Texto sobre Medo de Mario Quintana

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Bom dia!
Hoje não precisa ser sobre dar conta de tudo.
Pode ser só sobre não desistir de você.


Sobre ajeitar o que for possível,
deixar o resto para depois
e seguir com o que ainda te mantém de pé.


Tem dias em que a vitória é silenciosa.
Ninguém vê… mas você sente.


E isso já basta.


Que o seu dia encontre um jeito de te caber.
E que você encontre um jeito de continuar.


Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Mais um dia amanhece...
E Deus, com a delicadeza de sempre, abre a janela do céu e derrama sobre nós uma nova chance.
Se ontem pesou, deixe que a manhã leve embora o que o coração não precisa guardar.
Respire fundo. Agradeça. Recomece.
Há uma beleza silenciosa em continuar confiando que Deus ainda está escrevendo coisas bonitas para a sua vida.


Edna de Andrade @coisasqueeusei.edna

Tem uma coisa curiosa sobre a gente que ninguém conta no manual da vida, até porque esse manual nunca foi entregue. A gente sonha coisas que parecem roteiro de novela das nove, cheio de drama, olhar atravessado e silêncio pesado. Acorda meio confusa, meio irritada, às vezes até com vontade de tirar satisfação de algo que, tecnicamente, nem aconteceu. E aí vem a frase racional, quase como uma tentativa de se proteger do próprio coração: sonho não é prova de nada. E não é mesmo. Se fosse, a gente já teria perdido o juízo há muito tempo.

Mas também existe essa outra verdade, mais quieta, mais sutil, que chega sem fazer alarde: sentimento não nasce do nada também. Ele não brota como mato em terreno abandonado. Tem raiz. Tem história. Tem pequenos detalhes acumulados que a gente vai fingindo que não vê, vai empurrando para debaixo do tapete emocional, como quem acredita que ignorar é o mesmo que resolver. Não é.

Às vezes, o sonho é só um exagero da mente, um teatro meio bagunçado do que a gente viu, ouviu ou temeu durante o dia. Mas o sentimento… esse é mais honesto. Ele pode até se confundir, pode até exagerar, mas dificilmente é totalmente inventado. Ele costuma ser um sussurro do que já estava ali, pedindo atenção, pedindo nome, pedindo coragem.

E eu fico pensando que o problema não está no sonho em si. Está no que a gente faz depois de acordar. Tem gente que ignora tudo, como se nada tivesse acontecido. Tem gente que se afoga naquilo, como se fosse uma verdade absoluta. Mas talvez o caminho mais difícil, e mais verdadeiro, seja olhar para dentro com uma certa sinceridade desconfortável. Aquela que não acusa ninguém primeiro, mas também não se abandona.

Porque sentir não é crime. Mas também não é sentença.

É só um convite. Um convite para investigar o que dentro da gente está pedindo mais cuidado, mais atenção, mais verdade. Às vezes não tem nada a ver com o outro. Às vezes tem tudo a ver com inseguranças antigas, com medos que a gente achou que já tinha superado, mas que só estavam quietinhos, esperando uma brecha.

No fim das contas, sonho pode até ser ilusão. Mas o que a gente sente… isso é real o suficiente para merecer ser ouvido, nem que seja em silêncio, numa conversa sincera consigo mesma, dessas que a gente evita, mas sabe que precisa ter.

E se você já se pegou pensando assim, talvez não seja sobre desconfiar do mundo. Talvez seja sobre entender melhor o seu próprio coração.

Agora me conta uma coisa… já aconteceu de você acordar com um sentimento que parecia mais real do que o próprio dia?

E quando terminar de refletir, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Eu escrevo como quem conversa, e talvez você se encontre em alguma dessas palavras.

Sonho sobre volta de Cristo

(Revelação divina, da volta de Cristo em 11 de outubro de 2023 às 06:32 da manhã)

