamos de representantes de um ou de outro. Impossível não escorregar entre uma representação e outra, o que nos torna imperfeitos, mas é nesta imperfeição que exercemos o livre arbítrio e definimos com as próprias escolhas a essência de nossa melhor atuação.