Texto de Sucesso e Auto Ajuda
Você era que me tirava do caminho,
que me levava em trilhas de áreas.
Você que me tirava do automático,
que me fazia viver.
Você que me fazia querer viver.
E agora?
Aonde está você?
Aonde está seus olhos castanhos,
acompanhado de um sorriso doce.
Só me diz aonde está você....
AUTO AMOR
Não se lembra mais do que é isso, né? Vou refrescar a tua memória. "AUTOAMOR" é, dentre tantas outras coisas,a certeza de que você é a pessoa mais importante da sua vida, porque sim, você é. “AUTOAMOR” é agir de acordo com essa certeza em tudo na vida, e saber que isso como pregam alguns, não é egoísmo, é bom senso.
" Auto-estima! "
Hoje Eu não sei o que sou
Porque o que Eu fui ontem me foi tirado
Nas minhas mãos Eu tenho o que sobrou
Pois meus pensamentos estão sendo persuadidos pelo o engano
Estou meio traumatizado
Pelos os acontecimentos que sucederam no passado
Estou seguindo resguardado
Porque a ingenuidade decidiu casar com o insano
Eu tenho uma auto-estima
Mas a minha já não pratica desporto
Decidi pôr o meu ego em baixo e a minha ignorância por cima
Porque até a amizade provoca uma dor pior a que deixa um morto
Já não sei diferir uns dos outros
Agora os meus olhos encaram todos iguais
Já sofri tantos poucos
Por isso uso este sorriso rasgado dos anormais
O mundo insiste em julgar pela aparência
Aparentemente Eu sou um ser que rejeita o próprio ser
Tento salvar a minha auto-estima desta decadência
Porque é ela que nos ensina a viver
Sempre fui assim, empoderada, auto estima elevado, mesmo sabendo que não era perfeita me amava do jeitinho que eu era
Mas teve um tempo que estava sufocada por certas amizades
Sempre atrai pessoas com baixo auto estima e na maioria das vezes tive êxito em ajudá-las
Mas algumas não teve jeito, achavam errado eu me amar tanto
Se eu me amava magra, ficavam tristes porque se sentiam gordas
Se eu me amava alta, ficavam triste porque se sentiam baixas
Se eu eu me achava linda, ficavam tristes por se sentirem feias
Eu comecei a me retrair, a me fechar, por medo de magoá-las
Cuidava até o que postava...me sentia sufocada, apagada, presa...
Foi então que descobri que as mesmas que se faziam de "amigas"
Por traz riam, tiravam printes, me maldiziam, diziam que eu me achava
Aquelas coisinhas de gente invejosa
Pois bem me afastei desse tipo de gente
Hoje não deixo mais ninguém tentar apagar meu brilho
Vivo intensamente me amo demais
E se alguém se incomodar com isso, meu conselho é: senta e aprenda comigo
Se ame! Seja phoda! Seja incrível! E brilhe tbm, porque o universo e amplo demais e tem espaço pra todas que queiram resplandecer
A lei do desapego serve para quase tudo na vida, der adeus a auto crítica, abandone a culpa, largue os prenconceitos, deixe de lado a procrastinação, esqueça as crenças limitantes, descarte os rancores, as más companhias e solte o passado.
Mas nunca desapegue-se do amor, ele é a cura pra todos os males.
Auto-psicossociologia
Espero que não me leve a mal...
O poeta, fingidor por natureza,
tem nas palavras tal destreza
de, sem ser, tornar-se pessoal...
Suas dores: cálculo intencional,
destilam lâminas com sutileza,
e nos conduzem, sem defesa,
à própria incisão emocional...
O mero comum intelectualizado,
sangra versos que julga seus,
e unge o próprio ego exaltado...
E o poeta ri... Artífice dos véus...
vê-se no espelho do flagelado
e brinda, frio, ao caos que ergueu.
O auto-estima começa em saber que no acorda tem alguém que se preocupa e cuida de você. Auto-estima é saber que você é autor da sua própria história.
Por isso se você tem um sonho ou objetivo partícula você já tem
50% pra conquista, os outros 50% é você corre atrás e realizar. Auto-estima é acorda todo dia e saber que Deus tem
planos incríveis que ainda vai acontecer na sua vida. Auto-estima é está satisfeito com
tudo que já aconteceu e tudo que tem pra acontecer no futuro que
você almeja. Então, se ame e se cuide. Pois, você é oficialmente
incrível e imbatível.
O Filósofo e Prof. Clóvis de Barro certa vez disse e uma entrevista que na infância, a nossa auto confiança nasce de alguém que nos empresta de si, geralmente, o motivo é nos amar muito.