"Acabei de acordar em meio a um sonho lindo, magnífico onde eu via um banner sobrevoando o céu, com o nome "Jesus está voltando" com o logo de duas asas, abaixo desse nome.
Eu olhava aquilo e ficava maravilhada, ele sobrevoava apenas o lugar onde eu estava.
Ia e voltava, descia e eu corria com medo de bater em mim, até observar que quando batia a ponta dele, no teto da casa onde eu estava, era uma batida leve, como um balão e novamente voltava para o céu, para sobrevoar, indo para a direita e para a esquerda.
Quando ele subia, eu voltava novamente para fora.
Eu olhava e quanto mais eu olhava mais sentia alegria, eu não sentia mais nada além disso.
Eu gritava em frenesi "gente, saiam, Jesus está voltando."
Mas, ninguém saia e eu me preocupava com meu irmão, que ainda estava de shorts, brincando com meu chinelo e de cócoras, com a cabeça baixa.
Eu novamente, entrei e quando cheguei na porta da casa, visualizei um homem alto e negro, me dizendo "venha, está escrito que o exército de Cristo, vai se apresentar para 200 milhões de pessoas."
Ele estava lendo no céu, esse recado.
Mas, quando olhei, já havia sumido a mensagem escrita.
No entanto, vi as nuvens bem diferentes e um círculo gigante com bordas reluzentes, na cor lilás.
E ao meio, havia uma luz circular redonda, branca, muito reluzente, ela brilhava muito.
Eu parei de observar e saí em busca do meu chinelo, mas meu irmão havia destruído um pé, porque era um material que se desintegrava e ele só puxava e o meu chinelo esquerdo já não existia, só o pé direito.
Então, nesse meio tempo, eu ainda o vi de cócoras e dizia: "menino, tú ainda está de short? Vai te vestir, Jesus está descendo."
Então, peguei meu chinelo direito mesmo com vergonha de estar apenas com um único pé calçado, e saí andando pela rua, olhando para cima, então eu acordei."

Seguir em frente nunca foi sobre apagar pegadas na areia como se o mar tivesse vindo com a missão de me inocentar da minha própria história. Não. Seguir em frente, eu descobri, é olhar para cada marca que ficou e dizer com uma calma quase desconcertante: você existiu, mas não manda mais em mim. E isso… isso é um tipo de poder silencioso, daqueles que não fazem barulho, mas reorganizam tudo por dentro.


Eu escrevi demais. Meu Deus, como eu escrevi. Parecia que cada palavra era uma tentativa desesperada de dar forma ao que eu sentia, como se organizar frases fosse o mesmo que organizar o coração. E eu chorei… chorei como quem rega um jardim que já não tinha mais raiz viva. E sonhei então, nem se fala. Sonhei tanto que, se sonho pagasse aluguel, eu já teria uma mansão emocional mobiliada com expectativas irreais. Só que eu sonhava sozinha. E essa é a parte que a gente demora para admitir, porque dói menos romantizar do que reconhecer a solidão dentro de algo que a gente chamou de amor.


E no meio desse excesso de tudo, eu fui me perdendo de mim. Porque quando a gente ama demais sem retorno, existe um risco silencioso e perigoso de se diminuir para caber. De negociar limites, de aceitar migalhas com cara de banquete, de se tornar… menor. E eu sei, com uma clareza que só vem depois, que eu não caberia ali. Não porque eu não fosse suficiente, mas porque aquele espaço nunca foi feito para me receber inteira. E quando a gente tenta se encaixar onde não cabe, a gente se dobra. E se dobra de novo. Até quase desaparecer.


E aí veio a escolha mais difícil e mais libertadora: escrever tudo e enviar. Não guardar, não suavizar, não transformar em poesia bonita para consumo próprio. Entregar. Colocar para fora, como quem finalmente solta uma mala pesada depois de uma viagem longa demais. E a resposta… ah, a resposta. Ela não foi mágica, não foi romântica, não foi aquilo que uma versão antiga de mim esperaria. Mas foi exatamente o que eu precisava no agora.


Porque ela encerrou.


E às vezes, o maior ato de amor que alguém pode nos dar é justamente mostrar que importamos e que nos considera especial. Porque apesar de nada mais existir entre ambos, existe o respeito pelo que foi vivido.


Foi ali que a serenidade começou a nascer. Não aquela alegria explosiva, mas uma paz mais quieta, mais madura. Uma dor diferente. Uma dor que não fere, mas ensina. Que não prende, mas organiza. Eu consegui olhar para tudo que vivi e reconhecer: foi pouco, foi breve, foi quase nada… mas dentro de mim virou tanto. E isso não me faz fraca. Me faz humana.


Eu inventei versões, criei histórias, ampliei gestos. Transformei fragmentos em universos inteiros. E tudo bem. Aquela era a minha forma de sentir, de tentar dar sentido. Mas hoje eu não preciso mais sustentar essas narrativas. Eu posso guardar tudo isso como se guarda uma relíquia antiga: com respeito, com cuidado… mas sem uso.
Essa ideia de almas que talvez não tenham se encontrado no tempo certo é bonita, eu admito. Tem um charme quase poético pensar que em outra vida poderia ter sido diferente. Mas a maturidade chega e sussurra uma verdade simples: é nesta vida que importa. É no agora. E o agora não tem espaço para fantasmas bem alimentados.


