Texto para um Bebe

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Apenas uma sugestão:


O termo "obrigado" antigamente tinha um sentido de pergunta, algo como: "foi obrigado?" E, normalmente, a pessoa respondia: "não, de nada."


Com o tempo, esse termo foi se transformando e passou a ser usado como um cumprimento ou uma forma de agradecimento. Então, hoje em dia, a gente diz "obrigado" e a resposta costuma ser "de nada."


No entanto, o uso constante e repetido da palavra "obrigado" acaba influenciando a nossa percepção, principalmente de forma inconsciente. A repetição desse agradecimento começa a transformar a palavra em uma ordem, em uma rotina, algo que sentimos que precisamos fazer, quase como uma obrigação. E, sem perceber, acabamos nos tornando "escravos" dessa obrigação de agradecer de maneira automática, sem realmente sentir o significado por trás. Em vez de ser um agradecimento espontâneo, ele se torna algo mecânico, deixando de ser uma expressão livre e natural de gratidão, e se tornando uma obrigação imposta pela própria rotina.

Inversão de culpa (Gaslighting)
Esse é um dos sinais mais fortes.
Mesmo quando ele erra, ele faz você parecer a culpada .
Ele pode dizer coisas como:
“Você está louca.”
“Você exagera.”
“Isso é coisa da sua cabeça.”
“Você precisa de remédio.”
Isso tem até um nome na psicologia: Gaslighting.
É quando a pessoa tenta fazer você duvidar da própria percepção da realidade.
Com o tempo, a vítima começa a pensar:
“Será que eu estou mesmo errada?”
Mas muitas vezes não está.
O narcisista pode até fingir carinho no começo, mas quando você sofre ele:
minimiza sua dor
muda de assunto
se irrita com seu sofrimento
ou transforma a situação em algo sobre ele.
Isso acontece porque pessoas com traços do Transtorno de Personalidade Narcisista têm muita dificuldade de sentir verdadeiramente o que o outro sente.
Muita gente percebe isso:
Para os outros, ele parece incrível, simpático e charmoso.
Dentro de casa, ele pode ser frio, crítico ou controlador.
Isso confunde muito quem convive com ele, porque os outros dizem:
“Mas ele parece tão bom!”
E a vítima começa a se sentir incompreendida e sozinha.
Quando ele percebe que está perdendo o controle, pode começar a agir como no início da relação:
fica mais carinhoso
promete mudar
diz que ama muito
lembra momentos bons
Isso acontece porque ele quer recuperar a influência sobre você.
Se percebe que não está conseguindo te controlar, pode fazer o contrário:
te criticar
diminuir você
dizer que você é problemática
tentar atingir sua autoestima.
Isso é uma forma de tentar te enfraquecer emocionalmente.
Fazer você parecer a culpada
Ele pode contar a história para outras pessoas de forma invertida, para parecer vítima.
Assim ele protege a própria imagem.
Alguns narcisistas fazem algo muito doloroso:
agem como se a relação não tivesse significado nada.
Isso machuca muito quem amou de verdade.
A pessoa empática sofre mais no começo.
A pessoa narcisista sofre mais quando perde a admiração, o controle e a imagem que construiu.
Por isso muitas vezes ele reage com raiva, vitimismo ou manipulação.

Hoje vendo as gravações da minha câmera de segurança, vi um jovem indo para a escola às 6:00horas da manhã que pisou no COCÔ de cachorro, deixado na noite anterior por uma moradora do bairro com seu cachorro na minha calçada, vi o desespero deste jovem tentando se desvencilhardo COCÔ em seu tênis, ele teve que voltar para sua casa e trocar o tênis!

Quando às pessoas vão ter CONSCIÊNCIA e EMPATIA, de que suas IRRESPONSABILIDADES poderão afetar a vida de tantas pessoas???

Se você pretende comprar um terreno para construir sua casa, procure um bairro do mesmo padrão de construções que deseja construir sua casa!!!


Construa sua casa nos mesmos padrões deste bairro, se construir uma casa fora dos padrões do bairro, você além de ficar malvisto, vai desvalorizar os imóveis deste bairro!!!

