Textos Amorosos
Há quem enlouqueça longe do amor real,
Por não saber a diferença entre o raso e o essencial.
Eu sigo em silêncio, aprendendo a esperar,
Pois quem sabe amar não tem medo de ficar.
Onde anda você, meu amor forasteiro?
Que chega sem aviso e muda o mundo inteiro.
Estou em meditação, lapidando o coração,
Pra não confundir solidão com paixão.
Se o amor for verdade, ele vai resistir,
E saber exatamente onde me atingir.
Se vier, venha inteiro, sem medo, sem máscara,
Que eu te ofereço abrigo na minha calma.
Mas se não for amor, não bata outra vez,
Prefiro o silêncio do que mentiras gentis.
Onde anda você, meu amor verdadeiro?
Que não pede migalhas nem vive de roteiro.
Eu sigo em meditação, forte, em evolução,
Aprendi que amor não é prisão.
Se for pra amar, que seja assim:
verdadeiro em você, verdadeiro em mim.
"Tenho amor e sorte, só não sei para quem vou dar"; a vida ensina, que crer em sorte no amor é abrir mão do poder de construir!
A esperança pedia bis, e às expectativas comentavam, e assim foi mais tarde e tarde demais, enquanto um sonho contava a sua história sem saber do final!
Como uma certeza que doía nos ossos: na vida o divã de sua encenação não é uma folha em branco... "tenho muito para dizer, dizer que aprendi"!
Desânimos são criaturas farejadoras e brutalmente eficazes: não se trata de cair, mas de quanto consegue levantar, e seguir em frente no chão!
Às vezes não é amor...
É só a única coisa que faz
com que pessoas inteligentes
sejam irremediavelmente românticas,
almas independentes ansiosas,
E adultos sensatos releem as mensagens
como se estivessem decifrando escrituras
antigas em busca de significado.
Às vezes não é amor...
É só aquele que suaviza a lógica,
perturba a certeza e nos lembra
o quão belamente humanos somos.
CARTA ABERTA PARA O IMPOSSÍVEL AMOR
Parei para te escrever e te pedir um tempo,
Não o tempo que afasta, mas o que faz lembrar.
Mergulha um pouco no que fomos, no nosso momento,
E veja se ainda existe espaço para a gente habitar.
Busco em você uma nova oportunidade,
O destino reescrito, sem rascunhos ou dor.
Queria que o "nós" fosse a nossa única verdade,
E que o mundo lá fora perdesse o valor.
Posso não ter mais o toque das tuas mãos,
Mas guardo o suor da luta que travei por ti.
Meus dias são ecos da tua voz nos vãos,
Do amor que, mesmo em silêncio, nunca esqueci.
Não olhe apenas para o rastro do que pode quebrar,
Nem se prenda ao medo de quem possa ferir.
Olhe para o brilho de quem você pode alegrar,
E descubra, enfim, qual caminho te faz sorrir.
Dói saber que o seu afeto tem dois endereços,
Pois quem ama por inteiro não sabe dividir.
Eu queria ser o fim de todos os seus tropeços,
O único motivo que te fizesse ficar, em vez de partir.
Queria que este nó fosse apenas um sonho ruim,
E que o sol de amanhã desatasse essa dor.
Que a sua entrega fosse sincera, voltada para mim,
Sem as sombras de um outro, sem restos de amor.
Sinto muito por te deixar, e por me abandonar no caminho,
Por não ter o verso certo que te fizesse estacionar.
Sinto por cada silêncio que te deixou sozinho,
E por não ter a voz que te convencesse a ficar.
Lamento por te ouvir pouco, ou por te amar demais,
Por tentar te esquecer e, no erro, te lembrar.
Sinto por não ser o porto onde você encontra paz,
E por não ter o brilho que te faz querer tentar.
Guardo os momentos que tivemos, como um tesouro gasto,
Se foram poucos, o tempo dirá o que restou.
Mas não suporto o peso desse sofrimento vasto,
De habitar um lugar que o seu amor nunca ocupou.
Te deixo ir, pois o amor não sobrevive de dúvida,
E aqui não é o seu lar, se o seu peito chama outro cais.
Sinto que me ama, mas é uma chama pálida e tímida...
Que não queima o suficiente para não te deixar partir jamais.
CARLIANE ARAUJO 💜
Depois da queda do nosso amor
Tudo veio ao chão de repente.