Então eu guardo. Coloco tudo naquele baú empoeirado, lá no fundo, naquele porão interno onde ficam as coisas que já foram importantes, mas não são mais necessárias. Não jogo fora, porque fez parte de mim. Mas também não deixo na sala, ocupando espaço, interrompendo o presente.


Porque o presente… ele exige presença. E eu tenho alguém ao meu lado agora. Uma história real, construída, imperfeita e viva. E talvez o maior aprendizado de todos seja esse: amar de novo, não como quem repete, mas como quem evolui. Amar com mais consciência, com mais limites, com mais verdade.


No fim, se libertar nunca foi sobre o outro. Nunca foi sobre fazer alguém entender, mudar, voltar ou sentir. Foi sobre eu parar de me prender. Foi sobre escolher não continuar sentindo algo que já não tinha para onde crescer.


E essa escolha… ela muda tudo.
Se você ainda está aí, segurando algo que já acabou, eu te entendo. Mas chega um momento em que continuar sentindo vira uma forma de não viver. E viver, minha querida, exige coragem.


Eu escolhi viver.

UMA REFLEXÃO SOBRE OS ÚLTIMOS 5 ANOS... 2021-2026


O CAOS QUE ME TORNOU A MULHER MAIS CORAJOSA QUE CONHEÇO




Eu não sei como começar a escrever novamente, mas vou tentar.
Faz tempo que estou com saudades de escrever sobre muitas coisas.
Os últimos 5 anos foram anos de muita batalha para mim.


Eu morri em todos esses anos, dia após dia, sem saber o meu lugar. Mas, de repente, despertei. De uma tal forma que não consigo enxergar quem eu fui antes disso aqui. Confesso que quebrei as minhas expectativas, e agora estou quebrada por dentro, por causa de tudo o que aconteceu comigo nesses últimos tempos.


Eu nunca tinha pensado em ser tão forte ao ponto de suportar coisas que jamais imaginei passar.


Meu corpo ainda está dilacerado. Após um colapso séptico, que levou meus órgãos a irem embora, nunca mais fui a mesma.


Eles voltaram a funcionar, como se eu fosse uma máquina que precisava de um super mecânico, me energizando e tentando me ressuscitar. E, eu entendi sobre Deus naquela madrugada.


Os sonhos, os símbolos mostrados nos céus, em noites em que eu mal conseguia dormir de tantas dores.


Foi tudo avisado para mim, antes de ocorrer tudo o que me aconteceu.


Eu entendi a onisciência de Deus, o que ele é.
E, eu nunca pertenci a dogmas religiosos, e hoje, me vejo vivendo uma fé laica, livre de qualquer doutrina sistemática.


Deus é energia pura. Eu senti isso. E, desde então, eu não temo mais a morte. Descobri que se ele é eterno, e sou parte fragmentada dele, eu vivo para sempre. A única diferença, é essa carcaça que se desfaz em adubo, e alimento para a terra. Ela é a única coisa que realmente vai embora.


Os sonhos que tive, me fizeram entender que nós como seres imortais, habitando dentro de uma matéria, conseguimos ver e enxergar coisas além do nosso plano físico.


Geralmente, é tudo muito enigmático, mas ainda assim, são avisos sobre a nossa existência por aqui.


Quando tudo começa a acontecer, a gente vai ligando os pontos, é onde as coisas costumam fazer sentido.


Nenhum sonho, é por acaso. Todos eles estão ligados à nossa existência de alguma forma.


Desde 2021 para cá, eu tenho enxergado além do meu alcance, e feito coisas que de algum modo me salvaram do caos interno, de emoções que nunca achei que conseguiria superar.


Em 21 de janeiro de 2022, eu escrevi algo que trouxe a minha liberdade de ser livre. Foi a minha cartada final.
Não achei que fosse conseguir, mas aqui estou.


Mesmo em meio aos prantos, era uma dor que eu carregava por anos.


E, a resposta veio logo em seguida. Era somente daquilo que eu precisava!
Lavar a alma, e me libertar.


Foi então que comecei a enxergar a vida de uma forma, onde percebi que nunca havia dado espaço para isso antes.


Eu me tornei alguém livre!! Livre.


Parei de sonhar, parei de pensar, parei de chorar, parei de escrever sobre, parei de ouvir músicas tristes. Parei de idealizar o que nunca poderia existir. Saí da prisão interna que me oprimia e me fazia parar de viver.


Comecei a valorizar mais quem me ama, e quem eu aprendi a amar, pois o escolhi lá atrás, para tê-lo em minha vida inteira.


