Texto sobre eu Amo meu Irmao
"Ah, como eu queria deitar-te em meus braços e enamorar cada detalhe seu, sem pressa, com os meus olhos e em seguida deslizar as minhas mãos em seu rosto tão sublime e adentrar em um caminho sem fim através do seu olhar. Olhar que me leva para um universo paralelo onde só existe eu e você. E nesse universo você que escolhe:
- Ser minha por uma vida ou só até ao amanhecer?"
Eu ainda continuo!
Apesar de todos os espinhos no caminho, apesar de todos os julgamentos e de toda a dor que ainda sinto.
CONTINUO!
Não pq não tenho medo nem dúvidas, continuo pq apesar de tudo sei que irei encontrar o q procuro!
E mesmo não sabendo exatamente o q estou procurando e o q irei encontrar, sei que valerá a pena independentemente do q encontrar.
Então, apesar de tudo, eu apenas
CONTINUO!
Quando eu contava cerca de sete anos de idade, vivi um episódio singelo na forma, mas profundo em suas consequências. Havia, nas cercanias de minha infância, um homem dado à intriga fácil, desses que fazem da palavra instrumento de desordem. Num instante de impaciência, ainda imaturo, nomeei-o pelo que me parecia ser: fofoqueiro.
A palavra, uma vez proferida, não se dissipa — retorna. E retornou. Chegou aos ouvidos de minha mãe, que, sem hesitação, aplicou-me a devida correção.
Não foi a dor que me marcou — pois essa é efêmera. Foi a intenção pedagógica, precisa, quase cirúrgica. Minha mãe não punia por ira, mas por princípio. E suas palavras ecoam até hoje com a força de um mandamento: “Respeite os mais velhos.”
Naquele tempo — e aqui não falo com saudosismo barato, mas com senso histórico — o respeito não era tema de debate, era prática cotidiana. No transporte público, por exemplo, não havia hesitação: a presença de um idoso bastava para que nos levantássemos. Não por obrigação legal, mas por formação moral.
Éramos moldados sob a égide de limites claros. Havia hierarquia. Havia disciplina. Havia, sobretudo, a compreensão de que viver em sociedade exige contenção do ego e consideração pelo outro.
O que observo hoje, entretanto, é uma perigosa diluição desses fundamentos. Confunde-se liberdade com ausência de freio. Exalta-se o indivíduo em detrimento do coletivo. E o resultado é visível: uma erosão silenciosa do respeito, da paciência e da responsabilidade.
Não se trata de nostalgia — trata-se de estrutura. Nenhuma sociedade se sustenta sem pilares. E pilares como respeito, disciplina e responsabilidade não são acessórios: são indispensáveis.
A pergunta, portanto, não é retórica — é urgente:
que tipo de caráter estamos formando… e que tipo de sociedade estamos autorizando a existir?
Preferem duvidar, apontar, se calar quando mais preciso.
Mas o que eles não sabem… é que eu já vi o futuro.
Já imaginei a virada, o momento em que tudo muda.
Cada conquista, cada passo firme, cada vitória que ainda vai chegar.
Eu não faço isso pra provar nada.
Não preciso convencer quem nunca esteve comigo.
Eu faço isso pra calar.
Calar as vozes que disseram “você não vai conseguir”.
Calar os olhares que subestimaram.
Calar o passado que tentou me limitar.
Porque quando acontecer e vai acontecer
eles vão assistir em silêncio.
Vão ver tudo o que eu construí.
Vão engolir cada dúvida, cada palavra não dita.
E eu?
Eu vou sorrir.
Não por vingança.
Mas porque eu sempre soube.
Importar-se é mais que sentir ,
é escolher permanecer.
Eu me importo, sim. Mas não por obrigação, nem por costume.
Me importo quando há reciprocidade, quando o vínculo é feito de verdade e não de conveniência.
Me importo quando há aliança não apenas de palavras, mas de atitudes.
Quando o respeito é a base e o cuidado é mútuo.
Porque afeto sem respeito é só apego disfarçado.
E presença sem compromisso é só ausência com outro nome.
Então, sim, eu me importo.
Mas só onde há espaço para ser inteiro, e não apenas útil.
Na real
Eu sou abrigo pra quem quer abrigo,
sou teto em dia de tempestade,
sou silêncio que acolhe o grito,
sou presença quando falta verdade.
