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Texto sobre eu Amo meu Irmao

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Ainda sobre o fatídico dia 28/10/25, no RJ.


Me impressiona alguém que, tendo filhos e netos, consequentemente nos sugere que saiba da importância afetiva deles na vida dos seus pais e de todos aqueles que os amam, apesar dos seus defeitos, e que se diz cristão, não hesita em comemorar a morte do filho de outro alguém.
Ninguém precisa ficar triste com a morte de bandido. Porém, ficar feliz me parece não ser o exemplo deixado, segundo a Bíblia, por Jesus.
Como reflexão, fica mais essa suspeita que esta figura divina chamada Jesus, no fundo, não tem potencial suficiente para ensinar aos seus "fiéis".


O triste é quando vem a vida e ensina.

117- VELHA MESA

POR: José Luiz Mak.

Sobre a mesa velha, marcada e surrada pelo trabalho duro venho escrevendo, tranco as portas e janelas para que nem o vento toque o meu pensamento, frases aprecem do nada, de coisas da vida e coisas marcadas, invadem minha mente como se fosse semente, gera em meu pensamento em algum momento, momentos lembrados e até sonhados, dos dias que vivi de quando nasci, hoje escrevo aqui em cima de ti versos e poemas dos velhos amigos de tempos esquecidos, os verdadeiros guardo comigo,

Minha velha mesa, fico entre dias e noites deitado em seu corpo, pelo vão da janela vou espiando o tempo passar, assim como o vento que chora no cume da montanha, de lágrimas de chuva que escorrem pelas fendas alargadas pelo tempo banhando a relva, inundando de fúria o campo, levam embora a beleza das flores, dos sonhos e dos amores.

Velha mesa, quanto já sentiu as palavras que escrevi, aquelas que menti, velha mesa que sustenta meus punhos e o caderno de folhas macias, descansa o lápis companheiro de tantas poesias, velha amiga já foi testemunha dos meus versos e minhas palavras, foste a parceira, aturou minha teimosia, minha tristeza, as lágrimas e minha alegria,

Ohh velha amiga, quanto temos para contar, quanto ainda para declamar, falaremos sobre o céu a água e o mar, do menino que corre no tempo, das flores do jardim, dos amores, da vida e também de mim, falaremos deste lampião na mesa que ilumina com muita fraqueza, do cheiro da tua idade de madeira nobre e o da pobreza,

Minha velha mesa, janelas abertas, sente o vento forte que vem do norte, vem deitando palmeira, a grama rasteira e até capoeira, recebe as frutas do dia, a pequena toalha e a velha bacia, minha velha companheira, já é fraca tua madeira, os pés já não te sustentam, pregos enferrujados, foram anos ao meu lado, mas sinto que por baixo do meu caderno não mais estará, agradeço pelos sonhos emprestados e os serviços prestados,

Ahh velha amiga, só de pensar dá um frio na barriga, minha companheira, a dor da despedida ao vê-la naquela fogueira, eu lhe garanto velha amiga não será esquecida.

Uma civilização se constrói sobre um conjunto de valores internalizados. Inúmeras civilizações desenvolveram visões radicalmente diferentes de como organizar as sociedades, e estas competiram num processo semelhante à seleção darwiniana para estabelecer qual ethos civilizacional permite o florescimento máximo. O excepcionalismo americano é um desses sistemas e produziu a maior sociedade que o mundo já conheceu. A empatia suicida vai destruí-la porque a tolerância ocidental é o seu calcanhar de Aquiles fatal. Lembrem-se das minhas palavras.

- Gad Saad

A Coragem de Ser Impopular


Liderar é ter coragem de ser impopular.
Não é sobre aplauso, é sobre propósito.
Quem se esconde atrás de perfil fake não derruba talento, só revela o próprio incômodo.
Ser líder é escolher o propósito acima do aplauso. É sustentar a coragem quando tentam calar sua voz. É saber que o valor do seu trabalho não depende da opinião de quem não tem rosto.