Meus olhos se abriram, eu tive um grande despertar.


Eu não conseguia ter paz dentro de mim, por várias vezes, tentei forçar isso a acontecer, mas não é assim que funciona.


Eu tive que colapsar por dentro, tive que me abandonar, tive que parar de viver por muitos anos, tive que esquecer quem eu queria ser, tive que morrer! somente assim eu consegui ressurgir das cinzas.


Eu nunca achei que fosse conseguir.


Eu refiz a caminhada. A trajetória está sendo dolorosa, mas sem mais prisão interna.


Eu tinha ainda tantos traumas, tantas perguntas por fazer, tantas palavras para dizer, tantas coisas para observar no presente, tantas coisas para perceber...


Eu fui a pessoa mais corajosa que eu conheço, e continuo sendo.


Eu passei por tanto, eu enfrentei tudo, eu virei cinzas, enquanto ainda estava de pé.


Eu agradeço a essa força invisível, que eu chamo de meu Pai (Deus) por me sustentar até aqui. Eu não teria me suportado tanto se não fosse ele, me energizando e me dando a força que eu precisava.


Eu sempre tive uma vida difícil.


Violentada fisicamente, e psicologicamente desde a minha infância, e ainda sem conhecer quem eram meus genitores, mesmo no auge da minha maturidade, que eu achava que tinha.


Eu realmente não os conhecia, mas esses anos todos, me ensinaram a ser mais perceptiva, a ligar os pontos lá de trás e não ser mais marionete das maldades deles.


Sofri muito. Sair de casa aos 16, e me tornar mulher à força para conseguir sobreviver, nunca foi fácil.


Agradeço as amizades daquela época, apesar de o tempo ter mostrado coisas que eu jamais gostaria que tivessem acontecido.
Mas, vida que segue. A gratidão permanece aqui, até que a minha memória venha a se findar.


Foram 2 anos vívidos nas casas de familiares. Após sobreviver aos caos que era o lugar onde eu morava desde a minha infância.


Eu fui humilhada, caluniada, difamada, falaram coisas terríveis sobre mim. A conspiração fez parte da minha juventude, assim como as histórias dos Doramas asiáticos.


Eu era julgada, e todos eram manipulados para me odiarem por coisas que nunca fiz.


Mas, assim como nos Doramas, tudo teve uma reviravolta, e o tempo provou que eu sempre fui a mocinha das histórias inventadas.


Eu sabia me defender, mas quem é o culpado, quando todos já o vêem como vilão?


As defesas não significavam nada.




Mas, o tempo é o senhor das conspirações.


E, hoje, sinto orgulho da mulher que sou.


Eu amava com a alma, não era nem com o coração. Por esse motivo, doía tanto.


A minha alma foi curada. Dos traumas, dos medos, dos pesadelos, das mágoas que me fizeram passar, dos anseios. Eu estou realmente em paz.


Eu ainda sinto vontade de abraçar pessoas, mas não sou mais dependente das minhas idealizações.


Eu sei que ninguém permanece igual. Todos mudam, todos se adequam ao seu devido lugar. Estão todos vivendo as suas vidas. Eu posso dizer, que eu estou fazendo tudo aquilo que acho certo.


Eu não sou mais dependente de ficar imaginando atenção de quem sempre dizia "depois eu te ligo, estou ocupada", eu esperava e nunca acontecia.


Me doeu demais. Eu me doava muito. Nada era recíproco!


Aprendi a não esperar nada de ninguém. A confiar verdadeiramente somente em mim mesma.


Eu acredito no que a bíblia diz. Tanto sobre os sonhos, e também sobre confiar!


Assim, a decepção não se torna um medo absoluto.




Estou feliz, vivendo intensamente todos os dias. Agradecendo pelo amanhecer, e na confiança de que tudo já está no lugar certo, exatamente onde deveria estar.


Eu estou esperando me recuperar das 4 cirurgias que fiz, as dores nos órgãos estão á todo vapor, bem inflamados. O fígado dói, às vezes acho que é o pulmão, às vezes passa para debaixo das costelas. Assim estou vivendo, porém creio que vai ficar bom. O tempo dirá.


Mas, enquanto isso, não reclamo, somente agradeço, e sigo em frente.


Nunca pedi para ser forte. Mas, a vida me ensinou a ser sem pedir.


