Texto para um Bebe

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⁠Presentemente eu posso me considerar um sujeito de sorte
Porque apesar de muito moço, me sinto são e salvo e forte
E tenho comigo pensado, Deus é brasileiro e anda do meu lado
E assim já não posso sofrer no ano passado
Tenho sangrado demais, tenho chorado pra cachorro
Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro

⁠Como ousa me prender em memórias tão antigas?
Um amor não superado, um adeus que nunca foi dado
A sua ausência é uma dor que não consigo curar
O seu amor permanece para sempre

De certa forma, é um peso a carregar
Pois queria ter me livrado de tudo isso
de todas essas memórias que não posso superar
de uma história gravada no meu coração

Eu procurei encontrar você em outras pessoas
Mas só piorou a situação
porque você foi o único que marcou a minha vida
e mostrou que do passado sempre irei lembrar

Estarei ao seu lado

Se você precisar de um ombro para chorar

Sim, eu escutarei você

Quando você precisar falar comigo



Quando você se desperta na escuridão

Colocarei os meus braços em volta de você

E te abraçarei até o sol de manhã

Vir brilhando pelas árvores



Estarei logo ao seu lado

Não importa por onde você viajar

Estarei lá para alegrá-la

Até que o sol venha brilhando



Se alguma vez nos separarmos

Guardarei o laço que nos ata

E nunca o deixarei desfazer

Porque eu te amo

Buscando um novo rumo, que faça sentido nesse mundo louco
Com o coração partido. Eu tomo cuidado pra que os desequilibrados não abalem minha fé pra eu enfrentar com otimismo essa loucura. Os homens podem falar, mas os anjos podem voar. Quem é de verdade sabe quem é de mentira. Não menospreze o dever que a consciência te impõe. Não deixe pra depois valorize a vida. Resgate suas forças e se sinta bem, rompendo a sombra da própria loucura. Cuide de quem corre do seu lado e quem te quer bem, essa é a coisa mais pura. Fragmentos da realidade, estilo mundo cão. Tem gente que desanda por falta de opção. E TODA FÉ QUE EU TENHO EU TO LIGADO QUE AINDA É POUCO, os bandidos de verdade tão em brasília tudo solto. Eu faço da dificuldade a minha motivação. A volta por cima vem na continuação.
O que se leva dessa vida é o que se vive, é o que se faz
saber muito é muito pouco. Esteja em paz.O que importa é se sentir bem, que importa é fazer o bem eu quero ver meu povo todo evoluir também.

Que nossos sonhos nos levem adiante, sempre com um sorriso no rosto e com a certeza da felicidade
Que nossos erros nos tornem mais experientes
Que nossas experiências nos tornem mais fortes
Que nossas forças se una com a resiliência
A vida é incrível! Todo dia algo novo para se conhecer, para sonhar, para viver...

Ser sincera é um dom, não um defeito. Quem não gosta da sua verdade, não merece a sua presença. É como se você fosse um espelho claro: Alguns fogem do reflexo, outros se aproximam justamente porque precisam enxergar.


A sinceridade pode afastar os fracos, mas atrai os fortes, os que querem caminhar na mesma luz que você. 🌹

CONFIANÇA e FIDELIDADE


Confiar em alguém é sempre um risco, mas também é um ato de coragem. A confiança não é cega, ela se constrói nos pequenos gestos, na constância, na coerência entre o que a pessoa fala e o que ela faz.
Quando ela se perde… é como se um cristal tivesse se quebrado: até pode ser colado, mas nunca volta a ser o mesmo. Nessa hora, cada um decide em que “prateleira” da estante da vida, pode colocar essa pessoa:
Alguns escolhem a da distância.. Deixa ali, guardado, mas sem acesso ao coração;
outros deixam na prateleira da desconfiança.. Ainda perto, mas nunca mais com os mesmos privilégios;
e há quem simplesmente tira da estante, porque não quer o peso de olhar sempre para a ferida.




Sobre fidelidade… ninguém pode garantir. Tem gente que é fiel ao sentimento, mesmo quando o mundo inteiro chama do outro lado. Tem gente que se perde fácil, buscando onde há aplausos e quantidade, não qualidade.
No fundo, a pergunta que fica é: Essa pessoa escolhe você mesmo quando o caminho é estreito, ou só enquanto é fácil e cheio de gente?