–Purificação

Sim...
É sobre isso!
Quando estamos de frente ao caus, as memórias ruins que não saem da mente, dos tempos difíceis que parecem intermináveis, procure um amigo verdadeiro, do tipo que, quando está contigo não tem pressa.
Aqueles amigos que falam verdades sem entrar em conflitos, que ilumina um caminho, que te dá atenção sem pedir nada em troca.
Que esta contigo pra jogar conversa fora ou pra tomar um chopp que vc tanto adora.

Olhe para dentro:
o que você teme?
O que te paralisa?


A vida não é sobre esperar o momento certo —
é sobre criar coragem mesmo quando tudo parece incerto.


Cada desafio é um espelho:
mostra quem você realmente é
quando ninguém está olhando.


A dor existe para ensinar,
o medo existe para guiar,
e a perda… ah, a perda
existe para revelar a força que você nem sabia que tinha.


Não se engane: o caminho nunca será fácil.
Mas a transformação não mora na zona de conforto.
Ela nasce nos passos que você dá
quando o coração treme e a mente grita.


Respire fundo.
Aceite o medo.
Use a dor como combustível.


Porque cada cicatriz que você carrega
é um mapa da sua coragem.
Cada queda é uma oportunidade
de aprender a voar mais alto.


Olhe para frente, mesmo que os olhos tremam.
A vida não pede perfeição,
pede presença, ação e verdade consigo mesmo.
E lembra:
o universo reconhece quem ousa levantar,
mesmo quando tudo parece impossível.


— Purificação

Hoje pensando sobre o amor…

Sobre o amor.

É indiscutível que o ser humano retrocede, primeiro estágio é se apaixonar pelo conceito que ele próprio formou com relação ao outro.

Nesse momento, não existe defeitos, só qualidades, fúteis, mas, qualidades: Bonito(a), cheirosa(o), inteligente etc, não tem espaço para defeitos, na verdade ninguém se apaixona pelos defeitos do outro…

Mas, ao caminhar juntos descobrem que assim como ele o outro tem defeitos.

A ficha acabou de cair, como conviver com isso? Deveria ser assim, quanto mais as pessoas se conhecessem, mais, o amor tendia a crescer, mas, ocorre exatamente o contrário, entra em cena um amor inventado e projetado sem o processo: namoro, noivado, casamento.

Isso frusta muita gente e acaba trazendo males incuráveis, antes de achamos a princesa ou príncipe, devemos olhar em nós, meus defeitos podem ser relevados? Eu preciso de ajuda, eu posso me permitir construir uma relação saudável a partir do que sou e do que o outro é? Mudar transforma, mas, crescer continua doendo…

A Balança e o Abismo: Uma Reflexão sobre a Carreira do Advogado Criminalista

A advocacia criminal é, talvez, a mais visceral e incompreendida de todas as áreas do Direito. Ela coloca o profissional em um front de batalha diário, não apenas contra a acusação, mas frequentemente contra a opinião pública, o preconceito e, por vezes, contra a própria consciência. É uma carreira que exige mais do que conhecimento técnico; demanda uma estrutura psicológica robusta, uma empatia seletiva e uma crença inabalável nos pilares do Estado de Direito.

No cerne da atuação do criminalista está um princípio que, embora basilar para a justiça, é frequentemente esquecido pelo senso comum: a garantia do direito de defesa. O advogado criminalista não é um cúmplice do crime, mas um garantidor de que o processo legal será seguido à risca. Ele é a voz que assegura que, mesmo diante da acusação mais hedionda, o indivíduo não será esmagado pela força punitiva do Estado. Sua função é ser o guardião da presunção de inocência, do contraditório e da ampla defesa, princípios que protegem não apenas o acusado, mas toda a sociedade contra o arbítrio e a injustiça.

A carreira é um constante exercício de alteridade. O criminalista precisa se despir de seus próprios julgamentos morais para adentrar a complexidade da condição humana. Ele lida com o erro, a falha, o desespero e, em muitos casos, com a face mais sombria da sociedade. Para construir uma defesa eficaz, é preciso compreender as circunstâncias que levaram ao ato, as motivações do acusado e as nuances que a lei oferece. Isso exige uma imersão profunda em histórias de vida que, na maioria das vezes, são marcadas por violência, exclusão e falta de oportunidades.