As muralhas não aguentaram
O impacto devastador do que a gente fingia ser.
O que era promessa virou ruína,
Palavras ocas soterradas no silêncio.
Nós não suportamos o caos lastimável
De insistir onde já não havia verdade.
Depois da queda não adianta lamentar.
Juntar os cacos não refaz o que morreu.
Colar pedaços não devolve o inteiro,
O que quebrou por dentro não revive com adeus.
Não há ponte, não há volta,
Não há fé que sustente o fim.
O amor caiu — e ficou no chão,
Sem sinal de recomeço em mim.
Tentamos chamar de fase, de erro,
Mas era o fim pedindo coragem.
Às vezes partir não é desistir,
É só respeitar a própria dignidade.
Hoje não espero nada do que fomos,
Nem do que você promete ser.
Depois da queda do nosso amor,
O resto é aprender a não mais sofrer.
Vem cuidar de mim, baby
Sanguessuga boa do amor
Deixa aquele cara pra lá
Ele não presta, não te representa não, doutor
Vive prometendo o mundo
E te entrega só solidão
Homem sem palavra é vento
Não segura coração
Ele fala bonito em público
Mas em casa só dá dor
Eu sou simples, sou direto
Mas te trato com amor
Oh mulher virtuosa
Esquece aquele malfeitor
Manda ele embora hoje
Que a noite é nossa, é de amor
Amor sem fronteiras, debochado
Sem frescura, sem censor
Vem pra mim, mulher da vida
Mulher minha, mulher do amor
Você deve ignorar urgente
Esse homem sem compromisso
Quem brinca com sentimento
Não merece nem aviso
Aqui tem café quente
Abraço e proteção
Tenho pouco no bolso
Mas tenho muito coração
Se ele te fez sofrer demais
Hoje é dia de decisão
Vira a página da história
E vem morar na minha canção
Oh mulher virtuosa
Esquece aquele malfeitor
Manda ele embora hoje
Que a noite é nossa, é de amor
Amor sem fronteiras, debochado
Do jeito que você gostou
Vem pra mim sem medo algum
Que eu cuido de você, meu amor
Existe o amor que não se rende.
Ele apanha da vida, sangra em silêncio, mas não recua.
É teimoso, firme, não por orgulho,
mas porque acredita que sentir vale mais que desistir.
Esse amor permanece quando tudo diz “chega”,
e resiste não por fraqueza,
mas por coragem.
Há também o amor que busca respostas.
Ele questiona, observa, sente dúvidas.
Não se contenta com migalhas nem com palavras vazias.
Quer entender gestos, silêncios e distâncias.
É um amor inquieto, porque sabe
que amar sem verdade é se perder de si mesmo.
E existe o amor indeciso na caminhada.
Caminha com o coração em conflito,
dando passos curtos, olhando para trás.
Não sabe se fica, se vai, se espera.
Não é falta de sentimento,
é medo de errar o caminho
e se machucar outra vez.
Amor que se diz amor
busca ser verdadeiro.
Não se esconde, não engana,
não vive de meio termo.
Amor de verdade pode até falhar,
mas nunca trai aquilo que sente.
Atende a lição da vida, presta atenção:
Se amor, carinho, respeito e igualdade
Não bastam pra quem dorme ao teu lado,
Então não é amor — é vaidade.
Não implora presença,
Nem mendiga afeto frio.
Quem te ama não negocia
O básico do sentir.
A vida é curta demais pra esperar migalha,
Pra viver calado num coração vazio.
Se não existe reciprocidade,
Não existe nós — só desvio.
Antes de virar ausência em casa cheia,
Antes de morrer aos poucos por alguém,
Tenha coragem, bata o pé,
E escolha você também.
A festa é desse egoísmo, mulher,
Vá viver a tua vida.
Mesmo que seja só,
Seja feliz contigo.
Não carrega quem não te carrega,
Não insiste onde não há abrigo.
Amor não prende, não pesa,
Amor soma — não castigo.
Amar é encontro, não disputa.
É paz, não ferida aberta.
Se não é pra ser inteiro,
Que seja livre — e de porta aberta.
Menina bonita, confusa, não sabe o que quer.... Tenho medo de amar...
O amor é uma assombração, medo de se perder... que vontade de correr....
Me dá, me entregar? Porquê? Para quem?
