Texto Qm sou eu
Eu não costumo ser tão transparente, poucas pessoas me conhecem de verdade. Não gosto de ironia, mais a uso. Não gosto de ciúmes, mas eu o tenho. Não gosto de risadas excesivas, mas eu costumo rir bastante... Não gosto de pessoas depressivas, mas eu já me senti triste. Não gosto de pessoas tímidas, mas eu já olhei para baixo pra não dizer "oi". Não gosto do seu silêncio... mas eu já fiquei quieta pra ver se você ia falar. Não gosto de paixões de uma noite. Eu prefiro um amor de verdade.
A verdade é que desde sempre foi complicado entender o que eu sinto, mas eu sempre tentei descrever em palavras para que, quem sabe alguém mais ou menos desocupado do que eu, pudesse entender por mim. A vida bateu na minha cara, muitos dias seguidos, sem poesia nenhuma que era pra me deixar sem vontade alguma de abrir os olhos. Só que os olhos são meus e cabe a mim saber até onde é bom enxergar, mesmo que sejam só coisas ruins que não vão me dar o sorrisinho que eu tenho que carregar todas as manhãs. Assim como tudo na vida, amores e amigos vêm e vão e, fico aqui perguntando baixinho, quem sou eu então pra decidir que os meus não deveriam ir? Não adianta mais prometer que será pra sempre. Eu não quero promessas. Promessas criam expectativas e expectativas borram maquiagens e comprimem estômagos. Eu não quero dor. Eu não quero olhar no espelho e ver você escorrer, manchando minha maquiagem. É pelo medo de cair de novo que meus joelhos tremem. Eu quero, no mínimo uma garantia. E eu só preciso me desfocar do sonho que me deixa míope e enxergar além, ou melhor: enxergar o que está na minha cara. Antes de dormir rezei, pedi a Deus que perdoe tanta ingratidão de minha parte, por não enxergar tudo de bom que a vida me oferece, e continuar aqui me lamentando e fazendo tudo por você.
Pessoas se afastam por tão pouco. Às vezes por bobagem, por orgulho de pedir desculpa, dizer eu errei… Nossa vida é tão rápida para perder com bobagem. Um dia vamos ver que estamos velhos e perdoamos muitas coisas por não falar, me desculpe. Então vamos fazer as coisas sem medo de errar. Porque tem uma palavra que, falada sinceramente, muda tudo: me desculpe!
Eu acredito em experiências. Acredito em erros e acertos. E acredito que o erro seja o pai dos acertos. Acredito nas lições, e no que de bom podemos tirar de cada uma delas. É como escrever um livro, você vai juntando as palavras e quando vê está tudo completo. Acredito que seja assim na vida também. Você tem que juntar as pessoas, os sentimentos, as verdades e até as mentiras, e colocar tudo no papel, completar aquilo que falta, tirar aquilo que sobra e ser feliz com aquilo que restar. Não adianta deixar as pessoas nos cargos errados, você tem que ver o que cada uma faz de melhor por você, e o que cada sentimento determina pra cada uma. É complicado, pode ser rápido, pode levar muito tempo, como pode também nunca acontecer. Depende de como você encara a vida. Erre, mas não deixe de acertar. Pense, mas não deixe de arriscar. O inesperado é sempre mais inacreditável e belo. Rabisque, mas não deixe de consertar. Apague, mas não deixe de escrever. Viva, mas não esqueça de sorrir!
Eu agora sei bem que os melhores brinquedos são os irmãos. Brinquedos vivos, que dão e recebem, que nos fazem crescer e crescem também pelas nossas mãos. Que se transformam depois em grandes amigos para toda a vida, em companhia sempre presente de uma maneira ou de outra, em refúgio e estímulo. Em algo que fica quando se perde tudo aquilo a que nos conduziu a nossa loucura, quando se perde o que o tempo nos vai levando.