O peso emocional dessa profissão é imensurável. A responsabilidade de ter a liberdade de alguém em suas mãos gera uma tensão contínua. As vitórias, como um alvará de soltura ou uma absolvição, trazem um alívio e uma satisfação ímpares. No entanto, as derrotas, as condenações e a impotência diante de um sistema por vezes falho, deixam cicatrizes profundas. O advogado criminalista está em uma arena de alta pressão, onde cada petição, cada audiência e cada sustentação oral podem selar o destino de uma vida.

Além disso, o profissional enfrenta o estigma social. Defender alguém acusado de um crime é, para muitos, sinônimo de compactuar com o delito. A incompreensão sobre o papel essencial do advogado na manutenção da justiça leva a julgamentos apressados e a uma hostilidade que poucos estão dispostos a suportar. É uma carreira solitária nesse aspecto, que exige uma convicção interna inabalável sobre a importância do próprio trabalho.

Em última análise, ser advogado criminalista é uma vocação para os corajosos. É caminhar sobre o fio da navalha entre a lei e a moral, entre a acusação e a defesa, equilibrando a balança da justiça em um terreno onde o abismo do erro judiciário está sempre à espreita. É uma carreira de sacrifícios e de imensas recompensas, não financeiras, mas de propósito: a de ser o último bastião da liberdade individual contra a força avassaladora do poder estatal.

A gestão para o sucesso começa no espelho.
Não é sobre planilhas, metas ou números —
é sobre você.


Nada prospera onde o “eu” está adormecido.
Tudo começa quando você se reconcilia com sua própria essência,
quando olha pra dentro e diz:
“eu mereço estar bem, eu mereço vencer.”


O sucesso não é sorte, é reflexo.
E o reflexo mais poderoso que existe
é aquele que nasce do amor próprio consciente —
não o amor de ego, mas o amor de quem se respeita,
se disciplina e se escolhe todos os dias.
A gestão da vida é isso:
governar o caos interno com sabedoria,
transformar dor em direção,
e colocar propósito em cada passo.


Porque quando o “eu” desperta,
tudo ao redor se alinha.


— Purificação

Porto Alegre em Dia de Chuva


Chove manso sobre as ruas antigas,
como quem lembra histórias guardadas,
nos telhados, o tempo suspira,
entre árvores, memórias molhadas.


O Guaíba se veste de cinza,
mas guarda um brilho de prata no véu,
as nuvens parecem cartas antigas,
enviadas do próprio céu.


Os bondes, em sonho, ainda passam,
rangendo lembranças de outrora,
e o vento nas praças conversa
com fantasmas gentis da aurora.


Café fumegante nas esquinas,
janela aberta, um olhar distante,
há ternura em cada esquina,
um suspiro leve, constante.


Porto Alegre chove e encanta,
com seu charme melancólico e fiel,
é cidade que canta e que pranta,
com saudade doce e papel.


E quem anda por suas calçadas
de guarda-chuva e coração,
sente o tempo escorrer nas fachadas,
feito lágrima... e canção.

Sim...É sobre os bons amigos!
Aqueles que chegam em momentos de caus, de memórias ruins que não saem da mente e de tempos difíceis que parecem intermináveis. Enviados por Deus, os bons amigos chegam iluminando caminhos e nos abraçam, nos dá proteção, nos enchem de animo e nos revestem de fé sem pedir nada em troca.

Reflexões:🦉 a Perfeição


Vamos falar da tal PERFEIÇÃO...
Mas, para que falar sobre algo que não existe?
Então, para que perder tempo com isso?


Calma.
Na verdade, existe outra coisa muito melhor.
E, é desta coisa que falaremos.
Pois falaremos de... IMPERFEIÇÃO!
Essa sim, é a que MOVE O MUNDO.


