Texto sobre Saudade Amor
“O adulto não se percebe buscando um pai, ele acredita estar em busca de amor, reconhecimento, segurança, sentido ou direção. Por trás dessas buscas legítimas, porém, opera a tentativa silenciosa de preencher uma função estrutural não integrada na infância. Relações e experiências passam a ser avaliadas a partir dessa referência ausente.”
- Trecho do livro Quando o pai falta: a ferida da ausência paterna e o caminho de maturidade da alma
Nem todo vínculo é amor, mesmo quando parece.
Se para manter alguém na sua vida você precisa se diminuir, ceder o tempo todo ou abrir mão de quem você é, isso não é troca. É ajuste unilateral.
Amor não exige que você se abandone para caber. Não pede silêncio onde deveria haver verdade. Não condiciona afeto à sua renúncia constante.
Quando o “ficar” depende sempre de você ceder, o que existe não é vínculo saudável. É dependência emocional com aparência de amor.
E dependência cobra. Cobra em forma de cansaço, perda de identidade, insegurança e vazio.
Amar não deveria custar a si mesmo.
Relacionamentos saudáveis têm espaço para dois inteiros, não para um que se molda e outro que apenas recebe.
No fim, não é sobre manter alguém a qualquer preço. É sobre não se perder no processo.
Subserviente paixão, aludo-me ao desejo sobejo que foi logrado após açambarcar o seu amor. A concupiscência de atrelar nossas almas adveio de sonhos priscos que hoje atinam à cândida vida conjugal.
Exacerbado sentimento de perda é atroz aos pensamentos que transigem em contrições ascéticas.
Ao seu lado, o profundo torpor requer o preceito de coadunar nossos corpos e pensamentos para que se anelem em um só ser, de modo que a ambivalência e as nuanças de nossas almas se tornem a predileção inexorável de um amor inevitável e incondicional.
Acho hipocrisia terminar com que nunca teve um inicio. Um amor conturbado nunca foi a escolha certa. Eu aqui confesso caí varias vezes nessa peça. Tropicando e aprendendo, com certeza não repito esse mesmo erro.
Agora uma mulher precisa ter amigos, se não deu certo comigo, eu nem ligo. O que esta em jogo agora é sua felicidade....
A distância me aborrece, o amor me fortalece;
Saiba filha mesmo com todos os percalços que tenho enfrentado em 18 anos de peleja, mesmo assim sempre lembro dos ótimos acontecimentos que passamos no passado. E sei que podemos virar a página e tentar ao menos começar uma nova história. Sei que se passaram quase um ano do nosso último encontro, mais eu ao menos estou aqui pronto a me redimir. Sei que não vai ser como foi anos atrás, também sei que como pai o amo muito, e podemos tentar um novo recomeço....
POESIA:
AMOR QUE UNE O INFINITO E O PEQUENO
Deus nunca abandona você, e o caminho mais seguro é se aproximar dEle a cada dia, ficar bem juntinho para estar protegido e compreender a perfeita, e agradável vontade de Deus.
O fabricante do relógio não vive no objeto que criou, quem faz o calçado não pode habitar o sapato que produziu.
Todos os que fazem coisas pequenas têm suas obras limitadas, cabe na palma da mão, sem espaço para a presença do autor.
Mas o Deus vivo e verdadeiro é diferente:
Ele segura a Terra e todos os astros na palma da Sua mão e, ao mesmo tempo, consegue fazer morada no seu coração, quando você abre a porta para recebê-Lo.
Seu amor por você não tem medida, não tem restrições nem fim.
Ele te escolhe, te cuida e te chama de filho — e essa verdade é suficiente para transformar qualquer momento,
mesmo os dias mais difíceis e sombrios.
Esse amor é inteiro, pleno e abundante, como um céu que se abre para iluminar a sua vida, um sentimento que não se conta nem se calcula, apenas se sente e se vive com toda a alma.
O mesmo Deus que equilibra os planetas no universo. Também cuida do seu coração com ternura e sabedoria.