Isso me assusta e me dá insegurança, medo...
Não vou me entregar, me dar...
Vou lutar contra mim mesmo, porque não aprendi amar....
Quase amor
Algo em mim não está certo,
Um vazio onde havia amor,
Silêncio onde havia riso,
Uma sombra cobrindo o sol.
Te amei como um tesouro raro,
Mas recebi apenas migalhas,
Ou será que fui precipitado,
Em esperar mais dessa batalha.
Você me pede um tempo, um respiro,
Promete amar-me como mereço,
Mas perdi para sua própria guerra,
Estranho agora quem conheço.
O amor já não está à vista,
Você deixou-o escapar, perdido,
Hoje, desisto desta luta,
Esta é, então, a nossa despedida.
Coração de menina...
Tem a delicadeza dos anjos,dos sonhos de amor,dos contos de fada,e o desabrochar de uma flor,uma borboleta a sair do casulo,tem o dom da bondade,o jeito de princesa,é pura vaidade mas só na delicadeza,coração de menina é anjo vindo do céu para encantar nossa vida enviadas de Deus.
Capítulo — O amor que não pediu que eu me perdesse
Os dias foram passando, e eu comecei a sair cada vez mais. Não por carência, mas por retorno à vida. Foi no terreiro que eu o conheci — como se a espiritualidade, mais uma vez, soubesse exatamente onde me colocar.
Ele era tímido. Respeitoso. Trazia sempre um sorriso sereno no rosto, desses que não pedem nada, apenas oferecem calma. Alto, cabelos pretos como a noite, cheios de cachos, como se guardassem segredos. Meu coração dizia: vai em frente. Minha cabeça, ainda ferida, sussurrava: foge. Não vale a pena perder o rumo outra vez.
Dessa vez, eu queria. Mas fui devagar. Pé no freio, cinto de segurança, marcha lenta. Eu já sabia que amar não precisava ser queda — podia ser escolha.
Apresentei-o à minha filha como meu amigo. Ele se aproximou com cuidado, sem pressa, sem invadir. Ele e meu pai se tornaram amigos de imediato. Em pouco tempo, ele chamava meu pai de pai, minha mãe de mãe, como quem entende que família é vínculo, não contrato.
Eu gostava de tudo aquilo, mas mantinha o coração em retranca. O medo ainda morava ali, atento, desconfiado. Ainda assim, as atitudes dele falavam mais alto. Quando ia à minha casa, fazia de tudo para me agradar e agradar minha filha. Era carinho constante, cuidado natural, presença sem esforço.
Ele me levou para conhecer a mãe dele. Nos tornamos amigas com uma facilidade quase absurda. Tudo parecia encaixar. Era um sonho. E sonhos, eu sabia, também podiam doer.
Chegou o Carnaval. Ele não pôde viajar comigo — havia conseguido um trabalho. Ainda assim, me incentivou a ir, a me divertir. Na viagem estavam meus pais, minha irmã, minha comadre com seus dois filhos, minha filha e eu. Uma pequena multidão de afetos.
Fui.
E falávamos todos os dias por telefone.
Numa noite de folia, minha mãe nos deu um vale-night. Disse que ficaria com as crianças para que eu e minha comadre fôssemos curtir um pouco do Carnaval de Rio das Ostras. Fomos. Rimos. Sambamos. Bebemos. Bebemos demais.
Minha cabeça girava, mas meus pensamentos só tinham um endereço: ele. E, guiada pelo álcool e pela verdade, acabei contando para todo mundo o quanto eu gostava dele. Foi aquele porre em que a dignidade escapa, mas o sentimento decide aparecer.
Quando voltei para casa, ele estava no meu portão. Me esperando. Carregou as malas, entrou, fez almoço para mim e para minha filha. Como se aquilo fosse simples. Como se cuidar fosse seu idioma principal.
Naquela noite, a luz acabou. O calor era insuportável, e eu precisava trabalhar no dia seguinte. Ele passou a noite inteira me abanando com um leque, em silêncio, sem reclamar, sem dormir. Quando acordei pela manhã, ele ainda estava ali, repetindo o gesto.
Foi nesse instante que eu soube: ele me amava.
Não com promessas. Com presença.
Algum tempo depois, veio a notícia. Ele havia passado em um concurso para outro estado. Estava sendo convocado para tomar posse. O futuro o chamava.