Veja, se a PERFEIÇÃO fosse possível...
Em algum momento a vida perderia o sentido, a graça...
Seria o tédio!
Tudo estaria perfeito!
Não teria mais nada a fazer!


Mas graças a Deus, a IMPERFEIÇÃO está aí...
Para preencher nossas vidas!
As coisas não andam sozinhas. mas a partir da IMPERFEIÇÃO!
Tudo neecessita manutenção.
Dedicação.
Zelo.
E até (principalmente) amor.
Para todos terem, OCUPAÇÃO!
Isso tudo numa palavra.
VIVER !!

"O relógio marcava cinco e trinta da tarde e o sol logo desapareceria mais uma vez sobre o oceano. A cor intensa e profunda do azul do mar reforçada pela luz solar evocava sentimentos de confiança e estabilidade. Uma paz, nunca sentida antes, invadiu os corações dos dois apaixonados".


CARTAS DO ATLÂNTICO
Tony Oliveira

Minha opinião sobre a invasão policial nas comunidades do Rio de Janeiro



O Poder Estatal revelou, mais uma vez, o quanto é ineficiente. Matar pessoas não demonstra sucesso algum; para os desinformados, talvez pareça, mas é apenas o retrato da falência de um Estado que confunde força com justiça.



A própria Constituição Federal já responde a esse tipo de ação:



Art. 1º, inciso III: consagra a dignidade da pessoa humana como um dos fundamentos da República.
Art. 5º: garante direitos e garantias fundamentais, como:
I – igualdade em direitos e obrigações;
III – proibição de tortura ou tratamento desumano ou degradante.

Art. 6º: define os direitos sociais — educação, saúde, trabalho, lazer e segurança —, bases da dignidade e da justiça social.
Art. 226, §7º: vincula o planejamento familiar à dignidade da pessoa humana e à paternidade responsável.
Art. 227: impõe ao Estado, à sociedade e à família o dever de proteger crianças e adolescentes contra toda forma de negligência, violência ou opressão.




Somente citando esses artigos, já fica claro que a violência estatal viola os próprios princípios constitucionais.



O poder público, historicamente, é parte da origem do problema. As facções nasceram do abandono e da brutalidade estatal: no Rio, durante a ditadura militar; em São Paulo, após a chacina do Carandiru. O Estado criou o monstro que hoje tenta exterminar com armas.



O crime não se combate apenas com polícia. É preciso educação, saúde, trabalho e políticas sociais. Também é urgente punir os políticos corruptos que alimentam a miséria e a violência que fingem combater.

Memórias Online
O feed me traz você de volta,
uma foto sua, um post sobre nada.
Não sei se a gente existe ainda
ou se é só um fantasma na tela.
Naquele tempo, eu era um emoji de coração,
você, um visto azul, sem reação.
Eu te mandava mil directs,
você só visualizava, sem contexto.
Lembro de cada detalhe, cada playlist que criamos juntos,
mas só eu cantava a letra.
Você era tipo um filtro do Instagram,
bonita de ver, mas sem profundidade, sem essência.
Hoje, meu celular não vibra mais com seu nome,
minhas notificações estão em paz.
Mas de vez em quando, no meio do nada,
sua memória me dá um lag.
O tempo passou, o Wi-Fi desconectou,
mas o cache do meu coração ainda guarda você.
Ainda lembro do amor que dei de graça,
e da sua falta de megabytes para retribuir.
É, o amor era 5G pra mim,
mas para você, 2G, só uma conexão lenta.
E o pior de tudo é que mesmo em 2050,
se o mundo acabar, eu ainda vou lembrar
do sorriso que você não me deu,
e de todos os "eu te amo"
que eu só mandei para o vácuo.

Sobre o amor de fato

Nossos anos nunca são fáceis, sempre estamos chateados um com o outro, apesar de toda sabedoria que tenho não encontrei um jeito de fazer essa relação dar certo.

Comprovei que, quase tudo o que já foi escrito sobre o amor... é verdadeiro.
Shakespeare disse: as viagens terminam com o encontro dos apaixonados.

