Termino de um Amor Proibido
O perdão não destrói as mágoas, ele é apenas um recipiente onde elas ficam ocultas, mas não esquecidas.
seus olhos me arrastam
como um dia de correntesa no mar..
seu cheiro me acalma aul ponto de
me dominar..
o calor do teu corpo me aquese
me induzindo a te amar ...
suas mãos em comtato de minha face
me fazem delirar..
seus beijos são como de um
anjo ! me fazem ir ao céu...
no comforto de seus braços
me simto seguro! pois tenho
a segurança de te amar...
o amor que por ti simto
é impermeavel por que
jamais se acabara...
Aja como se: Aja como se você fosse um homem rico, e então você se tornará rico. Agir como se, transmite uma inigualável confiança, e com isso as pessoas passam a perceber e ter mais confiança em você. Agir como se você já tiver uma experiência inigualável, e com isso as pessoas vão seguir os seus conselhos. Agir como se você já for um sucesso tremendo, e tão certo como eu estou aqui hoje – você vai se tornar um sucesso.
Undertale
Ao cair de um precipício,
Um mundo subterrâneo
Para alguns, hostil
Lar dos monstros.
O perigo é furtivo
Até o instante final
Perante a flor sorridente,
O "amor" é fatal.
A gentileza, monstruosa
As piadas, puro osso
Um carisma robótico
O espaguete, desastroso.
A crueldade se mostra humana
E o mais bondoso é corrompido
O ódio mais perigoso
Nasce da morte sem sentido.
Poder não é querer
Cem almas, um coração
Para vencer os desafios,
Determinação.
sou um soluço perdido, abafado... nas horas rajadas de vento de mais uma tarde do viver... vendo o quanto tarde é a vida... que tarda é a morte... mas que a tarde tornou-se passado.
ABRAÇO
Um abraço cura feridas,
Faz sorrir quem já tinha esquecido,
Acalma um coração aflito.
Abraço faz perdoar,
Faz querer voltar,
Porque se percebe
Que a vida não tem graça sem amar.
Mas abraço não pode ser de despedida,
Não dá, impossível!
Ele é recomeço,
Faz esquecer da vida
E isso não tem preço.
Abraço é linguagem da alma,
Tem que ser dado com calma.
Sentindo tudo...
E não sentindo mais nada.
Publicado em Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - vol 157
— Sou o conde Axel Von Fersen.
Um conde! Chamado Axel! Um militar! Com cabelos negros e olhos azuis! E angustiado! Ah, o universo se superou e iria receber flores.
Estupram de lá, esquartejam de cá, mas o pior crime que eu vi foi um pai de família se matando... todos os dias... indo trabalhar sem saber pelo quê.
Não faço parte deste mundo, onde o ideal é que é o aceito, e o Ser que não tem um ideal é o que mais se aceita como é, mas que é o mais inaceitável dos seres.
Eu sempre acreditei em contos de fadas. E sempre sonhei em viver um. E agora, tinha acontecido, mas era o conto de fadas errado.
O mundo é um salão do qual é preciso sair educada e honestamente, isto é, cumprimentando e pagando suas dívidas de jogo.
Hoje sou livre como um pássaro e não me importa que me achem do tamanho de um grão de mostarda, por que plantando, regando, cuidando o pé de mostarda cresce e dá sombra para abrigar o pássaro que sou.
Deus fez o galho seco florescer, o que não fará por nós?!
Era apenas um galho sem frutos, no meio do nada. De repente cortado e lançado ao chão. Certamente aquele galho sem entender nada, acreditava ser o fim, mas percebeu que uma mão o levou ao tabernáculo, o colocou junto a arca do testemunho e de repente uma presença gloriosa visita aquele galho seco pela madrugada e ele começa a florescer.
Talvez a gente não consiga entender o trabalhar de Deus, mas quando tudo está seco, quando não temos frutos, é nessa hora que somos levados ao tabernáculo, colocados perto da arca do testemunho e a presença gloriosa do espírito nos visita e nos faz florescer.