Saímos juntos na noite seguinte. Foi uma noite linda. Intensa. Silenciosa. Nós dois sabíamos: era despedida. Não havia drama, nem cobrança. Só um amor adulto o suficiente para não pedir sacrifício.
Levei-o até o aeroporto. Ali, combinamos que viveríamos nossas vidas da melhor maneira possível. Que não ligaríamos. Que não escreveríamos. Porque às vezes, para não se perder, é preciso soltar. E insistir só criaria fantasmas.
Ele foi o maior amor que já vivi. Sem interesse. Sem cobrança. Sem dor. Só carinho, cuidado, alegria e amor.
Até hoje, de vez em quando, ainda penso nele.
E o pensamento vem manso, sem culpa.
Às vezes me pergunto:
e se ele não tivesse ido?
e se eu não tivesse cumprido o acordo de não ligar?
Mas aprendi que alguns amores não existem para durar.
Existem para ensinar.
E ele me ensinou que eu podia amar sem me perder.
O Pomar do Nunca
Um amor perdido é fruto colhido cedo, Doçura estranha que o tempo não provou. É o nó apertado, o segredo, o medo, De um destino que a vida não completou.
A fruta na terra, o tempo a consome, Vira pó, vira cinza, se perde no chão. Mas esse amor não morre, nem perde o nome, Vive suspenso na curva da solidão.
É flor eterna de um fruto imaturo, Um ciclo parado, um relógio sem cor. Onde o passado é o único futuro, E a espera é o perfume da própria dor.
Não amadurece, não nutre, não finda, Permanece intacto como um cristal. É a beleza triste da saudade infinda, De uma colheita que nunca terá seu final.
AUTO AMOR
Não se lembra mais do que é isso, né? Vou refrescar a tua memória. "AUTOAMOR" é, dentre tantas outras coisas,a certeza de que você é a pessoa mais importante da sua vida, porque sim, você é. “AUTOAMOR” é agir de acordo com essa certeza em tudo na vida, e saber que isso como pregam alguns, não é egoísmo, é bom senso.
Mamãe...!!!
(Nilo Ribeiro)
Mire nos olhos dela,
veja o mais puro amor,
pois, ela é a obra mais bela
criada pelas mãos do Senhor
ela é colo sempre seguro,
é exemplo vivo que ensina,
afasta-nos do escuro,
é luz que nunca termina
ela é quem dá a vida,
um mistério santo e divinal,
cuida com ternura da ferida,
e nos protege de todo mal
ter uma mãe ao seu lado,
é riqueza sem comparação,
é ter o amor mais louvado,
o mais profundo do coração
mãe, é obra divina de Jesus,
fonte eterna de amor, paz e luz...
“Mãe, onde estiver, me abençoe,
e se falhei, por favor, me perdoe”...!!!
Amém...!!!
Eu não sei viver nesse mundo onde pessoas deturpam o amor para ter prazer, onde o jogo de ego e vaidade vai além da sensibilidade para com a vida. Onde olhares se cruzam e se perdem na escuridão do silêncio.
Não sei não ser eu, não sei não acreditar, não consigo entender o porque pessoas mentem e ferem umas as outras.
Me desarmei, derrubei meus muros e entreguei tudo de mim. Não me arrependo, no entanto, hoje me sinto vazia e atônita, com lembranças rasuradas.
Em meio à todo o caus, entendi que a vida se perde no momento em que não há sentido, no momento em que deixamos de pertencer e somos expulsos daquele peito que chamávamos de casa onde o nossos corações já faziam morada. O sorriso se apaga, as lágrimas agora justificam e assinam a dor que nos pede para desistir até de respirar. Mas, respirar e resistir se tornam palavras repetidas constantemente em busca de fé e na esperança de dias melhores.
A gratidão e a liberação de perdão nos leva ao amadurecimento e nos faz compreender que às vezes é preciso mesmo deixar ir, ainda que que esse movimento também leve um pouco de nós.
Antes isso, do que sonharmos sozinhos, vendo com o tempo todos os planos demoronarem. Porque, chegarmos a um ponto onde já não há rodovias, estradas, caminho ou vielas para se percorrer em busca de retorno. Todas as portas se fecharam, janelas foram lacradas e os sinais do que julgava-se verdade foram fundamentados e contatados e, apesar da dor somos tomados pela certeza de que aceitar o fim é o primeiro passo em direção ao recomeço.
