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Textos de Amizade entre Tia e Sublinha

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Entre a morte de meus olhos.
Estão meus pesares por sua despedida.
Clamo entre os imortais..
Minhas lágrimas veladas pela angústia de viver entre eras numa escuridão sem fim.
A luz calida em minha memória tornasse uma obsessão na monotonia.
Sonsa luz que atormenta minhas ilusões...em tempo de alegrias minha alma cantava para seu espírito nas linhas da eternidade.
Austera voz que me condena simplesmente por existir.
Ser o que sou diante o firmamento do amor.

Chapada chega, tatuada e serena,
sorriso de vinho, mente que acena.
Entre fumaça e goles de prazer,
ela vive a vida sem nada temer.


O mundo gira, mas ela flutua,
entre notas de vinho, a alma continua.
Cada traço na pele conta uma história,
cada risada dela é pura vitória.


No balanço do vento, no sol ou no espaço,
Chapada é liberdade, é riso, é abraço.
Com vinho, com baseado, a noite se enfeita,
ela dança com a vida, e a vida se deleita.








“Para a minha flor R.S 🍷✨, que transforma cada gole e cada fumaça em poesia de liberdade. Brilha, amiga, do jeito único que só você sabe ser.”

Carrego no peito um vazio que pesa,
lembranças cortam, a mente não sossega.
Entre saudade e silêncio, sigo em frente,
coração cansado, mas ainda resistente.


Já chorei no escuro, já quis sumir,
mas encontrei no abraço razões pra existir.
Minha rede me ampara
quando a queda ameaça,
me segura firme,
transforma dor em graça.


Sou feita de queda,
mas também de coragem,
na dor escrevo versos, tatuo a paisagem.
E mesmo que a vida me teste
sem fim,
eu sigo inteira,
sigo sendo… eu, Lucci, enfim.

Antes eu estava em três.
Já estive até em quatro.
Hoje estou entre muitos.
O número mudou,
a régua não.
O que sustenta nunca foi quantidade,
foi verdade.
Três era contorno.
Quatro foi tentativa.
Muitos é expansão.
Não melhor, não pior.
Mais amplo.
Fingimento não vira sinceridade
só porque tem plateia.
E prazer de verdade
não acontece em quem se divide.
Só existe com quem é inteiro,
não meia metade tentando caber.
Nada é insubstituível
quando a base é honestidade.
O que é real se refaz.
O que é inteiro permanece.

O Silêncio Entre Dois


A pior solidão não é estar sozinho.
É dormir ao lado de alguém que já foi amor e perceber que, entre os dois, agora existe apenas silêncio.


O silêncio em um relacionamento não é ausência de som; é um muro de concreto erguido tijolo por tijolo. Quando um dos dois escolhe se calar, não está apenas guardando palavras, está retirando o oxigênio da relação.


O silêncio não chega de repente. Ele se instala aos poucos, como uma neblina que invade a casa sem que ninguém perceba exatamente quando tudo deixou de ser claro.


No começo são pequenas pausas, respostas curtas, olhares que se desviam. Depois vêm os dias em que as palavras parecem pesadas demais para serem ditas. E então o silêncio passa a ocupar todos os espaços.


O corpo fala, um ditado antigo, repetido tantas vezes, mas que revela a verdade que as palavras tentam esconder. Basta olhar para a cama no fim do dia. Antes havia dois corpos agarrados, entrelaçados, dividindo calor e sonhos como se o mundo lá fora não existisse.


Agora cada um ocupa o seu lado, como se um oceano invisível tivesse surgido entre os dois.
O toque que antes era espontâneo agora parece evitado. Um vira para um lado, o outro para o outro. E naquele pequeno gesto silencioso existe uma distância maior do que qualquer discussão.


Nesse cenário, o silêncio se torna ensurdecedor porque ecoa todas as inseguranças de quem ficou do outro lado do muro. Cada porta fechada com mais força, cada olhar que evita encontro, cada resposta monossilábica parece carregar uma mensagem que ninguém teve coragem de dizer em voz alta.


É nesse momento que nasce aquela sensação difícil de explicar. Primeiro uma leve impressão de que algo mudou. Depois uma suspeita persistente que se instala no peito. E por fim a dor da quase certeza de que talvez exista outra pessoa ocupando um espaço que antes era seu.


E como dói essa possibilidade.
Não é apenas o medo da traição. É a sensação de estar sendo lentamente apagado da própria história, como se aquilo que foi construído a dois estivesse sendo substituído sem aviso, sem explicação, sem despedida.