SOCIOPATA
A condição é caracterizada por um padrão generalizado de desrespeito e violação dos direitos de outras pessoas.


Características principais


Falta de empatia: É a incapacidade de se colocar no lugar do outro e compreender os sentimentos alheios.
Pessoas com sociopatia tendem a ser frias, indiferentes e insensíveis, mesmo diante do sofrimento de quem está próximo.


Impulsividade e agressividade: Podem tomar decisões precipitadas sem pensar nas consequências.
A agressividade, que pode ser verbal ou física, se manifesta especialmente quando são contrariados.


Comportamento antissocial: Há um desrespeito constante por normas sociais e um padrão de violação dos direitos dos outros.
Os sinais podem surgir já na pré-adolescência.


Manipulação e mentira: Mentem com frequência e usam o charme e a sedução para manipular os outros em benefício próprio.


Narcisismo: Possuem uma visão exagerada de si mesmos, necessitando de constante admiração e de elogios para se sentirem bem.


Relações superficiais e abusivas: Embora possam criar apegos, costumam ser superficiais ou exploradores.
Em relacionamentos amorosos, podem ser charmosos no início, mas depois surgem padrões de abuso emocional, traições e atitudes possessivas. (Fonte IA)

Detectando um COVARDE:

Quando você conversa com um COVARDE ele não olha nos seus olhos, olha para o chão!!!

O COVARDE só é valente quando está em turma, sozinho é um Zé ninguém!!!

Fala mal de todos pelas costas!!!

O COVARDE sempre culpa os outros pelos seus erros!!!

Intimidam os mais fracos, pois sabem que não vão revidar!!!

O estudo é muito importante, o saber é uma benção, mas não é um diploma que faz um homem.

E sim o VALOR que ele dá ao seu trabalho.

O estudo prepara, mas o trabalho DURO e HONESTO é quem dignifica.

E ninguém aqui deve se sentir menor porque um dia não pode estudar.

Todos vcs devem dar muito VALOR ao que fazem.

E seja qual for a tarefa, ela deve ser feita com HONESTIDADE, com INTEGRIDADE, com ALEGRIA e com ORGULHO.

Pois um trabalho bem feito e honesto, faz o MUNDO ANDAR.

E a gente percebe que a vida dá certo!

Assim como caráter, e não os títulos, muito menos a aparência, que faz a nossa caminhada no mundo valer a pena.

E nos torna uma pessoa de verdade!

Sejam honestos acima de tudo, façam um bom trabalho e principalmente amém seu próximo.

Discurso de Griselda

A história do Diabo e do Cavalo:
Um cavalo estava amarrado a uma árvore.
O diabo veio e o soltou.
O cavalo entrou na horta de camponeses vizinhos e começou a comer tudo.
A mulher do dono da horta, quando viu aquilo, pegou o rifle e matou o cavalo.
O dono do cavalo viu o cavalo morto, ficou enraivecido e também pegou seu rifle e atirou contra a mulher.
Ao voltar para casa, o camponês encontrou a mulher morta e matou o dono do cavalo.
Os filhos do dono do cavalo, ao ver o pai morto, queimaram a fazenda do camponês.
O camponês, em represália, os matou.
Aí perguntaram ao diabo o que ele havia feito e ele respondeu:
– “Não fiz nada, só soltei o cavalo”.


O diabo faz coisas simples...
Porque sabe que se o nosso coração está sujo, a nossa maldade faz o resto.

À medida que envelhecemos mais sábios ficamos, percebemos lentamente que usar um relógio de R$ 3.000,00 ou R$300,00 - ambos marcarão a mesma hora
Quer dirijamos um carro de R$150.000 ou um carro de R$30.000, a estrada e a distância são as mesmas e chegamos ao mesmo destino.
Se a casa em que vivemos é de 300 ou 3.000 Metros quadrados - a solidão é a mesma.