Quanto tempo dura um amor?
Talvez um dia, uma semana, um mês, anos, séculos?
Há quem diga que ele seja eterno
mas, somente enquanto dure
Eu acredito em todas as possibilidades
mas, há aqueles amores que duram uma vida inteira dentro da gente
Mesmo havendo outros "amores"
São aqueles, os quais vão nos acompanhar para sempre
E mesmo tudo der errado, vamos nos lembrar dele dando certo, mesmo q assim não tenha sido
São os nossos amores de alma
Amores os quais nos fazem melhores
Amores que nos deixam muito de si e que também levam muito de nós
Amores que nos modificam como seres humanos
Amores aos quais não sabemos viver sem, mesmo que seja só em lembrança
Amores esses nos quais nos encontramos em verdade
Eu o amei
Foi um amor daquele que nos bambeiam
Que nos fazem satisfeitos em nós mesmos
Eu o amei
E o amando pude sentir meu coração se expandir
Haviam momentos que até doía e parecia querer explodir
Eu o amei
E o amando vou carregar te comigo
Pq já não sou mais minha e sendo assim dou me o direito de ter um pouco de você também para mim
Por favor se cuide, e sendo assim também cuide de nós pois, a muito que deixei de mim aí em você.
AMOR À TRÊS...
Confesso que nunca pensei que isso fosse acontecer comigo, mas aconteceu.
E inevitavelmente eu me apaixonei pelas duas ao mesmo tempo.
São atraentes demais, fazem muito meu tipo e estão em extinção.
Agora quero viver essa relação à três, pois não vejo pecado nisso.
Mesmo que talvez elas não sintam o mesmo por mim, afinal, tudo pode acontecer.
Muitos dirão que estou louco, que elas não são para mim, mas só eu sei o que sinto.
Sei que não sou um cara apaixonante, mas sei que sou um cara apaixonado.
Essa é minha carta na manga, a jogada que vou fazer para tentar convencê-las que eu sou o que elas procuravam.
Enquanto espero, não nego, que o que quero é ser liberto das algemas do NÃO, para me abraçar com os laços do SIM.
Se não for assim, continuarei a viver prisioneiro da liberdade alheia, que me prende fora do peito que anseio morar.
Continuarei tentando viver essa paixão que trago no coração, por você Liberdade, de poder ser quem sou, e por você Reciprocidade, de receber tudo aquilo que dou, seja dor, seja amor.
A vocês prometo fidelidade, amor e respeito, por todos os dias da nossa vida, até que a morte nos separe.
De: Um Cara Apaixonado
Para: A Liberdade e A Reciprocidade
Amor em estado de agora
Faz parte do caminho:
Não te esquecer, mas escolher viver outra vez.
Não importa o tempo, nem a contagem dos dias,
meu amor permanece — raiz e calmaria.
Passam horas, instantes, saudades...
Um tempo que se foi, mas que abre portais.
De um futuro que brilha, promessa de paz,
da alegria que contagia e não olha para trás.
É um novo fôlego, o desejo em estado de prece,
a vontade de fazer com que o agora aconteça.
Seja em forma de amor, ou de pura paixão,
ou no brilho de um riso que inunda o chão.
O essencial é o movimento, o ato de ser,
a coragem bendita de enfim renascer.
Hoje o destino é você, o afeto se faz chama,
e o amor, no presente, por nós dois reclama.
Venha!
Não tema o abraço da felicidade.
Posso ser o teu melhor, a tua vontade,
posso ser o prazer, ou apenas o meu eu,
posso ser o reflexo do que em ti se perdeu.
Podemos ser nós, sem pressa ou adeus.
Simplesmente viver.
Simplesmente sermos teus e meus.
Poesia de Islene Souza
"Mesmo sabendo que é impossível, difícil,
O amor nunca deixei de procurar,
Pois na caminhada, muitos ficam, outros descem,
Mas o verdadeiro amor sempre permanecerá.
Ao longo do tempo, vamos descobrindo
A arte do amor, entre decepções e desencontros,
E mesmo assim seguimos, acreditando,
Pois a cada dia, o sentimento se fortalece.
Eis aqui um apaixonado, um escritor solitário,
Mas simplesmente apaixonado pela vida,
Pois o verdadeiro amor nunca desiste,
E assim seguimos, sempre a acreditar."
