Texto para um Bebe

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É lamentável, quando chegamos em determinado momento da nossa vida, no qual olhamos para trás e percebemos que desperdiçamos o nosso tempo, a nossa energia, de que derramamos lágrimas inúteis por alguém ou algo que não nos deixou nada, além do pesar... Sim, eu sei o quanto dói e/ou doeu. Desta mesma forma, há muitos de nós que nos acomodamos a viver situações falsas, desgastadas, vaporizadoras... Porém, enquanto vivermos olhando para trás, jamais conseguiremos seguir com paz. Já imaginou como será subir uma escada de costas? Sempre olhando para o degrau de baixo? É esse estilo de vida que muitos seguem, não conseguem se libertar do que já passou e insistem em questionar a si e ao universo o porquê de não "ir para frente". Como podemos expandir os nossos horizontes se fazemos questão de nos mantermos presos dentro de uma pequena caixa? - Liberte-se.
- Desapegue-se de toda mágoa, rancor... DE TODO O PASSADO.
Não deixe para amanhã, escolha hoje, agora. Reinicie-se!! ~B.

"Pois é, sei lá… Foi perdendo a graça, foi esfriando, sabe? A gente fica até surpreso como uma infinidade de momentos, de olhares, de palavras, foi se perdendo assim no tempo. Mas acabou, e hoje digo isso de uma forma que não dói, sem dá tempo pra lembranças boas ou ruins, acabou. E eu que achei que quando ti visse por aí na rua eu abaixaria a cabeça, hoje eu te olho nos olhos e não sinto nada, acho que isso é bom mas pra quem já foi tudo, hoje em dia ser quase que nada em sua vida é meio complicado. O erro não foi meu, nem ao menos seu, é que talvez nosso caminho devia ser esse mesmo, eu para um lado e você para outro."

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O Desconhecido
Você não sabe quem eu sou,
Ms eu sabe que eu existo.
Eu vivo em você,
Dentro do seu coração,
Faço parte de cada partícula sua,
em cada átomo eu estou presente.

Sou como o fogo queimando as tuas veias,
Mas de um jeito masoquista;
Cada sorriso teu sou eu que provoco,
Cada lágrima derramada eu estou presente.

Eu sou um afago quando necessário,
Sou um tapa cortando a tua alma;
Sou a alegria, mas também a depressão
Sou o calor, sou a invasão,
Sou a coragem mais medrosa.
Não... Eu sou o medo mais corajoso.

Eu sou o limite sem fronteiras eu sou puro,
mas também a obseção.Desconfias que eu sou o Criador?
Não eu sou a criação, ou melhor o motivo da criação.
Já adivinhou?É eu sou o amor.

E indiscutível saber que ⁠o quão profundo é um sentimento de um amor não correspondido, sentimos tanto que acabamos não sabendo diferencia as fincadas e as batidas que sentimos se são de dor, tristeza, ódio ou se ainda e amor.
Quantas vezes esses sentimentos perambula dentro do meu coração as vezes eu só queria um botão de stop pra nunca mais sentir nada por você.

⁠Ontem foi a um ano e todo esse tempo está passando rápido demais . Nada aconteceu antes do agora, você não sabe oque comeu, você não sabe oque bebeu,tudo oque você sabe e tudo oque você sente, vai embora na insônia, no final da noite e esquece de tudo mais uma vez.
Também não o existe o futuro, não á esperança. A vida não espera nada de mim nem eu espero nada dela.Eu não sinto, eu realmente não consigo sentir nada, eu já não consigo aproveitar aquele momento em que todos estão felizes,nem parece que eu vivo de verdade, Eu estou apenas respirando .
Eu me perco nas minhas mentiras, faço isso pra me sentir bem, tentando esquecer que minha vida é uma bosta,minto tanto que eu já não sei oque é real .oque realmente mora dentro de mim não é nada mais que minha insatisfação e infelicidade.....

⁠Trilho meu caminho
Escrevo minha história..
Cedo percebi que a vida bem vivida, não é sobre a quantidade bens que juntamos
Mas sim sobre a quantidade de corações que ajudamos
Ou sobre as marcas que no mundo deixamos...
É sobre viver...amar...perdoar
É sobre mudar....começar novamente, sempre que o necessário
Em outra cidade, estado ou país
É juntar e colecionar momentos..
É apreciar até os detalhes mais pequenos..

A maior riqueza talvez seja aquela que não pode ser contada.

⁠Únicos
Tempos únicos
Pessoas únicas
Almas únicas
Momentos únicos, que se foram
E não iram mais voltar
O passado é repleto de decisões únicas, que não poderam ser decididas novamente
Decisões únicas que terão por sua vez trilhado um futuro único e tão incerto...

