Texto de Reflexão de Amor

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Entendo que a vida
Escapa entre os dedos
Como água, bebo
Como carne, sangro
Em ciclo me concebo
Elétricamente autônomo
Geneticamente indivíduo
Lá se vai mais uma parte
Parte pra longe vida de
Sóis que brilham distante
Brilham ambos de vididos
Mesmo sol será
Na será denovo
Talvez gema de âmbar
Talvez gema de ovo...

Sorriso de Caminhante


Sorrir…
mesmo quando o ano pesa nos ombros
e a vida insiste em virar página sem pedir licença.


Sorrir…
porque cada queda ensinou um passo,
cada silêncio guardou uma resposta,
cada dor abriu espaço para um novo começo.


Entre o que houve
e o que ainda virá,
há você — firme, inteira,
renascendo no próprio brilho.


A vida tentou te dobrar,
mas você aprendeu a florescer nas frestas,
a iluminar até os dias nublados,
a caminhar com o coração aceso.


Sorria.
Não por esquecer o que passou,
mas por honrar o caminho,
por saber que cada amanhecer
é Deus dizendo:
“Continua, filha, ainda estou escrevendo.”


E você segue —
leve, elegante, forte —
com um sorriso que não nega as batalhas,
mas celebra a coragem
de continuar vivendo.

Na Alemanha, eu aprendi que a vida não se define pelos erros, mas pela forma como escolhemos nos reconstruir depois deles. Entre acertos silenciosos e recomeços discretos, descobri uma força que não se anuncia — se prova.


Ali, entendi que é possível levantar dos próprios escombros sem precisar esconder as quedas. Que recomeçar não exige ter tudo, mas ter decisão. Que firmeza não é dureza, é clareza de quem sabe onde pisa.


Aprendi a me posicionar, a sustentar minhas escolhas e, principalmente, a viver de um jeito que fala por si — não pela perfeição, mas pela coerência. Ser exemplo deixou de ser um ideal distante e passou a ser uma prática diária, construída nos detalhes, nas atitudes, na constância.


Essa foi a lição que ficou: não importa o ponto de partida, nem os desvios do caminho. Sempre existe a possibilidade de reescrever a própria história — com dignidade, consciência e verdade suficiente para que outros também encontrem direção.
Marcilene Dumont

Na vida, quem encontra um amigo verdadeiro descobre um tesouro, e talvez por isso ele pareça cada vez mais raro. Em meio a uma rotina acelerada e relações frequentemente superficiais, a lealdade deixa de ser regra e passa a soar como exceção.
Os sinais dessa escassez aparecem nos lugares mais inesperados. Em situações extremas, como na criminalidade, a ideia de “parceria” se desfaz ao primeiro risco real: quando tudo dá errado, prevalece o instinto de autopreservação. Também no cotidiano institucional, episódios de falha de apoio entre colegas expõem fragilidades que vão além do indivíduo, revelando problemas de preparo, confiança e coesão.
Esses exemplos, ainda que distintos, convergem para um ponto comum: a dificuldade de sustentar vínculos baseados em compromisso genuíno. Não se trata de romantizar a amizade, mas de reconhecer que ela exige algo que não se encontra pronto nas prateleiras, tempo, responsabilidade e presença concreta.
Em última análise, a amizade verdadeira não é produto de conveniência, tampouco mercadoria disponível ao primeiro alcance. É construção contínua, feita de escolhas consistentes e atitudes que resistem à pressão. E, justamente por isso, quando surge, merece ser tratada como aquilo que de fato é: um bem raro e valioso.

⁠As dores da vida não são apenas inevitáveis.
Também são úteis quando se tornam ensinamentos.

As dores da vida não precisam permanecer como tal. Elas podem se transformar em boas lembranças, quando delas extraímos as melhores essências.

As dores da vida podem se converter em caminhos. Neles encontraremos esperanças e realizaremos os novos sonhos.