Lembrei da minha mãe ensinando eu a andar de bicicleta. Ela tirou as rodinhas, mandou eu subir, explicou como os freios funcionavam e disse que para manter o equilíbrio era só não parar de pedalar. Me deu um forte impulso, e enquanto eu pedalava desiquilibradamente, ela gritava: você consegue. Até hoje confio de que sou capaz de aprender qualquer coisa!
Não adianta eu me ler com auto-afirmação se me descrevem de forma que não me dão chance de ir à defesa a mim;
Mesmo sem querer, os outros acreditam no que falam de mim com intenções nada convincentes;
Sabendo que o dia de se lamentarem chegará para que me leiam e que possam me conhecer com um ar de arrependimento de não tentarem perceber o quanto vale a pena;
Conexão Coração
Limpar o coração exige pausa e auto amor.
Um olhar compassivo para as experiências vividas.
Auto acolhimento para se conectar com o que ainda está guardado no íntimo.
Um respirar profundo, permitindo soltar o que não lhe cabe mais.
Auto amor… para honrar e liberar.
E assim, se reconectar e seguir inteira e na presença de quem se é.
E também na construção de quem se deseja Ser.
Oportunidades e partilhas divinas!
Mais uma etapa viva!
Finalização pelo agradecer a vida e a preciosa Mestra Dayita.
Erikah Aparecida (maio 2026)
assassinato do auto ego
Existe um momento estranho em que o ego começa a perder a voz.
Não é uma morte completa, mas uma espécie de silêncio. Como se todas as certezas que eu carregava fossem uma casa construída com paredes de vidro, e bastasse uma queda forte o suficiente para perceber que, na verdade, eu nunca estive tão protegido quanto imaginava.
Talvez seja necessário chegar em algum tipo de fundo para enxergar.
Porque enquanto estamos no alto, tudo parece absoluto. Nossas dores parecem eternas, nossos desejos parecem indispensáveis, nossas versões parecem definitivas. A gente acredita que aquilo que sente naquele instante é a verdade final sobre quem somos.
Mas quando tudo desmorona, quando o personagem perde a fantasia, começa uma visão diferente.
Você começa a enxergar as próprias versões que já morreram dentro de você.
A pessoa que você era antes de certas dores. A pessoa que você tentou ser para ser aceito. A pessoa que você fingiu ser para não demonstrar fraqueza. A pessoa que você criou na sua cabeça e passou anos tentando alcançar.
E então vem a parte mais estranha:
perceber que nenhuma delas era realmente você.
E talvez nenhuma delas fosse falsa também.
Eram apenas momentos.
Porque no fim, tudo parece ter essa natureza passageira que a gente tenta ignorar. O sentimento que ontem parecia impossível de superar, um dia vira uma lembrança distante. A certeza que parecia inabalável, um dia parece uma ideia de outra pessoa. As coisas que jurávamos que definiriam nossa vida acabam sendo apenas capítulos pequenos em uma história que continua mudando.
A gente passa tanto tempo tentando encontrar significado em tudo, como se existisse uma explicação escondida esperando ser descoberta.
Mas talvez o universo nunca tenha prometido sentido.
Talvez nós sejamos seres tentando organizar o caos, criando narrativas para suportar a passagem do tempo.
Chamamos de destino aquilo que aconteceu.
Chamamos de aprendizado aquilo que conseguimos aceitar.
Chamamos de personalidade aquilo que são apenas padrões repetidos até parecerem permanentes.
E quando o ego fica despido, quando não existe mais a necessidade de parecer certo, forte ou invencível, sobra uma percepção quase assustadora:
nós somos muito menos fixos do que imaginamos.
Somos feitos de fases, encontros, perdas, memórias e versões que vão surgindo e desaparecendo conforme atravessamos a vida.
Talvez o fundo do poço não seja apenas um lugar de destruição.
Talvez seja o único lugar onde a gente consegue olhar para cima sem mentir sobre a altura que caiu.
Porque lá embaixo não existe mais personagem.
Não existe imagem para sustentar.
Não existe plateia.
Existe apenas você, diante de tudo aquilo que tentou esconder, percebendo que talvez a maior ilusão nunca tenha sido o mundo lá fora.
Talvez tenha sido a ideia de que algum dia nós realmente fomos uma coisa só.
O auto-Perdão
Ele incendiou o coração dela
como quem risca fósforo em noite de vento, e no clarão do erro,
queimou as próprias mãos
sem perceber que o fogo também volta.
Ela o perdoou como chuva mansa
caindo sobre terra rachada,
lavando as cinzas, oferecendo verde novo, acreditando que até solo ferido
pode voltar a florescer.
Mas dentro dele morava um espelho quebrado:
toda vez que se olhava, via o erro em cacos.