A FEBRE
Quando o sol se despede,
uma chama se acende em mim,
não de calor do dia,
mas de um fogo que vem de dentro,
sutil, insistente,
que me envolve no escuro.
Durante o dia, rio e caminho,
o mundo me segura, me distrai,
mas a noite… ah, a noite
me consome como brasa viva,
sussurra meus medos,
faz dançar a febre que carrego.
Procuro a calma nos lençóis,
na respiração que estica e solta,
no silêncio que às vezes dói,
mas que me ensina a ouvir
a voz do meu próprio peito,
a poesia da minha febre,
que queima e revela
quem eu sou quando ninguém me vê.

Lucci e Fabi saíram um dia,
com café frio e pouca energia.
“Precisamos de sala, palco e plateia!”
“E que não caia a internet véia!”
No Discord acharam só gato e cachorro,
um bot bugado gritando socorro.
Criaram canal, mas na hora do teste,
foi só silêncio… ninguém aparece.
Na Twitch pensaram: “Agora vai!”
Mas o chat xingava: “Cadê o Wi-Fi?”
Um cara entrou só pra pedir pão,
outro jurou que viu alien na transmissão.
No YouTube enfim tentaram pousar,
mas esqueceram de apertar “publicar”.
Gravaram três horas de puro talento,
sem áudio, só vento e um barulhinho de vento.
E assim na aventura, com riso e tropeço,
Lucci e Fabi seguem o progresso.
Porque no fim, não importa o bug do sistema,
a graça tá sempre em rir do problema.😂😂

Cada Olhar


Cada olhar é um livro aberto,
um segredo guardado, um caminho incerto.
É ponte invisível, recado no ar,
que fala sem voz, só sabe quem sabe escutar. Há olhares que queimam, faísca de fogo, outros acalmam, repouso, um afago no logo. Uns atravessam como flecha certeira, outros são brisa que dança à beira.
O olhar que desvia carrega mistério,
talvez seja medo, talvez seja sério.
E aquele que insiste, sem nunca fugir,
fala mais do que bocas ousam admitir.

Minha caixa torácica é um livro aberto,
capítulos de suspiros, capítulos de gritos silenciosos,
que ninguém lê completamente,
mas que diz tudo,
cada vez que eu respiro,
cada batida do coração
é uma frase que escapa,
uma verdade que insiste em se mostrar,
mesmo quando eu tento calá-la.

No peito, um quarto vazio,
paredes brancas esperando cor.
Não dói, mas lateja em silêncio,
como chão que pede passo.
Ontem vi que foste embora,
não em palavras, mas em ausência.
O vazio então se acendeu,
me pedindo dono, me pedindo vida.
Não vou preenchê-lo com sobras,
nem com migalhas de outros amores.
Vou preenchê-lo comigo:
minhas canções, minhas tintas,
meu riso fora de hora,
meu corpo que insiste em existir.
O vazio não será falta,
será território meu.
E onde era eco,
vai nascer voz.

Um perfume invadiu a sala e, num segundo, ela estava ali. Não em carne, mas em memória.. no ar, no canto do tempo, no friozinho que arrepia.
Era o mesmo cheiro, e com ele vieram os risos, os silêncios, o jeito de existir dela. Fechei os olhos e sorri, mesmo que a saudade apertasse. Porque às vezes o passado chega perfumado, só pra nos lembrar que certas pessoas nunca nos deixam de verdade.

Três anos de fidelidade e eles nem te ofereceram um limite simbólico pra um café parcelado em três vezes. É quase romântico o quanto os bancos são frios. Você movimenta dinheiro, eles movimentam desculpas.


Aí um pelo menos finge menos. É aquele tipo de banco que te trata como adulto: tudo digital, sem drama, sem gerente te ligando pra “conversar sobre oportunidades”. E se quiser sair, eles nem choram, só fecham o app e seguem a vida. Quase civilizado.


E o outro é tipo aquele tio formal que ainda usa gravata pra ir ao mercado. Tem estrutura, tradição, um pé no século passado… mas funciona. Só que cada clique no app parece um ritual burocrático. Se você tem paciência pra lidar com ele, até dá pra viver bem.. Mas não espere agilidade, eles gostam de carimbo emocional.
Confiável é. Engessado, mas confiável. Não vai sumir com seu dinheiro do nada.. só vai demorar três telas, duas senhas e um juramento de fidelidade pra te deixar movimentar. Eles são o tipo de instituição que prefere morrer de tédio a cometer um erro contábil.