Alinny de Mello 10:37 - 30 de maio de 2026

Eu demorei para entender que minha fé não precisava de moldura. Não era sobre pertencer a um templo específico, repetir palavras decoradas ou provar algo para alguém. Um dia percebi, quase em silêncio, que Deus não estava distante nem escondido atrás de rituais; Ele morava em mim. E quando entendi isso, algo dentro de mim ficou tranquilo, como se finalmente eu tivesse chegado em casa.

Não depender de religião não significa desrespeitar quem encontra Deus nela. Pelo contrário, cada pessoa tem seu caminho, sua ponte, sua forma de conversar com o céu. A minha foi mais silenciosa, mais íntima. Foi no meio das minhas dúvidas, das quedas, das noites em que eu conversava sozinha com o teto, que comecei a sentir uma presença que não precisava de intermediários. Era uma fé simples, quase cotidiana, como respirar.

Eu descobri que Deus aparece quando eu cuido de alguém, quando eu escolho ser justa mesmo sem aplauso, quando eu perdoo, quando eu me levanto depois de um dia difícil. Ele está nos gestos pequenos, nos pensamentos que tentam ser melhores do que ontem. Mora nas decisões que tomo quando ninguém está olhando.

E isso muda tudo. Porque quando a gente acredita que Deus vive dentro da gente, a responsabilidade também muda. Eu passei a olhar mais para dentro, a vigiar minhas próprias atitudes, a tentar ser um lugar bom para Ele habitar. Não perfeito, porque ninguém é, mas verdadeiro.

Hoje eu caminho assim: sem precisar provar fé para ninguém, sem carregar rótulos pesados, mas com uma certeza calma de que não estou vazia por dentro. Há uma luz ali, discreta, constante, que me lembra todos os dias que Deus não está longe. Ele está aqui, comigo, vivendo cada passo da minha história.

O erro comum é tratar a Bíblia como um livro que fala apenas sobre Deus. Ela fala também sobre você. Sobre seus mecanismos internos. Sobre seus padrões de fuga, de orgulho, de medo, de negação. Os personagens não são apenas figuras históricas. Eles são arquétipos psicológicos. O traidor vive em você. O justo vive em você. O covarde vive em você. O fiel vive em você. E o conflito entre eles é diário.


Quando alguém afirma que sua interpretação é a única correta, essa pessoa revela mais sobre sua necessidade de controle do que sobre o texto em si. A Bíblia não se submete ao ego humano. Ela o atravessa. Ela o expõe. Ela o relativiza. Não existe leitura neutra. Toda leitura passa pelo filtro da história pessoal, das feridas, das crenças, das defesas. Por isso, duas consciências diante do mesmo versículo jamais estarão no mesmo ponto.


Isso não significa que tudo é relativo ao ponto de não haver verdade. Significa que a verdade é grande demais para ser capturada de uma vez só. Você acessa fragmentos conforme sua capacidade de sustentar aquilo que vê. O arquiteto do universo não errou ao fazer assim. A perfeição não está na rigidez. Está na adaptabilidade simbólica. Um texto que ainda conversa com você milhares de anos depois não sobreviveu por acaso.

Sonhei um filme inteiro sobre alienígenas...

