Texto de Amor com Músicas
Silêncio
Músicas que ressoam o nada,
gritam — o ouvido estraçalha.
O meu cúmplice que vira,
esse silêncio guardado.
E esse silêncio rasga,
atravessa a alma fraca,
como penitência fria,
quietinho me abraça.
Silêncios que gritam,
verdades caladas.
Grito preso
é silêncio armado,
municiado e vestido
de luto sagrado.
Fala mais alto
que o fôlego permite.
Calado, ele grita;
gritando, ele cala.
Cárcere privado
dentro de mim,
confortável veneno.
O silêncio revela
o que o barulho disfarça,
o que a palavra teme,
o que o tempo guarda.
E o que o silêncio guarda?
Além de segredos, mentiras e piadas?
E o que ele mata?
Além das verdades, vontades e a alma?
Guarda cartas nunca enviadas,
guarda abraços negados,
guarda beijos molhados,
guarda o gosto amargo
dos “nunca mais”
e dos “quem sabe um dia”.
Mata risos pela metade,
mata sonhos no olhar cansado,
mata desejos acorrentados,
mata o amanhã no ontem enterrado.
Não falo do silêncio externo,
mas daquele interno,
que a gente tranca e alimenta,
pouco a pouco, com migalhas.
Silêncio que abraça,
engolindo palavras,
sufocando pensamentos,
despindo a alma.
Como eu o calo?
Escrevo em tormento
nesse silêncio que me acompanha
dia e noite,
enquanto trabalho,
enquanto rio,
enquanto falo,
enquanto disfarço.
Ele se deita comigo,
divide o travesseiro,
morde o meu sono.
É sombra no peito,
é nó na garganta,
é frio na barriga,
é relógio parado.
E quando penso que partiu,
ele retorna, paciente,
sentando-se à mesa
com um prato vazio.
(esperando as migalhas)
Come do meu cansaço,
bebe da minha espera,
e ri sem fazer barulho.
O silêncio não é ausência,
é presença severa,
é voz oculta,
é juiz sem sentença.
No fim, pergunto:
se eu quebrar o silêncio,
o que sobra de mim?
Todas as músicas,
todos os textos,
todas as lágrimas derramadas
dedicadas a você
tudo para que eu não desistisse
e depois arrependida pedisse para voltar
Toda persistência
acabou não valendo de nada
no final quem sobra é sempre eu
os “TE AMO” foram embora junto com você
mas na real
seria melhor se eles nunca tivessem vindo
E toda vez que eu escutar nossa música
irei me lembrar da primeira vez que você ficou bravo
e toda vez que entrar na galeria
irei me perguntar onde estão nossas fotos zuadas
E hoje,
passo por todos que sabiam de nós
sorrindo por fora
e chorando por dentro
por que eles tem que achar que eu te superei…
Morena linda dos lábios cintilantes
Deslizar em suas curvas sinuosas.
São como músicas maravilhosas.
O tanto que os toco acho deslumbrante.
Agarrar, beijar, sentir as batidas do coração.
Cada detalhe que nos envolve nesse enlace.
Deixa-me desbaratinado com esse impasse.
Subindo em mim uma adrenalina de emoção.
Que embalados com a trilha sonora de Djavan.
Talvez seja mesmo a minha constante sina.
Seguir o caminho dessa vida passando no divã.
Esperar o amanhã que ainda é muito duvidoso.
Incerto e silencioso, não farei nada de anormal.
Mas sei que levarei nossas imagens orgulhoso.
Hoje peguei o violão
e toquei as suas músicas
Cada uma mais linda que a outra e ali percebi que está inserido tudo que sinto por você..
A letra de cada uma delas, mostra os meus sentimentos..
Intensos e verdadeiros mas não obsessivos..
Te amarei a vida inteira
nossa!!!
Como é gostoso saber que esse amor é tão bonito e está eternizado na letras de suas músicas..
Eu não sei se você leu as poesias que fiz para você..