Para quem recebe esse silêncio, o que resta é um cansaço profundo. Existe uma vontade desesperada de reagir, de sacudir o outro, de exigir uma explicação ou até mesmo um ponto final. Mas o silêncio prolongado drena a energia. Ele esgota até a capacidade de brigar.


Então você se vê preso em uma paralisia estranha: acompanhado, mas profundamente só. Dividindo o mesmo teto, a mesma cama, a mesma rotina, e ainda assim sentindo-se como o ser mais solitário do mundo.


É o luto de uma pessoa viva.


Eu já passei por isso. E não morri.


“Ninguém morre por amor”, eles dizem.


Talvez seja verdade.
Mas alguns amores não nos matam, apenas nos deixam vivos demais para esquecer.

"Reflexão de vida: Perdão X perdoar.


"A diferença entre pedir perdão e perdoar. Pedir perdão é um ato de humildade, enquanto perdoar é um ato de grandeza? Pedir perdão é reconhecer nossas falhas e buscar a reconciliação, enquanto perdoar é liberar o outro e a nós mesmos do peso da mágoa. Pedir perdão é necessário para restaurar relações, mas perdoar é transformador e liberta quem escolhe não viver preso ao passado.


@Suednaa_Santos.

Perto, mas tão longe…”



Hoje eu caminhei entre sonhos e cicatrizes.

Passei pela loja que sempre desejei, aquela que representava conquistas, planos, um futuro que imaginei tantas vezes. Mas ao invés de esperança, senti um nó no peito.



Talvez porque o que mais doeu hoje… não foi o que ainda não conquistei.

Foi ver você ali, tão perto e ainda assim tão distante.

Você, Lúciana.

Estava no salão ao lado, como se o destino quisesse me testar, me lembrar do quanto ainda te amo.



A pior dor não é a ausência.

É a presença que não se pode tocar.

É estar a poucos passos de quem você mais queria abraçar, e não poder.

É ver o amor da sua vida, e ter que fingir que o coração não grita por dentro.



Engoli o choro. Engoli o tempo. Engoli os dias que já não voltam.

Mas dentro de mim, algo continua de pé.

Porque mesmo em ruínas, eu não deixo de ser casa.

Mesmo em dor, eu não deixo de ser amor.



E se hoje me senti no fundo do poço, amanhã eu subo um degrau.

E depois mais um.

Até que eu veja de novo a luz — não nos olhos de alguém, mas nos meus próprios.



Porque por mais que tudo em mim clame por você, eu sei:

eu mereço ser feliz.

Com ou sem você.

Amor: Entre o Certo e o Necessário
Nem tudo é, mas tudo sente.

Nem sempre foi mentira.
Nem sempre foi verdade.
Nem tudo é perfeito.
Nem tudo é imperfeito.
Nem tudo é sentimento.
Mas tudo é amor.

E eu digo: manipular o amor para não florescer é inaceitável. Ainda assim, às vezes, na tentativa de proteger um grande sentimento, a escolha do caminho nem sempre é a correta.

Quando se está perdido nessa selva, algumas vezes é preciso algum tempo para você se dar conta de que está perdido. Durante muito tempo, você pode se convencer de que só se afastou alguns metros do caminho, de que a qualquer momento irá conseguir voltar para a trilha marcada. Então a noite cai, e torna a cair, e você continua sem a menor idéia de onde está, e é hora de reconhecer que se afastou tanto do caminho que sequer sabe mais em que direção o sol nasce.

Poderíamos ter comprado um pequeno iate com o que nós gastamos com o nosso cachorro e tudo que ele destruiu. Mas, me pergunto: quantos iates ficam esperando junto a porta o dia inteiro até você voltar? Quantos vivem esperando a chance de subir no seu colo ou descer a colina com você em um tobogã, lambendo o seu rosto? (John Grogan)

O que o ser humano realmente precisa não é um estado livre de tensões, mas antes a busca e a luta por um objetivo que valha a pena, uma tarefa escolhida livremente. O que ela necessita não é descarga de tensão a qualquer custo, mas antes o desafio de um sentido em potencial à espera de seu cumprimento.

Seus companheiros de viagem não era capazes de fazer empalidecer a lembrança do senhor Wickham. Sir William Lucas e sua filha Maria, moça bem-humorada mas de cabeça tão oca quanto o pai, nada tinham a dizer que fosse digno de atenção, e o que eles falavam produzia em Elizabeth o mesmo prazer que o arrastar de uma cadeira.