Decidido sobre a vida que almeja viver
Cabe agora a si próprio
Viver a vida única que tem
Da única e melhor maneira que se vivi
E se viveu no passado...

⁠Ela é a dona de um sorriso puro
E do abraço mais seguro que já pude sentir..
Me encantei pela forma que sonhava, e realmente corria atrás de seus sonhos
Me apaixonei pela sua escrita, e pela história tão curta que criamos.
Forjei minha morte no final da nossa história, e voltei a realidade..
A verdade...é que eu nunca te mereci.

⁠mas a gente vai precisar de algum adulto
eita, eu já sou um
tá tudo tão oculto
podia tá ouvindo aquele álbum
pela mesma dança e nervosismo
passando pelo mesmo estresse
a paixão na força de um sismo
que somente me estremece
procuro os mesmos nomes
ignorando o que tem a minha frente
por que tu não somes
que nem como pediu e ecoou na minha mente
sem métrica
meus poemas sempre foram assim
sem técnica
nem meus estudos tão afim
brincadeira de ego
torço pra não dar certo pra maioria
e pro meu carma me faço de cego
e na insatisfação sou senhoria
tento ouvir as mesmas músicas
pra me fazer sentir o que eu sentia
as sensações mais únicas
pras quais meu coração não mentia

⁠Nada faz sentido
Isso faz sentido?
Nada nesse mundo faz sentido
Você não faz sentido
Eu não faço sentido
Nós não fazemos sentido
O mundo não faz sentido
A vida não faz sentido
Não faz sentido dizer que nada faz sentido
E não faz sentido procurar sentido em algo que não tem sentido
A própria palavra sentido acabou perdendo o sentido
No fim, acho que isso nem fez sentido

Tudo se torna música pra quem olha através da sua própria visão, além do que sua vista permite enxergar.

Não estou falando de enxergar, mas muito mais que isso... de sentir!

Tudo que é bom não é visto, é sentido.

Uma vez ouvi que a vida não é feliz, ela somente tem momentos felizes dos quais guardamos por uma vida inteira!

Sinta até que não possa sentir mais... viva!

O que é ser humano?


Somos seres passageiros.
Importantes ou não, ficamos gravados na memória de alguns —
como alguém ruim, ou como alguém bom.


O que cada pessoa pensa de mim, de você…
jamais saberemos por completo.


Eu e você podemos ser tantas coisas:
tímidos para uns, frios e grosseiros para outros.


Para alguém, podemos parecer carinhosos;
para outro, grudentos, chatos — talvez até tarados.


Isso somos nós: a humanidade.
Um ser que evolui e regride, que brilha e se apaga.


Essa é a beleza — a dúvida.
A vida é assim:
um espelho rachado,
onde cada fragmento mostra uma face diferente do que somos.

Sempre te chamo de bonita mas bonita?


Você é princesa mais linda da minha Disney, teus olhos são como os de uma medusa me petrificam pra nunca parar de admirar, sua voz é melhor que o mel mais doce e puro de todo o mundo, seu corpo é perfeito mais é o que menos importa, sua personalidade é viva, cada vez que falo com você meu coração incendeia e acelera mais que um carro de corrida, espero que nossa relação dure 2 pra sempre, 4 sem fim, 6 mil milhões de anos, longe de você parece que algo falta, você é um quadro complexo com mais de 1000 detalhes e eu admiraria cada um


ENTÃO VOCÊ NÃO É BONITA, VOCÊ É PERFEITA

Lembro-me claramente como era a dor...
A tal insuportável "dor" causada somente por mim a outra pessoa a pessoa que devia ser a única que nunca seria machucada por mim.


Falando assim mesmo ferida~
Ele seguiu sua vida tão fácil porque não poderia fazer o mesmo.


Mais o tempo não permitiu eu teria que passar por aquelas memórias da dor insuportável.

Era uma vez um menino que sonhava em versos
E descobriu que o mundo é um moinho,
Moendo sonhos em chão de giz,
Transformando flores em espinhos.

Aprendeu que ser sensível demais
É carregar uma cruz de vidro,
Que a vida corta quando toca,
E que o amor pode ser um vício.

Pediu socorro nas madrugadas,
Quando o silêncio pesava mais,
E percebeu que nunca seria suficiente
Para ninguém, nem para si jamais.

O tempo passou como lágrimas na chuva,
Transbordando em noites sem dormir,
Até que aprendeu a deixar fugir
Tudo o que um dia quis construir.

No final, restou apenas paciência
Para os adeus que ninguém escutou,
E a certeza de que algumas dores
São grandes demais para quem as guardou.

Você não sabe o peso que carrego,
Nem eu sei mais onde encontrar
O que perdi no meio do caminho
Entre o querer e o desistir de amar.

