Texto de Reflexão de Amor
O CAMINHO
Lembremo-nos de que sempre será uma luta árdua. Não haverá retorno sem lutas. Não haverá felicidade sem buscas e não haverá vida plena sem conhecer o verdadeiro caminho. O caminho sempre estará a nossa disposição. Teremos apenas que o seguir com sabedoria e ele se abrirá como um leque para nos amparar.
VERDADEIRA LIBERDADE
Saibamos olhar o caminho correto
Saibamos entender o significado da vida
O que procuramos, geralmente o não encontramos
O que é sagrado vive nas profundezas do além
Encontrá-lo-emos durante o nosso caminhar.
Deixemos de lado os prazeres carnais
Deixemos de lado as palavras vãs
Deixemos de lado as loucuras momentâneas
Busquemos as palavras certas para o conforto
Da alma para que a paz seja a nossa aliada.
As vezes o tempo se agita. Noutras são as horas.
O que é o tempo perto do que não entendemos?
As horas nada nos diz de concreto.
Fazemos o nosso tempo quando buscamos
A verdadeira origem da liberdade interna.
SEDE DE VIVER
Ando com sede de viver. Uma sede arrebatadora. Sede de tomar com todas as minha forças este líquido chamado vida. Esta ânsia é o combustível para não parar no tempo e ficar estagnada. Chega um determinado momento em que a única forma de se chegar lá, é lutando e esta luta é interna. Esta luta vem desta sede feroz e intensa que me domina e me empurra pra frente. Penso, que é através desta sede de lutar que sairei vencedora.
Novos ciclos
Cada ciclo é um novo acontecimento, uma nova história, um novo momento, uma nova busca. A cada dia que se encerra, novos ciclos se fecham. E a cada amanhecer, outros iniciam. Vivemos abrindo e fechando ciclos. É a lei da vida. A Lei da natureza se manifestando por meio de sinais. Que saibamos fechar todos os ciclos, identificá-los e aceitá-los diariamente.
NECESSIDADES BÁSICAS DO UNIVERSO
Muitas vezes, nos pegamos pensando em coisas que não queremos pensar e nem sentir. Uma dor invisível chega de mansinho e o cansaço acaba nos dominando. É tão incômoda esta dor que chega deixar uma cicatriz. Precisamos nos recompor e aceitar tudo o que vem. Se vem, vem por algum propósito. Esse, é um dos atributos da vida, a aceitação. Às vezes, sentimos que o mundo está inteiro em cima dos meus ombros. Pesa. Pesa tanto que nossas pernas fraquejam e nossos olhos marejam. Sentimos então, que precisamos reagir e seguir, porém o peso é tanto que não conseguimos dar um passo, quanto mais seguir adiante.
Para conseguirmos entender os passos que precisamos dar, é necessário ter forças. E esta, é dolorosa demais muitas vezes. Quando entendermos as necessidades básicas que o Universo nos proporciona, entenderemos todo o resto. É um processo. Uma afirmação. Uma interrogação. Às vezes, vira reticências quando o nosso intelecto fica fora do processo. Aí, precisamos correr atrás do prejuízo e buscar o nosso Eu esquecido em algum lugar.
Leis Universais
Em tempos de guerras interiores, acabamos não percebemos o que deveríamos. Vivemos alheios aos acontecimentos. Alheios a vida. Alheios ao agora. Por estarmos sempre vivendo no futuro, não vivemos o presente. E por não entender as leis universais deixamos passar as pequenas coisas que o presente nos oferece. Tememos o básico por medo e a felicidade que tanto almejamos se encontra alojada ali. Por buscá-la em outros lugares, ficamos a mercê num caminho sem perspectiva.
Manter o equilíbrio para encontrar a tal felicidade é difícil. Não fomos educados e nem preparados para isto. Por não estarmos preparados, não queremos passar trabalho, buscamos o que a nossa personalidade acha mais fácil e o mais fácil, não nos leva aonde gostaríamos. Percebemos então, que estamos patinando no mesmo lugar, faz tempo. Sem entender, vivemos buscando, e esta busca se torna cansativa e sem êxito. Somente entendendo as Leis Universais e os seus sinais é que poderemos sair vencedores nessa jornada.
Liberdade
Teu templo é o teu mundo
Eis que a vida se esconde entre as paredes invisíveis
Eis que o tempo não para
As correntes presas em teus pés
Simbolizam a prisão que criastes
A liberdade convoca os fortes
As cortinas se abrem quando elevamos
O pensamento ao mais alto nível.
