Termino de um Amor Proibido
Em resumo: Para Fabrício von Beaufort-Spontin, inclusive no livro, o juiz decide sobre o que está trazido, provado, ou seja, onde 'dói'. Se a sua petição não mostra a "dor" (o prejuízo), o juiz pode decidir pelo caminho que lhe gera mais conforto (menos trabalho ou decisão padrão), que é legal, ignorando a verdade fática que não foi devidamente "gritada" nos autos. Pois quem alega tem que provar.
No livro “Não Existe Lide sem Prejuízo – Por que os Processos Bons Morrem?”, eu, Fabricio von Beaufort-Spontin, deixo bem claro que não sou contra os ensinamentos de Hans Kelsen. Apenas amplio a visão do debate ali desenvolvido. Respondo aqui diante das críticas existentes, as quais carecem de fundamento. Não sou o único a fazê-lo.
Ampliar Kelsen não é heresia.
Trago à reflexão Piero Calamandrei, jurista italiano.
Criado sem limites, cresce sem medida: torna-se alguém que não suporta o “não” e, para dizer “sim” a si mesmo, não hesita em ferir o outro.
Tudo tem seu tempo: o desafio não é evitar as crises, mas sustentar a escolha de amar, mesmo quando o caminho exige maturidade, paciência e reconstrução.
Aprendi que amar é também permitir a liberdade. Aquilo que permanece, permanece por escolha — e isso é amor. Aquilo que parte, talvez nunca tenha sido verdadeiramente nosso.
E o livro vai sair:
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
Por que os Processos Morrem?
Como o processo decide sem enfrentar a perda — e o que o advogado precisa fazer antes de peticionar
ORELHA EDITORIAL – NOTA DO EDITOR
A obra escreve como o juiz decide, não como o professor explica. Se parecia proibido, a obra revela.
Há livros jurídicos que ensinam regras.
Outros ensinam técnicas.
Este livro ensina algo mais incômodo: como os processos realmente morrem.
É revelado, com precisão analítica, a lógica real da decisão judicial, apontando os erros estruturais da atuação advocatícia e a permissividade do processo civil contemporâneo em permitir decisões que neutralizam o prejuízo sem enfrentá-lo.
‘Não Existe Lide sem Prejuízo’ parte de uma constatação simples e raramente enfrentada: o processo não falha quando ignora o prejuízo — ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar, se exposto – tal prejuízo - será apresentado na decisão, obrigatoriamente pelo art. 489, §1º (CPC/15). Mas o livro alerta, se exposto.
Brilhantemente o autor não usa sequer um artigo específico nesta peça.
Ao longo dos capítulos, o autor desmonta as saídas confortáveis do sistema decisório.
Não se trata de um manual de prática forense. É uma realidade dos tribunais.
O livro propõe uma leitura estrutural da decisão judicial — mostrando que, quando o prejuízo não é identificado, o julgador sempre encontrará uma rota segura para decidir sem assumir o impacto da perda.
Aqui, o foco não é o direito em abstrato, mas o momento exato em que o caso deixa de pressionar a decisão.
É uma obra voltada a advogados que já dominam a técnica, mas perceberam que a técnica, sozinha, não controla o destino do processo.
Este livro não promete justiça. Promete lucidez.
E, no processo civil contemporâneo, isso já é muito.
NOTA: Não é para iniciantes no Direito Processual Civil (estudantes de graduação ou advogados com menos de 2–3 anos de prática efetiva).
O livro de Fabricio Despontin, promete! Logo à disposição.
Minha querida irmã,
Luciene Guedes
Todos os dias penso em como tenho sorte de ser sua irmã!
Você é uma mulher inigualável!!!
Se existir de fato outra vida quero voltar e ser novamente sua irmã,
você é leal, fiel e verdadeira.
Tua sensibilidade me faz acreditar, em dias melhores, te amo!
Sua irmã:
Márcia Guedes
O homem que esconde a própria loucura é melhor que o que esconde a própria sabedoria.
A porta fechada nunca existiu — era apenas a chave sonhando com liberdade. O espelho engoliu meu rosto e cuspiu um rio que eu não sabia que carregava. As horas fugiram do relógio e foram morar no vazio entre duas respirações. Eu procurei minha sombra e encontrei luz demais, procurei luz e encontrei a noite me esperando de braços abertos. O silêncio falou tudo o que minha voz tinha medo de dizer, e minha voz, então, virou silêncio por gratidão. Não há caminho — apenas pés que insistem em andar mesmo quando o chão se desfez em perguntas. Não há destino — apenas olhos que enxergam sentido onde o acaso dormia. Eu sou o que nunca fui, sou o que ainda não cheguei, sou o intervalo entre dois batimentos onde a vida inteira acontece. E nesse nada que tudo é, finalmente, me encontro inteiro.