Que ideia mais extraordinária! Pessoalmente, nunca experimentei nada, ou algo parecido. Mas estou convencido de que Shakespeare, tenha.

Suponho que penso no amor mais do que deveria. Admira-me constantemente seu poder esmagador de alterar e definir nossas vidas.

Também foi Shakespeare quem disse que o amor é cego. Pois bem, estou seguro de que isso é verdade.

Para algumas pessoas, de forma inexplicável o amor se apaga. Para outras, o amor singelamente se vai. Mas é claro, o amor também pode existir, mesmo que só por uma noite. No entanto, existe outra classe de amor mais cruel.

Aquele que, praticamente mata suas vítimas. Chama-se "amor não vivido" e nesse tipo... Sou experiente.

A maioria das histórias de amor fala de pessoas que se apaixonam entre si, lutam e fazem de tudo para serem suporte um do outro.

Não sei o porque de não conseguimos, talvez eu seja bom em outras coisas que não tenham a ver com o amor, talvez você precise de liberdade para ser feliz.

Várias conjunturas e teses se formam na minha cabeça, nenhuma assertiva ou testada, mas, todas com uma certeza: Não sei amar.

Não sei viver o amor, ele causa dor, nos esmaga, nos faz indecisos, acordamos e dormimos de um jeito, o amor está ali do lado e não percebemos.

Amar é ser mais que amigos fiéis, é ser cúmplice, ser mansidão quando o outro é revolta, é contornar situações a favor do bem estar e isso não conseguimos.

Mesmo assim, quero lhe desejar um ano novo e que Deus haja dentro de nós pra que seja feita a nossa vontade, mas, com a permissão dEle.

Talvez eu não saiba amar, mas, mesmo assim: Eu continuo querendo um amor.

Sobre a beleza de ser pai, sim, estamos na terceira parte!

Acredito que esse é o exato momento que você descobre que aprendeu algo, sim, não posso mais dizer, não me pertence mais a frase “eu não sei ser pai”.

Porque quando você olha e vê seu filho trilhando caminhos bons, direcionados, estudando, seguindo a Cristo, aí tudo se resume na frase “ufa, deu certo”.

Conseguir caminhar nessa estrada espinhosa e perseverei no que eu entendi ser minha tarefa, é importante saber que você foi importante nessa caminhada.

Ninguém nasce pronto, ninguém nasce grande, o aprender está ligado a vontade de ser e, eu quis, não planejei, mas, quando me foi dado a tarefa eu a abracei com a perspectiva de que eu poderia fazer dar certo.

Já falei do meu metodismo, sistemático, organizado e da minha inquietante certeza de que sempre tenho algo a falar.

As vezes dói, as vezes acalma, as vezes dá um nó na cabeça, mas, nunca maltrata, ser pai não significa dizer sim, significa dizer o que o filho precisa ouvir.

Como diria minha avó, o filho que venha ao pai, parece até um versículo que ela tirou da Bíblia, mas, não, literalmente é isso mesmo que ela quer dizer.

Criar, saber lidar, acolher, saber crescer, indicar, saber mostrar, aprender, querer vencer, é uma gama de sentimentos, emoções que lhe aperta o peito e lhe grita a alma, já não é mais sobre você.

É sobre a responsabilidade de colocar no mundo pessoas que vão somar, que vão ajudar e, que principalmente vão servir.

Depois de um tempo você descobre que ser pai é um dom e que é algo que está em você !

Esse é Iago, educado, sorridente, um cavalheiro, simples, humilde, seguidor de Cristo, é o publicitário da família.

Sobre oportunidades

Não é a ocasião que faz o ladrão, dizia ele a alguém; o provérbio está errado. A forma exata deve ser esta: "A ocasião faz o furto; o ladrão nasce feito." Machado de Assis

O ladrão nasce feito, melhor dizendo ele nasce do pavor em sermos menores, nasce da nossa falta de humildade, de humanidade, nasce na esfera angular de nosso mundo medíocre e impaciente.