Tudo o que temos na Terra — objetos, coleções, lembranças guardadas em caixas e prateleiras — um dia deixará de ser nosso. Por mais que cuidemos com carinho, nada disso nos pertence de verdade. São coisas que o tempo devolve ao mundo, e que, depois de nós, talvez caiam nas mãos de pessoas que nem saibam o valor que tiveram para o nosso coração.
Aquilo que um dia foi precioso, para outros pode ser apenas um objeto qualquer. Podem rir, vender, ou simplesmente deixar de lado algo que, para nós, tinha história, afeto e significado.
É então que a gente entende que o que realmente vale é o que o tempo não pode levar — o amor que cultivamos, as palavras boas que deixamos, os gestos de bondade que florescem em outros corações. Essas são as verdadeiras riquezas: invisíveis, mas eternas.
Os objetos ficam, mas o amor caminha conosco — e é a única coisa que segue além da Terra. 🌸

TEA


Um espectro diferente
Um jeito singular de ser
Com um coração de amor
Em busca de aprender

Há mentes que se agitam
Outras em calmaria
Hiperativo ou passivo
Em busca de harmonia

Atraso na fala, às vezes
Mas a alma se expressa
Com gestos e olhares
Uma linguagem sincera

A paciência é a ponte
Que une corações
A rotina, um porto seguro
Em meio às emoções

O acolhimento é a chave
Para um mundo melhor
Quebra-cabeças da vida
A inclusão é um fervor

TORQUÁLIA


Minha terra tem Torquato
Onde canta a Tropicália
Quem não se arrisca?
Um poeta não se faz com versos, mas com a gentalha


Um anjo torto caiu do céu
Filho da contradição
Sem crendice de ordem estética
Rasgou as asas da perfeição


Não crê em amor de múmias
Em corações petrificados
Dança na areia movediça da história
Sem medo, abraça atribulados


Pra dizer adeus, go back ecoa
Sem dor, apenas a força da canção
Geleia Geral, sabor de nostalgia
Todas as horas do fim, em louvação

Era uma vez

Um lindo lugar

Na arte e na escrita

Buscar ensinar

Seu nome é escola

Com carinho vem motivar

Educando com amor

Para cidadãos formar



Na escola eu exploro

O meu aprender

Incluo empatia

Na construção do meu ser

Com meus amiguinhos

Eu busco brincar

Respeito as diferenças

Para a paz reinar



Criança pequenina

Com bracinhos no ar

A leitura diária

Quer abraçar

Professora querida

És minha estrada do saber

Com paciência explica

O meu direito e meu dever

⁠"Quero um amor que não precise gritar para ser eterno.”
Eu quero chegar a essa fase de quando você mora com seu parceiro, onde ambos são estáveis, há viagens, cozinham juntos, vão ao supermercado ou às compras, suas roupas estão ao lado das do outro, dormem à tarde sempre que podem ou deixam espaço um fim de semana para passar juntos, onde se sente um alívio sair do trabalho porque você está a caminho de sua casa e lá está a pessoa que te faz mais feliz, onde o amor parece sem fim.
Eu não quero só flores ou palavras bonitas… eu quero aquele amor que fica. Aquele que mora comigo, que divide o cobertor e os sonhos. Que cozinha comigo numa segunda-feira qualquer, que sorri no meio do caos só porque estou ali. Quero as roupas misturadas no armário, os olhares cúmplices no supermercado, o silêncio confortável no sofá. Quero sentir alívio ao sair do trabalho porque estou voltando para casa… e lá está meu porto seguro. Um amor leve, mas firme. Simples, mas imenso. Que não precisa gritar para ser eterno.
Esse é o amor que eu quero. Esse é o amor que eu escolho. Eu não sonho com luxo, eu sonho com paz. Com aquela rotina a dois que parece simples, mas vale o mundo. Sonho com voltar para casa e saber que lá tem alguém que me espera, me entende e me escolhe todo dia. Alguém que vai ao mercado comigo, que divide a louça e os planos. Que me dá colo no cansaço e me faz rir no meio da bagunça.
Eu só quero isso: amor que mora, que cuida, que fica. Porque, no fim, o que a gente mais deseja é se sentir em casa dentro de alguém.

"Eu não quero um amor que venha só nos dias bons, nem que encante só com palavras eu quero alguém que escolha ficar quando tudo estiver bagunçado, que divida a louça, o silêncio e os sonhos, que transforme uma segunda-feira qualquer em lar, e me prove todos os dias, mesmo sem dizer nada, que o amor de verdade é aquele que cuida, que permanece e que faz da rotina o lugar mais bonito do mundo."