... se conseguirem enxergar que as dificuldades da relação estão em fragilidades emocionais, na comunicação e no desgaste das circunstâncias que cada um carrega: não desistam! Tentem a terapia de casal, aproximem-se juntos da fé e religião, permitam o (auto)perdão e recomecem com tudo zerado: sem mágoas, sem peso do passado. Não se deixem perder. A vida é um "sopro" e podem se arrepender quando não houver mais caminho.
A BUSCA
A nossa busca é eterna...
Mas o que buscamos?
Já não temos tudo?
O que afrontamos?
Queremos o desconhecido?
O proibido?
O inatingível?
O tesouro perdido?
Temos a vida!!!
E onde ela está?
Escondida?
Apenas dentro de mim...
Contida?
Tem o amor para felicidade de viver cada dia
O conhecimento para sabedoria
A coragem para enfrentar os medos
A alegria de ser criança
A fé que alimenta a esperança
A virtude de termos segredos
O sonho que faz a realidade
A cura para fragilidade
O dia que encontra a noite
O fruto e a água que sacia a sede e a fome
A verdade dentro do homem
A morte que nos espera
E encontra nossa busca eterna.
A FELICIDADE
Os seres humanos perguntam:
O que é a Felicidade?
A Felicidade muitas vezes,
torna-se um sentimento quase que abstrato
e impossível de realização.
Porque os momentos são muito curtos,
aparece e desaparece de forma sutil,
como num passe de mágica.
Essa busca é constante, mas não seria porque
nós é que somos inconstantes?
Como e onde será que encontraremos a verdadeira Felicidade?
Quando viemos a esse mundo, foi em missão de serviço.
O nosso pai cheio de amor nos presenteou com o dom da Vida e,
colocou em cada um de nós, um tesouro, a Felicidade!!!.
Sabemos que estamos aqui para evoluir,
em busca da sabedoria, do auto conhecimento, e da transformação.
Seja através do amor ou da dor.
Em nossas vidas aparecem anjos e demônios,
alegrias e tristezas.
Os desafios e os sacrifícios são constantes,
mas como diz o provérbio,
D'us dá o frio conforme o cobertor,
porque D'us é pai.
Somos nós os únicos responsáveis pelas nossas ações.
Somos energia pura,
temos o dom da materialização!!!
Se fizermos e seguirmos a corrente do bem,
receberemos amor.
Se semearmos vento, colheremos tempestade.
Vamos fazer o nosso auto conhecimento
sem julgar o nosso próximo.
Saber exatamente como somos,
conhecer nossos limites e a força de nossas energias.
Somente assim poderemos praticar ações em nome do amor
E ensinar ao próximo,
que é dando que se recebe.
Vamos seguir nosso caminho, numa estrada colorida
Transformando os pedregulhos em pedras preciosas.
Essas pedras preciosas, todas, sem exceção,
pertencem àquele tesouro!!!
Vamos tirar o cadeado e derramá-lo sobre nós!
Deixando que a Felicidade ilumine nossos caminhos
e deixar os rastros para os nossos seguidores.
Ser Feliz é aceitar o presente de Deus !!!
A MAGIA DO ENCONTRO
Quando o céu abraça a terra
As estrelas beijam o chão
As flores flutuam nas nuvens
Os rios adoçam o mar
Nessa empolgação
Tudo é magia
O amor perpetua e contagia
O homem abraça a vida
O tempo seca a ferida
No perfume do ar
A morte que era tristeza
Na simples natureza
Da terra abraçando o céu
As estrelas brotam na terra
E o homem brilha no céu
A paciência
A paciência
Não tem pressa
Mas sempre alcança
Não tem vaidade
Nem conformismo
Não disputa o heroísmo
Está sempre na frente
Porque não para julgar
Mas investiga
Não diz adeus
Mas acena
Ajuda
Mas não tem pena
É a maior habilidade
Sem falsa modéstia
Domina a razão
Controla a emoção
Faz tudo com muito amor
Degusta prá ter sabor
Não tem raiva porque mina o ódio
É a conquista da sabedoria
E com ela chega no pódio
A preguiça
Hoje acordei sonada
Assim... como quem não quer nada
Fiquei de olhos fechados
Agarrada no meu travesseiro
E o sono me dominava
Fiquei assim... por horas...
Meio dormindo e meio acordada
Nada de fora me despertava
Nem barulho, nem fome, nem a sede
Estava totalmente descompromissada
De repente...
Levantei, meio que impulsionada
Era meu cachorro quem latia.
Me lambia e me puxava
Era a preguiça que estava em mim
Que ele não conhecia
E bravamente espantava