Estava eu a dormir com meu marido na nossa cama, quando demônios sacodem a nossa cama e eu acordo.
Vou para o chão e meu marido fica entre o sono e entre acordar.
Eu começo a orar e ele não acorda, o tempo todo dormindo.
Corro para a casa do Sansão para contar às 3 horas da madrugada e ele está abrindo a casa dele com a Regiane que ficava na avenida Eliezer Moreira e enquanto a gente está lá, a gente olha para o céu e vê um gárgula gigante voando.
Nós corremos para nos esconder, mas o Sansão fica acenando para a coisa.
De repente já estou com meu marido e meus dois irmãos, correndo de um alienígena que têm forma de gravetos e lata, ele carrega algo como um caderno e faz anotações.
Quando ele se aproxima vejo um soldado americano, sobrevoando em algo que parecia um colchão, mas ele estava na parte de baixo, enquanto tudo ao seu redor eram luzes ofuscantes coloridas.
Depois aparece uma nave sobrevoando o local, e mapeando tudo.
Inclusive ela jogava uma forte luz em cima de todos nós.
Enquanto a gente fugia, o cenário já havia mudado para um local cheio de mato e capim.
Tudo isso em uma madrugada.
Eu olhava o horizonte e vinham mais e a gente estava sem lugar para nos escondermos.
Entramos no mato, em várias casas e achamos uma casa, onde parecia uma fazenda e meu marido tinha a chave dela por algum motivo, acho que ele mantinha uma chave mestra sempre com ele.
Nós entramos e o foco da luz para nos localizar já estava bem perto naquela nave.
Nós entramos, eu me escondi, quando colocaram o foco em mim, mas meus irmãos e meu marido, mesmo eu falando para eles se esconderem, eles estavam brincando com a situação, então não acreditaram, até que o foco de luz foi diretamente neles.
Então, rapidamente havia uma voz de mulher que falava em alto e bom tom que havia pessoas na casa e pedia para a nave pousar.
A nave estava aterrissando e enquanto isso eu começava a correr e procurar lugares no fundo do quintal da casa, para me esconder com os outros.
Até perceber que a mulher dizia que o professor estava conosco, na verdade era meu marido, que no sonho era um renomado cientista e ele sabia muitas coisas sobre tudo o que estava acontecendo, então eles queriam que ele trabalhasse para eles.
Mas, trabalhasse de uma forma que fosse tipo um fantoche, para fazer experimentos terríveis.
De repente percebi que não eram alienígenas, mas sim, soldados americanos que tinham ultra tecnologia de última geração e isso me dava um medo terrível.
Eu tinha medo deles pegarem eu e todos nós, para fazer experimentos.
Já que esse era o intuito deles!
Então, a nave aterrissou e começaram a nos procurar por dentro da casa e em todos os lugares, a gente já estava há muitos metros de distância, já tínhamos escalado tetos, quintais diversos e acabamos entrando em um lugar onde parecia uma torre e a gente subia escadas e mais escadas super estreitas e parecia nunca chegar ao fim.
Nesse momento estava somente eu e meu marido, porque meus irmãos já haviam ficado para trás, porque os chamei e eles não vieram conosco. Estavam enrolando e por isso nós prosseguimos a fuga, porque nesse momento, meu marido era o principal alvo! E como eu estava junto com ele, provavelmente iriam me pegar também.
Então ao terminar de subir as escadas, acabamos ficando sem saída e tivemos que retornar com muito medo, pois os soldados já estavam nas mesmas escadas e prestes a nos pegar.
Eu os ouvia conversar nitidamente "eles estão perto, estão por aqui" e o medo estava cada vez maior, não quisemos voltar, nós tivemos que esperar eles nos encontrarem, enquanto isso o medo dominava nós dois.
Não adiantou fugir, fomos pêgos de qualquer jeito eu suponho, porque não deu para terminar o sonho, meu gato começou a arranhar a cama e eu acordei.
Mas, esse sonho é digno de um filme.

23 de novembro de 2023 01:55

Ser mãe de uma criança autista é aprender todos os dias sobre amor, força e paciência.
É comemorar pequenas conquistas que muitos não entendem, enfrentar julgamentos em silêncio e ainda assim continuar firme.
Nem todos vão enxergar o cansaço por trás do sorriso, as noites sem dormir, as crises, as preocupações e o medo do futuro.
Mas só uma mãe atípica sabe o quanto cada abraço, cada palavra e cada evolução do seu filho valem o mundo inteiro.
Ser mãe de autista não é fácil…
Mas é um amor tão profundo que transforma dores em coragem e desafios em aprendizado.
A todas as mães atípicas:
vocês são mais fortes do que imaginam, mais importantes do que escutam e mais especiais do que o mundo consegue ver.

Resposta sobre o Apego

Essa história retrata muito bem, quem fica com uma sem tampa ou pior quem é a própria panela.
Para sermos vitoriosos e escolher o que nos fará feliz na vida, temos que primeiramente nos conhecer, nos ouvir, nos sentir, nos respeitar e nos amar.
Assim teremos tudo ao nosso favor, abraçar as melhores oportunidades no melhor momento, utilizando a estratágia, a sabedoria, nossos sentimentos e valores.

A inveja, a ganância, o orgulho, o medo, a insegurança, a impaciência a falso crítica não nos levará a nenhuma vitória.
É ficar acomodado esperando que o pior aconteça para os outros, e assim quem sabe sobra algo, "QUE NÃO NOS PERTENCE" para nos agarrar.

É conquistar a mediucridade e fazer a infelicidade.