As dores da vida podem acabar um dia se tornando flores, metamorfoseando nosso calvário em um belo jardim.

Errei.


Como errei.




Há um marco na vida de todos homem.


Um marco onde descobrimos que há decisões impossíveis de se alterar.





Quando percebemos o impacto das decisões.


Quando percebemos o que causamos.


Quando vemos lágrimas irreparáveis.


Quando sabemos que ferimos pessoas as quais já não podemos mais nos desculpar.


Quando percebemos que abandonamos alguém quando essa pessoa mais precisava de nós.


Quando falhamos.


Quando não soubemos cuidar.


No dia em que tomamos a pior decisão.





Eu passei por isso.


E feri alguém que esperava meu cuidado.


Feri alguém a quem prometi cuidar.


Como miserável homem que sou, falhei.


E nunca mais a vi.

⁠A vida no campo.
Da janela do meu quarto, vejo a luz do dia, o sol radiante me passa energia, os pássaros cantando, o estresse alivia, a chuva quando aparece, a plantação e o solo agradecem, o ar, as plantas umidificam e purificam, pelas minhas narinas, ar puro respiro todos os dias. A natureza é rica, pois, é uma obra divina. Gratidão! Sempre, meu Deus.

Cresça em todos os sentidos de sua vida até que chegue ao ponto de alguém te chamar de gigante.
E quando te chamarem de gigante, que não seja só pelo tamanho das suas conquistas.
Que seja pela profundidade da sua mente, pela largura do seu coração, pela força da sua coragem e pela altura da sua generosidade.

A vida é uma
bolha de sabão.


Ah,
esse martelar
não para.
Oco,
vazio,
o tempo todo,
o mesmo assunto,
sem descanso um
minuto.


Pra que isso aqui!!
Pra que tudo isso!!!
Pra que esse desperdício!!!
E a mesma pergunta,
sem resposta:
pra que existir
se vou deixar
de existir?


Isso é uma
loucura
que parece
sem cura!!!!


Sem entender,
isso vai desaparecer.
De novo isso na minha
mente.


Isso é só
oco,
vazio.
A vida é vão,
feito bolha
de sabão.

Poema final


No princípio da tarde,
Tarde sem sentido ou valia
Dessas que corre a vida e o sol arde
Começo de mais um morto dia
Olhei a janela
A brilhante esquadria
Não sei se foi uma pancada
Mas um “Acorda bobo!”dizia
Uma voz de vida encharcada
Clamando”Revê o dia!”.
Procurei, dei mais uma olhada,
E, ao sol ofuscante,
Qual joia dourada,
Se via um besouro gigante

Uno


Deus nos espanta com o passado,
doce e cruel a mim foi arremessado.
A vida guia a minha pena vibrante
para aqui ficar,
sem ir adiante.
Como mil centopéias,
tenho braços que te abraçam,
e tu, minha velha,
meu coração trespassa.
O ouro me tenta.
A carne me suberge.
A vida que é lenta,
da corrida me perde.
Ao não dizer, não digo.
Minh’alma fere quem pouco entende.
Para falar, um perigo,
ao proferir mudo, à toda gente.

Quando o adormecido despertar


A vida será muito maior. As torrentes rugirão, o frio e a umidade vão nos despertar, as matas fechadas não serão mais inexpugnáveis, os seres vão aparecer na sua glória. Não haverá a quem culpar, muito menos a nós mesmos. A dor não será algo externo. Quem se foi, voltará. O mundo fará sentido.

Nesta viagem que se chama vida, estamos sempre acompanhados dos pensamentos, mas seguimos sozinhos no meio da multidão. A solidão no meio da multidão é um sentimento profundo, onde os pensamentos se tornam os nossos mais fiéis companheiros. Em meio ao movimento e às vozes, existe um espaço só nosso, uma viagem interior que ninguém pode totalmente compartilhar."


