Texto Qm sou eu
Eu esperei.
E comigo a janela, a calçada, o portão. A casa esperou. Ansiosos pela chegada. Sonhei com a presença, meditei na conversa, envolvi minhas mãos no vazio. Falei ao vento, mirei-me ao sol, sorri para a nuvens brancas. Brinquei com a primavera, e chamei, chamei...
A chuva caiu e a tristeza com ela chegou, eu estava eufórica, ria da chuva, das poças que se formavam. E, no entanto, eu não te vi. Meus olhos vagavam, minhas mãos buscavam.
Eu não te vi.
Olhei pra tua janela e nada, nada de ti. Senti teu perfume que na minha mente se fez de homem, poesia e nós. Embriagava-me a vida. Mas não te vi.
Espelhei-me em vitrines, vi teu nome em diversos cartazes, soletrei letra por letra, cada uma com um carinho intenso, procurando gravar em cada uma as parcelas do meu sentimento. Em cada porta aberta tua pessoa era uma pergunta sem resposta. Um ponto de interrogação disperso em um vazio imenso, as beiras de um precipício insondável.
Meio sem jeito, olhei para o lado. Sorri. Pisquei. Não iria chorar, deixaria as lágrimas pra mais tarde. As paredes do meu quarto, os móveis, o silêncio, seriam testemunhas de mais uma desilusão.
E eu não te vi...”
“ – Na melhor das hipóteses, eu não te esperava
O entardecer era sempre uma incógnita. As horas passavam, sucediam-se perdidas em milhões de pensamentos que não eram, nem poderiam ser traduzidos para o real. O sol declinava lentamente, acompanhando a espera. Querendo presenciar o encontro, as nuvens passavam rápidas, uma empurrando a outra. Todos queriam ver.
O encontro não se deu.
Não ri. Nem chorei. Senti um vazio imenso, como se alguém absorvesse tudo de bom que eu tinha.
Na melhor das hipóteses, eu não te esperava.
Sentia-me leve, caindo sem ter um apoio, um chão, um fim para a descida.
A casa tornou-se grande e a minha solidão ecoou em cada canto dela. Ouvia. Conseguia perceber os lamentos que por ali perambulavam. As paredes estavam impregnadas de desilusões, alimentando-se das alegrias que antecederam ao encontro.
Que não se deu.
Andei de lá pra cá levando a solidão e a amargura. Foi então que minha amargura contida de repente explodiu em fases distintas e desconexas. Era um riso escabroso, um choro enfurecido, imprecações injustas. Briga com tudo e todos. Pisei na flor que se abria cálida para o orvalho. Desabafei em prolongadas falas, gestos carregados que denotavam tudo o que tinha de você em mim. Senti desejos arrasadores, explosão de ser o que não era. Desejei transpor o invisível que, aos meus olhos, eram enormes e insuperáveis. Eu sinto falta do inexistente. Do sonho que não consegui sonhar. Do amor que nunca tive. De um passado ausente.
A espera que virou espera.
Na melhor das hipóteses, eu não te esperava.”
Eu, você – O mar e nós.
Saudade das pequenas coisas, saudade dos pequenos gestos. Sobre saudade, sei lá, eu não sei se tu vais me entender. Saudade pra mim é algo indefinível. É a ausência do presente. É andar em grupo e não se sentir parte dele, porque o pensamento está voltado para trás. Para aquela rosa vermelha que alguém colheu. Para as ondas de um mar no verão passado. É olhar o jardim e ver nele um outro. Talvez mais feio ou mais florido. Mas é aquele outro..