Me arrependo muito de tentar sempre salvar a ultima gota de algo que um dia foi importante, é apenas estender o que já não é mais tão importante assim, porque vc ainda tem esperança que o que foi poderia ainda existir e só se dá conta quando leva um tapa na cara de que na realidade já não cabe mais esperança alguma.

Todos os homens sonham, mas não da mesma forma. Os que sonham de noite, nos recessos poeirentos das suas mentes, acordam de manhã para verem que tudo, afinal, não passava de vaidade. Mas os que sonham acordados, esses são homens perigosos, pois realizam os seus sonhos de olhos abertos, tornando-os possíveis.

T. E. Lawrence
Os sete pilares da sabedoria (1926).

Há quem diga que quem anda só é melhor do que ao lado de quem não te quer bem. O meu coração está cansado de ser torturado e precisa de alguém. Vou tomar o caminho mais certo, vou seguir direto até onde eu quiser. Vou levar esse amor solitário, tranquilo e na boa até onde eu puder. Veja só... Eu podia está ao seu lado, mas não deu... E eu não vou ficar aqui parado. To indo pra onde haja sol, pois o meu coração é meu lar! Se você quiser ir, poder vir, já guardei seu lugar. Vamos viver tudo aquilo que ainda não vivemos, mais uma chance pro amor, pra salvar o que ainda não perdemos.

Era um conceito interessante que só após a morte dele, eu compreendia inteiramente. Marley como mentor. Como professor e exemplo. Seria possível que um cachorro — qualquer cachorro, mas principalmente um absolutamente incontrolável e maluco como o nosso — pudesse mostrar aos seres humanos o que realmente importava na vida? Eu acreditava que sim. Lealdade. Coragem. Devoção. Simplicidade. Alegria. E também as coisas que não importavam. (John Grogan)

As pessoas situadas no topo da escala social podem usar a totalidade de seu vocabulário para comunicar seus pensamentos, ao passo que outras, de menor nível de instrução, menos aptidões e menor status social, tendem a ser comunicar com um uso muito mais intenso de gestos do que de palavras. Não tendo familiaridade com as palavras, essas pessoas as substituem por gestos. De um modo geral, quanto mais elevada a posição de uma pessoa na escala social, menos gesticulação e linguagem corporal ele tende a usar.

Depois que dera pelo banco, observou à frente dele, a uns vinte passos, uma mulher que passava, à qual, a principio, não deu a mínima atenção, como não dava a nenhuma das coisas que lhe passavam pela frente. Quantas vezes não lhe acontecera ir, por exemplo, para casa, e não se lembrar de maneira nenhuma do caminho que seguira para chegar até lá e pelo qual estava já acostumado a passar! Mas aquela mulher que passava tinha qualquer coisa de estranho, que saltava logo à vista, e, pouco a pouco, lhe foi prendendo a atenção... A princípio, contra a sua vontade e quase com aborrecimento, e, depois, cada vez com mais força. De súbito, sentio o desejo de averiguar concretamente o que teria aquela mulher de estranho. Em primeiro lugar devia ser muito nova; ia sem chapéu, com aquele calor, sem sombrinha e sem luvas, e movia os braços de maneira um pouco grotesca. (...) A mulher não caminhava com firmeza, curvada e cambaleando para um e outro lado. Até que por fim aquela visão acabou por atrair completamente a atenção de Raskólhnikov. Cruzara com a moça junto do banco; mas, quando chegou junto deste, ela se deixou cair numa extremidade, apoiou a cabeça no espaldar e fechou os olhos, dominada por um cansaço visível. (...) Raskólhnikov não se sentou, mas também não decidiu a retirar-se.

(...) existem sobre a terra duas raças humanas e realmente apenas essas duas: a "raça" das pessoas direitas e a das pessoas torpes. Ambas as "raças" estão amplamente difundidas. Insinuam-se e infiltram-se em todos os grupos; não há grupo constituído exclusivamente de pessoas direitas nem unicamente de pessoas torpes. Neste sentido não existe grupo de "raça pura" (...).

E os críticos que tratam as evidências do manuscrito como homens racionais tratam todas as evidências e as testam pela razão e pelo conhecimento que adquiriram, estes são acusados de imprudência e capricho por cavalheiros que usam manuscritos como bêbados usam postes de luz: não para iluminá-los em seu caminho, mas para dissimular sua instabilidade.