As tempestades cobrem o céu e a vida se retraí.
Difícil X Fácil
Aceitar os fatos é algo que não nos foi ensinado. Por estas e outras razões, sofremos. Um sofrimento louco. Um sofrimento árduo. Um sofrimento doído. Um sofrimento bruto. Daquele que estraçalha a alma e bagunça o nosso espiritual. Por estas e outras razões, acabamos vivendo uma vida que não é a nossa. Uma vida sem graça. Uma vida sem perspectiva. Sem enxergar o caminho que devemos seguir e que está bem na nossa frente. Por que é tão difícil aceitar aquilo que nos foi determinado? Porque a cada dia, uma nova luta, um novo acontecimento, uma nova era.
Sabemos que viemos para cumprir nossa missão. Sabemos que precisamos aceitar. Sabemos que antes de vir, seria desta forma. Sabemos que precisamos fechar ciclos. Sabemos de tudo. Sabemos, mas não aceitamos. Por que é tão difícil aceitar, se sabemos? Porque estamos acostumados com o que é mais fácil. Tudo o que é difícil, não queremos. O difícil dói. O difícil bagunça. O difícil nos deixa atordoados. Preferimos o fácil pelas razões contrárias do difícil. E assim, caminha a humanidade, preferindo aquilo que não mexe com o que nos faz crescer.
Enigma
Sou uma mulher que a vida ensinou a dar valor às pequenas coisas. Talvez pela educação que recebi. Talvez por morar numa cidade pequena. Talvez porque não tive tantas e tantas oportunidades como às de hoje ou talvez porque já nasci com este olhar que crê nas belezas que a natureza oferece.
Sou uma mulher cujo semblante quer dizer muitas coisas. No olhar há um livro a ser decifrado, cada página uma história, cada linha um segredo. Assim sou eu, cheia de enigmas como qualquer ser humano, que tem dentro da caixa seus segredos.
Sou uma mulher, que às vezes se sente tão adulta que leva no ombro o mundo inteiro e outras vezes tão frágil quanto uma criança que ainda brinca de ser feliz.
Assim, sou eu, às vezes uma criança, noutras mulher.
Ombros da Saudade
Naquele instante que os olhos percebem
A envergadura do mistério da noite,
O silêncio vela por aqueles que descansam.
Nos ombros da saudade o frescor dos dias
De chuva de verão cavalga em direção do nada
A vida passa rapidamente acenando e sorrindo.
Assim, fica apenas a sensação de que alguma coisa
Ficou para trás e nós apenas observamos.
Nossa Missão
Enquanto vamos criando expectativas, deixamos de lado a nossa guerra contra os malefícios. Estamos sempre na correria e não percebemos que a nossa vida depende apenas da nossa luta. Que andar de mãos dadas com a nossa ilusão nada colheremos de concreto. Que a vida não espera para que cruzamos a esquina e corremos para encontrar os sonhos imaginados. Tentar entender o processo todo não está no nosso dicionário, mas na nossa missão.
Nossas Fases
Somos fases. Cada qual com seu alinhamento. Suas inconstantes. Seus reflexos. Iluminamos quando encaramos nosso sol interno e refletimos além da nossa intensidade. Só assim conseguimos observar nosso planeta. Criamos nosso momento enquanto crescemos ou precisamos nos encolher. São as fases da vida. Todas com o seu momento sanfona.
Quando renovamos passamos a ser invisíveis aos olhos observadores. Enquanto estamos no nosso momento de transição, continuamos o nosso movimento em torno de nosso planeta. Quando estamos plenos conseguimos nos ver por completo. Nosso momento se torna intenso e quando alinhadas, acontecem os eclipses.
Quando minguamos nos tornamos intermediários. Diminuímos gradativamente e nem por isto deixamos de lado nosso lado apogeu.
Nossos movimentos se transformam e se alinham em torno do nosso próprio eixo.
È vida que segue ....
Em nossa curta e breve passagem de vida,
vivenciamos alegrias e choramos as perdas,
Um dia amanhece ensolarado, céu azul,
outros dias as nuvens negras , anunciam tempestades,
É mais um dia que se esvai,
mas precisamos ter a força de entender,
que perdas e ganhos fazem parte dessa vida,
um sia sorrimos, outro choramos,
mas é vida que segue,
como um rio que vai.
Perder ou ganhar,
sorrir ou chorar,
partir ou chegar,
são as escolhas que precisamos fazer.