O nome ele era sinônimo de saudade. Os braços dele envoltos em minha cintura, sua risada baixa, sua pele quente. Sua forma de passar a mão direita sobre o cabelo escuro quando estava nervoso. Saudade é o modo como ele passava os dedos por meu corpo, contornando minha estrutura e desregulando meus princípios mais supremos. Quando ele beijava minha clavícula e acariciava minha têmpora com as costas das mãos, afirmando que nada possuía mais efeito do que meus olhos brilhando por nós e gritando o seu nome. Ainda não consigo definir. Saudade é acordar na cama dele e ter a honra de vê-lo dormir. Ar tão sublime parecia inofensivo, parecia ser meu por alguns instantes. Saudade é o choque que nossas peles ecoavam quando entravam em sintonia, o modo como nossas pernas se encaixavam, a forma como nossas almas se embalavam. Ainda não sei se me compreendes. Saudade era quando os motivos para ficar superavam os que queriam que eu fosse embora. É sentir o coração martelar e mesmo assim permanecer dormente e gostar da dor. É fazer da tua dor a minha dor. Da tua cama a minha cama. Da tua vida a minha. Saudade era aquela cabana pequena onde o telhado de palha nos permitia contar as estrelas, saudade se dava devido ao fato da tua voz rouca falando besteiras no contorno dos meus ouvidos, me abraçando mais forte a cada poema declamado à luz da lua. Ainda não consigo compreender. Saudade era quando teus olhos sorriam ao encontrar os meus. Trágico fim. Tu fugiste com a beleza da noite. Enfim, chorei. Senti frio, tua ausência. Meus pés pesados, minha mão gélida. E uma lágrima sempre rolava, dos olhos que antes sorriam. Saudade. Senti a carícia da areia fina que não machuca, do silêncio gritante a cada pequena onda. Mas eu ansiava por dias melhores. Queria que em todos os dias a primavera ditasse paz e harmonia. Queria que o revés fosse esquecido. Que o passado não pesasse. Que o futuro atraísse. Mas é impossível quando tua alma multicolorida invade a cidade, encobre o céu e me enlouquece. Isso é saudade? Ficarias tu orgulhoso por ser o protagonista de todas as minhas desgraças? Aquelas as quais espalhei entre mil estrofes... Mas fique tranquilo, jamais contarei sobre o nosso segredo a alguém, ninguém nunca saberá daquela mania tosca tua de dizer que se importava comigo a cada maldito final de semana. E acabou. Eu estava a quinze mil pés do chão e mesmo assim ainda conseguia canalizar os pensamentos nele. Avistando tudo lá de cima, inconscientemente eu não me surpreendia, pois encontrava um azul mais anil e mais bonito quando olhava no fundo daqueles olhos. Os mesmos que refletiam o céu e traziam o ar infinito para si. Doce, fresco e perigoso. Meu veneno agridoce favorito que agora parecia não possuir resto nenhum em minha saliva. Saudade é incompreensível mesmo. Ilusória. Comparei-o com aquela nuvem ao longe tão sólida, entretanto que o ilusório vício me impedia de perceber que era só fumaça o tempo todo. Estas nuvens, as mesmas que em algum momento do passado já desbravei. Sim, eu toquei as nuvens. Vi um infinito errante através da pequena janela. A chuva caía e com ela minhas lágrimas acompanhavam a gravidade. Saudade é aquilo que captura as melhores demonstrações de afeto e as arremessa de uma forma intensa num presente considerável, é aquilo que te algema e aprisiona nos porões da loucura que não te deixam ir. Indo. Rindo. Remando. Re-amando. Não importa se sou um bom marinheiro, a tempestade dele me inunda e eu naufrago. Outra vez.
Eu vivi porque amei e amei até demais.
E nós morremos jovens.”
- Era como se fossem os sonhos, os nossos sonhos se encontrando escondido
Ainda que eu desfolhe todas as árvores da primavera não enxergo o lampejo da tua alma. Ainda que eu desfaça os girassóis em milhares de mal-me-quer, cada pequena pétala é transformada em uma mera recordação. E eu fiquei ali, estática. Temendo a noite, ansiando o dia, me perguntando o porquê das garrafas jogadas ao mar nunca retornarem. Tua presença criou raízes e tua voz confundiu os meus sentidos, se misturando com as espumas do mar através da orla do vento. Ao longe eu avistava dois olhos negros como os teus, mas espera, teus olhos não eram tão turvos. Nem tão escuros. Nem tão tristes. Da vaga lembrança que tenho, tua mirada cinzenta refletia a lua nascendo num horizonte límpido. E na maioria dos sonhos tu estavas lá, padecendo sobre ruínas, as quais vistas do espaço gravavam nossos passos nas pedras rígidas. Oh, não consigo mais desenhar o teu semblante, sucumbi às tremuras da perda enquanto tentava com perspicácia e meia esperança desenhar as linhas da tua face, contornando aqueles teus traços na testa que intercalava incertezas e dúvidas. E tu foste embora como quem nunca cogitou em ser o mal do meu bem. Esqueceu meu nome, meu endereço, o modo como minhas aflições demoram a cicatrizar, você perdeu a oportunidade de ser a sutura das minhas feridas expostas. Saudade do tempo ao qual tu eras o meu refúgio e não abismo para o esquecimento aquele que costumo andar pelas beiradas, na ponta dos pés, de vez em quando. E se caso tu não souberes mais o que fazer, sabe para onde tens que voltar. Não, não estarei aqui quando tua percepção aflorar e fizer-te perceber que eu estava te equilibrando o tempo todo. Faz assim, pega as lembranças do passado e as faça de alimento, as mesmas que me serviram de cobertor nas noites desertas de outono. Garrafas nunca voltam quando jogadas ao mar, baby, e eu não precisava dessa resposta, assim como a cada vez que engano a vida enterrando o meu passado, pareço conseguir dez anos a mais. As curvas das conchas tratavam de sussurrar tua risada de vez em quando. Contudo eu estremecia, forte, oscilando meus batimentos cardíacos com minhas vontades inquietas de reconhecer o teu espectro em cada fonte de vida. Mas tu não eras nada disso. E você se foi. E a cada fim de tarde o sol não se pôs mais.