Você é joia rara, amado por inteiro, exatamente como é, sem precisar mudar nada para ser digno desse amor.
Harley Kernner
Arquitetura de Poesias e Crônicas
Escritor Particular
Dia 6 — Como posso reconhecer a minha dignidade hoje?
• Eu mereço amor e respeito.
• A minha presença tem valor.
• A minha existência é digna.
• Eu reconheço a minha força interior.
• A minha essência irradia verdade.
• Eu caminho com autoestima e serenidade.
• Eu honro a minha própria existência.
POESIA:
PERFIL DE DOIS AMORES DISTINTOS. BY: Harley Kernner
ELA!
Seu amor é como um vestido de seda, que desliza suave, sem pressa, sem pressão.
É como um vinho envelhecido em adega, de sabor refinado, cheio de emoção.
É a luz de um candelabro antigo, que ilumina com brilho calmo e nobre.
Palavras escolhidas, gestos precisos, cada detalhe, um cuidado que cobre.
É arte que se aprecia gradualmente, beleza que não grita, mas encanta.
É a harmonia de uma melodia suave, que no coração, para sempre se planta.
Igualmente à elegância que mora no sentir, ternura com classe e requinte.
O amor dela é poesia em cada instante, profundo, leve e infinitamente distinto do amor masculino.
EU!
Meu amor não tem roupas caras nem palavras estudadas, é feito de mãos calejadas e olhares que dizem tudo.
É arte extraída de um coração semianalfabeto e iletrado no amor.
Não sabe de regras, de modos ou de formas, mas sabe estar presente, firme e seguro.
É como a terra que segura a árvore, ou o vento que sopra sem se mostrar.
Não tem brilho de joias ou luzes de salão, mas tem força que nunca se acaba em meio às provações.
Falo o que penso, sem enfeitar a voz, faço o que sinto, sem medo de errar.
Meu carinho é um abraço apertado, um café quente, um ombro de apoio.
Não sou de promessas bonitas ou juras ensaiadas, sou de ações que falam mais do que qualquer frase.
Amor que é raiz, que cresce devagar, simples, forte e, para sempre, inteiro e capaz: renova-se a cada amanhecer.
Harley Kernner
Arquitetura de Poesias e Crônicas
Escritor Particular
O AMOR QUE NÃO DÓI, MAS ESCLARECE.
Há uma concepção amplamente difundida de que amar é, inevitavelmente, sofrer. Tal ideia, reiterada por tradições literárias e por experiências humanas mal compreendidas, cristalizou-se como uma espécie de dogma emocional. Contudo, sob uma análise mais rigorosa, percebe-se que aquilo que fere não é o amor em si, mas as projeções, os apegos e as ilusões que o indivíduo deposita sobre o outro.
O amor autêntico não obscurece a razão, tampouco aprisiona a consciência. Ao contrário, ele a amplia. Trata-se de uma força que ilumina zonas antes ignoradas da própria interioridade, promovendo um processo de esclarecimento que, embora por vezes exigente, não é destrutivo. O que há de desconforto nesse percurso não advém do amor, mas do confronto com as próprias imperfeições.
Sob a ótica da filosofia moral, o amor elevado não se confunde com posse, dependência ou carência afetiva. Ele se estabelece como reconhecimento da dignidade do outro enquanto ser autônomo. Amar, nesse sentido, é desejar o bem do outro sem subjugá-lo às próprias necessidades emocionais. É um exercício de liberdade compartilhada.
Na tradição espiritualista, especialmente à luz da O Evangelho segundo o Espiritismo, o amor é compreendido como a mais alta expressão da lei divina. Não se trata de um sentimento passivo, mas de uma prática ativa de benevolência, indulgência e caridade. Quando vivenciado dessa forma, ele não dilacera, pois não nasce do ego, mas da consciência expandida.
Do ponto de vista psicológico, relações que geram sofrimento constante costumam estar ancoradas em vínculos de dependência emocional. Nesses casos, o indivíduo não ama o outro, mas aquilo que o outro supostamente preenche em si. O amor esclarecedor, por sua vez, não busca preencher lacunas, mas compartilhar plenitudes. Ele não exige completude do outro, pois já parte de um estado interno mais equilibrado.