E eu teria feito tudo de novo. Eu me submeteria a viver aquela velha rotina contigo, mais um vez. E se mais uma vez não fosse o bastante, eu reviveria mais duas, três… quinze vezes. Até enjoar, se é que isso é possível. Mesmo sabendo das consequências. Mesmo sabendo que ambos saíram machucados. Mesmo sabendo que no fim de tudo, você não estaria mais aqui. Mas nada disso importa. O importante é ter você. É que depois de você, ninguém mais me faz sentir vivo, como você fez. Ninguém mais me faz tão bem. Pode ser exagero e talvez seja mesmo. Eu e você sabemos que assim como eu, você não merece que alguém insista em você. Mas se eu não tentasse, se eu não deixasse o orgulho de lado, se eu não te pedisse pra voltar. A dúvida me atormentaria. Eu não deixaria de pensar um dia se quer em como teria sido. E não importa o que os outros falem ou o mal que você tenha me causado. Desistir de você, é desistir de mim. E às vezes, somos capazes de suportar as coisas ruins mais uma vez, só pra ter as coisas boas de volta.
Sentia-me frustrado, tudo me derrotava. Eu começava a ficar deprimido. Minha vida não estava indo para lugar algum. Precisava de alguma coisa, o brilho das luzes, glamour, alguma porra. Me sentia esquisito. Como se nada tivesse importância. O jogo me cansava. Eu perdera a garra. A existência não era apenas absurda, era simplesmente trabalho pesado. Pense em quantas vezes a gente veste as roupas de baixo em toda a vida. Era surpreendente, era repugnante, era estúpido.
Será que dizer Eu Te Amo a uma pessoa em menos de uma semana após ter conhecido é certo? Mas o que é certo? Eu nunca vou conhecê-la por completo mesmo depois de uma década... Somos tão estranhos a nós mesmo, às vezes nem reconhecemos nossos atos... Eu já disse Te Amo à uma pessoa em menos de uma semana de amizade e até hoje o amo.
Todo salvamento é temporário — o Augustus retrucou. — Eu proporcionei a elas mais um minuto. Talvez esse seja o minuto que vai proporcionar a elas mais uma hora, que é a hora que vai proporcionar a elas mais um ano. Ninguém vai dar a elas uma quantidade infinita de tempo, Hazel Grace, mas a minha vida deu a elas mais um minuto. E isso não é pouco
-Eu tenho. Tenho um milhão de medos presos aqui nessa linha. Se você desligar, sua vida vai seguir. A minha vai ficar contida nesse aparelho eletrônico. Eu já sou contida de tantas maneiras... Na verdade eu só queria te dizer que por mais que o tempo passe, não consigo preencher meus buracos. Eu olho em volta e não procuro nada. Só porque eu sei que não há nada. Só porque eu sei que o nada que eu quero tá longe de mim. É tudo um enorme, frio e presente nada. Um vazio do tamanho da minha quase existência. Eu quase existo, sabia? Afinal, quem existe por inteiro? Eu não. Eu sou metade amada (porque ninguém me assume por inteiro); metade interessante (porque assusto quem eu quero aproximar e frustro os que ignoram minha muralha); metade culpada (porque ninguém tem obrigação de me amar de verdade quando eu crio bloqueios tristes e vazios). Se você quiser desligar, tudo bem. Eu só tava fazendo drama. Claro que eu vou sobreviver, né? Nunca precisei de uma ligação pra me manter inteira. Mas me diz, e você, tá bem?
O que eu realmente quero que você saiba é que não importa o tempo que passe, o que aconteça ou o que a vida nos ensine. Não interessa quem somos ou quem vamos nos tornar. O que vale é o que carregamos dentro de nós. E você, guarde isso na memória para todo o sempre, eu te carrego junto comigo todos os dias.
Se eu fosse um homem, e eu estivesse sentado aqui, com um cigarro na mão, pegando no meu pinto e falando que eu faço música porque eu gosto de comer mulher e dirigir carros rápidos, você me chamaria de rock star. Mas quando eu uso sexualidade na minha música e nos meus clipes, e com o fato de eu ser mulher e fazer música pop, você me julga e você diz que (minha expressão de sexualidade na minha arte) desvia a atenção. Eu sou só uma rock star.
Eu preciso praticar o desapego. Preciso confiar menos nas pessoas. E ter mais fé em mim. Preciso me amar em primeiro lugar. E deixar o “resto”, ser apenas o resto. Eu preciso de mais forças. Preciso dar mais valor para algumas pessoas. Eu preciso ser um pouco mais independente. Preciso de menos orgulho. Mais tolerância. Eu preciso de paciência. E, acima de tudo, preciso precisar menos.