Algumas estão profundas
Que chego a me emocionar
Se pudesse pegaria um pedaço do amor que sinto por você e colocaria num quadro para que esse sentimento ficasse eternizado e que todo mundo pudesse ver...
Mas me contento em tê-la em meu coração...
Minha eterna princesa..
Minha deusa Índia..
És você e sempre será
a dona da minha emoção
E que está no meu coração por toda a eternidade...
Tantas estrelas no universo, e conseguimos ter uma preferida,
Quantas músicas cantadas, e uma sempre nos faz chorar,
Tantos caminhos percorridos, mas um sempre queremos voltar,
Uma imensidão de oceano, e escolhemos um mar,
Milhares de poesias, e um conto consegue nos emocionar,
Tantos sorrisos, mas o seu consegue me alegrar,
Tantos amores se passaram, mas o seu eu nunca conseguirei conquistar.
Parte da minha vida foi movida pela arte. Quadros, cartas, letras de músicas, livros, instrumentos, fotografias e desenhos por todos os lados formaram um universo afetivo, no qualuma famíliaprofundamenteligada ao artesanal me ensinou o valor da sensibilidade.
Crescer rodeada de livros, pinturas e liberdade criativa — ainda que levemente restringida por opiniões sociopolíticas distintas da minha visão — moldou a maneira como vejo o mundo.A arte me ensinou que, para ser compreendida,era preciso colocar-me no lugar do outro, observar o mundo por diferentes perspectivas.
Com o tempo, percebi que essaexperiência estética não era apenas expressão, mas sobrevivência. As cores, as melodias e as palavras foram, para mim, mais do que adornos: foram abrigos.Em meio a uma sociedade que frequentemente banaliza o sentir,encontrei na arte um espaço legítimo para existir. Este ensaio busca refletir sobre a arte como veículo de resistência e autoconhecimento, um meio de compreender a mim mesma e ao outro dentro de uma estrutura social que, por vezes, desumaniza as emoções.
Crescer entre livros e pinturas moldou minha forma de perceber o outro.Lev Vygotsky (2001)afirmava que“a arte é um meio de comunicação entre as pessoas através de emoções vividas”, e talvez por isso eu tenha aprendido, desde cedo, quecompreender o outro é também um gesto artístico. A empatia, nesse sentido, foi uma lição estética antes de ser moral.
Com o passar dos anos, a escrita tornou-se meu refúgio. Em cada palavra, havia o desejo de libertar o coração das correntes invisíveis que o mundo insiste em apertar.Clarice Lispector (1999)compreendia essa força da linguagem ao dizer que“a palavra é o meu domínio sobre o mundo”. Escrever, para mim, é transformar dor em criação, e criação em sentido.
Costumo pensar que sou muitas em uma só. Esse constante processo de (re)criação ecoa o pensamento deCarl Gustav Jung (2012), para quem o ato criativo está profundamente ligado à individuação, nessa a jornada de integrar as várias partes do ser.Em cada gesto criativo, há uma tentativa de reunir o que o mundo separa.
Friedrich Nietzsche (1992)afirmava que“temos a arte para não morrer da verdade”, reconhecendo o poder vital do ato criativo. A arte é mais do que estética: é um modo de permanecer humana diante da brutalidade do real.Ernst Fischer (1983)reforça essa ideia ao afirmar que“a arte é necessária para que o homem se torne capaz de conhecer e mudar o mundo”.Transformar o que sinto em arte é, assim, um gesto político, como uma maneira de afirmar o valor do afeto em um mundo que o despreza.
A teóricabell hooks (2000)escreve que“o amor é definido como ‘a vontade de se doar com o propósito de nutrir o próprio crescimento espiritual ou o de outrem’. O amor se manifesta em suas ações. O amor é um ato de vontade — tanto uma intenção quanto uma ação”.Enxergo na arte esse mesmo gesto de amor: um compromisso com o sensível e o que ainda é humano.Quando a arte se torna linguagem de afeto, ela deixa de ser apenas individual e passa a ser uma força coletiva de resistência, capaz de restaurar o que a estrutura social insiste em ferir.