Sou a paz pra quem busca descanso,
sou colo pra quem já cansou de lutar,
sou ponte onde só havia abismo,
sou luz mesmo sem me deixarem brilhar.
Sou o ombro que não cobra retorno,
sou escuta que não exige voz,
sou inteiro mesmo sendo quebrado,
sou muitos, mesmo quando estou a sós.
Sou o que fica quando todos vão,
sou raiz em solo que não me quer,
sou amor sem manual de uso,
sou força que ninguém vê de pé.
Mas também sou limite, sou freio, sou fim, alguns me chamam de doido e o sem noção quando querem me manipular,.
sou o não que aprendeu a dizer sim pra si.
Porque ser tudo pra todos me fez quase nada, e agora sou tudo pra mim.
E sou sim pra quem quer ficar ao lado do respeito e da dignidade .
Evans Araújo
Então agora é um recomeço
Apenas eu e esse mundo sem nome
Onde o silêncio grita e o vento me chama
Preciso reencontrar aquele lado animal de novo
Rasgar a pele da rotina
Correr com os pés descalços sobre a terra crua
Sentir o cheiro da liberdade no ar
Deixar que o instinto guie, sem medo, sem freio
Que venham as noites sem estrelas
Que venham os dias sem rumo
Eu sou o grito que não se cala
Sou o fogo que não se apaga
Sou o animal que desperta
É fácil ser mulher quando convém
Pra viajar, eu te escolhi.
Mas vi você combinando de ir… sem mim.
Pra te presentear, eu te escolhi.
Mas até uma cueca você negou — como se te fizesse menos mulher dar algo em troca.
Pra te ajudar, te apoiar, te levantar… sempre foi você.
Em cada escolha, em cada gesto, em cada plano — era você.
Mas seu apego por redes sociais, por validação, por essa vida perfeita que você tenta vender…
Me fez enxergar que você ainda não sabe quem é.
Sem identidade, sem raiz.
Ei, lá fora ninguém se importa quando a gente tá com problema.
Mas aqui dentro, eu vi tudo. Eu senti tudo.
Quando o dinheiro chegou, você mudou.
A consideração que eu tive por você, você não teve por mim.
O homem que esteve ao seu lado virou peso. Virou passado.
Você não pensou duas vezes antes de abandonar a tal da “situação”.
Você fala de amor, mas age com arrogância.
Fala de respeito, mas não pratica.
Fala de parceria, mas só quando te convém.
Mas tá tudo certo.
Deus é justiça.
E Ele viu tudo.
A Verdadeira Fonte da Riqueza
Não é que eu não tenha chegado lá…
Não é que eu não tenha riquezas…
Mas eu sei de onde vem tudo aquilo que é bom..
Foi Deus quem disse.
Antes, te lembrarás do Senhor, teu Deus, que é Ele que te dá força para adquirires riquezas.
Deuteronômio 8:18
As fortunas do mundo não são fruto apenas de esforço humano, mas da graça divina.
Ele é o dono do ouro e da prata pega essa visão em (Ageu 2:8) e quando Ele decide abençoar, não há porta que fique fechada.
E se liga nesse texto . O Senhor empobrece e enriquece; abaixa e também exalta."
1 Samuel 2:7
Então, se ainda não alcancei tudo o que sonho, é porque o tempo dEle está se cumprindo.
Eu sigo firme, com fé, porque sei que a prosperidade que vem de Deus não traz dores, mas paz (Provérbios 10:22).
*Declaro hoje:*
“Minha riqueza está nas mãos de Deus. Ele me dá força, sabedoria e oportunidade. Eu confio, eu espero, e eu recebo!”
Em nome de Jesus Cristo amém.
Graças ao Senhor Jeová o Pai da criação.
Texto de fonte bíblicas .e adaptações de:
Quando o medo sou eu
Às vezes, o coração dispara sem aviso. Não há perigo aparente, mas o corpo reage como se estivesse cercado.
É como se o mundo inteiro apertasse os ombros, como se o ar ficasse mais denso, como se cada pensamento virasse um grito dentro da cabeça.
