Termino de um Amor Proibido
Se a contemplação da realidade é sujeita a noção de verdade que o indivíduo julga ser como o próprio vislumbra, porque os seres humanos são adeptos de pressupostos que pregam verdades absolutas e realidades eternas?
Nossa ínfima percepção do Cosmos, é uma mera ilusão vã e tola, em comparação aquilo que o Universo realmente é.
O pressuposto de uma deidade, nada mas é, do que a tentativa de materializar o ego inchado humano, mediante a perplexidade de sua própria insignificância e a não relevância de existência no universo.
Conheces realmente a ti mesmo? ou só sabes que nada sabes? consegues enxergar a tua insignificância? vislumbra a tua própria ignorância? ou contínuas a iludir o teu eu, com as insanidades que incham o teu ego em tuas vãs convicções.
A religião não é a verdade que dita o que é verídico ou correto no mundo real, só possui seus efeitos nas páginas mágicas de sua história mitológica, a realidade é dura e cruel, onde não existe resolução de problemas através de liturgias focadas em pensamento forte e convicção fantasiosa. Esse tipo de paradigma já deveria ter sido superado a muito tempo, mas como sempre a religião seja qual for, atrasa o progresso da humanidade com suas falácias e regras toscas, vazias e sem sentido significativo.
Resumi-se a história da espécie humana, observando-se a sua gananciosa e incessante busca pelo absoluto e o perfeito, envolto em suas vãs concepções e convicções que o levarão sempre ao nada e ao vazio.
"Na música consegui encontrar aquilo mais aproximado do que poderíamos sintetizar como absoluto, é a expressão riquíssima e imarcescível daquilo que é mais puro e virtuoso".
Toda a fundamentação das premissas que norteam as concepções metafísicas e de sentido existencial, tentam ou criam uma resposta para o axioma do 'antes', pois axiologicamente é necessário que algo exista antes do Big Bang. Acha-se aqueles que usam o filtro da fé para explicar o 'antes', criando uma realidade paralela metafísica, já existem outros que usam da razão, do ceticismo, buscando evidências através do método e do conhecimento científico, analisando a realidade na sua forma mas pura, sem o auxílio de "muletas" ou da "moral de rebanho", como dizia Nietzsche.
"O Ser Humano desde os primórdios de sua existência, busca, anseia, sonha e inventa para si pressupostos metafísicos que busquem torná-lo Homo Deus".
O saudosismo é uma sensação tão poderosa, ao ponto de projetar na existência humana, uma extrema necessidade de acreditar em uma realidade paralela onde o esquecimento, a morte, a dor e o sofrimento não existam, por mais que isso seja uma vã e tola ilusão do eu. Os pressupostos de pós-vida são muletas Metafísicas de subterfúgio de sentido existencial, fruto do desespero mediante o desamparo e separação dos entes que amamos.
Ter dinheiro pode proporcionar conforto, segurança e oportunidades, mas não é garantia de felicidade. É importante refletir sobre como usar o dinheiro de forma consciente, buscando equilíbrio entre as necessidades materiais e o bem-estar emocional. Além disso, é fundamental lembrar que o verdadeiro valor está nas relações interpessoais, na saúde e no crescimento pessoal, não apenas na riqueza material.
Ter dinheiro pode abrir portas e facilitar o alcance de objetivos, mas não deve ser o único foco na vida. É essencial cultivar outras áreas, como a espiritualidade, os relacionamentos e o autoconhecimento. O dinheiro pode trazer conforto, mas a verdadeira riqueza reside na capacidade de apreciar as pequenas coisas, cultivar conexões significativas e encontrar propósito e satisfação em nossa jornada.