Esse tipo de amor tem uma característica singular. Ele revela. Ao invés de cegar, como frequentemente se afirma, ele permite ver com maior nitidez. Mostra virtudes e limitações, tanto do outro quanto de si mesmo, sem que isso gere desespero ou negação. Há aceitação lúcida, não idealização.
Além disso, o amor que esclarece educa. Ele conduz ao aperfeiçoamento moral não por imposição, mas por inspiração. A convivência com alguém que ama de forma elevada desperta no outro o desejo de também elevar-se. Não há coerção, há exemplo.
Importa destacar que esse amor não é frio nem distante. Ele é profundamente sensível, porém não se deixa governar por impulsos desordenados. Há nele uma harmonia entre sentimento e razão, o que impede que se converta em fonte de sofrimento contínuo.
Em termos antropológicos, sociedades que valorizam vínculos mais conscientes tendem a produzir relações mais estáveis e menos conflituosas. Isso não elimina desafios, mas modifica a forma como são enfrentados. O amor deixa de ser campo de batalha emocional e passa a ser espaço de construção mútua.
Assim, ao contrário do que muitas narrativas sugerem, o amor não precisa ser sinônimo de dor. Quando alinhado à lucidez, à ética e à maturidade espiritual, ele se torna um instrumento de esclarecimento profundo.
Amar, então, não é perder-se no outro, mas encontrar-se com mais verdade dentro de si mesmo, à medida que se aprende a ver, compreender e respeitar o outro em sua essência. E é nesse encontro lúcido que o amor deixa de ferir e passa a revelar, com serenidade, aquilo que o espírito sempre esteve destinado a compreender.
Poesia do Amor divino Emanuel Bruno Andrade
Amor, eu sei que espera mais de mim.
Seu olhar me incendeia, meu coração dispara em um ritmo frenético.
Nesta noite, meus sonhos serão nossos.
Nossos espíritos se entrelaçarão em um voo celestial.
A melodia angelical dos serafins nos guiará,
Enquanto a proteção dos arcanjos nos envolve em seu manto.
Flechas de amor serão disparadas contra os desejos obscuros,
Libertando nossos corações para que possam se unir.
Sobrevoaremos prados verdejantes,
Jardins floridos e árvores de todas as cores.
Transcendendo os limites do humano,
Habitando o cume do desejo em nossa cúpula particular.
Apesar de alegre sofro perdido.
No enigma desmedido no navega
Por uma felecidade rompida
Pelo cupido
O peso é medido
Pela escuta atenta
De um destino inverso que se revela
No silêncio da madrugada,
Despertando-nos para a sublime verdade do nosso amor.
Eternamente entrelaçados...
Inseparáveis...
Em um amor que desafiador.
Para a respeitar nas complicidade memoraveis
Unos em toda parte
Para receber o calor
Da suavidade
Da senda da corrente
Corrida dos tempos
A favor e contra
Os ventos
Pairam desejos de sermos
Carne com carne
Para sair dos sofrimentos
Da magua e amargura da vida.
Emanuel Andrade
Amor resplandecedor
Revelação na inspiração
Na turbulencia dos desafios
Sinto uma palpitação
Uma ligação
Entre as palavras escritas
Que me fazem proclamar
Versos em pinceladas
Que são para ecoar
Emanando em forças
De energias positivas
A favor das crises dos tempos
Para vencer tempestades e ventos
A seneridade de nossas almas
Apela por um momento de calma
Um segundo de pausa
Para sair da lama
Para a lâmpada do farol
Voltar acender em nosso prol
Guiando-nos no caminho
Para o aprimoramento
Saindo do sofrimento
Acabando com turmento
Acreditar na graticante e magnificiente
Consciência do universo
Que nos dá o valor merecido
Provindo do divino
Misterios desconhecidos
Questões a merce
Duvidas, incertezas
A procura de realiddades e verdades absulotas
Existências intemporais e temporais
Sentenças em justiças, injustas e justas
De quem é a culpa? Quem é culpado?