Ele morria.”
- E de certa forma parte da minha memória morria junto.
Eu queria lhe falar uma coisa,
Mas não tenho coragem de dizer,
Queria mostrar com um gesto,
Tudo o que sinto por você,
A vontade que me dá,
De mostrar pra todo mundo,
A vontade de ao seu lado,
Viver um sonho mais profundo,
A vontade de te beijar por inteiro,
E dos teus braços nunca mais sair,
A vontade de com um abraço,
Todo o seu corpo sentir,
Não sei se já percebeu,
Ou se já tentou entender,
O que eu quero dizer,
É que EU AMO VOCÊ.
Eu e o Tempo
As vezes os velhos dias querem retornar, dias que não gostei de ter vivido. Hoje olho para trás e vejo o quanto cresci espiritualmente isso que me dá forças para afastar tais pensamentos. Conheci a pessoa mais importante na minha vida e a coisa mais fantástica do universo que faz amores adormecerem e acordarem e cura as dores e a saudade que apaga lembranças ruins, magoas e rancores.
Me conheci aprendi a me amar, e a reconhecer todos os meus defeitos e qualidades. E finalmente fui apresentado ao "tempo".
Na minha cama cabia eu e ela com sobra. Hoje, só cabe a saudade. E eu com um pedaço pra fora.
O coração vai aprendendo que precisar ser mais duro. Vai levando algumas bordoadas e se fortalecendo. Depois, já de queixo duro, consegue passar pelas mesmas coisas sem esmorecer ou dar sinais evidentes. A dor é a mesma, a tolerância a ela é que aumenta. Hoje já está melhor que ontem. Amanhã o ciclo se repetirá. Ao fim, sobrará a lição de que tudo é passageiro e que o tempo é o melhor remédio. Um mantra até já conhecido, mas esquecido quando o corte é novo. Se cuida, alguém diz. Vem cuidar de mim, dá vontade de responder. Bobo, né? Mas é assim que a gente se sente, até entender que só nós mesmos é que podemos cuidar dos nossos próprios problemas. Se cuida? Claro. Me cuido hoje pra poder, quem sabe, cuidar de nós dois depois.
Porque qualquer pessoa fica mais bonita quando se veste do seu melhor sorriso.
"O amor acontece naturalmente, sem precisar ser forçado a caber num invólucro que diga de qual tipo é. Embalagens podem ser mentirosas, enganando quem olha de fora e iludindo quem está dentro. Acredito que seja preciso apenas ser sincero. Assim, a força de um “a gente tá junto” de verdade é tão grande quanto uma aliança de ouro no dedo."
Palavras que nunca são ditas
Eu escrevo palavras
que nunca são ditas,
que essas sejam fortes
e às vezes bonitas
Eu brinco de escrever
expondo meus pensamentos,
e só ponho no papel
o que reflete o momento
O meu sentimento
está no tempo que vem,
que virá, no infinito sem mas
O que eu sinto é tudo
mas não tenho nada.
Mergulho no escuro
sem olhar pra trás.
"Eu nunca abriguei nos meus pensamentos a vontade de ter voce pra mim intacto. Te quiz com todos os seus defeitos, suas neuras, seus deslizes.
Mas, voce não sei se entendeu meu pedido de amor.Não pedí amor correspondido, pedí amor de Ser.
Acho que fui longe demais e voce se esquivou.Voce teve medo.Medo do amor.
Triste a decisão dos que se fecham em conchas por medo de amar. Mas, sabe lá o quê...O amor é esquisito e doído.
Então, até que se prove o contrário, na minha santa opinião, o amor é uma esculhambação total .
E triste quem não se joiga por medo de afundar.
Quem ama não tem que temer o Sim e o Não.Mas tem sim que entender que o outro pode não estar na mesma sintonia, na mesma cama ou na mesma lama...da desilusão.