Lutar ou entregar,
Vencer ou perder,
resistir e entender que precisamos lutar .
È vida que segue com muitas histórias pra contar.
Troque o protocolo por liberdade, o ruge pela pele, a rotina por vida, o mais pelo menos. Troque o ter pelo ser, o ser por estar, o perene pelo sazonal, a âncora pela vela, o Face pela face. Troque de lugar, de sabor, de cor, temor, rotina e odor. Troque o não sei por aprenderei, o não consigo por tentarei, o não gosto por experimentarei. Troque sua certeza pela bênção da dúvida, o dogma pela verdade, seu sei pelo não sei. Troque o rei pelo servo, seu maior por um menor, o ão pelo inho. Troque o sofá pelo caminho,
a king size pelo ninho e a pétala pelo espinho.
O que verdadeiramente importa!?
A busca por felicidade é uma ação constante na vida do homem,
na qual ele faz e desfaz os seus atos, contrariando continuamente
as suas verdades, que são instáveis, não pela característica
antropológica do ser, mas pela sua falta de veemência no que acredita.
A sua incerteza caracteriza-se não apenas no objeto da busca, mas no
sentido do porquê se busca. Sendo assim, a pergunta que se faz é:
O que verdadeiramente importa? ....Para abandonarmos
essa busca incessante e sermos definitivamente felizes?
Será que o quê buscamos
pode está onde estamos, onde não precisamos buscar, onde o esticar das mãos,
o direcionar dos olhos, o movimentar das pernas, o modo de agir ou pensar seja o lugar?
Pergunte a quem não tem, a quem não pode estender as mãos, a quem não pode olhar,
a quem não pode andar, a quem não pode agir ou pensar, o que verdadeiramente importa
para sentirem-se felizes.
A psicogênese da pandemia
Aconteceu da noite para o dia
nos pegou de surpresa
estávamos despreparados
tivemos que nos adaptar
com desgastes a suportar.
O isolamento social
que a pandemia nos impôs
foi a forma compulsória
que ela propôs
de recompormos valores esquecidos
e repensarmos as nossas atuais
concepções de valores vitais.
Tivemos que passar a questionar:
O que verdadeiramente importa?
qual o valor de dançar, de amar, de se importar?
Hoje estamos diferentes
dizem que nunca mais
seremos iguais,
mas como não ser desiguais?
Não é preciso a pandemia
para termos essa certeza,
pois somos de uma espécie
que tem a incerteza dia a dia
do que é ser.
A verdade seja dita
não vai ser essa maldita
que vai fazer as almas precitas
mudar a forma de ver a vida.
A incerteza é uma realidade
que a alma apavora.
Mas porque se apavorar?
Se nunca houve certeza
no nosso caminhar?
Ontem, a distância
entre o que era certo e o incerto
criava a ideia
de uma falsa segurança
que a alma acalentava.
Hoje, é diferente,
não tem distância a separar,
a incerteza é a asseveração
da nossa vida atormentar.
Viver a rotina do dia-a-dia
é confirmar a singularidade do ser,
o qual difere dos demais na natureza,
não pela sua racionalidade, mas pela
sua capacidade de criar as suas ilusões, as quais são responsáveis
pelas frustações que o conduz
a concepção de que a vida é apenas um ciclo do processo nascer e morrer.
A maior luta do homem
Estar em saber controlar
Suas emoções, pois o seu
"Estar feliz" depende
Diretamente desse controle.
O pior é que ele não aprende
Com as consequências
Dos seus atos insanos,
Mas com o passar dos anos.
E quando já não tem
muitos mais tempo
e não pode voltar nesse tempo,
Ele reconhece: Quanto tempo perdi
Chateando-me, irritando-me, brigando
Por coisas que hoje vejo
O quanto tudo isso é banal.
Por isso o maior desafio do homem
É aprender a viver, o problema é
Que só a própria vida ensina
E até aonde a minha ignorância permite,
Só temos uma vida.
A dor quando chega,
maltrata como se fosse a maior que já sentimos,
nunca sentida por ninguém e sempre será assim.
Somos tendenciosos a aumentar
o tamanho da pedra que estamos carregando
sobre os ombros em determinados momentos.
A dor só é superada quando percebemos
que são as pedras que carregamos durante a nossa vida
que nos faz o que somos, portanto, ao invés de aumentá-la,
devemos compreender os motivos que as fizeram surgir,
para continuarmos sempre evoluindo.