De tanta dor, tanta magoa, tanta macula imaculada revestida de vestes brancas e pretas. Reverendissimo e altissimo tu que esquadrinhas nossos corações. Apazigua nosso padecer e da-nos paz, amor e liberdade para na luz encontrar felecidade eterna para nossa salvação.
Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
Lisboa Cultura 2024
Amor delicado
Eu espero que minhas palavras lhe tragam felicidade
Sua simpatia e beldade
Na sua transcedencia
São uma harmonia que apelam companhia
Sua presença em minha vida
Dá-me sentido e um sentimento se alegria
Amo ao meu gesto
proclamo num acto
De entreligar
A esse seu outro lado
Um lado humano
Simples, modesto
Suave e belo
Ainda num pensamento
permaturo
Faça este amor este desejo
Em crescermos em conhecermos
Os nossos Universos
ser eterno
Para perdurar
No caminho do fluir da vida
Entre altos e baixos
Tristezas e alegrias
Para brindarmos com o que mais gostamos.
O AMOR entre os fluidos
dos nossos ciclos
que se ligam nos bioritmos dos vivos.
Ainda sentimos e amamos
Amor de amigo
O meu peito arde num fogo que não consome — ilumina.
É um ardor antigo, anterior às palavras, mas reconhecível nos gestos simples da vida.
Não se vê, mas respira-se.
É emoção que caminha descalça pelos sentidos, deixando marcas invisíveis no tempo.
Há uma harmonia boa que me sustém, como a presença silenciosa de uma amiga justa e fiel.
Aceito-me nos dias que passam, e os dias, por instantes raros, aceitam-me também.
Pairam tempos em que és mel no meu sangue, doçura que dá sentido ao acto de viver,
e nesses instantes reclamo ao universo:
— não deixes que o caos me devore.
Venho de um ponto infinito, de um sopro cósmico sem nome,
atravessei constelações para chegar a este eu profundo,
onde o teu balanço oscila na balança da justiça cega,
essa que diz igualdade mas pesa com dois pesos e duas medidas.
Mesmo assim, permaneço.
Olho o todo.
Beijo o céu.
E no azul distante reconheço Vénus, Deusa-mãe,
ventre da razão de existir, espelho do desejo e da consciência.
Nela me deleito, não por vaidade, mas para compreender a origem,
para perscrutar o rasto antigo dos Neflins,
essas criaturas entre a luz e a queda,
sinais de que somos mistura, travessia, contradição viva.
Procuro a razão de sermos unos,
ligados por uma corrente que pulsa entre o vivo e o morto,
entre o amor que arde e o silêncio que ensina.
E nesse fio invisível descubro:
existir é arder sem se apagar,
é amar mesmo quando o cosmos treme,
é continuar —
com o peito em chama e a alma em vigília.
Senda de Seda
Amor não se sente pelo prazer só de dar, mas também de estar e escutar o sentido de cada pulsar, Ser refúgio na turbulência e na bonança.
Podemos ser adulto e crianças para percorrer os nossos pensamentos em momentos perdidos como setas lançadas que não tem voltas direcionadas num sentido comum, forçada pela força ativa da vida sopro de vida que inspira e canaliza a uma parceria de elevar a alma a um patamar de excelência encontramos a razão de ser, sentimos emoção do prazer de querer e crer um no outro, eu e tu num senda de seda, no último sono a despertar para tudo começar sem premeditar deixa rolar, deixa tocar na tua senda de seda e morrer com espada de dois gumes para poder ressuscitar com o teu balançar.
Agora estou a sonhar mas quando acordar será que vais suportar?
Neste Dia das Mães, meu coração se enche de gratidão e amor.
Gratidão pela bênção de ter uma mãe que é exemplo de força, cuidado, carinho e dedicação: minha mãe, Mariluza, cujo amor me acompanha e sustenta ao longo da vida.
Também celebro o privilégio de ser mãe da minha amada Maria Luiza, minha luz, meu sorriso diário, meu presente mais precioso.