Inserida por Waldetes

Ótimo, passemos agora a algumas explicações básicas sobre esoterismo. Qual o entendimento de vós? De muita magia ou misticismo ou algo incrível que não possa existir no mundo real? Precisam saber que este raciocínio não é de todo incorreto, porém o real de vocês nada tem de real. Tem muita porção de verdade nele, que é distorcida pela vossa ilusão de existência. Esquecem que são deuses (como gostam de falar) criadores tal qual o pai, a mãe, o universo. E a magia está relaciona com isso, com o criar. Percebem que quando ficam com dor e se lamentam esta dor vibra de uma forma que atrai outras formas que nos deixam tão desconfortáveis quanto a própria dor? Isso é criar. É criar um padrão denso para vossas vidas. Mas não deixa de ser criar. Da mesma forma que quando pensam, desejam ou vibram algo positivo se sentem bem. Isso não é ilusão. Estão realmente sentindo “na pele” o bem estar que aquele tipo de vibração causa em você. Então, é desta forma que acontece, vocês como consciência criam o tempo todo, criam sem parar, atraem e repelem coisas para vossas existências e nem se dão conta disso. Não é alguém lá no céu que está criando isso ou aquilo, são vocês mesmos. Mas acham que são deuses maiores e mais poderosos que vocês que fazem as coisas. Visão distorcida da vossa realidade. Esses deuses existem sim, mas não são nem maiores e nem melhores, só sabem usar de forma melhor, mais consciente suas habilidades. Mas vocês podem aprender a usar seus poderes mentais, seus poderes de atração, seus poderes de escolha do próprio caminho que podem tomar, que podem seguir. Parece que sentem que alguém que dita o caminho por vocês e isso é verdade. A partir do momento que você vai na onda da situação, na vibração local e não interfere com seu ponto de vista, não firma sua vontade e sua consciência como ser de luz , você é comandado pela massa em questão. Pratica seu livre arbítrio no sentido de abster seus sentimentos e emoções e convicções em prol do próximo. Mas você deve se preocupar com a sua evolução, não com a evolução do próximo. Você e o próximo em essência são a mesma coisa, possuem o mesmo potencial e se o próximo decidiu que não irá manifestar seu potencial de deus, você vai decidir o mesmo por quê? Por que não quer vê-lo sofrer? Na verdade, no momento em que você não firma sua vontade, em que você não desperta sua essência, você está provocando estagnação no universo e conseqüentemente dor no próximo. Devemos pensar mais. Mas não pensar com o ego e sim pensar com a sensação, pensar com o instinto, com aquela coisa sutil que parece que existe, mas não escutamos muito, pois é imaginação ou então porque foi rápido, já passou. Essa sensação que está ligada com a realidade, é ela que está ligada com nossa porção no universo, é ela que faz a conexão com toda a nossa existência e com o motivo real de estarmos aqui neste momento fazendo tal coisa. Paremos um pouco para pensar e veremos que é assim. Essa menina mesmo ficou muito tempo sem saber o que fazer ou saber o que pensar, ainda não sabe muito bem não, mas está dando ouvidos a seus pensamentos-sensações-intuições e está então seguindo o fluxo da vida, materializando sua missão, o que a faz existir agora, o que a move, mesmo sem ela saber.

Cristais. São únicos, são do bem, são para serem usados como parceiros evolutivos. E se pensar o que um pedra pode fazer por você, pense que ela tem a mesma composição básica que a matéria dos seres materiais do vosso mundo, então o ponto chave, o x da questão não é esse. É você se sentir superior e diferenciado da pedra. E é aí onde está o erro. A composição é a mesma, ou muito parecida, inclusive precisa de minerais para manter seu corpo físico de pé. Então, a questão é não acreditar no ânima. É não acreditar no sutil, é no fundo, no fundo, não querer acreditar em você, no tamanho do universo e em tudo que ele manifesta para a sua existência. Por hora é só.

Paz e reflexão. Bom final de semana a todos.

Hilarion em ação

Inserida por liannamolinaro

As piores opinião sobre a alguém, ou ela não esta presente ou ficamos sabendo por terceiros.
Particulamente não acho cordial se falar de uma pessoa quando ela não esta presente. Um comentario positivo ou negativo pode provocar um desgosto na pessoa que não estava presente. Ou semear discordia em uma familia inteira.

Inserida por phoenixshiinigsmmii

Esses dias aqui sozinho e vagando com minha caxoal, refletindo sobre minha situação...
Vi que há certo gosto em pensar sozinho. É ato individual, como nascer e morrer.Todo o homem que é um homem a sério tem de aprender a ficar sozinho no meio de todos,fica vago mas tenho sim que me adptar a pensar sozinho por todos - e, se necessário, contra todos.
"Se em algum momento você sentir tédio em está sozinho, é porque está em péssima companhia, então melhore seu comportamento com vc mesmo, se valorise mais,porque mesmo sendo feio, chato, sem assunto e vázio de criatividade... olhe no espelho de lado, a beleza geralmente depende do anglo da imagem".

