Texto para um Bebe
A direita:
A lealdade é até onde se convém, depois é cada um por si, em que "uma mão lava a outra" é a definição de companheirismo;
Defendem apenas suas próprias famílias;
Defendem a destruição e desmatamento do meio ambiente em prol do progresso de alguns grupos seletos;
Usam uma única religião e um patriotismo ditatorial tosco como refúgio e fachada para seus verdadeiros interesses;
Prezam pela cisão e polarização social e no individualismo e em apenas grupos elitistas, aristocratas, oligárquicos com mesmos propósitos escusos;
As leis e regras não são aplicadas a eles pois são os mesmos que as fazem ou usam o lobby para isso;
Todos criminosos são apenas da esquerda e cometem crimes motivados por interesses ideológicos;
Cultura é onde se cultiva soja, milho e trigo para alimentar a agricultura animal e não pessoas.
Viés de Confirmação e Falácia do Espantalho são as únicas formas de argumentações e diálogos, com exageros, fatos falsos, incompletos e mentirosos.
A esquerda:
Têm forte lealdade e companheirismo;
Defendem suas famílias e a de todos os outros;
Defendem o progresso com sustentabilidade com o mínimo de impacto ao meio ambiente;
Qualquer tipo de religião e diferentes manifestações de fé e a valorização e soberania nacional é de interesse coletivo;
Prezam pela união e coletividade entre as classes sociais e pelo apoio a minorias marginalizadas, para aumentar a inclusão, a qualidade de vida e o bem estar social;
As leis e regras são para todos;
Há diferentes níveis de criminosos que atuam de acordo com suas necessidades transgressoras;
Cultura é um conjunto de crenças, valores, costumes, conhecimentos, arte, leis e hábitos que um grupo de pessoas compartilha e transmite ao longo do tempo não se limitando apenas a manifestações artísticas como música, dança ou pintura;
Diálogos com argumentos racionais e de bom senso, sem viés e falácias e sem falsos fatos, invenções e mentiras, são aceitáveis para um consenso.
“Cada existência carrega um propósito maior, e tudo que vivenciamos ocorre exatamente como deve ser, guiando a alma em seu caminho de ascensão.”
Trecho do livro O caminho de volta pra casa: um convite pra compreender sua jornada, honrar sua linhagem e retornar ao Sagrado que habita em você
“O adulto não se percebe buscando um pai, ele acredita estar em busca de amor, reconhecimento, segurança, sentido ou direção. Por trás dessas buscas legítimas, porém, opera a tentativa silenciosa de preencher uma função estrutural não integrada na infância. Relações e experiências passam a ser avaliadas a partir dessa referência ausente.”
- Trecho do livro Quando o pai falta: a ferida da ausência paterna e o caminho de maturidade da alma
A gente costuma esperar grandes acontecimentos para marcar mudanças.
Uma virada, uma crise, um momento decisivo que explique tudo. Mas, na maior parte do tempo, a transformação acontece longe dos holofotes.
Ela está nas pequenas escolhas.
Nos silêncios que você sustenta.
Nos hábitos que você repete todos os dias.
É no quase imperceptível que a alma se move.
O que você faz quando ninguém está olhando, o que você pensa no automático, o que você mantém sem questionar… tudo isso vai moldando, aos poucos, quem você se torna.
Não é só o extraordinário que transforma. O cotidiano também constrói destino.
E, muitas vezes, é nele que as mudanças mais profundas começam.
Ser inteiro não é ser rígido.
Não é resistir a tudo, nem se fechar ao que muda. É ter um eixo que sustenta quem você é, mesmo quando o entorno se transforma.
Existe uma diferença entre se adaptar e se perder. Entre flexibilizar e se fragmentar.
Quem tem um centro não precisa endurecer. Mas também não se dissolve para caber.
Ajustar não é abandonar a si mesmo.
É se mover sem romper o que te sustenta.
No fim, não é sobre permanecer igual.
É sobre continuar sendo você, mesmo em movimento.
Passar a vida tentando caber tem um custo silencioso.
Aos poucos, você aprende a se ajustar, a evitar excessos, a calibrar quem é para não desagradar, não perder, não sair do lugar.
Mas, nesse movimento constante de adaptação, algo essencial vai ficando para trás.
Habitar é outra coisa. É estar na própria vida sem se editar o tempo todo. É reconhecer limites sem tratá-los como falha. É sustentar a própria presença, mesmo quando ela não é confortável para o outro.
Nem todo vínculo acolhe quem você é de verdade. Alguns só funcionam enquanto você se reduz. E é aí que algo precisa ser visto.
Porque existir de forma inteira exige escolha. Nem sempre fácil, nem sempre imediata, mas necessária.
No fim, a pergunta não é onde você cabe. É onde você pode, de fato, estar.
Existe um ponto de contato com o Sagrado que não passa pela mente. Ele acontece no sentir.