Mesmo com o céu limpo que ela oferecia, ele insistia em caminhar sob tempestade,
incapaz de se dar abrigo.
E assim,
ele naufragava em porto seguro.
Tinha perdão como farol aceso,
mas preferia a culpa como âncora.
Porque às vezes o amor salva —
mas o auto-perdão é quem ensina a voltar à superfície.
É sempre gratificante!!
É sempre gratificante buscarmos o auto conhecimento, ele é a contribuição para a alegria, prazer de viver, para o nosso aprimoramento, e aproximação a excelência
Esse reconhecimento interno , faz com que possamos nós transformarmos no que queremos, amamos, e desejamos.
Reforçam os nossos valores e gratidão, exalamos sorrisos, alegria , agimos com segurança, com naturalidade, e o amor se faz sempre presente em nossos gestos e palavras, e tudo que é feito com amor, é uma .........."Usina de energia para o bem, para a paz, harmonia, suavidade, leveza, armazenada no coração.."
Paz e muita luz 🙇♀🙏
Simone Vercosa.
Um pedacinho...
Ei, hoje eu vi o sol indo dormir lentamente, Olhei para trás e lá no auto estava a lua linda e silenciosa,
Logo ao meu lado, estava o rio São Francisco com sua grandiosidade e sua correnteza sendo sacodida pelos ventos fortes,
Então me perguntei:
_Deus aqui é um pedaço paraíso?
AS CRIAÇÕES FLUÍDICAS E A HARMONIA COM A LITERATURA MEDIÚNICA DE ANDRÉ LUIZ/CHICO XAVIER.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A leitura atenta da mensagem intitulada “Sobre as criações fluídicas”, publicada na Revista Espírita - Jornal de Estudos Psicológicos, em 1865, sob a direção de Allan Kardec, desperta uma profunda reflexão acerca da continuidade e da coerência dos princípios espirituais apresentados posteriormente pela literatura mediúnica de reconhecido valor doutrinário.
O Espírito comunicante afirma que o Universo espiritual não constitui uma realidade abstrata ou destituída de organização, mas um ambiente regido por leis próprias, onde os elementos fluídicos desempenham papel essencial na manifestação da vontade consciente. Ao afirmar que “os objetos procriados instantaneamente pela vontade (...) são colhidos nos fluidos semimateriais”, apresenta-se uma concepção que encontra notável consonância com diversas descrições mediúnicas recebidas por intermédio de Chico Xavier, especialmente nas obras atribuídas a Emmanuel e André Luiz.
Não se trata de estabelecer uma identidade absoluta entre fenômenos descritos em épocas e contextos distintos, mas de reconhecer uma linha de continuidade filosófica: a ideia de que o pensamento, quando suficientemente educado e fortalecido pela evolução espiritual, possui capacidade de atuar sobre elementos sutis da criação.
Nas obras de André Luiz, particularmente na série “A Vida no Mundo Espiritual”, observa-se a descrição de ambientes espirituais estruturados pela ação mental dos Espíritos, onde a vontade, associada ao conhecimento e à elevação moral, participa da formação de elementos necessários à vida extrafísica. Tais relatos apresentam, em linguagem narrativa, conceitos que guardam profunda relação com os fundamentos expostos na Codificação Espírita.
A observação de Kardec permanece atual: o mundo espiritual não seria uma simples reprodução do mundo material, mas o plano físico representaria uma manifestação imperfeita e limitada das realidades superiores. A matéria, nessa perspectiva, seria apenas uma expressão mais condensada de princípios universais que se apresentam em estados mais sutis.
Essa compreensão conduz igualmente a uma consequência moral: o pensamento humano não é um fenômeno isolado ou sem responsabilidade. Se a vontade espiritual possui poder criador, ainda que em diferentes graus conforme o progresso do ser, torna-se evidente a necessidade de educar sentimentos, pensamentos e atitudes. A verdadeira evolução não consiste apenas em adquirir conhecimento, mas em purificar a própria natureza íntima.
Assim, a possível ressonância entre a mensagem de 1864, publicada por Allan Kardec em 1865, e os ensinamentos transmitidos por intermédio de Chico Xavier, Emmanuel e André Luiz, revela uma interessante convergência dentro da tradição espírita: a afirmação de que o Espírito é um agente inteligente da criação, e que sua ascensão moral amplia gradativamente sua capacidade de compreender e cooperar com as leis divinas.
Fontes:
KARDEC, Allan. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos. Ano de 1865. “Sobre as criações fluídicas” (Sociedade de Paris, 14 de outubro de 1864, médium Sr. Delanne).
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Questões 76 a 95 — natureza dos Espíritos e do perispírito.