Ser sua mãe é uma das maiores dádivas que Deus me concedeu: um amor que atravessa gerações, cura, fortalece e nos ensina diariamente sobre afeto e esperança.
Feliz Dia das Mães a todas as mulheres que carregam no coração a beleza de amar incondicionalmente. 🌷💖
Me encontro em alto mar sem sequer saber nadar, quando o amor não cabe no peito e escorre pelos olhos, transformando cada lágrima em sal que se mistura às ondas. O vento rasga minha pele e a distância ecoa dentro de mim, mas ainda assim, me recuso a desistir. Entre altos e baixos, eu e ela nos perdemos e nos encontramos, como navios à deriva que insistem em cruzar o mesmo horizonte.
Há dias em que o céu se fecha e o mundo parece ruir, quando seu silêncio pesa mais do que qualquer tempestade. Mas então, basta um só olhar dela para que o sol volte a nascer dentro de mim, mesmo que por instantes. O amor que carregamos é feito de cicatrizes e promessas, de gritos e abraços tardios, e por mais que doa, é isso que nos mantém flutuando.
Eu sigo, com o peito cheio de água e esperança, sentindo na pele o peso da minha própria voz cansada, lutando para estar ali, lutando por ela. Porque no fim, mesmo que o mar tente me engolir, é por esse amor que eu escolho continuar respirando...
Nos atos insanos façam amor
Esqueça a guerra...
Mais não esqueçam das pessoas,
Todos atos insanos pela ganância,
Tantas lágrimas veladas pelos filhos perdidos.
Tudo é feito por louco...
Os grandiosos diluem a paz e a descoberta de novas descobertas...
De novos valores para a humanidade próspera...
Num suposto sonho de esperança vivemos em uma época remota no tempo...
Amor bela flor...
Flor de petulância e espinhos que encantam.
No tempo encontrava refúgio no jardim.
Tuas melodias era levadas pelo abuso dos ventos.
Na chuva que vinha chuvisco clamando terra seca...
Folha amarelada preenche o cheiro com a marra do desejo...
Foram queimados pelo sol e sua ardência demonstra que ate beleza tem um final...
Marreta flor se espalha pela floresta.
Minha alma rebelde floresce ate num pântano pois a vida é o amor tão simples... torna-se evidência do destino.
Somos copilidos com polem, a semente trans nascimento de outra vida.
Mãe é casa acesa.
É colo que acolhe, oração silenciosa e amor que permanece mesmo quando o tempo passa.
Mãe transforma cansaço em cuidado e dias comuns em lembranças eternas.
Hoje, celebramos essas mulheres que fazem da própria vida um lugar de amor.
Feliz Dia das Mães!
Edna de Andrade @coisasqueeusei.edna
A Gestação do Amor: do Útero ao Coração
O feto começa aos poucos a ser formado e um afeto grandioso passa a ser construído; ambos vão crescendo lado a lado e a cada mês, mais nutridos por um amor incalculável entre a mãe e o seu filho ou filha e a depender do caso, filhas ou filhos — um belo vínculo: forte e cheio de vida; sujeito a lutas e sacrifícios.
Todavia, e não menos importante, às vezes, a bênção da maternidade é gerada no coração e, num momento genuíno e emocionante, nasce na adoção, ao criar um laço que não é de sangue, mas que certamente é feito da mesma essência — a vontade constante e sincera de praticar a conjugação incomparável do verbo amar.
O papel materno é singular, indispensável; então, devido a certas circunstâncias, também pode vir a ser desempenhado por uma avó, por um pai ou por qualquer outro parente, distante ou próximo — aquele que decidiu ficar e assumir essa missão, essa responsabilidade, não uma substituição e sim uma honrosa proximidade.
Independentemente de qual seja a personificação materna, Graças ao Senhor, todas elas reúnem um amor repleto de vitalidade, incondicional, uma força que não se explica, que oferece colo, demonstra zelo, um esforço fora do normal, o alento especial durante as adversidades — a certeza de que o amor materno é descomunal entre formas e fases.