​"A morte não escolhe grandes momentos; ela chega em um dia comum, ignorando seus planos inacabados. O mundo não fará uma pausa por você. Portanto, não espere o 'dia perfeito' para ser feliz. Viva com a intensidade de quem sabe que o tempo é o único luxo que não se recupera."
— Ginho Peralta

A visão de Fabricio de Spontin não é exatamente um ataque à moral individual do juiz, mas sim uma crítica sistêmica ao funcionamento do Judiciário.
Em vez de rotular o juiz como "antiético", a tese dele foca em como o sistema influencia o comportamento humano. Aqui estão os pontos principais para entender essa distinção:
1. Pragmatismo vs. Malícia
O autor sugere que o juiz é um ser humano inserido em uma estrutura com volume de trabalho desumano.
A lógica: Se o juiz recebe milhares de processos, ele desenvolve mecanismos de defesa para sobreviver à carga de trabalho.
O resultado: O juiz busca a solução que exige o menor esforço cognitivo (o "custo-conforto"). Se a petição do advogado é genérica, o juiz tende a decidir de forma genérica ou formalista para "limpar a pauta".
2. A Responsabilidade do Advogado
Para Spontin, se um processo morre, a culpa muitas vezes é da estratégia do advogado, que não soube "tensionar" o sistema.
Ele defende que o advogado não pode esperar que o juiz, por "bondade" ou "ética pura", escave a verdade fática - que não foi realçada, que não foi esfregada na cara do processo e não, as vezes, sequer não provada.
O juiz não seria "mau", ele seria apenas reativo. Se o advogado não gera o "desconforto" do prejuízo real, o juiz não se sente compelido a agir fora do padrão burocrático.
3. Ética das Estruturas
A tese se aproxima mais de uma visão de que o sistema é ineficiente, e não que os indivíduos são corruptos.
O "antiético" no caso seria a aceitação passiva de que o processo judicial se torne uma fria troca de papéis, onde a realidade das pessoas (a verdade fática) se perde.
O autor propõe uma advocacia que obriga o juiz a encarar a humanidade e o prejuízo do cliente, impedindo que ele decida apenas pelo conforto da regra abstrata.
Conclusão:
Para Spontin, o juiz decide "onde dói mais". Se a decisão confortável do juiz (negar um pedido por falta de provas, por exemplo) não causar um incômodo moral ou jurídico maior do que o esforço de analisar profundamente o caso, ele escolherá o caminho mais fácil. O papel do advogado seria, então, tornar a decisão injusta insuportável para o juiz.

A grandeza de um homem não se pesa em ouro ou títulos, nem se mede em centímetros ou reconhecimento.
Ela floresce na integridade de suas escolhas, na fidelidade silenciosa aos princípios que carrega.
Não somos lembrados apenas pelo que falamos, mas pelo rastro que deixamos na vida alheia, pelas ações que tocam sem alarde o cotidiano dos que nos cercam.
Ser grande é agir com honestidade quando ninguém observa, é defender o justo mesmo quando isso desafia o consenso, é oferecer respeito a todos sem esperar retorno.
O espelho do mundo não reflete palavras, mas gestos; não avalia intenções, mas revela o caráter. E é nesse reflexo silencioso que se mede a verdadeira estatura de uma alma.

ALMA EM CHAMAS

Carrego dentro de mim um território secreto,
um labirinto que não nasceu do acaso,
mas foi esculpido nas guerras da existência.

Cada curva guarda cicatrizes,
cada sombra revela batalhas.
Quem tenta me decifrar sem profundidade
se perde no eco da própria confusão.

Mas eu não me perco!
Há uma chama que não se apaga,
um amor que pulsa como bússola invisível
e me aponta a direção mesmo na noite mais escura.

Não é fogo comum.
É erupção, é clarão,
é calor que não queima, mas transforma.
Corre em minhas veias como lava viva,
fazendo meu coração bater
num ritmo que o mundo não entende.

Enquanto tantos vagam frios,
perdidos no vazio da própria indiferença,
eu ardo.
Num tempo que rejeita ternura,
numa realidade que tenta me moldar,
eu resisto.