Naquilo que pulsa antes de ser nomeado, no que atravessa o corpo sem pedir explicação. Sensações que, muitas vezes, são ignoradas por não caberem na lógica.
A dor não surge por acaso.
O prazer não é distração.
O silêncio no corpo não é vazio.
Tudo isso é linguagem.
Quando há escuta, o corpo deixa de ser apenas matéria e se revela como presença. Como um espaço onde algo mais profundo se manifesta.
A desconexão começa quando tudo precisa ser entendido. A reconexão começa quando algo pode ser simplesmente sentido.
O Sagrado não exige distância. Ele se revela na intimidade da experiência.
Nem toda transformação começa com movimento.
Antes de qualquer mudança profunda, existe um instante quase invisível. Um silêncio interno que não é vazio, é preparação.
É quando tudo desacelera por dentro.
Quando antigas respostas já não servem mais, mas as novas ainda não chegaram.
Quando parece que nada está acontecendo… mas tudo está se reorganizando.
Esse recolhimento não é estagnação.
É gestação.
A gente costuma querer sair rápido desse lugar, preencher o silêncio, antecipar respostas. Mas é justamente nessa pausa que algo essencial se alinha.
Nem sempre o próximo passo nasce da ação. Às vezes, ele nasce do silêncio que você consegue sustentar.
O novo não começa no fazer. Começa no espaço que você permite que ele exista.
Tudo que acontece tem um propósito, mesmo quando não conseguimos enxergar de imediato.
Cada experiência, cada desafio, cada encontro ou perda, guia a alma de formas sutis.
Nada é por acaso. Nem os caminhos difíceis, nem os tropeços.
Tudo ocorre exatamente como deve ser.
O segredo está em perceber, acolher e aprender com o que surge.
Depois de toda ruptura, existe um momento menos visível, mas essencial.
A integração.
Não é mais sobre destruir, nem sobre romper.
É sobre reorganizar o que ficou.
Nem tudo se perde.
Mas nada volta a ser como antes.
Os fragmentos precisam encontrar um novo lugar.
Uma nova coerência.
E isso exige mais do que intensidade.
Exige maturidade para sustentar o que foi visto.
É quando luz e sombra deixam de competir.
E começam a coexistir.
No fim, integrar não é voltar ao que era.
É se tornar algo mais inteiro a partir do que foi atravessado.
Existe um movimento que nem sempre é compreendido: antes de qualquer expansão, existe descida.
É no contato com a dualidade que algo se revela. Luz e sombra, acerto e erro, consciência e inconsciência.
Sem esse atravessamento, não há profundidade. Não há real transformação.
A queda não é desvio. É parte do caminho. Porque é justamente ao tocar o que está abaixo que se torna possível subir com verdade.
No fim, não é sobre evitar a descida.
É sobre entender o que ela veio mostrar.
O diabo existe?
O diabo não existe como um ser.Ele vive como voz.
É a mente que acusa, que manipula, que distorce.É a parte que julga, que projeta, que se esconde na sombra.
Chamaram de diabo aquilo que não souberam integrar.
Porque é mais fácil apontar para fora do que sustentar o que existe dentro.
Mas a sombra não veio para ser negada.Ela pede consciência.
Quando você olha, reconhece e integra, algo muda.O conflito deixa de comandar.A escuridão deixa de dominar.
E o que sobra não é metade luz, metade sombra.O que sobra é lucidez.
É presença.É inteireza.
É a consciência que já não é governada pelo medo, nem pela culpa, nem pela divisão.
É isso que chamam de luz crística. Não como algo distante.Mas como um estado de ser.
Quando o “mal” deixa de ser inimigo e se torna parte a luz não precisa lutar para existir.
Ela simplesmente é.
O diabo não é um ser.
É um estado da mente.
“Satanás” e “diabo” não são exatamente a mesma palavra
mas apontam para o mesmo movimento.
“Satanás” é o adversário.
O acusador interno.
A mente que julga, que aponta, que coloca contra.
“Diabolos” é aquilo que divide.
A voz que separa, distorce, cria conflito.
Não são entidades fora.
São movimentos dentro.
São formas da consciência fragmentada se manifestar.
Quando não há integração, surge a divisão.
Surge a acusação.
Surge o conflito.
E é isso que chamaram de diabo e satanás.
Lúcifer, o portador da luz, não é o mal em si.
É a luz que despertou… mas se perdeu em si mesma.
É a consciência que percebe o próprio poder
e, ao invés de integrar, se identifica.
Se exalta.
Se separa.
É quando a luz vira ego.
Quando o saber vira superioridade.
Quando a consciência esquece a totalidade.
Lúcifer é a luz sem integração.
E Cristo é o caminho completo.
Cristo representa a consciência integrada.
A luz que não nega a sombra.
Não luta contra ela.
Não foge.
Atravessa.
Inclui.
Integra.