Amor é tão vagabundo, que chego a pensar que ele vive catando migalhas, por que prefere não se envolver em uma mesa arrumada só pra ele.
Fico achando que nada mais me surpreende. O amor é solitude, mas é tambem como uma folhinha de papel que se dissolve na água.
Saiba, meu caro, minha cara....Se voce perder muito tempo em desvendar o que sente, pode cair na "desformosura" de nunca sentir aquele frio danado na barriga.E que pense: Descompostura é melhor!
Amar é cuidar!!! Amar é querer pra sí.
É nunca pensar-se desprovida...
Por que não amar...é perder tempo nesta vida".
Pouco conheço-te
Quando nas entranhas da vida tu vivias
Eu relaxado e calmo vivia a alegria
Alegria, essa de quem esperava firme
Quando brincavas abrindo os abraços dia-a-dia
Eu não me apercebia
Quando pela primeira vez deste o primeiro grito
Fazendo a alegria do dia
Eu não ti ouvia
Por que naquele instante sofria de alegria
Alegria, essa sem fim
E um sofrimento sem dor
Quando deste o segundo grito
Todos ouviram-te, mas eu não
Quando todos viram-te
Eu desconhecia-te, mas a esperança sempre crescia
Quando fazias os primeiros passos
E com um sorriso no rosto
O teu horizonte abria-se
E ai, vivia de encanto
O meu mundo ia alargando-se
O meu ser ia formando-se
E quando disseste: “PAPÁ, PAPAI, PAI”
Ui! Oh!
Eu em pensamento “SUS, ÚPA!”
E ai firmava algo dentro de mim
Que dizia:
Pouco conheço-te.
Ah o seu cabelo...
Como eu quis poder tocá-lo! Tão belo ele ficou, tão cheiroso, tão bonito...
Ainda agora a sua imagem não me sai da cabeça, basta fechar os olhos e lá está você, com seus cabelos dourados e sorriso fascinante.
Foi como ver o impossível, fiquei extasiado.
Ficou gravado.
Maravilhosa, espetacular, sem mais...
neste instante, em que eu escrevi e você lê; quarenta e cinco minutos depois das cinco e quinze, da manhã do dia 22 de agosto de 1959, meu pai da entrada no hospital municipal do Tatuapé, Sampa, vítima de um tombo. ficou emocionado ao saber que eu acabara de chegar.
minha mãe no quarto, chora... está feliz!
meu pai em uma maca, chora... fraturara a perna.
eu no berçário, choro... olho os seios da enfermeira! faminto, não sei quais os perigos por não reconhecer a verdadeira fonte de alimentação!
Bola de cristal eu não tenho para prever o amanhã.
Ahh! a vida se vive a cada dia, o amanhã que se dane.
Ria se o amanhã não se danar e acabar comigo.
Ahh! mas se o ontem não acabou comigo hoje, dane-se amanhã
Como eu posso pensar no amanhã se nem resolvi o que preciso
Hoje? Sei la! dizem que o amanhã só a Deus pertence.
O que devemos fazer é deixar que ele cuide do nosso amanhã
:::::::::PAI::::::::
Que minhas escolhas sejam sempre orientadas
por Ti, e que eu nunca saia do centro da tua
vontade. Preciso de Ti pra viver, pois a vida
sem ti ñ é vida é simplesmente existir. Mas
viver contigo é ter a plena convicção de que
um dia nos encontraremos e viveremos juntos
pra sempre, viver contigo é saber que mesmo ñ
te vendo posso te sentir e te encontrar quando
fecho os meus olhos pra contigo falar. Viver
contigo Pai me leva a acreditar no que para
mim é impossível , me faz crer que vou viver
infinitamente mais além do que eu peço e
penso. Viver contigo meu Deus me ajuda a
caminhar alegre todos os dias na espera de um
dia poder te Abraçar e dizer o quanto sou grata
por tanto amor dispensado a mim meu Pai.
Mesmo sendo tão imperfeita, fraca e falha ñ
tenho dúvidas de que ainda assim Me Amas.
Mesmo caindo as vezes, corro pros teus braços
e Tu me restaura, renova as minhas forças e
me ajuda a prosseguir...
Te AMO DEUS, Meu TUDOO...
Eu sinto o efeito do afeto
Mudei meu conceito sobre o que tá correto
Alguns querem bens, outros dividir teto
Quer viajar de leito enquanto quero tá perto
E só observo, não me vejo objeto
Que possa ser usado assim, então me entrego
Pior que meu jeito é um pouco diverso
Eu fico iluminada assim, e me enxergo
Com você perto de mim, não tem papo
Eu quero a vida inteira assim, e não nego
Basta te encontrar, eu, você e o universo
Pra manter nosso clima assim tão direto
Seu perfume é um soul,
Com Essência de afeto
É tão louco, o contato é tão pouco
Mais ...