São os picos de ansiedade ,FG1essas ondas que vêm sem pedir licença, que tomam conta do corpo e da mente. Nessas horas, tudo parece demais: as cobranças, as expectativas, os olhares, até o silêncio. A pressão se acumula como se eu tivesse que ser forte o tempo todo, como se falhar fosse o fim do mundo.
E o mais assustador é quando o medo não está lá fora. Está dentro. Quando começo a temer a mim mesmo meus impulsos, meus pensamentos, minha incapacidade de controlar o que sinto. Quando me olho no espelho e não reconheço quem está ali. Quando me pergunto: “E se eu não aguentar? E se eu fizer algo que não consigo desfazer?”
Mas mesmo nesses momentos escuros, há uma parte de mim que resiste. Que sussurra, mesmo que fraco “Você já passou por isso antes. Você não é o que sente agora. Isso vai passar.” E passa. Sempre passa. Não sem dor, não sem luta, mas passa.
Falar sobre isso não é fraqueza. É coragem. É admitir que ser humano é, às vezes, ser vulnerável. E que tudo bem ter medo até de si mesmo desde que a gente não se perca nesse medo. Porque há força em reconhecer a própria dor. E há esperança em continuar, mesmo tremendo.
Evans Araújo
Ainda Acredito
Eu ainda acredito no amor.
Acredito em relações sinceras, onde há parceria, verdade e lealdade.
Mesmo quando o mundo parece desacreditar, mesmo quando as pessoas ao redor zombam da esperança, eu sigo acreditando.
Me entristece quando alguém próximo, alguém que eu confiava, olha pra mim e diz:
“Tu é muito boboca, um iludido.”
Mas eu não sou isso.
Eu apenas carrego dentro de mim uma fé genuína nas conexões humanas.
Não é ilusão é essência.
O mais trágico?
Foi ela quem disse.
Ela, que em suas falhas internas, projetou em mim aquilo que talvez estivesse sufocado dentro do próprio peito.
Medos.
Traumas.
Feridas que nunca cicatrizaram.
E de certa forma pessoas assim bloqueiam e são bloqueadas delas masmas .
Às vezes, quem mais nos fere é quem mais precisa de cura.
E eu, mesmo machucado, sigo tentando entender.
Porque amar não é ser fraco.
É ter coragem de sentir, mesmo quando o outro não sabe lidar com o que sente.
Fatos reais pensamentos expostos.
Quem sou eu?
Pé no chão, cabeça firme e coração leal.
Posso até demorar, mas quando decido ir, ninguém me para.
Não vivo de promessa, vivo de constância.
Não falo muito, faço.
Não corro atrás de aplauso, corro atrás de resultado, aprendendo e buscando fórmulas
Quem anda comigo sabe,
sou tranquilo até me testarem,
paciente até abusarem,
forte porque aprendi a lei da espera.
Não pulo etapas.
Faço Construção interna
E quando chego, fico.
Um dia, me disseram
sem exageros, sem enfeites
que eu era o que ela sempre quis,
mas só entendeu isso quando minha alma partiu
Não foi vaidade, foi verdade.
Não inflou meu ego, tocou minha essência.
Porque há algo raro em ser lembrado
como aquilo que não se encontra mais.
Saber que alguém me viu assim,
como presença que marca, ausência que ecoa,
me faz entender.
sou feito de conteúdo, não de aparência.
Sou único, não por ser perfeito,
mas por ser inteiro
mesmo quando vou embora.
By Evans Araújo
Hoje eu gosto de gente da paz e do equilíbrio.
A vida já me apresentou distrações demais… e foi nelas que eu me ferrei e aprendi.
Por isso, hoje, pra colar comigo, tem que ser influência positiva, mente limpa e energia boa. Aprendi a observar mais, ouvir mais e sentir o ambiente. Piscou errado, trocou palavras e fugiu do combinado eu já fico pé atraz
Não é frieza… é maturidade de quem entendeu que paz não se negocia.
Gratidão a Deus, porque foi Ele quem me sustentou nos dias em que ninguém via a batalha que eu travava por dentro. Quando faltou força, Ele foi meu refúgio. Quando faltou direção, Ele foi luz no caminho. A paz que vem do alto me manteve de pé, mesmo quando tudo ao redor parecia querer me derrubar.
Gratidão ao trabalho, que nunca foi só sustento, mas também caráter sendo moldado. Cada suor derramado construiu mais do que resultados construiu resistência, disciplina e visão. O trabalho me ensinou que dignidade não se negocia e que quem planta com fé, colhe no tempo certo.