Se eu posso te dar um conselho, eis aqui: Não mendigue atenção de quem quer que seja. Não se esforce para compartilhar minutos com quem está mais interessado em coisas que não te incluem. Não prolongue a conversa apenas para ter o outro por perto, quando você perceber que precisa se esforçar bastante para que o monólogo vire um diálogo. Esqueça. Prefira a sua solidão genuína à pseudo presença de qualquer pessoa. Ainda digo mais: Perceba que existem pessoas que curtem dividir a atenção contigo sem que você precise desprender esforço algum. Aproveite o que te dão de livre e espontânea vontade. Dispense o que te dão por força do hábito ou por conveniência. Esqueça o que não querem te dar. Cada um dá o que pode.
Eu me afastei. Me afastei daqui, me afastei das pessoas, me afastei da vida, mas acho que era só pra pensar. Pensar um pouco nos erros que ando cometendo, nas vontades que ando tendo, nos medos que andam me afligindo cada vez mais. Pensar em como ando mudando, e se isso está sendo bom pra mim. Acho que às vezes precisamos disso, de uma breve pausa, para rever nossos conceitos, para voltar a ser o que éramos, ou para simplesmente seguirmos em frente, mudarmos, tomarmos novos ares, seguirmos novos rumos.
Me desculpe, eu sempre quero falar com você. Sinto muito quando demora muito para responder, eu fico triste. Me desculpe se eu digo coisas que podem te chatear. Me desculpe se eu sair como irritante. Sinto muito se você não quer conversar comigo tanto quanto eu quero falar com você. Me desculpe se eu penso em você muito e muito frequentemente. Me desculpe se eu digo coisas insignificantes. Me desculpe se eu te falar sobre meu drama sem sentido. Me desculpe se eu sair como sendo pegajoso, mas é porque eu gosto de você.
Eu queria te contar que não dói mais. Só que agora não importa tanto o que você vai pensar sobre isso. Queria que você soubesse que já vi nossos filmes milhares de vezes e nem chorei. Ok, chorei. Mas pelo filme, e não por você. Queria que você soubesse que tirei a poeira das nossas músicas, e que as ouço quase todos os dias. Porque elas me faziam mais falta do que você fez.
Errei algumas centenas de vezes enquanto procurava algo que eu sabia que não encontraria onde estava procurando, nem mesmo ao certo sabia o que era esse ‘algo’. Porém, no pensamento cínico do ato, ás vezes parece a decisão mais forte. Mais forte? Sim! Certa? Não. Mania patética de procurar sensação de poder. Poder... perdi tanta coisa pelo desejo de senti-lo que nem acho outra justificativa pra minha extensa lista de erros. Por um tempo acreditei que devíamos fazer tudo que queríamos no momento, que isso era “viver”, mas hoje sei, que antes de fazermos qualquer coisa, devemos pensar: “O que eu quero?”, o prazer momentâneo ou a verdadeira felicidade? Felicidade é prazer momentâneo? Não. Não é. Meu prazer momentâneo é sempre o poder. Minha felicidade eu perdi por não saber do que hoje eu sei.
Eu gostava muito de você. Era tão bonito, era tão intenso. Acreditava no pra sempre. Imaginei uma casa, uma família, uma coisa só nossa. Um esconderijo, um refúgio, um paraíso. Cada vez que eu pensava em você me dava um calorzinho no peito. Cada vez que abraçava você o mundo parava de rodar por um segundo. E eu achava que aquilo era amor, achava que aquilo era o certo, achava que a gente era certo um na vida do outro. Mas não foi. Não fui. Não fomos. Não somos.
Mas se você fosse diferente não teria me conquistado. Eu não teria me apegado a você. Não gosto do que é comum, do que é convencional. Gosto é de você. Isso, você. Desse teu jeito torto mesmo. Dessa sua mania de dizer que te amo. Dessa sua certeza absoluta sobre tudo. Do jeito que você me arranca sorrisos sem esforço. Desse teu bom humor insuportável. Suas implicâncias, crises existenciais. Seus defeitos - feitos - pra mim. Não mude. Nem por mim e nem pra agradar a ninguém. Se um dia quiser mudar, mude seu endereço e venha dividir uma cama de solteiro comigo.
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