Me inspira a escrever versos
Quando você parte leva junto a minha paz
Machuca o coração, pensar que a gente pode não
Se ver mais, não se ter mais
Me diz como faz pra te ter mais. 2 x
Deitado na minha cama acende um green
Dá um beijo em mim, cê fica bunitin
Assim, sem pose, sem medin
Vem comigo pretin, não para de me olhar assim
Quando a noite começa eu desconheço o fim
Quando você me abraça não dispassa o sim
Fica mais doce que cajuzin, tão docin, tipo quindim
Do tipo que aperta a mão e machuca
Dá vontade de banho de chuva
Te chamei pra viver uma aventura do lado
que eu abrace e me sinta segura
Conhaque ou sorvete de uva
Quero desfrutar da sua doçura
Vem ... que muito quero ser sua
Vem que qual quer hora a gente volta pra rua
Se cobre de verde que tá friozin
Me acorda se eu dormir pra te da um beijin
Sem pensar no que dissera sobre nosso fim
Quando você parte é chegada a parte ruim
Ruim
Eu tenho medo de te perder, perder esse teu sorriso que me ganha tao facilmente, essa sua boca que me fascina, você por quem me apaixono todos os dias.
Por você eu desistido de todos os planos que fiz para minha vida, para viver com você. Daria toda a minha alegria para você, para ver um sorriso em teu rosto. Faria todas as tuas vontades, só para te ver feliz.
Você e mais do que pedi a Deus.. Você e meu presente de Deus!! (Para Minha Pekena May Marinho)
O MEU GRANDE MEDO
ELE ME VÊ
E EU TENHO MEDO POR ISSO
ELE ME VÊ, E ME PERCEBE.
SABE, LÊ NO MEU SORRISO, NO MEU OLHAR,
NO PENTEADO DO MEU CABELO, NO MEU TOM DE VOZ...
NAS VOLTAS QUE MEU CORPO DÁ
NO ACENDER E NO APAGAR DAS LUZES,
NO ABRIR E FECHAR DAS PORTAS,
NO AROMA DO MEU PERFUME.
ELE ME VÊ, OLHA E PERCEBE
E EU TENHO MEDO DISSO
EU SEI QUE ELE SABE QUE GOSTO DELE
E ISSO ME DÁ PAVOR!
EU TENHO MEDO DE SABER QUE ELE SABE QUE GOSTO DELE.
Bom, eu sei bem que uma rede social é pouco pra agradecer todo o carinho e conselhos que tive de amigos nos últimos dias, primeiro agradeço a Deus por todo dia nos dar um sol que nasce lindo a cada dia dando não só a mim mais a todos por mais um dia, uma nova oportunidade.
O gesto de carinho e acolhimento que recebi não tem PREÇO é algo que eu vou levar comigo para SEMPRE, e estou muito feliz por todos e agradecida. Foi no momento da perda em minha vida que pude ver quem é verdadeiro e quem eu vou querer levar comigo.
A todos aqui eu deixo o meu muito obrigado, e que Deus possa um dia recompensar a todos da melhor forma, e se um dia qualquer um precisar de mim, eu saberei bem o que fazer.
Agora é a hora de trilhar novos caminhos, hora de ser feliz!
Obrigado meu Deus, Obrigado a todos...
Flutuando
Quando me
permitia ver o seu rosto…
Eu flutuava,
como Dente-de-leão ao ar…
Parecia viver
a intensidade de mim.
Hoje!
Sem rosto, sem sonhos…
Sem a sua presença…
Sou apenas folha morta
levada pelo vento.
Sabe-se lá onde ele irá me deixar!
O amor, quando me falta…
A vida perde a razão!
E fico morta,
até um novo amor encontrar.
Até outros olhos,
poderem dividir a luz com os meus…
Trazê-lo Para Mim
Eu tentei
tanto segurar
o seu coração…
Senti-lo!
Trazê-lo para mim.
Fiz de tudo!
Lutei…chorei.
Implorei…
E você cada vez
mais distante de mim.
Descobri…
Que quanto mais imploro,
mais te quero.
Mais afasto você de mim.
Resolvi então dar um tempo
às minhas buscas,
aos meus quereres.
E respirar…
Te aliviar…
Depois quem sabe?
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