O ladrão e, não é preciso cometer delito para que seja, bastando apenas pensar, franzir a testa ou até mesmo omitir questões importantes para nós e os que nos rodeiam.

Pensemos com o coração mais aberto, com o diálogo nascido do agora, deixemos as frases prontas, a neutralidade da alma, abdiquemos da nossa frágil e inútil arrogância, pois está nos faz “furtadores” de sonhos, que por muitas vezes são os nossos.

A VESTIMENTA DA GUERRA


(Poema sobre os horrores dos conflitos e a injustiça dos inocentes que pagam o preço)


Vestida de cinza, de fogo e de pranto,
a guerra caminha sem rosto e sem canto.
Não tem coração, mas tem ordens em punho,
e assina sentenças num frio conjunto.


Nos salões do poder, bebem vinhos, decidem.
Assinam destinos — mas nunca os vivem.
Mandam soldados, filhos de alguém,
pra morrer por um trono, por petróleo ou por “bem”.


A criança que chora, não sabe o porquê.
Só sabe que a mãe não vai mais lhe acolher.
Que a casa virou entulho no chão,
e que seu brinquedo jaz sob explosão.


O velho, cansado, sem pátria ou abrigo,
sente o chão sumir — não tem mais abrigo.
A sopa que faltou, a reza que escapa,
a lágrima muda que desce e desaba.


A mãe que amamenta no meio do medo,
vê o filho ir pro front — sem querer, sem segredo.
Briga que não é sua, dor que não tem fim,
mas que corta a carne, invade o jardim.


O pai, sem paredes, sem teto, sem pão,
carrega nos braços o resto do chão.
Os olhos perguntam: “Por que, meu Senhor?”
Mas as bombas respondem com mais desamor.


E o soldado que parte, coração em pedaços,
com fuzil nos ombros e culpa nos braços.
Cumpre ordens que o peito não quer,
e destrói o que resta de algum outro lar qualquer.


Ele ora em silêncio, enquanto avança,
lembrando do filho, da esposa, da dança.
Mas precisa apertar o gatilho, sem ver —
que o homem que cai poderia ser você.


Ele não quer matar.
Mas foi enviado.
Com uniforme limpo, mas o espírito rasgado.
Porque é fácil mandar, de poltrona e discurso,
e pôr na mão dos pobres o peso do absurdo.


Enquanto isso, em terno, gravata e cifrão,
os homens da guerra tomam decisão.
Covardes demais pra pisar a trincheira,
valentes demais pra matar por bandeira.


E a vida se perde em nome da glória,
escrevendo de sangue a mesma velha história.
Ganância, poder, dominação, vaidade —
e a morte batendo à porta da humanidade.






A guerra tem roupa, mas não tem alma.
Tem fúria no peito, mas não tem calma.
Quem veste essa dor é sempre o pequeno —
que morre calado, que sofre, que é pleno.

"Sobre tentar mudar as pessoas."


Esse peso, não é seu.
Não traga-o para si.
O fardo de tentar "mudar" os outros não deve ser de ninguém.
Libere-se dessa "obrigação", essa bagagem não é sua, tire-a das suas costas.

Respire.
Se cure.
Se ame.


Deixe cada um, com o seu próprio mal.
Deixe cada um viver de acordo com o que oferece.


E siga com mais leveza.
Não se preocupe, você não falhou, tentar, já te faz mais humana, do que a grande maioria.
Perceba, alguns nem tentam.


Um conselho: Ore e descanse.
Não descanse ansiosa esperando algo, mas faça exatamente o contrário, não espere absolutamente nada.
Não há como tirar água potável de um rio insalubre , e isso não é sua culpa. Nunca foi.


Sinta-se vitoriosa, por ter dado o melhor de si, e continue sua trajetória de vida. Não à dos outros, mas a sua!
Apenas prossiga, uma hora tudo vai fazer sentido, e o que parecia perda, na verdade foi livramento.


Nanci M. Cavalcanti