​Autor: Prof. Me. Yhulds Bueno

Na vida, não há indivíduos insubstituíveis nem relações que se sustentem apenas na ideia de exclusividade. Por mais significativo que alguém possa ser para outra pessoa, a ausência de respeito mina qualquer possibilidade de convivência saudável e duradoura. Relações não se mantêm por apego cego, mas por reciprocidade e dignidade.
É ilusório, para não dizer ingênuo, acreditar-se acima dessa lógica. Quem se julga indispensável revela, na verdade, uma compreensão limitada das dinâmicas humanas e do valor essencial do respeito mútuo.

O mais importante na vida é traçar metas e objetivos que te elevem — que te façam crescer, evoluir e se tornar melhor a cada novo dia. Melhor como pessoa, como profissional e também nos papéis que exercemos: como mulher de Deus, mãe, filha, amiga… em todas as áreas da nossa vida.
Insta: @elidajeronimo

Para quem duvida do eterno mistério da vida
e do sumo encantamento da morte,
os sentidos naturais nos convidam
à uma reflexão filosófica:
A música de Bach, o prodígio divino de Beethoven
as óperas Wagnerianas, o virtuosismo de Chopin
para mim seria suficiente, mesmo que
me faltassem todos os outros sentidos.
Se eu não pudessem ler os poemas de Camões
nem as odes de Horácio e de Cícero
ou ainda as "odisseias" de Homero,
e os poemas de Pessoa. Mesmo assim
estaria convencido da existência
de um espirito eterno e sábio
que sopra aos humanos tanta
beleza e espanto... e divindade.
Olhe que não citei Verdi

Síntese da vida

A poesia é a síntese da vida,
vida sem poesia é vida inútil
traduza-se isso por:

"Vida sem amor não é vida que vale viver..."

Antes de se aventurar a fazer poesia
antes se faz necessário viver
por isso se lê tantos poemas insípidos
de poetas que não têm calos na alma
nem nas mãos,
nem de viver
nem de fazer poesia.

VIDA DE PASSARINHO

Pobre do homem que leva uma vida de passarinho. Apenas preocupado com seu deitar e com seu levantar, com seu cansaço e com seu descanso, que vive preocupado em produzir ou caçar como um animal, seu alimento diário, mas que nesta rotina enfadonha e neste trabalho de Sísifo, encontra algum sentido para continuar vivendo.

Que deidade perversa, como Hades, que libertou o homem para voltar a viver em busca da felicidade, representada pela mulher amada, ou como Zeus, que o puniu por enganar a morte mais uma vez, teria submetido o homem comum a tal sofrimento e vida inútil?

Os poetas, contudo, para fugir desta vida vã e deste trabalho de Sísifo, forjaram do nada a possibilidade da vida útil e criativa, inventaram a ilusão e a beleza do abstrato, o prazer eterno nos braços da musa, e a ideia de imortalidade, para no final da vida breve invejar os passarinhos, que não sonham com recompensas metafisicas nem têm delírios de eternidades.

Evan do Carmo

Morte do Artista

Quando morre um homem,
a vida segue no sangue,
à sombra das gerações,
na memória que existe,
na existência suprimida,
no eco da lembrança que persiste.

Quando morre um artista,
seu corpo é palavra,
acorde metafísico,
sua ausência,
presença indomável.

E no silêncio do século
sua alma repousa
até que outra mão desperte o imponderável.

Sua obra vira fogo,
matéria inextinguível,
atravessa o tempo,
se faz eternidade.

Você não entrou na minha vida, você invadiu.Trouxe à tona desejos, erros, tudo aquilo que eu negava existir em mim.
É como se te amar fosse ceder ao pior de mim, um vício bonito, perigoso, impossível de largar. E no meio disso tudo, eu já nem sei mais se estou me perdendo por você…
ou finalmente sendo quem eu realmente sou.


DeBrunoParaCarla