Texto Qm sou eu
Assim se resolve toda minha vida sem pressa de saber quem sou no esconder de um triste sentimento;
Me apago de constrangimento quando você se dá conta que te assisto durante horas que passo a jurar minhas pistas mais intensas que me fazem pagar o preço de não te merecer;
Nem sempre eu lamento muito menos em silêncio que me impede de gritar ao mundo meus sentimentos por você;
Não sou rebelde nem maluco por não seguir regras, não acredito que vale realmente a pena de ser totalmente normal para ser chamado de cidadão;
Sou único e insubstituível para enfrentar as invejas e sentimentos que tenta me derrubar, peculiar com anomalias indiscretas para que ao final enxergarem minhas vitórias;
Não preciso dizer o que você já me diz que me adora, que sou foda e que sempre você perde o sono quando estou em seus pensamentos;
E o meu êxito que nunca procura os seus reveses para ser originalmente lúcido para se perder o juízo e pronto para enfeitar o que se deseja;
Perceba que autenticidade não se esconde do coração, mas sim se omiti em algumas situações para saber se vale a pena;
Quanto tempo que estou perdido? Procurando um alguém que me complete e me diga que sou insubstituível;
Não sei onde estou, nem onde me procurar para subir nas asas do amor e certificar-me de que os sentimentos do amor são reais;
Já chorei pela saudade do que nunca tive e nunca vivi, não quero a penalidade de ninguém para enxugar as minhas lágrimas que já não me fazem mal;
Sou rodeado por perigos inoportunos e insensatos que se mostram por descrenças cuja inveja domina para ensinar a destruir o que indica a tristeza;
Mas eu nunca abandonarei meus sentimentos mesmo quando alguém que tanto tenho apreço não mais esteja ao meu lado;
Não me negues e não se arrependa procurando explicações que justifique as suas atitudes no qual me faça entender;
Estou distribuindo sentimentos que aliviam as dores e atormento do coração, portanto nem sempre sou bem visto e utiliza o meu carinho como insensatez;
Sou acalentador e não ilusão sou coração e não tão galanteador vivendo em outro lugar usando as suas mãos como se esperasse mais;
Você poderá ver-me servindo os sentimentos um tanto intenso com minhas verdades e contribuindo com o próprio coração;
Sou um poeta capaz de trazer o infinito em suas mãos, fazer que as estrelas cultuem a sua beleza e o universo se renda aos teus olhos que tanto encanta;
Pois em uma das minhas mãos tenho a felicidade e a esperança para nos erguer na dignidade por que quando fecho os meus olhos meus pensamentos vão de encontro aos seus;
Sou um pecador sem inocência chegado a uma cama desatinada que me faça pensar que ali já estive;
Não encontro minhas saídas, mas sinto você tão perto para ver o teu suor pelo que você deseja, podendo ter e viver quando bem queira;
Quanto mais estou em suas mãos mais pensa em me usufruir e nunca me esquecer e sim me subverter;
Poeta ou anjo? Veja-me como for necessário ou como melhor entender, pois sou a tua imaginação para alcançar a felicidade em sonhos reais;
Poeta ou apaixonado? Acredite como quiser, mas me tenha no coração para te proteger contra as tristezas e frustrações;
Poeta ou conquistador? Sendo o que escolha para sua conveniência ou aposte no escuro para ver no que dá;
Sou o amor de Saron onde nunca envolveu quais queiram os sentimentos, mas outrora fui às rosas de Adônis que tanto se fez lírios dos vales;
Serei as certezas de Sócrates e as inspirações de Aristóteles para falar-te as verdades do meu coração;
Pois o meu amor não provém somente de meu coração e sim das minhas atitudes que tanto se fazem proveitosas aos olhos de quem me assiste;
Sou um apaixonado carente de amor, carente de atenção e talvez ferido no coração, com a dor que não se cala e que não para, só quero viver e não temer para deixar de sofrer e enfim sorrir e a felicidade conhecer;