A arteme ensinou que sentiré um ato revolucionário.Num mundo em que a superficialidade se tornou norma e a emoção é vista como fraqueza,criar é resistir. Por meio da escrita, da música ou das imagens, encontrei não apenas expressão, mas também sentido.
Fischer (1983)nos lembra quea arte é necessária para transformar o mundo; eu acrescentaria que ela tambémé necessária para não nos perdermos dentro dele.Transformar o sentimento em arte é afirmar a vida, é insistir na beleza mesmo quando tudo parece tentar negá-la.
Assim, sigo usando a arte como veículo, não apenas para dizer o que penso, mas paraexistir com sentimento num mundo que tantas vezes tenta nos ensinar o contrário.
A SOMA DE TUDO O QUE HÁ DE MAIS BELO NAS CANÇÕES.
Há músicas que são analgésicos: serenam os músculos, acariciam os ouvidos, massageiam a alma, dissolvem a dor.
São como bonecas de pelúcia, ternas e macias, tão fofas quanto a suavidade do teu toque.
Há um tipo de canção que transcende letra, género ou idioma, cuja melodia traduz a tua paz num cosmos minimalista de notas de amor, eternizando o teu sereno olhar.
Alcanço-te involuntariamente ao escutar Semba, Fado, MPB, Jazz, Blues, Pop Contemporâneo ou Bachata.
És uma playlist escolhida pela própria contingência, um rumor nos fones de ouvido que inspira o melhor texto, induzindo a poética numa prosa prodigiosa como esta.
Este texto é a voz enrouquecida, emergindo do fundo da garganta já cansada, de um poeta embriagado não apenas de afeto, mas da consciência de que amar é reconhecer a precariedade da vida.
E, mesmo assim, proclamar com a lucidez de quem sabe que tudo é transitório, e com o fervor de um fanático imprudente, que és a soma de tudo o que há de mais belo nas canções, e aceitar o facto de que és igualmente o eco daquilo que jamais será plenamente cantado.
Teclados do piano da vida
Música de paz
Músicas que mexem com a razão
Um toque, uma nota mágica
Você me escuta a todo tempo
São melodias nossas
Neste simples toque
Alcançarei o céu
Corpo musical
Perfeito para o amor
Braço adequado para tocar o amor
Notas perfeitas
Dueto de puro amor
Notas afinadas com o tempo
Nossos corpos, instrumentos perfeitos
Nunca teria chegando à perfeição sem você
Quanto mais toco
Mais perfeito fica
Almas de notas musicais
Nossos sons são mágicos
Ouço gemidos de prazer
Corpos ardentes a se tocar
Musica da paixão e do verdadeiro amor."
Natal se aproxima e o coração aperta...
As luzes brilham, as músicas tocam, mas nada preenche o vazio de quem já se foi.
Falta o abraço, o sorriso, a presença que fazia tudo ter sentido.
Dizem que o tempo cura, mas a verdade é que a saudade só aprende a doer em silêncio.
Mais um Natal sem meu pai… e essa ausência continua gritando dentro de mim.
Feh Alvarenga
A lua se esconde entre as nuvens na noite escura. Pensamentos caminham entre as músicas do antes que tocam no hoje. Cheia, ela me lembra daqueles olhos, assim como o começo do que nunca terminou. Entre vidas, caminho sem rumo, buscando chegar na direção do que sempre quis, mesmo antes de saber. Do que sempre esteve lá, muito antes de poder sentir. Da promessa feita mesmo antes de nascer.
- Marcela Lobato
O caminho
A chuva lá fora,
as músicas no tom certo,
duas taças cheias sem o princípio do fim,
são o caminho para uma bela e representativa noite, juntas são uma demonstração de arte viva, de poesia acontecendo a tudo que os olhos podem ver e os corações podem sentir.
O futuro de um povo, depende também em grande forma, da cultura e qualidade das músicas que existem e se produzem sobre eles.