Gratidão às pessoas verdadeiras que permanecem. As que não precisam de plateia para demonstrar lealdade. As que chegam no silêncio, ajudam sem anunciar e ficam quando muitos vão embora. Poucas, mas suficientes. São conexões que Deus coloca para lembrar que ainda existe verdade no meio de tanta superficialidade.
E acima de tudo, que a paz de Deus guarde meu coração, e que o amor de Cristo transborde em cada atitude minha.
Que eu nunca perca a essência, nunca endureça o coração e nunca esqueça de onde vim porque tudo que sou e tudo que conquisto começa n’Ele e termina n’Ele.
By Evans Araújo
Ano passado eu era uma pessoa.
Esse ano eu sou outra.
Não foi dinheiro que mudou minha postura.
Não foi fama, nem status.
Foi consciência.
Não fiquei rico…
Eu fiquei mais atento.
Não sou mais o mesmo idiota que aceitava pouco, que se explicava demais, que engolia seco pra manter paz com quem vivia em guerra.
Hoje minhas palavras têm habilidade.
Meu silêncio tem estratégia.
Minha presença tem harmonia.
Aprendi que ser real não é ser bruto é ser firme.
Não é atacar, é não se permitir diminuir.
Ano passado eu reagia.
Esse ano eu escolho.
E isso muda tudo.
By Evans Araújo
Se eu soubesse que em algum lugar a verdadeira paz existisse… talvez eu já tivesse ido para lá faz tempo. Um lugar onde eu fosse bem-vindo simplesmente por ser quem sou, sem precisar provar nada, sem precisar viver em constante redenção, autoafirmação ou busca por aprovação. Um lugar onde a existência não fosse um teste diário de resistência emocional.
Imagino um lugar onde a paz fosse simples como olhar o mar. Onde o silêncio tivesse valor e a presença não fosse uma cobrança. Onde eu pudesse ser eu mesmo, sem máscaras, sem ter que explicar minhas cicatrizes ou justificar minha maneira de ver a vida.
Um lugar onde minha escolha fosse livre: estar ou não estar, ir ou ficar. E que essa escolha fosse respeitada como parte natural da vida. Sem cobranças, sem pesos invisíveis colocados pelos outros. Apenas a liberdade de existir.
Não falo de paraíso. Não falo de um mundo perfeito ou de uma fantasia distante. Falo apenas de um lugar fora do caos humano, fora da dor constante, do choro silencioso e das perdas que a vida insiste em nos ensinar da forma mais dura. Um lugar onde a paz não fosse um luxo raro, mas uma condição natural da alma.
E, talvez, nesse lugar, eu pudesse olhar as pessoas e realmente enxergá-las. Saber distinguir os verdadeiros dos falsos, não pela aparência ou pelas palavras, mas pela essência. Ler o interior de cada um como quem entende o vento antes da tempestade.
Porque no fundo, o que muitos procuram não é riqueza, fama ou poder. O que se procura é um lugar , ou talvez um estado de espírito, onde a gente possa simplesmente existir sem guerra dentro do peito.
Talvez esse lugar não esteja no mundo.
Talvez ele precise ser construído dentro de nós, pedaço por pedaço, depois de sobreviver a tudo aquilo que tentou nos quebrar.
Continua... ainda não é o que dei finalidade ao sonho que sonhei, as visões no subcriativo. Em breve volto .
By Evans Araújo
Se eu perguntasse a um computador de grande inteligência tudo aquilo que inquieta minha mente, talvez a resposta mais honesta fosse esta, nem ela tem todas as respostas. Nenhuma mente criada por homens, nenhum livro isolado, nenhuma voz na Terra conseguiu explicar completamente o mistério da existência. O que existe são caminhos, pensamentos, teorias, fé, ciência e perguntas muitas perguntas.
Desde o começo da humanidade o ser humano olha para o céu e se perguntr por que estamos aqui? O que é verdade? O que é apenas história repetida? O que é o bem, e o que realmenth é o mal?
Alguns dizem que já sabem. Outros defendem suas verdades como muros. Mas quem realmente busca acaba percebendo algo curioso, quanto mais se aprende, mais se entende que a verdade é profunda demais para caber em respostas simples.