Inserida por Darkjasi

.Diga ão senhor DEUS que deseja aprender sempre mais sobre o que significa confiar nele de todo o coração e reconhecê-lo em seuscaminhos.
Agradeça a DEUS por conceder sabedoria e entendimento aos que buscam.
Peça a DEUS que lhe ensina o que significa"temê-lo",para quepossa ser sábio e ter entendimento.

Inserida por Genezi

A Loira Pescadora

A Loira decide pescar no gelo. Depois de ler muito sobre o assunto, prepara todas as ferramentas e vai à luta. Ao chegar ao local que acho adequado, começa a cortar o gelo até que escuta uma voz vinda do alto. - Não há peixe debaixo deste gelo! - grita a voz superpoderosa. A Loira muda de lugar e recomeça a operação. Até que houve o mesmo grito. Assustada, ela olha para cima e berra: - Quem está falando? Deus? - Não, o gerente do ringue de patinação!!!

Inserida por rrogaucha

''VENHO QUERENDO''

Venho tentando me esconder sobre seus olhos.
Venho querendo me perder sobre suas curvas
Venho querendo sonhar o teu
sonho.
Venho tentando beijar a tua boca
Quero viver com você o seu dia
Quero sentir com você o frio de cada dia de inverno
Quero esta com você nas suas alegrias, e presenciar sempre a tua beleza natural.''

Inserida por Neilton80

Nunca diga eu amo se não corresponde a nenhum de nós.
Nunca venha me dizer sobre sentimentos se estes de minha parte nunca existiram.
Nunca entre em uma vida se não pretende abrir seu coração.
Nunca olhe nos olhos de alguém , se esses não os procurá-los pelos seus.
Não á coisa mais triste que ter permitido a alguém, entrar em sua vida, sem que o mesmo não tenhas a chave de seu coração. Alguém esse que se apaixone por vc, e vc não pretende fazer o mesmo....

Inserida por carolcatitalalusca

Opinião sobre Pesquisa Científica, em um dos meu trabalhos acadêmicos, em 25 de abirl de 2009.

O ensino jurídico realizado por algumas Universidades de Direito têm como característica principal reproduzi-lo sistematicamente, priorizando somente a preparação dos acadêmicos para a Prova Institucional, prova da Ordem dos Advogados do Brasil e para o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes; fazen
do com que não tenhamos vínculos com a realidade social.

Os Manuais e Doutrinas de Direito, não expõem exemplos reais da aplicação da Lei. Os exemplos envolvem coisas que raramente existem e, por consequência, os professores não problematizam trazendo o assunto à nossa realidade.

Como exemplo, para explicar Estado de Necessidade, Art. 24 do CPB, alguns doutrinadores citam dois náufragos, num pedaço de madeira (...). Irmãos siameses, onde um está tentando matar o outro (...).

Nas avaliações raramente opinamos, pois temos que concordar com a explicação, com a corrente majoritária e com a fundamentação desta. Não nos permitem ter espírito crítico, temos que decorar e decorar.

As aulas são baseadas em leituras dos Manuais, Doutrinas e Códigos, pouco se discute um caso em concreto; fazendo-nos espectadores passivos.

As Atividades Complementares, quando não são doações de fraudas descartáveis, cópias literais de livros, são palestras de assuntos impertinentes ao Curso, quando pertinentes, não são de assuntos do cotidiano, interessantes, formadores de opinião, que tem aplicabilidade após graduação.

É visível que a falta de pesquisa jurídica, o ensino altamente técnico e a distância da realidade social trazem consequências, também, aos aplicadores do Direito, podemos supor ao observá-los inertes diante da prisão de uma moça, por ter furtado um pote de margarina para alimentar seu filho, e da prisão de uma menina, menor, em cela masculina, pela suposta tentativa de furto de celular, sendo estuprada entre cinco e seis vezes ao dia; dentre outros casos, que, aliás, deveriam ser citados como exemplo pelos doutrinadores e professores. (PLDD)

Inserida por PalomaDeDea

Nunca ouvi falar sobre uma borboleta que queria ter nascido com asas, de uma árvore que pediu para crescer rapidamente, de uma rosa que queria desabrochar antes da chegada da primavera, ou ainda de um diamante que queria brilhar antes de ser lapidado.
Todas estas pequenas coisas da Natureza sabem que tudo na vida tem seu tempo, e que devem sempre continuar fazendo sua parte para alcançarem suas transformações.
Assim somos nós, devemos sempre fazer nossa parte de espalhar o amor e a luz por todos os lados, e ao fim de nossas lutas, seremos transformados e alcançaremos a realização de nossos sonhos!

Inserida por Litterarum