Não vale apena ocupar muito a memória (sua e do celular) é difícil! muito difícil (pelo menos para mim) extraí aprendizado de algo que incomoda, com aquilo que incomoda na memória.
A mente fica remoendo, e só foca na parte negativa.


Às vezes é preciso se afastar do caminho que as pessoas estão seguindo, e olhar de longe onde aquilo vai dá. Talvez distante, com a mente aberta, livre de incimodos, seja possível enxergar outro caminho sem os incômodos do caminho anterior. Sempre há muitos caminhos e novos desafios.


O problema é quando os desafios prejudicam a maneira como caminhamos. Seguir em Paz, buscando agregar a quem julgarmos merecer, é o que importa na vida, se morrermos antes de chegar ao nosso destino.Até porque a vida é incerta, mas a morte não!

O futuro é um presente.
Há quem nunca acorde para ver o mundo crescendo bem diante dos seus olhos.
Presos a um desespero de querer consertar tudo,
achando que só assim têm propósito.
Mas esquecem que errar, falhar e temer
faz parte de aprender.
O medo é o que vem antes do crescimento.
E permanecer de pé diante dele…
é o que dá a um herói motivo para acreditar em um amanhã melhor

Tentativa


Como era doce
a ignorância que aqui me trouxe.
Prazer — chamavam-me de esperto.
Agora me proclamo louco,
talvez o único consciente.
Aqui me chamam de desobediente,
e até inconveniente.
Se lamente.
É o que faço diariamente.
Não pense.
Não tente.
Infelizmente…
do que vale pensar diferente
num mundo que escolhe
quem apenas sente?
Não é continuação.
São palavras que chegaram à minha mente,
como sempre, algo diferente.
Trouxeram uma sensação de presente —
talvez eu esteja vendo o mundo
por nova lente.
Se eu estiver nas garras do futuro,
ou nas minhas próprias — pois não sou puro —
sou mais do mesmo,
e de mim mesmo não esqueço.
Talvez por mim mesmo pereço.
Posso dizer que não mereço
Mas nem eu sei meu preço
Eu minto talvez por extinto
Por mais que não pareça eu sinto
Tentar se expressar que ironia do falar
Pior que isso só querer se encontrar
falam como se tudo pudesse mudar
Não é como se bastasse não se calar quando o mundo decide que vai falar


Por mais um aí

Refém Dos próprios Pensamentos


Quando você pensa demais, a maldita insegurança lhe atrai..traz pensamentos que lhe atrasam muito mais, mas quando a insegurança bater,pense menos e foque mais em você. Por ser um pensador excessivo, a insegurança vem e vai lhe consumindo.No final de tudo, sua alegria vai se esvaindo, e seus pensamentos mórbidos vai te destruindo.
Normalmente, a insegurança vem do ato de você se cobrar demais, ou por não acreditar que é capaz de conseguir aquilo que tanta anseia em ter, Então...deixe esses pensamentos de lado, e entenda que quem define o seu próprio resultado é você 🫵🏻 resumindo,a insegurança é só um obstáculo que você mesmo coloca na sua vida.

MANIAS DOS ESCRITORES




O escritor Wolfgang Von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta.


O escritor Pedro Nava parafusava os móveis de sua casa a fim que ninguém o tirasse do lugar.


Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar sequer uma televisão. Todas as obras foram escritas a bico-de-pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.


Euclides da Cunha, Superintendente de Obras Públicas de São Paulo, foi engenheiro responsável pela construção de uma ponte em São José do Rio Pardo (SP). A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, por via das dúvidas, abandonou a carreira de engenheiro.


Machado de Assis, nosso grande escritor, ultrapassou tanto as barreiras sociais bem como físicas. Machado teve uma infância sofrida pela pobreza e ainda era míope, gago e sofria de epilepsia. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado foi acometido por uma de suas piores crises intestinais, com complicações para sua frágil visão. Os médicos recomendaram três meses de descanso em Petrópolis. Sem poder ler nem redigir, ditou grande parte do romance
para a esposa, Carolina.


Graciliano Ramos era ateu convicto, mas tinha uma Bíblia na cabeceira só para apreciar os ensinamentos e os elementos de retórica. Por insistência da sogra, casou na igreja com Maria Augusta, católica fervorosa, mas exigiu que a cerimônia ficasse restrita aos pais do casal. No segundo casamento, com Heloísa, evitou transtornos: casou logo no religioso.


Aluísio de Azevedo tinha o hábito de, antes de escrever seus romances, desenhar e pintar, sobre papelão, as personagens principais mantendo-as em sua mesa de trabalho, enquanto escrevia.


José Lins do Rego era fanático por futebol. Foi diretor do Flamengo, do Rio, e chegou a chefiar a delegação brasileira no Campeonato Sul-Americano, em 1953.


