Termino de um Amor Proibido
A pior tirania é a do Judiciário sem freios, pois diante de seus veredictos não há recurso que salve a justiça.
Tribunais superiores parciais corroem a confiança pública, transformando a justiça em instrumento de perseguição.
Quando a imparcialidade cede lugar ao arbítrio, o veredicto torna-se sentença de medo e não de verdade.
A perseguição judicial é como veneno lento: destrói direitos, reputações e a própria essência do Estado de Direito.
Julgar com olhos vendados só faz sentido se a venda não esconder preferências: o perigo está na transparência da injustiça.
navegando nessas águas sombrias
escondem o horizonte das estrelas
não diferencio a noite mais dos dias
imenso oceano em busca de poemas
no fim eu estava indo pegar meu coração de volta
na imensidão das sombras além do mar que não conheço
ainda navegando muitas dores da memória
eu navego o caminho do mar que eu escrevo
aqui no fundo do mar, em sombria água
busquei redenção como náufrago fantasma
para sempre vivendo nos versos esquecidos
na escuridão do fundo do mar em um livro
Riz de Ferelas
Livro de poesia Novos Ventos
seus sonhos se despedaçaram
como navios agora naufragados
tentaram navegar onde a luz não alcança
perderam no horizonte sua distância
Riz de Ferelas
Livro de poesia Novos Ventos
quando o sol se põe no horizonte
penso em você que está tão longe
navego esse oceano que nos separa
acho o caminho no mar entre lágrimas
tudo que me sobra, uma lembrança distante
dias que se foram, seu sorriso no horizonte
sonhos dão força para caminhar mais um dia
amor escreve cada verso que se torna poesia
É periculosíssimo para uma República quando tribunais superiores se deixam levar pelo ativismo, lawfare e casuísmo, pois transformam a Justiça em arma política e corroem a própria base do Estado de Direito.
Quando juízes legislam em vez de interpretar, a República troca a segurança jurídica pela instabilidade do arbítrio.
Lawfare no Judiciário converte a espada da justiça em punhal político, erodindo a confiança pública e os pilares democráticos.
O casuísmo infantiliza a lei, criando exceções para quem tem poder e colocando o cidadão comum na margem da impunidade.