Podem ferir, humilhar, aprisionar,
mas jamais apagarão o incêndio que me move.
Essa chama é imortal.
É farol que rasga a tempestade,
força que me ergue,
alegria que me sustenta.

Eu sigo.
Entre sombras e quedas,
meu passo é firme, minha fé é chama.
Avanço sem recuar.

Porque já compreendi:
a vida só encontra sentido verdadeiro
quando se escolhe amar.

Há em cada ser humano um mecanismo interno, quase sempre silencioso, que tenta orientar nossas escolhas. Chamamos isso de consciência. Muitos imaginam que ela funciona como uma estrela polar constante, infalível, autossuficiente. Mas não é assim. A consciência é um instrumento sensível, influenciável pelo meio, pelos hábitos e, sobretudo, pelas ideias às quais decidimos dar autoridade.


Paulo é um exemplo claro. Não lhe faltavam convicção ou disciplina; faltavam-lhe mapas adequados. Ele caminhava com segurança por caminhos errados, não por negligência, mas porque sua bússola moral havia sido calibrada por informações imprecisas. Somente quando uma luz maior confrontou seu modo de ver o mundo sua orientação interna pôde ser corrigida.


O mesmo ocorre conosco. Vivemos cercados por opiniões, ruídos e costumes que se impõem com a força da repetição. A consciência, submetida a isso continuamente, pode perder a precisão. Aquilo que fere passa a parecer normal; aquilo que é erro se confunde com tradição; aquilo que obscurece se disfarça de clareza. E, quando a consciência finalmente adormece, o erro deixa de incomodar não porque se tornou certo, mas porque deixamos de percebê-lo.


Por isso, não busco apenas a aprovação imediata ou a moral variável do momento. Essas coisas mudam depressa demais para servir de referência confiável. Procuro, antes, alinhar minha consciência com aquilo que não se altera o permanente, o que merece ser chamado de verdadeiro por resistir ao tempo e às circunstâncias.


Se minha consciência puder ser afinada por essa luz constante, então ela poderá funcionar como deve: um instrumento claro, um fio íntegro, um espelho que reflete sem distorcer. E assim viverei não segundo o bem que invento, mas segundo o bem que é o único capaz de orientar, de fato, quem deseja caminhar sem se perder.

Estamos vivendo um fenômeno psicológico e social gravíssimo, e eu digo gravíssimo, porque destrói o caráter do indivíduo sem que ele sequer perceba!


Primeiro vem a dessensibilização. A pessoa se acostuma ao estímulo, repete, repete, repete… e pronto: já não sente nada. Não percebe quando fere, quando humilha, quando atravessa limites morais! A mente se torna cauterizada, como uma ferida que queimaram para não sangrar mais — e com isso perde a sensibilidade, perde a noção do outro!


Depois, meus amigos, aparece o monstro da dissonância cognitiva. A pessoa age errado, sabe que é errado, mas para não enfrentar o espelho, justifica!
Todo mundo faz isso!
É normal!
Não tem nada demais!


E assim vai surgindo a racionalização, uma fábrica interna de desculpas. A mentira repetida vira verdade. A contradição vira coerência. E o comportamento errado passa a ser aceito, reforçado, defendido!


E não para por aí! Hoje encontramos aos montes pessoas tomadas por falta de empatia, por desumanização. O sujeito vive tão centrado em si mesmo — um egocentrismo hipertrofiado, uma verdadeira metástase do “eu!” que o outro deixa de existir, deixa de ter importância, deixa de ser relevante!


E aí entramos no processo de moldagem do comportamento:
Se ganha algo - dinheiro, poder, atenção repete!
Se não há punição moral - culpa, vergonha, consequência - repete!
E o comportamento se torna automático, cristalizado, permanente!


E enquanto alguns chamam isso de “mau caráter”, eu digo com todas as letras: tem nome! Tem diagnóstico!


Chama-se TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL, meus caros!
Eu disse e reafirmo: TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL!


E isso não é brincadeira, não é ironia, não é exagero.
É ciência. É psicologia.
É a realidade nua, crua e preocupante da sociedade contemporânea.


E deixo aqui meu alerta!