Aos dezessete anos, Carlos Drummond de Andrade foi expulso do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), depois de um desentendimento com o professor de português. Imitava com perfeição a assinatura dos outros. Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém notou. Tinha a mania de picotar papel e tecidos. "Se não fizer isso, saio matando gente pela rua". Estraçalhou uma camisa nova em folha do neto. "Experimentei, ficou apertada, achei que tinha comprado o número errado. Mas não se impressione, amanhã lhe dou outra igualzinha."


Numa das viagens a Portugal, Cecília Meireles marcou um encontro com o poeta Fernando Pessoa no café A Brasileira, em Lisboa. Sentou-se ao meio-dia e esperou em vão até as duas horas da tarde. Decepcionada, voltou para o hotel, onde recebeu um livro autografado pelo autor lusitano. Junto com o exemplar, a explicação para o "furo": Fernando Pessoa tinha lido seu horóscopo pela manhã e concluído que não era um bom dia para o encontro.



Érico Veríssimo era quase tão taciturno quanto o filho Luís Fernando, também escritor. Numa viagem de trem a Cruz Alta, Érico fez uma pergunta que o filho respondeu quatro horas depois, quando chegavam à estação final.


Clarice Lispector era solitária e tinha crises de insônia. Ligava para os amigos e dizia coisas perturbadoras. Imprevisível, era comum ser convidada para jantar e ir embora antes de a comida ser servida.


Monteiro Lobato adorava café com farinha de milho, rapadura e içá torrado (a bolinha traseira da formiga tanajura), além de Biotônico Fontoura. "Para ele, era licor", diverte-se Joyce, a neta do escritor. Também tinha mania de consertar tudo. "Mas para arrumar uma coisa, sempre quebrava outra."


Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, numa viagem de trem. Puxou conversa: "O senhor gosta de Camões?" Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar os amigos. Foi escoteiro dos nove aos treze anos. Nadador do Minas Tênis Clube, ganhou o título de campeão mineiro em 1939, no estilo costas.


Guimarães Rosa, médico recém-formado, trabalhou em lugarejos que não constavam no mapa. Cavalgava a noite inteira para atender a pacientes que viviam em longínquas fazendas. As consultas eram pagas com bolo, pudim, galinha e ovos. Sentia-se culpado quando os pacientes morriam. Acabou abandonando a profissão. "Não tinha vocação. Quase desmaiava ao ver sangue", conta Agnes, a filha mais nova.


Mário de Andrade provocava ciúmes no antropólogo Lévi-Strauss porque era muito amigo da mulher dele, Dina. Só depois da morte de Mário, o francês descobriu que se preocupava em vão. O escritor era homossexual.

Vinicius de Moraes, casado com Lila Bosco, no início dos anos 50, morava num minúsculo apartamento em Copacabana. Não tinha geladeira. Para agüentar o calor, chupava uma bala de hortelã e, em seguida, bebia um copo de água para ter sensação refrescante na boca.


José Lins do Rego foi o primeiro a quebrar as regras na ABL, em 1955. Em vez de elogiar o antecessor, como de costume, disse que Ataulfo de Paiva não poderia ter ocupado a cadeira por faltar-lhe vocação.



Jorge Amado para autorizar a adaptação de Gabriela para a tevê, impôs que o papel principal fosse dado a Sônia Braga. "Por quê?", perguntavam os jornalistas, Jorge respondeu: "O motivo é simples: nós somos amantes." Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: "Muito prazer, encantado." Era piada. Os dois nem se conheciam até então.


O poeta Pablo Neruda colecionava de quase tudo: conchas, navios em miniatura, garrafas e bebidas, máscaras, cachimbos, insetos, quase tudo que lhe dava na cabeça.



Vladimir Maiakóvski tinha o que atualmente chamamos de Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC). O poeta russo tinha mania de limpeza e costumava lavar as mãos diversas vezes ao dia, numa espécie de ritual repetitivo e obsessivo.



A preocupação excessiva com doenças fazia com que o escritor de origem tcheca Franz Kafka usasse roupas leves e só dormisse de janelas abertas – para que o ar circulasse -, mesmo no rigoroso inverno de Praga.



O escritor norte-americano Ernest Hemingway passou boa parte de sua vida tratando de problemas de depressão. Apesar da ajuda especializada, o escritor foi vencido pela tristeza e amargura crônicas. Hemingway deu fim à própria vida com um tiro na cabeça.



O poeta português Fernando Pessoa tinha o hábito de escrever sob diversos pseudonimos, cada um com um estilo e uma biografia próprios. Ente os pseudonimos adotado estão Ricardo Reis, Alberto Caieiro e Álvaro de Campos.

Inserida por andre78reis