Os gregos perceberam desde o princípio e o Governo sabe usar disso muito bem (pão e circo).
Um mal governo, valerá de usar esse saber contra o povo, em favor de sí mesmos. E então, aí saberás diferenciar dignamente a qualidade de quem te governa!
Seja sábio, eduque sua família e sua mente com qualidade cultural e, principalmente, boas músicas.
Os efeitos e repercussões valerão por gerações infinitas, sem precedentes.
O ABISMO CROMÁTICO DA CONSCIÊNCIA.
Há músicas que não atravessam apenas os ouvidos.
Elas penetram regiões esquecidas da psique.
Fendas subterrâneas da memória.
Catacumbas emocionais onde antigos fantasmas ainda respiram em silêncio.
A melodia dissolvia lentamente a arquitetura racional do espírito.
Tudo parecia transformar-se numa espiral líquida.
As paredes do mundo abandonavam sua geometria ordinária.
O tempo deixava de correr horizontalmente e passava a afundar-se em círculos.
Então a consciência começou a ver cores que não pertenciam ao espectro humano.
Azuis metafísicos.
Violetas litúrgicos.
Dourados sepulcrais semelhantes ao brilho de velas acesas em cemitérios abandonados.
Havia um oceano dentro da mente.
E nele flutuavam rostos esquecidos.
Amores interrompidos.
Infâncias mortas.
Nomes apagados pelo pó dos calendários.
Cada nota parecia abrir uma porta invisível entre dimensões interiores.
Como se a alma fosse um corredor infinito de espelhos líquidos.
E em cada reflexo existisse outra versão de nós mesmos.
Mais triste.
Mais lúcida.
Mais próxima da eternidade silenciosa das estrelas.
O universo inteiro pulsava como um organismo alucinógeno.
Galáxias respiravam.
Planetas sonhavam.
E os pensamentos humanos surgiam apenas como pequenas partículas elétricas perdidas na vastidão cósmica.
A realidade começou então a desfazer-se como tinta diluída na chuva.
Os relógios tornaram-se inúteis.
Os nomes perderam importância.
O corpo parecia distante.
Quase um objeto abandonado pela consciência durante uma experiência transcendental.
E no centro daquele delírio cromático surgia uma figura etérea.
Uma mulher construída de névoa lunar e melancolia.
Seus olhos continham auroras boreais moribundas.
Seus cabelos moviam-se como fumaça dentro do espaço sideral.
Ela não falava.
Apenas olhava.
E naquele olhar existiam séculos inteiros de solidão metafísica.
Subitamente compreendi que o ser humano passa a vida inteira tentando anestesiar-se contra o infinito.
Criamos rotinas para não ouvir o vazio.
Criamos ruídos para não perceber o eco da existência.
Criamos multidões para fugir do próprio abismo.
Mas certas melodias rasgam os véus psicológicos.
Elas arrancam a consciência de sua zona anestesiada.
E fazem a alma contemplar aquilo que normalmente permanece oculto sob a matéria.
A vertigem.
O mistério.
A insignificância humana diante do cosmo.
E ao mesmo tempo a beleza terrível de existir por alguns instantes dentro da eternidade.
No fim restava apenas silêncio.
Um silêncio tão vasto que parecia conter o nascimento e a morte de todos os universos.
E dentro dele a mente continuava caindo.
Lentamente.
Belamente.
Como uma estrela moribunda mergulhando em seu próprio sonho.
Se eu te amo?
Eu te dedico todas
As minhas músicas favoritas
Porque para mim
Todas elas falam de você
Quando estou com você
Demonstro de forma notável
Com os sorrisos mais bobos,
As risadas mais sinceras e os olhares
Mais brilhantes que se possa demonstrar!
Você é a minha calmaria,
Minha noite estrelada,
Meu porto seguro
E todas as outras belezas da vida
O meu amor por ti
Vai muito além
Do que uma batida
De coração
É sentir do adormecer
Ao acordar
Que encontrei a minha pessoa
E ter a certeza
De que é contigo o meu lugar
Com você tudo se torna melhor.