Sentir a brisa no rosto, trazendo-me a certeza do que seja verdadeiro sendo merecedor pelo o que devo ganhar;
Vi a frustração levar minha esperança, feito bala de “762”, tendo privação quando sou lembrado, um alivio para me tirar de sena para viver sem dignidade;
Minhas escolhas foram de dar o meu coração, mas errei em viver se perdendo em aprender dizer a Deus com certo medo de viver;
O orgulho do povo é a perda de algo bom para desespero da nação para manter a descrição de forma hipócrita;
Sei que preciso de muita coragem para provar quem realmente sou e do que sou capaz, pois as minhas diferenças são entendidas como complicadas;
Em um mundo que se move nem sempre ao meu favor que escrevo a minha vida da melhor forma da simplicidade e do amor;
E facilmente é compreendida pelo coração, quando se há interesse a essa imensa loucura no dever que a consciência te impõe;
Sou o desejo que te cerca querendo invadir o seu corpo em prazer insano e satisfatório, para que você se situe no querer e pelo que sonha em fantasiar;
Sou o pecado proibido, porém gostoso e desejado por suas entranhas em sua intimidade que se faz inocente as minhas intenções;
Ser ou não ser não é só questão de opinião é questão de atitude em querer e ser, mas se importando em viver;
Sou a escolha errada de um verso vivo mal-entendido, porém verdadeiro escrito em algum instante por qual quer filosofo não menos importante;
Posso ser a fúria do acalento que se mostra pelo silêncio cortante que emite a pureza da inocência... Ah as tuas manhãs de felicidades me inspiram para escrever a tua história;
Desejo ser o teu sorriso mais perfeito que já se desenhou em tua face e com a definição de gostoso...
Sou melodias simultâneas no qual se equilibra em acidentes sentimentais... Acidentes sentimentais! Como pode ser acidente dois corações que se encontram?
Então se tornaria mórbido os sentimentos dos seres ilusórios, por quê? Pra que? Valeria a miséria do coração...
O coração não se alimentaria de vertigens ou solidariedade passiva com intenções subjetivas;
Sou o meu próprio alvo em provar que não devo provar nada a ninguém e que o meu dialeto não é equivoco da incerteza do invejoso de mim...
Não espero nada de quem nada tem a me oferecer, sem verdades... Somente ilusões que satisfaça e sim disfarça a origem banal da incapacidade sem valor...
Não busco guerra, mas também não me entrelaço com o descaso de ser quem não sou...
Der repente não sei armar o que pensei para imaginar que sou o que não sou... Agente não queria se amar, mas no silêncio sim... Ah no silêncio nos queríamos...
Possuir um ao outro sem razão que siga alguma regra eventual, apenas nos entregarmos para o prazer carnal... Disso eu sei... É gostoso e meu corpo precisa;
Ó vida perdoai-me por pecar de forma tão intensa, mas sou homem e nada sei para com o amor que tanto me desatina...
Nunca fui escravo de ninguém... Sou o meu próprio líder sem magoar a quem me ofendeu ou invejou por falta de capacidade...
Sei o que devo proteger por entre perigos, pois é sempre da própria fé que se destrói a própria esperança... Ah vida tende o sopro do reconhecimento até mesmo quando tudo é traição...
O meu céu tem estrelas e o teu sorriso estampado nele me convém querê-lo mais que tudo... Ó a minha esperança é cheia da eternidade que te oferece a calmaria dos meus sentimentos...
Em tua intimidade sou conforto, em teus braços o que queira, em sua boca sou o sabor e em teu corpo a sua saliência... Provoco-a tocando em teus lábios, te excitando e te provando no qual desperte as suas essências...
Desfaleço em insanos gemidos, entrelaçado com os desejos que acompanham os teus sussurros...
Surpreso eu estou pelos suaves tormentos que me desatinam com pequenas loucuras e me levam onde jamais pensasse ir... Pela magia do domínio matando a sede por mim...
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