KARDEC, Allan. A Gênese. Capítulo XIV — “Os Fluidos”.
XAVIER, Francisco Cândido (André Luiz). Nosso Lar. FEB.
XAVIER, Francisco Cândido (André Luiz). Evolução em Dois Mundos. FEB.
XAVIER, Francisco Cândido (Emmanuel). O Consolador. FEB.
O ser humano costuma forjar-se.
Na perspectiva de se auto afirmarem melhores e merecedores, surge uma forma desigual sobre outros. Então, somos tudo que queremos afirmar?
É ausente a balança mediadora de escolhas e sentimentos tão baixos e estúpidos.
Mas o que é ser estúpido?
É Saber demais das teorias e não exercê-las?
Ou é zombar da nossa condição, limitação e veracidade?
Para que serve o nosso intelecto sem a maçã do limiar que há em existir imperfeito?
Devo aproveitar-me de minha imperfeição para castrar meu estado existencial?
Pra que se vestir de tanta estupidez e arrogância?
Se nada terei no universo sem sombras de dúvidas..
Ninguém deve pertencer ao inferno. Mas instintivamente, perde-se muito da vida criando sementes daninhas e que geram frutos.
Para que serve a vida, se não noiva-la com a gratidão e generosidade?
O Despertar do Auto Acolhimento
É doloroso perceber quantas vezes nos abandonamos no meio do caminho para tentar caber nas expectativas de quem não sabia nos amar.
Passamos anos esperando um pedido de desculpas que nunca veio, um reconhecimento que foi negado e um carinho que ficou na promessa. Mas a maturidade espiritual nos acorda com um sussurro firme: ninguém tem o poder de te preencher se você insistir em se manter vazia de si.
Entenda, de uma vez por todas, que o resgate que você tanto buscou no mundo lá fora é uma tarefa exclusiva sua. É você quem precisa se perdoar pelos erros do passado, é você quem precisa abraçar as suas próprias fragilidades e dizer no espelho: "Eu estou aqui por você agora". Quando você se acolhe, o mundo perde o poder de te rejeitar.
Amor verdadeiro II
Ao me procurar
Encontrei você
Pedaço de mim
Que me fez crescer
Ganhei auto estima
Sou prestigiada
E minhas qualidades
Foram afloradas
Zela meu sono
Me acorda sorrindo
Chora comigo
Me enche de mimo
Se estou triste
Me ouve calada
Acende minha chama
E me sinto velada
Toca meu corpo
Envolve minha alma
Se dou um tropeço
Me vira do avesso
E tras minha calma
Meu amor fraternal
Incondicional
Amor companheiro
AMOR VERDADEIRO
Vem...
Quem é você que por auto-descrição, não conheço;
Que por palvras, não reconheço a voz;
Quem és, que pelo perfume me envolve como presa fácil;
Quem será que me faz perder a noite, imaginando e tentando desvendar os segredos dos teus lábios;
Sei quem és, mas não posso te ter, desejo o proibido, estou insatisfeita, estou apaixonada, deixo tudo pra trás pra viver de sonhos, pra sonhar contigo, com teus beijos, abraços, e me despedaço.
Quero-te, desejo-te;
Vem pra mim, me aceita do meu jeito, que te quero assim... De qualquer jeito, e a ti prometo jamais me perder, jamais te deixar.
Vem assim incompleto, que te mostro as delicadezas nas minhas ações;
Vem assim imperfeito, que eu te moldo a meu jeito, a meu corpo, às minhas sensações...
Vem, que jamais se perderá no meu calor, na ardencia dos meus beijo...
VEM LOGO, E NÃO TENHA MEDO!!!
Auto - permitir - se!
Amor não se mede, não se compara
Não cobra e nem se pede.
Vem de repente simplesmente
Quando não se espera logo se sente.
De joelhos alguns pedem para um o ter
Já outros rogam pra um dia esquecer.
Uns se fecham e não mais querem tentar
Outros conhecem o gostinho do amor e preferem arriscar.
Uns pensam que todos irão fazê-lo sofrer
Outros acolhem um novo amor e se permitem viver
Alguns se chocam 24hs com uma realidade cruel
Outros se permitem sonhar e sem pesares chegar até o céu.
Viemos todos no mundo para encontrar um alguém
Que seja imperfeito, mas que não seja ninguém
Que não esteja a postos pra tudo que precise vir
Mas que esteja sempre ao lado sem medo de sentir.
Existem pessoas certas em momentos certos e visíveis
Mas com erradas auto-sabotagens que se tornam previsíveis
Que tem nas mãos uma chance de ser feliz
Mas que preferem não aceitar e depois se indagar “o que foi que eu fiz?”
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