Cometa


Eu me ergo de um lugar
onde não quero estar.
Não por orgulho.
Por sobrevivência.
Não sou faísca.
Sou cometa.
Não passo rápido.
Deixo rastro.
Minha vida cigana
não é fuga,
é chamado.
Há um propósito que me move
mesmo quando ninguém entende o mapa.
Quero ser muito mais.
Agora não pros outros.
Não pra provar.
Não pra caber.
Quero ser, pra mim mesma,
tudo o que me devo.
E isso basta
pra seguir.

Quando tudo caiu, algo ficou


Houve um tempo em que tudo me foi tirado.
Dinheiro, chão, confiança, abrigo.
Caí no corpo, caí na fé, caí no silêncio das pessoas.
Mesmo assim, algo ficou.
Um fio invisível que não arrebentou.
Aprendi que nem toda perda é castigo
e que Deus nem sempre salva do tombo,
às vezes salva no tombo.
Fui boa demais onde o mundo era duro.
Fui inteira onde o outro era raso.
Isso me feriu, mas não me corrompeu.
Hoje recolho o que restou de mim
como quem junta cinzas ainda quentes
sabendo que ali há vida.
Não peço devoluções.
Não imploro justiça.
Confio no tempo, que vê o que ninguém viu.
Se tudo caiu, foi para que eu ficasse.
Mais quieta.
Mais lúcida.
Mais minha.
E isso, ninguém levou.

Despertar


Hoje eu acordo sem certezas,
mas acordo.
E isso já é um ato de coragem
que ninguém vê.
O que me feriu não levou tudo.
Levou ilusões, promessas, futuros ensaiados.
Mas ficou algo em pé
no meio dos escombros:
eu.
Descobri que o amor também ensina
quando falha.
Ele mostra onde eu me abandonei
tentando ficar.
Mostra que não era excesso sentir,
era falta de cuidado do outro.
Não sou a mesma de antes.
Sou mais lenta,
mais desconfiada,
mais profunda.
Aprendi que despertar dói
porque os olhos ardem
quando a verdade entra.
Hoje eu não floresço.
Hoje eu crio raiz.
E raiz não aparece,
mas sustenta tudo.
Se for para seguir,
que seja com menos ruído
e mais verdade.
Mesmo que doa.
Mesmo que demore.
Eu continuo.
Não por força.
Por consciência.

Moça do Wi-fi

Ela é bela, com um ar europeu e um mistério que não se explica.
Índia de longas madeixas, pele clara marcada pelo sol e pelo tempo.
Ama tatuagens porque entende o corpo como território de memória, não de enfeite.
Carrega nas costas o peso do mundo, não por escolha, mas porque alguém tinha que segurar.
E ainda assim caminha com a alegria de quem decidiu viver, mesmo atravessada por experiências que nunca pediu, nunca chamou, nunca mereceu.
Tem olhos que já viram demais e um silêncio que diz tudo.
Não é frágil, é cansada.
Não é distante, é profunda.
E segue, porque parar nunca foi uma opção oferecida a ela.

Dizer não também é um ato de amor.
Não por eles,
mas por quem depende de ti
e por quem tu quase esqueceu de proteger:
tu mesma.
Silêncio, às vezes, não é ausência.
É fronteira.
É o corpo dizendo “chega”
antes que a alma precise gritar.
E quem só te vê como recurso
não entende quando tu vira limite.

Toque de Abrigo


Foi um gesto pequeno,
quase nada pra quem olha de fora.
Uma mão que encosta,
sem pressa,
sem pedido.
O corpo estranhou primeiro.
Como quem abre uma janela
depois de muito tempo fechada
e esqueceu como o ar entra.
Ela quase dormiu.
Eu quase lembrei
que o toque também pode ser descanso,
não só alerta,
não só defesa.
Não houve promessa,
nem história,
nem nome pra dar ao momento.
Só presença.
E nesse silêncio compartilhado,
meu corpo entendeu antes de mim:
nem todo contato fere,
nem todo afeto cobra.
Às vezes,
tocar alguém
é só isso.
Um intervalo de paz
no meio da resistência.