Se Lúcifer é o despertar da luz sem consciência
Cristo é a luz que despertou, atravessou e se tornou inteira.
Aqui não existe divisão.
Não existe acusação.
Não existe ego no comando.
Existe presença.
Inteireza.
Consciência.
Cristo não vence Lúcifer.
Cristo resolve Lúcifer.
Porque aquilo que estava fragmentado
se torna inteiro.
O que chamaram de “queda”
é só a luz esquecendo de integrar.
E o que chamaram de “salvação”
é a luz lembrando quem é.
Existe um custo em ajustar a própria voz para ser aceito.
Aos poucos, você começa a medir palavras, suavizar verdades, evitar o que pode desagradar.
E, sem perceber, já não fala a partir de si, mas a partir do que será bem recebido.
Isso desconecta.
Porque a voz que não pode ser habitada por você se torna um lugar estranho.
Algo que até funciona fora, mas não sustenta por dentro.
Nem toda verdade será compreendida.
Nem toda expressão encontrará espaço.
Mas quando você se escuta antes de se adaptar, algo se alinha.
A fala ganha raiz.
No fim, não é sobre ter voz.
É sobre conseguir permanecer nela sem se fragmentar.
O despertar não é um evento, é um processo que desestrutura antes de reorganizar.
Ele não chega trazendo apenas paz ou respostas, mas provoca rupturas internas, questiona certezas e expõe tudo aquilo que foi evitado por muito tempo.
Em alguns momentos, há expansão, clareza e uma sensação quase indescritível de alinhamento. Em outros, surgem dúvidas, desconfortos e crises que parecem tirar tudo do lugar. Essa oscilação não é falha no caminho, é o próprio caminho acontecendo.
A luz não existe sem a sombra. Enquanto uma revela, a outra aprofunda. É nesse movimento contínuo que a consciência se amplia e a identidade se reconstrói com mais verdade.
Despertar exige presença para sustentar o que se vê, maturidade para não fugir do desconforto e coragem para atravessar o processo sem atalhos.
No fim, não se trata de se tornar algo novo, mas de acessar, camada por camada, aquilo que sempre esteve ali.
Há um tipo de força que não depende de ninguém para existir
ela nasce quando você para de se abandonar para caber em lugares que não te sustentam
não é sobre endurecer o coração
é sobre parar de confundir presença com permanência
nem tudo o que te toca merece te atravessar por inteiro
nem tudo o que chega merece ficar
eu aprendi a me reconhecer antes de ser reconhecida
a me segurar antes de qualquer mão
a me escolher antes de qualquer validação
e isso muda a forma como tudo te alcança
o que não tem verdade escorrega
o que não tem raiz não te derruba
o que não te enxerga inteiro não te desmonta
porque quando existe eixo por dentro
o mundo perde o poder de te fragmentar
Quem precisa de ilusão não escolhe o que desperta, escolhe o que distrai.
Sempre há um palhaço pronto para sustentar qualquer espetáculo. Não importa quem seja, importa que o circo continue de pé.
No fim, o ídolo é só a peça que impede tudo de desmoronar.
E quando a cortina ameaça cair, ninguém pergunta se aquilo ainda faz sentido. Só ajustam a luz, aumentam o som e fingem que está tudo sob controle.
Porque encarar o vazio exige mais coragem do que a maioria está disposta a reunir. É mais fácil aplaudir o personagem do que reconhecer a própria ausência de direção.
O problema nunca foi o espetáculo. Foi a necessidade dele.
Sem ele, sobra o silêncio. E no silêncio, não há roteiro, não há aplauso, não há distração que sustente a mentira.
Só resta o que é. E isso, para quem vive de ilusão, costuma ser insuportável.
‼️ MULHERES! ‼️
Antes de iniciar um relacionamento
é melhor correr a ficha criminal do indivíduo em uma delegacia( melhor se for numa delegacia da mulher) ou no site Jusbrasil ( é grátis!).
Também exigir um laudo psiquiátrico e um teste específico da neuropsicologia,
para detectar tendências narcisistas entre outros fatores determinantes...
É bom também o teste HIV.
Ficam as dicas para esses tempos complicados e até monstruosos.
✍@MiriamDaCosta
Feminicídio RJ Brasil
"Um pai não tem que ser herói.
Ele deve ser apenas um pai normal, aquele da luta diária - para trazer o pão nosso - e também, o alimento para a alma, que vem através dos bons exemplos.
Sabemos que o seu maior heroísmo, está nos pequenos grandes gestos de bondade e amor, que caibam com segurança,
em um generoso coração paternal."
O fundo do poço de um homem é a saudade,porque a saudade nos leva ao profundo do sofrimento,a saudade em si corroi nossa alma,destitue nossos sonhos e mina nossas esperanças
Impossivel se refugiar de uma saudade,a saudade praticamente ela entra na nossa vida,sem permissão,aterroriza o nosso coração e disseca uma paixão!
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