Não importa o lugar
Ou a hora
Se eu estiver com você
Muda tudo!
O meu amor por ti
Só cresce
A cada momento
Com a evidência
De que quero acordar ao seu lado
Todas as manhãs,
Estar contigo onde for
Falo para a Natureza
O quanto te amo
Pois só ela entende de pureza
Conto para os animais
A imensidão
Do meu amor por ti
Uma vez que eles são a maior
Prova de amor que existe
Então sempre que se perguntar
Seu eu te amo?
Lembre-se
Sim, EU TE AMO !
Você entrou na minha vida como aquelas músicas que a gente escuta sem esperar nada, e depois não consegue mais deixar de escutar por que vira chiclete, eu juro eu não esperava gosta nessa proporção, no começo era fácil, eu te via apenas como um alguém normal e eu ria fácil com suas piadas sem graça, achava bonito teu jeito distraído, teu olhar perdido no meio das conversas ( mesmo que através da tela), a maneira como tua voz soava quando não estava tudo bem, quando tudo era um dia bom era simples a forma que me fazia viajar pra outros lugares só com o som de sua voz é como se soubesse o caminho que me leva até você.
Desculpa por me envolver tanto eu não percebi quando virou amor, talvez tenha sido naquela madrugada em que você falou dos teus medos tentando parecer forte, e eu tive vontade de te abraçar como quem protege uma chama do vento, ou talvez tenha sido antes, sei que meu coração palpita quando penso em você. Sei que, quando percebi, já tinha construído uma casa inteira dentro de você.
E pessoas como eu? Não sabem sobreviver depois do incêndio, você é a chama que não apaga, o gelo que não derrete, a chuva que não passa, o vente que não acalma, o tsunami que nunca está satisfeito em destruí tudo pela frente, você é o amor que não morre, e quando me dei conta que eu te amava você foi ficando distante devagar, cruelmente devagar, como quem queria partir, e sem fazer barulho, foi o silêncio mais barulhento que já ouvir, foi como o som de pratos de cristais se quebrando, como trovoadas no céu.
Mas o amor que senti por você foi quente, foi como deitar a cabeça em um travesseiro feito de nuvens, como pisar em casca de ovos, foi sentir a verdade, mesmo quando a boca mente e o silêncio entrega tudo, eu fiz tanto esforço pra que você continua-se ali e mesmo sem realmente estar, vi a culpa escondida nas pausas, nas respostas curtas, nos “tô cansado” que nunca eram só cansaço, era desistência.
E ainda assim? Eu implorava ao universo pra você ficar.
Patético, né?
Mas amar alguém a ponto de aceitar migalhas só porque elas ainda carregam o perfume, aquele maldito perfume.
Tem noites em que lembro da tua voz e meu peito reagindo como agulhas por dentro da pele querendo sair, a saudades não parece saudade e se torna um luto eterno.
Sabe o que mais dói? É que você não morreu, mas a versão de nós dois que eu mais amava… morreu, e ninguém fala sobre isso, ninguém fala sobre a dor absurda de olhar pra alguém vivo e perceber que já perdeu essa pessoa, às vezes eu releio nossas conversas antigas só pra visitar quem eu era antes do fim.
Antes de aprender que amor também sabe destruir devagar, e ouvir da sua boca que eu merecia alguém melhor, e o grande problema era que eu não queria alguém melhor.
Eu queria você!
Mesmo confuso, mesmo quebrado, mesmo indo embora aos poucos enquanto eu tentava te segurar com mãos cheias de cortes, talvez essa seja a pior parte do amor: ele não acaba quando deveria, ele continua respirando escondido, em músicas aleatórias, em ruas conhecidas, em domingos vazios, em detalhes tão pequenos que dá raiva perceber que o coração ainda lembra.