Ainda assim, algumas coisas parecem atravessar o tempo e aparecer em quase todas as reflexões humanas. A consciência dentro de nós busca sentido. O bem quase sempre caminha ao lado da vida, da justiça e da verdade. O mal, muitas vezes, nasce da mentira, do ego e da vontade de dominar o outro.
Talvez por isso a busca nunca termina. Porque o ser humano não foi feito apenas para repetir respostas, mas para perguntar.
E quem pergunta de verdade começa a perceber outra coisa: a busca não é só intelectual. Ela também é espiritual, existencial, silenciosa. Existe algo dentro de nós que continua procurando, mesmo quando o mundo parece cheio de versões contraditórias.
Talvez o maior mistério não seja descobrir imediatamente qual é o final da história. Talvez o maior desafio seja aprender a viver enquanto a história ainda está acontecendo.
Entre dúvidas e fé.
Entre luz e sombra.
Entre aquilo que nos ensinaram e aquilo que sentimos no fundo da consciência.
E talvez, no meio de tudo isso, a verdadeira pergunta não seja apenas entender Deus.
Mas descobrir se aquilo que disseram sobre Ele realmente corresponde à verdade que ainda tenta falar dentro de nós.
By Evans Araújo.
Tem saudade que não chega fazendo barulho…
ela vem no silêncio, e fica.
Hoje eu só queria ter tido mais tempo de amizade com meu pai. Não só de pai… de amigo mesmo.
Daqueles que a gente chama pra ir à praia sem motivo, só pra sentar na areia e olhar o horizonte em silêncio, como se o mar dissesse o que a gente nunca soube falar.
Queria ter dividido mais momentos simples… uma pescaria qualquer, uma conversa jogada fora, um riso sem pressa.
Queria ter criado mais memórias leves, dessas que hoje fariam companhia nesse vazio.
Agora ele está ali… no hospital…
e o que mais dói não é só a distância, é o silêncio.
É não conseguir ouvir a voz dele. Nem aquelas palavras duras… que hoje fazem falta.
Tenso como a vida é…
até a arrogância dele, que antes pesava, hoje revela quem ele sempre foi forte.
O jeito inquebrável dele… era armadura. Era defesa de quem aprendeu a viver sem poder ser fraco.
E eu aqui… sentindo falta de tudo.
Do que foi bom, do que foi difícil… do que eu não entendi na época.
Porque no fim…
o amor entre pai e filho nem sempre vem em forma de carinho.
Às vezes vem em silêncio, em cobrança, em dureza…
mas ainda assim… é amor.
Mas dessa vez… eu não quero só lembrar.
Eu quero uma nova chance.
Quero que ele se recupere.
Quero poder olhar pra ele de novo… com outros olhos, com mais entendimento, com mais presença.
Quero viver o que ficou pra depois… sem deixar pra depois outra vez.
Se Deus permitir… ainda vamos à praia.
Ainda vamos sentar lado a lado, em silêncio… e dessa vez eu vou entender.
Ainda vamos numa pescaria qualquer… e eu vou valorizar cada segundo, cada palavra… até as duras.
Porque agora eu sei…
o tempo não espera, mas ele também pode dar uma segunda chance.
E se essa chance vier…
eu não vou perder.
Hoje, o que fica é a saudade…
mas junto dela, fica também a fé.
Fé de que isso ainda não acabou.
Fé de que ainda vamos escrever mais capítulos…
dessa vez, como pai…
e como amigos.
EU VI
Eu vi
Do espinho da flor, a coroa do Rei salvador
Do orvalho da noite, a sede do mundo
Das chuvas dos céus, a lavar a alma
Da seiva da vida, ao sangue do meu sangue
Da cruz mais pesada, houve_se o perdão!
Do grande ódio do mal, ao amor, ao próximo!
Ao longo do caminho uma luz veio a brilhar
Pois me tornei imortal no espírito e na alma
Quando houve a escuridão
E na fé eu clamei seu nome...
Eu exaltarei a cruz
Meu salvador, é você jesus
Pai, filho e espírito santo
Trajando o manto eu venho ati
Seu nome eu clamarei senhor
A cruz mais pesada, foi você que carregou
Ao salvar o mundo dos pecados com seu amor!