Então eu sigo me forçando a viver sem ouvir a sua voz, sigo sem ver seu sorriso, sem ouvir sua risada, sem ver seus olhos, sigo querendo ficar, sigo sangrando sem querer curar.
Porque nunca vai sarar a ferida por que minha cura me deixou, e se minha dor cansa uma hora, farei novas feridas relembrando daquilo que me fez bem e nenhum outro vai fazer da mesma forma.
E bem no meio da madrugada, eu ainda desejo, em silêncio, que você volte como quem nunca foi embora.
Por que nós gostamos tanto de ouvir música?
Desde pequenos ouvimos músicas, desde quando somos bebês já ouvimos a Galinha Pintadinha, O Mundo Bita e outras músicas, por que as músicas infantis nos ensinam. Depois que crescemos descobrimos nossos próprios gostos musicais, quais músicas gostamos e não gostamos. Às vezes até usamos a música quando sentimos sentimentos muito fortes.
Mas por que a música é tão presente em nossas vidas? Por que ela nos faz ficar mais felizes ou mais tristes? Por que ela é tão importante?
A música sempre foi muito presente na vida de muitos, por que ela ativa a dopamina, o hormônio ligado ao bem-estar, no nosso sistema nervoso. Como nosso sistema sempre busca dopamina - já que seus estímulos nos fazem sentir felizes e satisfeitos – e a música nos traz essa sensação, nós buscamos sempre ouvir mais música.
As músicas também ativam lembranças e sensações pelas quais passamos, por isso ao ouvimos, nós choramos ou sorrimos, por que nós lembramos dessas memórias/sensações, e isso ativa nosso sistema nervoso.
Desde muitos milhares de anos atrás a música tem um papel importante nas nossas vidas: Expressar sentimentos, ideias e unir as pessoas. Antigamente nossos antepassados a usavam para expressar aos deuses sua gratidão ou pedir algo, ou para rituais. Estudos apontam que ela exercita o cérebro e ajuda no raciocínio. Além de músicas calmas poderem diminuir a frequência cardíaca e ansiedade.
As músicas fazem parte do nosso cotidiano, e quando falo musicas me refiro a não só as músicas mas também as melodias e ritmos.
"Yeeeê viva. Meu Deus. O meu
Nome. É. Mizunga poeta. Rimador do. Rap tem. Músicas que. É. Bom .para. todos os. Capoeirista ela. Chama. Se
TEM GENTE NEGANDO. Á. NATUREZA.."a.arvoré. tem..Vida. por. Que. O. Machado é. De. Madeira. Não. Pode. Cortar..observa. com.tristeza"
Não existem músicas ou jazz
que me interessam mais
do que os sussurros de meia-noite
capazes de pacificar terras inteiras:
Sempre que saem da sua linda boca,
que esquentam a minha nuca fria,
e que me fazem absoluta e louca.
[Quem dera se verdade fosse,
mas é devaneio místico e poesia].
"Uma das dificuldades de se chegar às 3 Mais Belas Músicas Brasileiras é que há milhões de Belas Músicas Brasileiras. A outra razão é que você, certamente, deixará de fora muitas delas porque a exigencia é que sejam somente 3. Mas eu consegui. Elegi Minhas Mais Belas Músicas Brasileiras (no momento) e conforme me pediu aquela Jornalista!"
TextoMeu 1235
🎚️🪇
1545
"A Jornalista que me pediu Lista das 3 Mais Belas Músicas Brasileiras e que me perguntou se acredito em Milagre, agora quer saber o que acho dos Beatles e se eles foram mesmo Fenômeno. Vou recebê-la no próximo final de semana, para responder. A mãe dela também virá (ambas são Minhas Vizinhas)."
- Relacionados
- Textos de amor para namorada que demonstram tudo o que você sente
- 48 frases de Dia dos Namorados para esposa que vão surpreendê-la
- Mensagens Lute por Seus Sonhos
- Frases de Dia dos Namorados para surpreender o seu amor
- Textos de Amor
- Frases de Amor
- Frases românticas com palavras bonitas de amor
